Leonetta: Não Existem Barreiras Para O Amor
16 Affz de novo??
P/León:
L — Francesca??
F — LEÓN! — Ela me abraçou, seguido de Camila e Maxi — Onde você se meteu?
L — Fui morar em Buenos Aires, na Argentina, mas voltei — Caíram lágrimas dos meus olhos instantaneamente
C — O que houve León?
L — É uma longa história
F,C,M — Temos tempo — eles se sentaram comigo e eu os contei toda minha história com Violetta, desde crianças até agora
F — Nossa, e você teve que largá-la por causa dos seus pais??
L — Sim — disse enxugando minhas lágrimas
M — E você nem conseguiu dizer a verdade?
L — Não, perdemos o contato. E se ela se mudar? Será o fim
C — Um dia vocês irão se encontrar, pode ter certeza
F — Tem uma foto dela? — Peguei meu celular e desbloqueei a tela — Uau ela é linda mesmo
M — *Fiu Fiu* — Dei um tapa nele — Ih cara achei ela bonita — Olhei as horas
L — Não tá na hora de vocês irem não? — Ela olhou no relógio
F — Tá, vamos — entrei lá, Fran foi até uma bancada e pegou uma ficha de inscrição — Toma, preenche e quando acabar, só levar lá de volta — preenchi, coloquei lá e me disseram que as audições de canto era amanhã e de dança depois de amanhã
~ PASSARAM — SE ALGUNS ANOS ~
Glória a Deus já sou de maior, não aguento mais viver nessa droga desse país inútil, esse meu 3º ano no Studio irei fazer em Buenos Aires e os outros também.
Fui com Fran, Maxi e Cami, a viagem foi tranquila, mas eu estava desesperado pra rever a Vilu, mas, qual será a reação dela ao saber que não sou mais evangélico? Que uso piercings e tal (P/A: Pessoal não quero que interpretem isso como uma ofensa, a fic trata sobre coisas evangélicas e mundanas ok?).
Chegando lá, fui pra minha casa antiga, que continua bonita e bem conservada, e os 3 patetas vão morar comigo por um tempo. Guardei minhas coisas e fui na casa de Violetta. Toquei a campainha, nada. Toquei novamente, sem resultado, do nada escuto alguém me chamar.
J — León?? — dona Janaína
L — Oi — a abracei
J — Como está mudado, lindo — sorri — Está procurando a sua amada? — abaixei a cabeça em sinal de vergonha — Brincadeirinha, a Violetta
L — Tô
J — Oh meu filho, lamento te dizer, mas ontem ela viajou pra Nova York e vai morar lá — o meu sorriso se desmanchou rapidamente — Vocês perderam o contato?
L — Sim
J — Ouvi o pai dela dizer que iriam passar alguns anos e iam voltar, vou ligar pra ela — ela pegou seu celular e ligou, pelo visto atendeu, ela botou no viva voz — Alô. Vilu meu amor sou eu a tia Jana
V — Oi, tudo bem com a senhora?
J — Sim fofa e com você?
V — Tudo ótimo, como está Buenos Aires?
J — Bem, e ai em Nova York
V — Chato
J — Tenho uma pessoa aqui querendo falar com você
V — Sua filha?
J — Não, alguém melhor — peguei o celular
L — Violetta? — Ouvi ela chorar
V — LEÓN! Meu doce você sumiu!
L — Você também, não sabia que tinha se mudado
V — Pois é ... Eu tô com tanta saudade
L — Eu também, Vilu eu preciso te dizer uma coisa — É hoje que eu falo
V — Diz
L — Eu .. — do nada ...
CONTINUA . . .
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