Leonetta

129 E ...


Notas iniciais
Volteeeeei.

– O que?! — Falou já com os olhos marejados.

– Vilu, minha filha, não faça isso. Ele só estava ...

– E de você eu nao quero ouvir nada! — Saio correndo para o meu quarto, e depois a porta sofre a minha raiva.

Como ele pode fazer isso comigo? Depois de tudo o que passamos.

– EU PRECISO SAIR DESSA VIDA!

Por Leon:

Mal. Sozinho. Arrependido. Esse era eu naquele exato momento.

– Calma, Leon. Ela vai te perdoar. Pena que não possa dizer o mesmo.

– Eu já não sei, quando ela coloca algo na cabeça, ela vai até o fim.

– EU PRECISO SAIR DESSA VIDA! — Ah, não, era a Violetta. Corro até a porta.

– Vilu, meu amor. Não faça nada precipitado! — A porta estava trancando, entao eu esmurro a mesma para que abra. Mas não funciona. — Violetta, Violetta, fala comigo! — Nada. — Fala comigo, por favor. — E era continuo e forte minha vontade de acabar com aquela porta. — VIOLETTA! VIOLETTA, POR FAVOR!

Finalmente, a porta caiu em meus pés. Mas ela, ela não está no quarto. Vendo a janela aberta, temo o pior. Ah meu Deus, corro e imeditamente miro a grama, mas ... Mas não tem nada. Bom, se não foi para baixo foi para cima. Ela esta ali, no telhado.

– Violetta, desce daí agora! — German dizia. — Vou ter de chamar os bombeiros.

– Não há tempo! — Violetta andava pela superficie da casa. — Ela vai cair, tenho de subir lá! — Nem espero resposta rapidamente ponho meu pé na janela e estou no telhado.

Ela se afastava rapidamente para longe de mim. Estava quase escorregando, seu pé ja fora do telhado, quando saio correndo e a pego.

– Meu amor, nunca mais faça isso comigo.

– Meu amor nada.

– Vilu, me escuta. Por favor.

– Não. — Tentava ir para trás, mas estava na beirada.

– Vilu, meu amor, me desculpe. Não fiz por mal, eu sei que parece, mas você precisa me ouvir, eu só estava tentando te proteger!

E caímos.