Leonetta
152 Familiar.
Notas iniciais
– Na casa do Diego.
– Ah, maravilha. Meu dia acaba de ficar pior. Agora é pessoal. — E saio com raiva, ai ela vai me ouvir.
Por Violetta:
Acordo me sentindo estranho, algo em mim esta errado. Algo em mim esta diferente, sinto que pelo menos uma parte de mim esta distante. Sim, eu sinto falta do Léon, é claro que sinto. Ele já foi e ainda é em parte o motivo de eu querer continuar nessa confusão chamada mundo. Mas eu preciso esquece-lo, pelo menos tentar. Eu vou.
Depois que crio coragem, me levanto e me arrumo. Hoje eu iria naquela escola de canto, espero conseguir um emprego. Faria de tudo no momento para esquecer o Léon, mas parece que ele habita a minha mente.
Logo encontro a Diego, saindo de seu quarto.
– Bom dia, Vilu. — Me dá um beijo na bochecha
– Bom dia.
– Pronta para ir?
– Claro. — Saimos do apartamento e começamos a caminhar, e de um momento a outro, eu nem percebi mas estavamos de mãos dadas. Não era como quando estou com o Leon, mas era bom. E estava ficando estranho, mesmo assim resolvi não soltar. Logo chegamos em frente a um edificio a três quadras de distancia. Era bem lindo o lugar, e se chama Upcoming Future. Ele precisava dar uma aula então estava procurando a diretoria, quando bati com alguém. — Me desculpa. — Falei de imediato.
– Sem problemas — disse a pessoa derrepente — Nunca te vi aqui. Quem é você?
– Meu nome é Violetta e estou procurando a diretoria.
– Pois então, prazer. — Me esticou a mão. Foi então que eu olhei para ela. Familiar. — Sou a diretora Angélica.
– Prazer. — Apertei a mão da senhora.
– Bom, a que me buscava?
– Soube que precisam de uma professora de canto, e eu queria saber se teria como eu pegar essa vaga.
– É verdade, mas como saberemos se está qualificada?
– Eu posso demonstrar que tenho anos de experiência no ramo.
– Claro, me siga. — E fomos ao seu escritório.
Por Leon:
Acabo de pousar em Madrid. Agora preciso arrumar um táxi para que me leve a casa de Diego. Eu só espero que não tenha se mudado, ou deixará as coisas um pouco mais difíceis.
Por Violetta:
Havia acabado de me apresentar para a senhora que até o momento nao me parece tão ruim, mas continua sendo familiar.
– Bom, vejo que a senhorita tem experiência no ramo sim, como disse que se chamava?
– Violetta, Violetta Castillo. — Ela parou por um momento e ficou com uma cara de espanto, mas logo voltou ao normal.
– Senhorita Castillo, o emprego é seu. — Fico muito feliz.
– Ah obrigada, quando posso começar?
– Amanhã pela manhã, agora venha ao meu escritório para que lhe entregue seu horário, e para resolvermos os papeis.
– Sim, claro. — A sigo.
Por Leon:
Cheguei no endereço depois de um bom tempo no táxi, o pago. E observo a casa, estava destruída, toda queimada. Ah meu deus, será que a... Não, nao pode ser.
– Violetta! Meu deus o que aconteceu aqui? — Começo a correr para dentro da casa, quando..
– Leon? — Uma voz atras de mim fala — O que esta fazendo aqui?
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