Leonetta
65 No porao
Por vilu :
– É dificil dizer ...
– Nao , Vilu , nao diga ... — Implorava Leon .
– Se voce ... Tirar o Leon daqui , eu fico com voce ...
- Trato feito . — Ele disse .
- Que feito que nada .
- Diego !!! — Gritou uma voz feminina .
- Ludmila , eles estao aqui .
- Ludmila ? — Disse o Leon .
- Ludmi , a Vilu teve uma grande ideia , voce leva o leon e eu fico aqui com ela , o que acha ?
- Nao , eu quero que eles sofrem bem assim . — Ela o beijou . Realmente meu coraçao partiu em dois . — E ele poderia fugir , e obrigada por me traze — lo , ja pode ir , nao preciso mais de voce .
- O que ?! Eu achei que tinhamos um trato !!!
- Voce realmente nao me conhece .
- Vilu , eu venho te buscar . — E saiu . A Ludmila veio ate mim com uma faca .
- Agora nos vamos acertar as contas . — Ela pegou a faca e apontou no meu braço .
- Nao ! — Leon gritou , mas ja era tarde , a faca penetrava no meu braço , resolvi nao gritar , mas lagrimas saiam de meus olhos .
Por Leon :
A vilu é muito forte , ela nao chhorou nem uma vez .
- Ah , se voce nao gritar eu enfio mais . — E enfiava cada vez mais , ela estava do meu lado e do braço da vilu saia muito sangue .
Por Vilu :
Eu ja estava ficando tonta de falta de sangue ate que desmaiei .
Por Leon :
- Ela ja desmaiou , por que continua enfiando isso no braço dela .
- Ah é ... , eu ja volto . — E saiu . Me aproximei de seu braço e consegui tirar as cordas de mim . A peguei , puxei uma tira de retalho e fiz um remendo .
- Vilu acorda por favor , vai ...
Ela abriu os olhos , estava muito fraca . Me olhou e depois para seu braço , começou a chorar .
- Calma , voce sente isso . — Encostei na sua mao .
- Nao . — Era mais grave do quie eu esperava .
- Tmos ue te levar para o hospital agora . — A soltei das cordas , mas a Ludmila abriu a porta . Em um unico ato sussurei no seu ouvido : fingi que esta apagada . Pus as cordas bem fracas nela e fingi estar amarrado .
- Vejo que ela ainda nao acordou . Bom , eu te trouxe isso . — Ela me trouxe um suco e um bolo , logo saiu . E eu ouvi um barulho de carro , ela saiu , era minha chance , soltei as cordas e chamei a Violetta , ela havia apagado mesmo , estava muito fraca , a peguei no colo e sai em direçao ao hospital , estavamos no meio do nada .
Ouvi passos , e sai correndo com ela no colo .
- Esperem ! — Me virei e vi ...
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