Notas iniciais
MAis um capitulo! Aproveitem a linda Ninally

Capitulo 10

Inocencia – A menina que deixou de acreditar no amor

“…Você levou meu coração
Me enganou desde o começo
Você me mostrou os sonhos
E eu desejei que eles se tornassem realidade
Você quebrou a promessa e me fez perceber
Que tudo não passava de mentira…

… Poderia ter sido para sempre
Agora nós chegamos ao fim…”

Within Temptation — Angels

A pequena Ninally Arburquerq havia nascido muito longe de Japão, Ninally, como era graciosamente chamada por sua mãe, havia nascido em uma pequena província de Rio de Janeiro em Brasil. Até seus quatro anos havia vivido felizmente com sua adorada mãe Katherine Arburquerq. Ninally nunca havia conhecido seu pai mais sabia por as historias que contava sua amada mãe, que este era Espanhol e que os dois havia se conhecido em uma viajem, no país natal de seu pai.

Ninally em este tempo tinha uma concepção pura do amor, sonhava com as histórias românticas que sua amada mãe contava a ela, sonhava com cada uma das histórias românticas entre seu pai e sua mãe. A concepção do amor dela cresceu ao conhecer seu padrasto Rafael Santonely que si encontrava presente com a mãe e com a mesma pequena.

A pequena era feliz, tão feliz que não se imaginava jamais que esta felicidade incondicional se iria acabar. Rafael era como um pai para ela e ver que a mãe também era feliz, sentia que não haveria nada melhor.

Porém, nem tudo que reluz é ouro e em menos cinco anos Rafael mostrou que não era nenhum anjo na vida de Ninally e sua mãe, mostrou sua verdadeira personalidade e quando teve a chance fugiu com outra mulher deixando as duas na pobreza e com dívidas acumuladas…O coração de Katherine foi partido e o de Ninally… A pequena menina começa a temer em confiar nas demais pessoas, muito mais em confiar as pessoas que eram homens.

Sem muito que fazer e pouco por optar, nina começou a se esfoçar muito mais nos estudos e ao mesmo tempo trabalhava para ajudar sua mãe, as duas conseguiam se manter graças ao imenso amor e fui assim ate os quatorze anos de vida de Ninally.

Mais uma vez chegou a tragédia em sua vida e na primavera de seus quatorze anos ela e sua mãe sofreram um grave acidente em onde a única a sobreviver fora Ninally… O fato apenas contribuiu para que Ninally fechasse mais seu coração, ofuscando seu mundo e matando parte de sua essência.

Após tanto sofrimento a única escolha de Nina ao se despertar de seu coma de dois meses, opto por ir viver com sua única parente viva, Maya, sua avó quem vivia em japão. Não demorou para que as duas compartissem sentimentos mútuos, se aferrando uma na outra, sendo o único que restava entre elas.
Nina era inteligente e ao pouco tempo se adapto ao país, ajudando sua avó nas despesas da casa ao encontrar um bom trabalho e as vesses também fazer trabalhos extras e com tudo, Nina ainda conseguiu se destacar por sua inteligência e sua cálida beleza.

Segunda Flor – Diante da espada e a parede

– Ah! Você esta sangrando! – Ninally não pode explicar o susto que sentiu em aquela hora, a pessoa a sua frente…

A jovem Nina havia se assustado diante o vermelho carmim do sangue, estava tão surpreendida que a vergonha que sentiu ao ter escutado o barulho da faca cair foi totalmente engolida, ela estava totalmente preocupada que mal deu por si, retirou parte de um pedaço do avental de seu uniforme e tratou de ‘parar’ a hemorragia dos dedos de aquela pessoa que mal dava por si quem era.

– Ba-ka… — A menina se assustou com o pronuncia de aquela palavra, olhou direto para os olhos de aquela pessoa e ao mesmo tempo notou curiosa o olhar azul celeste na direção de seus olhos róseos. Ninally não sabia o que significava os sentimentos que se reflexavam nela ao admirar-lho. As ondas perfeitas de seus cabelos com estilo e penteados de uma maneira rebelde e seu pequeno rabo, de cavalo em uma pequena parte do alto de sua cabeça, prendia uma mecha de seus cabelos loiros areia. A pele imaculada e intacta, branca, parecia delicada apesar da falta de pigmentação de uma pele normal, o tanto alto que este era se refletia em sua diminuta altura, pois esta o admirava de baixo para sima. Os lábios dele fartos e encurvaram em uma delineada sorrisão que Nina logo definiu como sarcasmo.

Ao mesmo momento este retirou a mão das dela e levou ate sua boca lambendo os fiapos de sangue que ali restava, limpando sem deixar de admirar o rosto dela, esta o admirava com supressa e sem entender o ato que em parte a assusto, em seguida mostrando a mão branca intacta fazendo-a arregalar os olhos totalmente desentendida.

– Era simplesmente Ketchup… — O rapaz sorriu com carrinho para ela, porem ela soube definir exatamente como um sarcasmo presente, ele estava rindo da cara dela? – É mesmo uma baixinha inocente…

Ela não conseguiu reagir, apesar de ter um forte caráter, tudo havia se perdidotrás o susto que havia passado, o rapaz levou a mão a cabeça dela e deu umas carinhosas tapinhas sem força alguma.

– A próxima vez tenta não se enganar com besteiras dessa Chibi-neko… — Ninallyseguia sem reação, e o rapaz caminho para longe dela deixando-a ali em aquele lugar sozinha e sem nenhuma explicação coerente.

Quando Nina deu por sir, todos os ‘mini-insultos’ que ela tanto odiava, a forma de sarcasmo como ele há havia tratado, o novo apelido que ele havia dado…

– Aaaaah! – Ninally grito enfurecida colocando sua cara contra o travesseiro abraçada ao seu gatinho de pelúcia, Bimbo, o mesmo era suficiente grande para caber entre seus braços, tinha uma cabeça maior que seu corpo, um rabo também grande, levava uma gravata de borboleta negra. Sua cor era branca com ralhas marrons, os olhos dele era finos e sorria, o mais importante presente que tinha ganhado de sua mãe.

– Como pude ser tão inocente e ter caído nas falsas palavra de aquele…! Aquele sujeito... – Nina estava frustrada, virou seu corpo e observava ao alto, Bimbo estendido pelas suas mãos no alto e logo o trouce, até si colocando entre seus braços e suspirou profundamente relembrando que em aquela semana havia acontecido mais um sucedido imaginável para ela, ela deveria esta feliz porem. — Nossa academia oferecera tudo o que precisar querida Ninally, posso garantir que eu mesma me ocuparei de seus cuidados assim como as demais moças do dormitório feminino… — Ninally sem palavras para expressar quando recebeu a visita da luxuosa dama que tinha por nome Arisugawa Tsubaki, esta resultava ser uma das professoras da academia Kuroutsuki, a qual a um mês ela havia prestado exames para ascender mais não tinha recebidos resposta…

… O tempo havia passado e frente a ela, em sua casa estava uma inesperada mulher que a convidava para ir estudar e mora algo longe de sua avó, apesar de haver contado que poderia visita todas as vesses que quisesse a avó, se sentia insegura em relação a que sabia que esta tinha idade e não queria deixar-lha sozinha, Ninallyqueria cuida de sua avó o possível e ajudar-lha no que podia pois sabia que a mesma não era uma mulher rica e vivia com o que podia, por isso trabalhava para não dar trabalho a avó.

– Nina-chan você não precisa se preocupar comigo querida minha, eu estou ciente de que esta é sua vida e de que eu já vivi a minha, você precisa aceitar é uma oportunidade para que a valorem mais da maneira que merece… — A avó deNinally, Maya, apresentava um aparente carinhoso e caloroso sempre que olhava para a neta. Seus cabelos curtos estavam quase brancos, com uma tonalidade cinza mostrando a idade que não perdoava ninguém. Apesar das poucas arrugas que se via na face da mulher, o tempo pesava nas mãos e nos olhos róseos como os de Ninally, sempre sábios e carinhos.

Apesar do que a avó lhe dizia, Ninally não estava segura, uma parte dela queria aceitar aquela proposta e outra estava ciente de que deixar a avó a faria preocupar muito mais do que qualquer outra coisa.

– Não temos preocupações em que os alunos trabalharem, em efeito a maioria de nosso alunos tem seus própios trabalhos e isso é uma responsabilidade muito grande que a escola aprecia muito, por isso as aulas são no período noturno para não atrapalhar nos afazeres da tarde ou da manha de nossos ídolos e estudantes trabalhadores. – Para Ninally era uma baita de uma supressa as palavras da dama quem fazia seu estômago revirar cada vez que a admirava, já que a mesma mostrava uma espécie de áurea que Ninally não podia definir como ‘humana’.

– Você tem ate o final de esta semana para pensar querida, somente temos 10 matrículas e você esta e em uma de estas 10, é difícil ser aceita assim que entendo que depois de tudo as condições e o fato de que as matrículas são praticamente poucas você deva pensar com clareza…

Sem resposta se foi a dama, mais ela disse a Ninally que voltaria no final da semana, a mesma hora que aquela, as nove e meia da noite, este dia resultava ser no dia seguinte e Ninally pensava em tantas coisas que não sabia o que responderia…

O que ela deveria escolher? Ninally estava preparada para viver neste ‘mundo’ noturno?

Notas finais
O que acharam... dedicado em especial a Anna-chan! Obrigada por tudo e por esta personagem magnifica que vc me mandou! Espero que vc e todas as minhas adoradas leitoras gostem! A Proxima sera Anne linda!! Depois da Yurie e Nina... Amo todas as moças Okey!!!! Lindas e thanks por as lindas personagens minhas colaboradoras e thanks pelos lindos comentarios de todas leitoras! O apoio de vc somente faz este fic o que é e crescer! Obrigado por acolher-lo tao bem apezar de meus feios erros ortograficos kkkkk