Leonetta: Não Existem Barreiras Para O Amor
21 Ataque de Ciúmes
Notas iniciais
P/Vilu:
Olho pra cima e encontro Diego
Eu — Me desculpa, realmente não tinha te visto
D — Não tem problema, cadê o León? — ele olha ao redor
Eu — Ele simplesmente me largou sozinha, mas eu não vou ficar ligando pras birras infantis dele — falo determinada
D — Ele parece manter muita proteção em cima de você, isso não sufoca? — ele fala, não sei porque, mas não gosto do jeito que ele fala
Eu — Ele me protege porque ele é carinhoso comigo, eu não me recordo muito dessa parte de Buenos Aires, então ele fica metendo proteção em cima de mim o tempo todo — falo
D — Ah, desculpa é que falei de um jeito que .. — o interrompo
Eu — Fez com que eu interpretasse mal? Não tem problema — digo. Quando eu era pequena eu era muito ingênua, hoje em dia ainda sou, mas não tanto, posso ser tudo, menos otária.
D — É .. — ele diz meio enrolado — O que acha de irmos dar uma volta? Não tenho aulas agora — ele oferece
Eu — Ok — ele sorri e saímos do Studio, vamos à uma barraquinha de sorvete e compro um de chocolate e Diego de graviola, depois disso, ficamos numa pracinha ali perto
D — Seu pai é o German Castillo?
Eu — Sim — falo
D — Que sorte, ele deve ter montes de dinheiro, sem querer ser interesseiro — ele diz
Eu — Pior que tem, não gosto de termos tanto dinheiro assim, isso atrai muita gente gananciosa, interesseira e egoísta — confesso
D — Isso não é mentira, já passei por isso — ele diz tranquilamente — Mas enfim, você tem quantos anos?
Eu — 18, e você?
D — 19 — do nada o silêncio reina, mas Diego o quebra — Você conhece o León desde quando?
Eu — Desde meus 7 anos — ele arregala os olhos
D — Wow! 11 anos de amizade — ele sorri
Eu — Sabe, quando te vi pela primeira vez te achei meio nojentinho, mas você é legal — falo e coro
D — Hahah, te achei meia mimada quando te vi, mas depois que te ouvi cantar tudo mudou — ele diz e sinto ele perto, um pouco perto demais, logo ouço meu celular tocar e decido atender
Eu — Alô
F — É a Fran amiga, onde você tá? Estamos te procurando feito doidos
Eu — Você e quem?
F — Eu, Cami, Maxi, León .. onde você tá?
Eu — Fran depois a gente se fala — desliga — Eu hein
D — O que houve?
Eu — O pessoal tá me procurando, mas eu não vou dizer, não quero papo com o León — falo irritada
D — Se acalma — ele diz e me abraça, o que correspondo logo
X — Mas o que é isso? — Ouço alguém gritar e logo me separo — Mal te deixo sozinha já te pego agarrada com ele?
Eu — Fala baixo que você não tá falando com qualquer um! E eu abraço quem eu quiser
D — Eu vou indo, tchau — ele sai correndo
Eu — Você não tinha o direito! — digo completamente irritada
L — Claro que eu tinha! Não vou deixar qualquer um te abusar — ele diz
Eu — VOCÊ ME LARGOU PORQUE QUIS, TEVE UM ATAQUEZINHO IMBECIL DE CIÚMES SÓ PORQUE ELE VEIO FALAR COMIGO!
L — Se você soubesse meus motivos não estaria dizendo que foi imbecil — ele zomba
Eu — Não quero saber de motivos León! Te reencontrei porque foi difícil ficar longe de você e agora que estou aqui você me trata assim? Quer saber? Vou pedir pro meu pai voltar pra Nova York, assim .. — León me interrompe colando nossos lábios, ELE ME BEIJOU!!!
Continua . . .
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