Leonetta

152 Familiar.


Notas iniciais
Gente, eu sei que demorei, mas é por que eu queria postar justamente hoje. Por que? Por que hoje é meu aniversário!!! 16 anos.. Tá, eu sei, eu estou velha, fazer o que néh, é a vida. Bom, tambe quero dizer que eu vi o fim de Violetta, tipo final. Final. E eu chorei demais, mesmo, toda vez que eu abraçava alguem, chorava mais. Mas já superei. Só que não. Enfim, leiam, aproveitem esse é meu presente à vocês que são as unicas pessoas que podem fazer o meu dia melhorar. APROVEITEM.


– Na casa do Diego.

– Ah, maravilha. Meu dia acaba de ficar pior. Agora é pessoal. — E saio com raiva, ai ela vai me ouvir.

Por Violetta:

Acordo me sentindo estranho, algo em mim esta errado. Algo em mim esta diferente, sinto que pelo menos uma parte de mim esta distante. Sim, eu sinto falta do Léon, é claro que sinto. Ele já foi e ainda é em parte o motivo de eu querer continuar nessa confusão chamada mundo. Mas eu preciso esquece-lo, pelo menos tentar. Eu vou.

Depois que crio coragem, me levanto e me arrumo. Hoje eu iria naquela escola de canto, espero conseguir um emprego. Faria de tudo no momento para esquecer o Léon, mas parece que ele habita a minha mente.

Logo encontro a Diego, saindo de seu quarto.

– Bom dia, Vilu. — Me dá um beijo na bochecha

– Bom dia.

– Pronta para ir?

– Claro. — Saimos do apartamento e começamos a caminhar, e de um momento a outro, eu nem percebi mas estavamos de mãos dadas. Não era como quando estou com o Leon, mas era bom. E estava ficando estranho, mesmo assim resolvi não soltar. Logo chegamos em frente a um edificio a três quadras de distancia. Era bem lindo o lugar, e se chama Upcoming Future. Ele precisava dar uma aula então estava procurando a diretoria, quando bati com alguém. — Me desculpa. — Falei de imediato.

– Sem problemas — disse a pessoa derrepente — Nunca te vi aqui. Quem é você?

– Meu nome é Violetta e estou procurando a diretoria.

– Pois então, prazer. — Me esticou a mão. Foi então que eu olhei para ela. Familiar. — Sou a diretora Angélica.

– Prazer. — Apertei a mão da senhora.

– Bom, a que me buscava?

– Soube que precisam de uma professora de canto, e eu queria saber se teria como eu pegar essa vaga.

– É verdade, mas como saberemos se está qualificada?

– Eu posso demonstrar que tenho anos de experiência no ramo.

– Claro, me siga. — E fomos ao seu escritório.

Por Leon:

Acabo de pousar em Madrid. Agora preciso arrumar um táxi para que me leve a casa de Diego. Eu só espero que não tenha se mudado, ou deixará as coisas um pouco mais difíceis.

Por Violetta:

Havia acabado de me apresentar para a senhora que até o momento nao me parece tão ruim, mas continua sendo familiar.

– Bom, vejo que a senhorita tem experiência no ramo sim, como disse que se chamava?

– Violetta, Violetta Castillo. — Ela parou por um momento e ficou com uma cara de espanto, mas logo voltou ao normal.

– Senhorita Castillo, o emprego é seu. — Fico muito feliz.

– Ah obrigada, quando posso começar?

– Amanhã pela manhã, agora venha ao meu escritório para que lhe entregue seu horário, e para resolvermos os papeis.

– Sim, claro. — A sigo.

Por Leon:

Cheguei no endereço depois de um bom tempo no táxi, o pago. E observo a casa, estava destruída, toda queimada. Ah meu deus, será que a... Não, nao pode ser.

– Violetta! Meu deus o que aconteceu aqui? — Começo a correr para dentro da casa, quando..

– Leon? — Uma voz atras de mim fala — O que esta fazendo aqui?