Notas iniciais
Aqui mais um capitulo! Dedicado a Akemi-chan! Espero que gostem

Capitulo 12

Cravo vermelho – O sabor do sangue

“ Este sou eu para todo o sempre
Um dos perdidos
Aquele sem nome
Sem um coração honesto como bússola
Este sou eu para todo o sempre
Um sem um nome
Esta linhas são o último esforço
Para encontrar a perdida linha da vida…

…Minha flor, murcha entre
As páginas dois e três
O florescer único e eterno
Se foi com meus pecados
Ande pelo caminho escuro, durma com os anjos
Peça ajuda ao passado
Toque-me com seu amor
E revele para mim meu nome verdadeiro

Oh, como eu desejo uma chuva suave
Tudo o que eu quero é sonhar novamente
Meu coração amoroso perdido na escuridão
Por esperança, eu daria tudo o que sou
Oh, como eu desejo uma chuva suave
Oh, como eu quero sonhar novamente
De uma vez por todas e tudo de uma vez
Ninguém, meu nome para todo o sempre…”

Nightwish – Nemo

Desde um início, Akemi Hideko tinha uma vida distinta e diferente de qualquer outra família, não que não houvesse famílias parecidas, mais a família era distinta da maioria.

Nascida em uma família no que se destacava a beleza e as riquezas, apesar do amor incondicional dos pais que a mimavam fazendo-a ser uma pequena e doce menina, na vida de Akemi havia uma sombra maior que a perseguiu por muito tempo, Zero Hideko, o irmão maior que ela seis anos.

No dia em que nasceu Akemi, Zero viu como seus pais deixaram de ‘amar-lho’ para dar todo o amor e carinho a pequena menina, desde esse dia Zero começo a acumular um ódio e raiva que crescia a cada ano que passava, tanto que seu instinto passou em ser diferencial, Zero passou a não considerar-lha a ela, o ódio e a inveja o segou.

Akemi passou a receber todo tipo de maus-tratos por parte do irmão maior que crescia com cede de vingança por seus pais apenas admirarem sua bela forma de ser. Akemi quase morreu varias vesses, era perturbador para a pequena menina, quase havia sido morta por ele, porém seus pais sempre chegavam a tempo de que isso não acontecesse. Ate seus treze anos Akemi viveu em este estado, apesar de que isso não implicou com a forma amável e gentil de ela ser…
Foi quando a vida trágica de Akemi se quebrou por completo, em um dia como qualquer outro, no qual Akemi chegou em sua casa achando que receberia uma vez mais o carinho de seus pais, mais não foi assim… Zero havia matado seus pais e Akemi apenas foi testigo dos corpos dilacerados dos mesmos, não podia haver feito algo, era tarde… O que Akemi fez foi fugir do própio irmão que estava disposto ao momento a acabar com a vida dela.

A menina passou um tempo duro traz perde o que tinha, seu irmão não foi culpado pois era o herdeiro legitimo e soube como se desfez das provas. Akemi teve quer ver como Zero se posicionava e seguia sua vida sem arrependimentos enquanto ela seguia sem teto…

Ao final foi acolhida por três jovens assassinos profissionais, Hiro Shibasaki, Seiji Munakata e KanjiYumisashi a quem ela pediu que a treinara e a tornasse uma assassina como eles, ela desejava cobrar sua vingança contra o irmão, era seu maior desejo.

Passaram-se três anos para que isso acontecesse, Akemi havia se tornado uma assassina Professional e também toda uma sádica sem sentimentos algum, apesar de que os sentimentos dela morreram no momento em que viu o corpo de seus pais isso apenas fez a perder qualquer tipo de interesse pela vida humana, apesar de tudo tinha sentimentos por seus três amigos e professores, considerando-os como os irmãos que nunca havia tido.

Sedo assim, Akemi se aventurou ao primeiro intento de assassinar o irmão, porém ele a reconheceu antes que ela pudesse finalizar sua vingança, trás isso quem saiu mal parados foram os amigos de Akemi, Zero fez o mesmo que sempre havia feito, tirou de Akemi tudo o que tinha, matou tanto a Kanji, Hiro como Seiji, este simplesmente puderam desejar que a menina cumplice sua vingança, dando mais incentivos a ela acabar com Zero, pois não permitiria mais que este passasse por cima dela mais uma vez.

Trás o acontecimento foi a gota de água que faltava para transborda a água, fazendo assim Akemi conseguir se vingar e retirar todo o peso de suas costas…

Zero e Akemi se viram as caras por ultima vez, eles sabia no mesmo momento que aquele seria a ultima que estariam cara a cara, seria ele ou ela… E ao final Akemi foi capaz de atuar, conseguiu vigar seus irmãos adotivos e também os seus carinhosos pais, ela havia se libertado…

Ao ser libertada Akemi por primeira vez se sentiu em paz… Apesar de tudo sua vida não tinha um sentido aparente, não era mais humana, não tinha empatia nem muito menos sentimentos alguns por qualquer coisa a não ser seguir cento uma assassina…

Sem nenhum motivo aparente Akemi continuou com essa vida, seu lado sádico e psicótico havia tomado conta de sua vida.

Quarta Flor – Sim ou não?

– Você é uma existência curiosa, porem sem educação… — Os cristalinos olhos rosas de Akemi admiraram aos carmins olhos de aquele ser. O interior de Akemi mostrava antipatia e algo de raiva traz ele haver aturado ela... Ela seguia sua presa e ele havia feito há perder o resto…
Akemi sentia rancor, porém, também sentiu o cheiro de sangue vindo da pessoa frente a ela, os olhos dele eram algo parecidos aos dela, ele também era um assassino, ela o reconhecia pois sabia o que se sentia ao sê-lo, sabia que os assassinos se reconheciam entre eles e o mesmo não negou que ela era curiosa para seus olhos.

O olhar dos dois seguia interligado, como se isso fosse uma espécie de reto e uma ligação presente, Akemi sentiu que seu mórbido reflexo estava sendo observado, assim como ele a sentia observando-o, os dois perceberam no exato momento que deveriam cortar sua ligação ou se não, os dois sentia que algo maior poderia acontecer.

O homem a sua frente a solto, deixou Akemi, a mesma viu como frente aos seus olhos o mesmo desapareceu, algo que não chegou a surpreende-la muito, após ter si tornado o que era ela havia conhecido o submundo e sabia que os humanos não eram a única espécie sobrevivente… — Em onde os humanos não enxergavam, havia muito mais do que imaginavam.

O dato curioso para Akemi, foi sentir uma pontada em seu interior, se conteve diante de algo que não entendia, pois no seu interior algo parecia ter acontecido, se pergunto a si mesma se o olhar carmim de aquele homem desconhecido havia provocado a ela algo, porem não queria pensar, ela tinha perdido toda a capacidade de empatia com o próximo achando que isso não seria diferente com ele.

Ao final as vontades que homicidas que tinha Akemi desapareceram, ela ficou indisposta mentalmente assim que sua presa fugiu de seu alcance, ela tinha vontades de matar a outro ser – Aquele curioso homem – Por ter-lha feito perder o que ela já considerava como seu, por culpa dele agora contemplava a festa sem puder fazer muito a não ser reflexionar sobre o acontecido. Em meio ao cenário podia contemplar o dupla de presentação, uma mulher que curiosamente centrará o olhar sobre ela, esta tocava o piano, enquanto seu acompanhante fazia uma linda melodia ressonar do esfregue do arco nas finas cordas do violino Stradivarius, ela pode reconhecer-lho pois a mesma tinha paixão pela musica, principalmente pelos instrumentos, assim que deixou a musica invadir seus tímpanos e fecho os olhos, apesar de que não conseguia esquecer o olhar carmim.

– Ah… Que pena ele já se foi. – Akemi admirava desde onde estava, escondida por detrás das sombras a mulher que acabava de entrar no camerino, esta o mesmo momento que entrou retirou o longo vestido de pedras prateadas e brancas, um vestido com corte sereia no acabado, costas nuas com um decote enforma de barco, mostrando uma pequena parte de seu busto, sem ser exagerado apenas o suficiente para deixar a imaginação por si sozinha imaginar. Akemi Viu como esta ficou apenas com sapatos e calças a mostra, porém rapidamente coloco o sutiã, que era parte de um corcel o que com um estalo se apertou por si só em um ato de magia… Pegou um vestido, branco, em um estilo de decote de barco porém desta vez ia até o pescoço, com uma manga curta e elegante, este era curto até a altura dos joelhos.

– Você gosta de observar as mulheres quando se veste…? – Esta começo a falar quando foi ate até a penteadeira, em onde começo a mexer nas maquiagens e ajeitar a própia face e cabelos. – Imagino que não tem medo de mim e por mais que você acha que eu deva temer-lha não irei fazer isso querida…

– Foi você quem me chamou aqui…? – Akemi parecia esta ciente disso, pois o olhar da mulher secentro nela, apenas nela durante a apresentação e performance do piano e o violino.

– Sim querida a chamei… — Ela se virou já mostrando só manto de pele cremosa e escura de uma forma sutil e mais embelezada ainda. – Venha, tome acento, ofereço… Um chá, um café? Vinho, refrigerante? – A mulher a convidou com toda educação a ir a um jogo de sofás de estilo barroco da corte francesa.

– Não desejo nada… — Akemi não se sentia muito a gosto de falar com alguém que apesar de não conhecer-lha, parecia conhecer-lha, porem não sentia uma precisa antipatia pela mulher, era algo indiferente mais ela tinha algo que fazia ela duvidar.

– Você é assassina profissional… Hideko Akemi não é? – Repentinamente Akemi temeu o que aquela mulher podia saber, a desconfiança fez ela se senti em guarda. – Não quero fazer nada com você, não se sinta assim, porém eu vejo o que são as pessoas, posso ver seu presente, seu passado, tudo o que você é… Também seu futura minha querida…

A menina não sabia se podia confiar em aquela mulher, os olhos violeta dela, percorria cada milimetro do corpo de Akemi, ela encheu um copo com whisky do caro e quatro cubículos de gelo tomando-o com toda a calma e logo a admirou. — Você vai odiar cada coisa que eu diga, odeia que eu a desvende, muito menos gostaria de poder fazer isso, porém o poder que eu tenho e a missão que estou encargada de cumpri faz que eu tenha que ser a pessoa que mais pode odiar por tentar controlar-lha, sei que não tem controle sobre pessoas como eu, deseja me matar, a sede de sangue apenas aumenta a cada mínima palavra que eu pronuncio… Por isso somente irei dizer uma vez, eu posso dar a você o que busca incondicionalmente… Posso levar você a encontrar algo que você perdeu, você apenas precisa decidir se sim ou se não… A escolha é sua senhorita Hideko… Posso ver o futuro, mais ele mudaconstantemente se você diz sim eu a ajudarei mais se diz não continuara sem encontrar o que busca…

Todos os sentidos de Akemi se paralisaram ao mesmo tempo que estavam centrados em aquela mulher – Algo que ela busca incondicionalmente? Nem mesmo ela sabia o que era… Apos a morte de Zero, Akemi não tinha um sentido vital a não ser a própia vida que seguia o seu curso, porem… Poderia achar isso que buscava sem ao menos saber o que era confiando? Confiando em aquela mulher por quem já sentia desprezo?

Notas finais
Akemi, sera que eu cheguei a fazer-la tal e como você Kemi-chan queria que ela fosse? Espero que sim, gosto muito dela e do macabra que ela podera ser nos seguintes capitulos, lameto ainda não ter podido explorar o lado psicopata dela, adoro personagens assim ^^ Eu tenho a impreção de que apezar de Akemi ter pegado antipatia com Tsubaki por desvendar-la um pouco ela nao chega a desgosta dela, nao sei o por que, mais pode ser o facto que as duas se reconhecem como 'fortes' sera o respeito-o mutuo? Não sei... Mais tem isso envolvendo... E Reiji... Ele também ficou com medo do que Akemi provoco nele? :o SERA SERA?!?!?!? Comentem o que acharam se tiverem vontades, mais lembre de que uma historia vive com comentarios e fica trite sem kkkk na verdade sao paranoias de autores mais seja o que for digam o que pensado se quiserem e tiverem a pura vontade nao as orbigarei a nada queridas ;********* Ate o proximo!! Kimiko-chan :o Ja estamos na metade /o/ E logo Alice, Saide, Natty e Megumi... A do Kanato continua sem aparecer... MAis vamos la!