Lemons De Inazuma

5 Goenji x Toramaru


Notas iniciais
Yo minna-san! ^^ Por favor não me trucidem pela imensa demora em postar esse capítulo, mas finalmente: ei-lo!
Ficou enorme e meloso, já vou avisando; já peço prévias desculpas pelos possíveis erros de português ^^
No mais, boa leitura!
o/

Desde que foram para o Futebol Fronteira Internacional, a vida dos jogadores do Inazuma Eleven era só jogo, jogo e mais jogo, sobrando um mínimo de tempo para algumas bizarras aventuras. Não era de se impressionar que os garotos estivessem estressados e fisicamente esgotados. E todo esse etresse poderia facilmente corromper uma amizade.


Depois de mais um dia de exaustivos treinos, os Inazuma Eleven foram ao chuveiro tomarem o banho tão merecido. Visivelmente, Shuya Goenji era o mais estressado de todos os jogadores; estava tentando evoluir uma histasu a dias e, como não conseguia, a frustração pesava muito sobre si. Mas é claro que uma certa existência de apenas doze anos não perceberia tal aura sobrecarregada.


Como havia sido os últimos a tomarem banho, só restaram os dois no banheiro, pois o resto do time fora embora para comer. Enquanto vestia sua roupa limpa, Goenji ouvia, totalmente alheio, a conversa — monólogo, em verdade — com Toramaru. O menino fazia várias perguntas, uma atrás da outra, não dando abertura ao maior para respondê-las.


Não que Shuya fosse responder; quando muito, soltava apenas algum grunhido baixo em reposta. E Toramaru continuava a falr, e como falava... Em seu íntimo, o moreninho só arranjava tanto assunto assim para manter o mais velho junto a si, mesmo este não repondendo nada; o simples fato de tê-lo ali consigo já alegrava Utsonomiya, que no meio de sua falação, soltou a pergunta fatalíssima:


— Nee, Goenji-san, de quem você gosta? E é claro que você gosta de alguém, Goenji-san só é calado assim pra não soltar o nome da pessoa. Então quem é, Goenji-san? *o*


O loiro levantou-se devagar, já totalmente vestido, e foi chegando cada vez mais perto do menor, até prens-a-lo contra a parede. Toramaru corou levemente, nunca esteve tão próximo do outro daquela forma. Com os olhos negros se afundando em cólera e com uma voz ameaçadoramente baixa, o mais velho disse, fazendo o garotinho gelar:


— Utsonomiya Toramaru, hoje eu me matei no treino e stou tão cansado quanto irritado, e lá vem você me fazer uma pergunta idiota dessas? Tenho mais o que fazer, principalmente quando estou estressado como agora, se é que você me entende...


Os olhos infantis do pequeno procuravam entender toda aquela raiva que emenava do outro. Todos do time estavam exaustos, não era só Goenji; então por quê descontar o estresse do treino no moreninho? Toramaru estava, pela primeira vez, com medo de Goenji. Seu praticamente senpai não iria lhe bater, não é? Não, os senpais não fazem isso com quem os admira.


Engano do pobre Utsonomiya.


— Vira de costas. — A voz grave e firme soou forte nos ouvidos do mais novo.


— Mas, Go-Goeni-san — Balbuciou o pequeno, tendo como resposta uma sibilação colérica do loiro:


— Vira de costas. — Shuya quase rosnou para o outro que, quase tremendo, fez o que o maior mandou. Este baixou as próprias calças, para em seguida tirar as de Toramaru, que protestou em desespero:


— Goenj-san, pra que isso? O que você vai fa-AH! P-PAAARAA!! DÓIII MUITOO!!! GOENJI-SAN! — Com o membro duro do mais velho rasgando-lhe ao meio, a dor era tanta que o pequeno só fazia chorar. O moreninho nunca tinha experimentado aquilo antes, mas sabia que era errado e não estava gostando nem um pouco. Porém a violenta ardência em sua entrada não o deixava mexer, o simples ato de repiara já ficava difícil.


Para Shuya, nada mais banal: um bom sexo com certeza o desestressaria, e já que Toramaru estava de bobeira, seria com ele mesmo. O mais velho sabia dos sentimentos do moreninho por ele, logo era para o menor gostar de ajudar o outro a relaxar daquela forma. O loiro estocava fundo no pequeno, segurando com firmeza na cintura deste, que tentava conter os quase gritos de dor, ignorados pelo maior.


As grossas lágrimas que banhavam com abundância o rosto de Toramaru eram um misto de sofrimento e surpresa. O pequeno não entendia o porquê de Goenji — quem mais admirava e idolatrava até então — fazer tal coisa com ele. Utsonomiya sabia que o loiro não se irritaria com uma pergunta tão bobinha e inocente, ainda mais vinda de uma criança com doze anos. Então por que?


Goenji apertava tanto o corpo do pequeno, ato que realmente iria deixar hematomas e vergões no outro, enquanto investia cada vez mais rápido e fundo, fazendo a entrada, até o momento virgem, sangrar. A aflição tomou conta de Toramaru quando este sentiu um líquido viscoso escorrer por suas pernas bambas; pela dor que sentia, facilmente presumir que fosse seu sangue.


O loiro soltava suspiros, e vez ou outra, alguns gemidos gemidos baixos, resultado da compressão que as quentes e apertadas paredes internas do menor faziam sobre seu membro rijo. Equanto Shuya deliciava-se com seu corpo, o moreninho sofria e angustiava-se ainda mais. De sua boca saíam os mais doloridos gemidos e de seus olhos, as mais amargas lágrimas. O corpo de Utsonomiya tremia, já não tinha mais forças para resistir.


Goenji já tinha praticamante esquecido o estresse daquele dia, a transa havia o aliviado por completo. Deu mais algumas violentas estocadas no menor e gozou dentro do mesmo, dando um ardido tapa nas nádegas de Toramaru. Enquanto o loiro recolocava suas calças, o pequeno foi deslizando devagar pelas paredes até chegar ao chão, lugar onde se encolheu chorou baixo, ficando ali por um bom tempo.


Quando finalmente parou de tremer e viu que tinha de ir para o alojamento, Utsonomiya percebeu que Shuya não estava ali. Isso só o magoou mais; seu ídolo Goenji, acabara de estuprar um menino de apenas doze anos só para se desestressar. E o menino era justamente ele, Toramaru.


O moreninho foi para o dormitório dos Inazuma Eleven totalmente arrasado, sem vontade de fazer nada. Quando finalmente vestiu seu pijama e deitou em sua cama, sem comer pois não tinha ânimo nem para isso, lembrou-se de tudo o que aconteceu e chorou. Chorou de mais pura dor, pois nunca pensou que Goenji seria capaz de lhe machucar assim.


O pequeno recordou-se de sua fraqueza naquela hora, da violência com que Shuya o molestou e de sua nula resistência. Resistir... por que Toramaru não dera conta de protestar, resistir à violência do outro? Em hipótese alguma Utsonomiya gostara de ser molestado; gostava de Goenji, porém nunca quis que as coisas tivessem ocorrido daquela forma.


O corpo do menor ardia, mas sua alma doía muito mais. Toramaru mal conseguia pensar, estava atordoado, e no momento só conseguia chorar. Enconlheu-se debaixo das cobertas, com as lágrimas quase corroendo sua pele, e dormiu ainda soluçando, em um sono angustiosamente sem sonhos.


No dia seguinte, Shuya acordou renovado, pronto para mais um dia de treino. Quando foi para o campo, juntos dos outros jogadores, percebeu que Toramaru não estava lá. Estranhando a falta do menor, foi perguntar ao capitão:


— Oe, Endou, onde Toramaru está?


— No dormitório, eu acho, hoje de manhã ele veio me falar que iria treinar, porquê estava mal e precisava descansar. Aí eu dei uma folguinha para ele, coitado, é só uma criança e um diazinho que ele não treinar não vai prejudicá-lo.


— Okay, então...


— Mas Goenji, quando ele veio falar comigo ele me pareceu... sei lá, um tanto... amuado. Você sabe se alguém o magoou? Ele realmente estava deprimido...


— E eu lá vou saber dessas coisas de pirralho? Tudo bem que eu tenho uma irmã menor, mas não convivo tanto com ela. Deixa pra lá, Endou, isso é criancice dele.


Endou estranhou a desconversa de Goenji, mas decidiu não tocar mais no assunto. Se Toramaru estivesse mesmo mal, que se recuperasse para treinar no dia seguinte. Treinamentos e exercícos ocorreram sem maiores chateações, foi tudo tranquilo.


Todavia Shuya estava estranhando a falta do moreninho. O mais velho já estava se acostumando, e quem sabe até gostando, com a costante presença e atenção de Toramaru consigo, e de um dia para o outro, não tinha mais ele ali. Essa falta incomodava Goenji, de um jeito ou de outro, incomodava e chegava até a... doer. Era isso, toda hora o maior se lembrava de Utsonomiya ao seu lado e, ao ver que ele não estava realmete lá naquele dia, doía na alma do loiro, uma pontadinha de saudade o angustiava bastante.


Já Utsonomiya só saiu de seu quarto para tomar café da manhã e isso quando o alojamento estava totalmente vazio. Não queria ver ninguém e muito menos Goenji... não sabia como iria encará-lo depois daquilo. De repente, teve uma ideia: "Se vou encontrar com ele cedo ou tarde, que seja tarde! Vou evitá-lo ao máximo e assim não serei obrigado a encará-lo!" Pensava o pequeno, deixando um pouco de alívio entrar em seu coração corrompido.


Contudo, o moreninho não saiu de seu quarto, e para almoçar e jantar pediu que Endou levasse em segredo um prato de comida para si. E quando ia ao banheiro, fazia-o do modo mais imperceptível possível. (N.A.: Tora-chan feel like a ninja' meme XD). Sendo assim, acabou dormindo cedo, e dormiu bem, acordando parcialmente disposto no outro dia.


E assim os dias passaram rápido, mas Goenji estranhara cada vez mais Toramaru: o garotinho que sempre o seguia agora o estava evitando? Toda vez que o loiro olhava para o menor, este desviava o olhar; toda vez que o loiro chegava perto do menor, este ia para o lado oposto num piscar de olhos.


"Definitivamente, esse pirralho está me evitando. Onde já se viu? Ficava me perseguindo quase como um stalker e agora foge de mim? E por que diabos estou dando tanta importância a isso, hein?" Refletia Shuya com certa raiva si mesmo por ter aqueles pensamentos. Cansado daquilo, o mais velho seguiu o moreninho em sigilo até o quarto do menor e, quando este estava prestes a entar no recinto, foi surpreendido por uma voz sutil que o arrepiou por inteiro:


— Toramaru, precisamos conversar. — Quando o pequeno se virou e deparou com aqueles olhos negros a lhe encararem tão intensamente, quase fraquejou, mas disse baixo e olhando para o chão:


— Claro, Goenji-san. Entre.


Shuya sentou-se na cama do outro e, olhando para o menor em pé e afastado dele, bateu de leve na cama, indicando a Toramaru para sentar-se ao seu lado. Este o fez, mas sentou-se bem distante de Goenji. O mesmo, vendo que o pequeno estava temeroso, levantou-se e sentou bem perto deste, olhando-o nos olhos. E agora que reparara direito, viu que o moreninho só ficava mais lindo com o luar, que entrava pela ampla janela, batendo em sua face imaculada.


Goenji sempre percebeu o quanto Utsonomiya era agradável e ingenuamente bonito. O garoto possuía uma fofidão própria, não devida somente à pouca idade, era simplesmente dele. Toramaru seguia Shuya e o ia prendendo cada vez mais, sem o loiro perceber, mas gostava cada vez mais e mais do pequeno. Da sua companhia fiel, do seu jeito puro, dos sorrisos sinceros e olhares confiantes, e ao memso tempo doces. Podia não ver claramente, mas Goenji amava o mais novo.


O moreninho possuía belos olhos azuis bem escuros, além de uma pele macia e ligeiramente queimada, o que o tornava mais fofo ainda. E as pernas eram bem desenvolvidas para a idade: canelinhas finas e coxas grossas, uma desconcentração em potencial para Goenji durante os treinos. Outra coisa linda e provocante do menor? A bundinha redondinha e empinada, além daquele rosto tão inocentemente pecaminoso.


Goenji viu o desconforto do maior ante a situação e, colocando uma mão sobre a do outro, falou baixo e gentil, bem próximo ao ouvido deste, arrepiando por completo Toramaru:


— Toramaru-chan, eu sei que eu errei aquele dia... eu não devia ter feito aquilo com você... você não tinha e não tem culpa nenhuma. — O moreninho continuava calado, o que motivou Shuya a continuar:


— Fiz aquilo por pura burrice e egoísmo, não é nada pessoal, até porquê não tenho absolutamente nada contra você, que nunca fez nada para me magoar ou me ferir. O que eu fiz não foi certo, e eu só quero que me perdoe de coração, Toramaru-chan, não quero que fique me evitando, é muito doloroso.


O mais novo estava pasmo: Goenji sempre fora calado e sinistro e agora estava se declarando tão abertamente? O moreninho não gostava do maior apenas por seu futebol, mas por pessoa também; sabia que o outro era tão quieto, mas que guardava um lindo coração atrás daquele tipão. Tudo isso deu um nó na cabeça de Utsonomiya, fazendo surtir algumas lágrimas no rostinho confuso.


Ao ver que o pequeno estava chorando, o loiro o abraçou e, não tendo protesto algum, deu-lhe um beijo na bochecha e, com uma mão, acariava as faces já rubras do moreninho. Foi quando os olhos se encontraram que tudo foi esclarecido; e quando as bocas se juntaram o sentimento foi selado. Um beijo tomado de amor, carinho e urgência.


Toramaru mal podia acretidar: seu amado lhe beijando, se declarando para ele, fazendo com que se entregasse totalmente ao loiro. Goenji deitou o pequeno na cama com delicadeza e desceu os beijos para o pescoço macio, arrancando gemidos baixos deste. O mais novo acariciava os cabelos claros do outro com uma mão e, com a outra, puxava a camisa deste para cima.


Entendendo o recado, Shuya sentou-se para retirar a própria blusa e Toramaru tirou a sua; voltando logo aos beijos com o mais velho. Todavia eram beijos bem mais diferentes do primeiro: eram ousados, cheios de luxúria e amor. Goenji estava prazerosamente surpreso com a habilidade do menor com a língua, a boca pequena e vermelha era deliciosamente pecaminosa, assim como o dono dela.


Toramaru ousava no beijo, arranhava as costas do loiro e o abraçava forte, não queria perder o amado. Enquanto beijava o moreninho, o mais velho retirou calça e cueca deste, deixando-o totalmente exposto para si. Corado por estar nu na frente do outro, Utsonomiya também tirou o resto das ropuas do outro, só que com os pés.


Goenji abraçou o menor e começou a morder de leve o pescoço deste, fazendo-o arrepiar-se por inteiro. Para provocar o loiro, o pequeno enlaçou o quadril do outro com as pernas, unindo as duas ereções, causando suspiros por ambas as partes.


O mais velho foi descendo com sua boca até chegar ao tórax magro do moreninho, onde encontrou e atiçou os mamilos vermelhos muito eriçados. A boca do loiro lambia e chupava o mamilo esquerdo, enquanto que uma das mãos deste puxava e apertava o mamilo direito, arrancando gemidos do menor.


Quando o trabalho com os mamilos do mais novo estava concluído, Goenji desceu mais e beijou e babou e chupou e mordeu toda a barriga de Toramaru, que suspirava pesadamente com as carícias do outro. A pele jovem e macia do pequeno atiçava ainda mais Shuya, que deixou algumas marquinhas de tanto chupar o abdômen lisinho do moreninho. Porém o mais velho sabia que o amado também queria mais, assim como ele, que falou:


— Toramaru-chan, fica de quatro pra mim, ok? ;)


O menor assentiu com a cabeça e, antes de atender ao pedido do amado, desferiu um beijo selvagem no loiro, levando este a dar um pequeno gemido entre o ato. Em seguida, Utsnomiya empinou bem o bumbum farto e tão desejado pelo mais velho, que apertou levemente a pele macia. Shuya não se conteve e começou a morder a região carnurda e fofa, adentrando aos poucos nas nádegas do moreninho, até chegar à entrada deste, que que gemia em aprovação às atitudes do parceiro.


O loiro lubrificou bem o orifício com a língua, até sua saliva escorrer. Pelo menos asim o mais novo não sentiria muita dor. Toramaru se virou e abraçou Goenji, puxando-o para mais perto de si e olhando-o diretamente nos olhos, deixando claro o que queria. O maior sorriu para o amado e o beijou, depois o fez.


Um grito de dor cortou o quarto, e as lágrimas novamente voltaram à face do pequeno, que abraçava firmemente Shuya. Este procurava confortar o pequeno, beijando-o e ficando parado por um tempo dentro do outro até que se acostumasse. Utsonomiya estava com a cabeça enterrada na curva do pescoço do loiro, esperando a ardência passar, e não deixara de reparar na preocupação do amado para si, já que o mais velho acariciava seus cabelos escuros e o beijava na cabeça, proferindo gentis palavras de conforto.


Depois de um tempo, Toramaru, com as faces violentamente coradas olhando para o lado, falou baixinho, mais para si do que para Goenji:


— Pode continuar, Goenji-san...


Divertindo-se com a timidez do outro, Shuya provocou:


— O quê? Eu não escutei nada, Toramaru-chan.


— Continua, Goenji-san...


Proferiu o pequeno, com a voz miseravelmente mais alta do que sua fala anterior. Já quase rindo, o loiro continuou com a brincadeira, achando graça do menor.


— Deus, acho que estou surdo... Por quê não fala alto, Toramaru-chan?


O moreninho, ainda sem perceber a brincadeira de Shuya, aproximou-se da orelha do maior e falou baixo, mas num tom audível, terminado com uma mordidinha no lóbulo do amado:


— E-Eu quero mais, Goenji-san...


— Você espera que eu escute alguma coisas nesse tom mínimo de voz?


Goenji falou no meio de um sorriso, deixando claro ao pequeno que estva apenas brincando. Mais vermelho ainda por saber que era só um joguinho, Toramaru pediu todo manhoso, com um biquinho que faria qualquer um vomitar arco-íris:

— Por favoor, Goenji-san!


O loiro agora sorriu abertamente para o amado, que retribuiu o sorriso e começou outro beijo carinhoso. O mais velho abraçou o menor e começou a investir devagar contra o mesmo, pois não queria ferir Toramaru. Este gemia durante o beijo, estava inebriado com os movimentos do amado dentro de si.


As mãos do maior percorriam todo o corpo do pequeno, causando arrepios por todo o corpo deste. Os beijos eram selvagens, cheios de desejo, o que fazia com que o ar de ambos chegasse rapidamente ao final, obrigando-os a separarem as bocas constantemente para recuperarem o fôlego. O casal gemia entre a libindosa batalha de línguas e em seus intervalos também, pois o ritmo das estocadas só aumentava.


Goenji já tinha as costas inteiramente arranhadas pelo menor, resultando em ardidos vergões, nada muito doloroso, ao contrário, só deixava o loiro mais excitado. Este apertava com força as nádegas macias de Toramaru, levando o pequeno a dar súbitas reboladas. Depois de um tempo, Utsonomiya percebeu o efeito do movimento de seus quadris no mais velho e foi aí que começou a rebolar com gosto.


O moreninho mexia sua bunda loucamente, de uma lado a outro em um ritmo alucinante, levando Shuya à loucura. Este aumentava a intensidade de suas estocadas no menor, proporcionando uma sensação pecaminosamente deliciosa. Ambas as partes estavam inebriadas de tanta luxúria, gemendo e quase gritando de tanto desejo um pelo outro.


Com as investidas mais fundas e as reboladas mais frenéticas, com um prazer tão grande que emanava dos corpos fartamentes suados, os amantes não demoraram a chegar em seu ápice. A energia do ato amoroso os fez gritar de puro deleite, com uma intensa corrente elétrica percorrendo os corpos simultâneamente. Shuya caiu exausto em cima de Utsonomiya, o abraçando e beijando com carinho.


As repirações estavam descompassadas, porém ambos tentavam normalizá-las. O pequeno ainda estava corado, mas nem um pouco arrependido do que fizera com o mais velho. Este estava igualmente sem culpa nehuma, agora que o menor o perdoara e o aceitara, e só queria ficar ao lado do amado ali e para sempre.


Os profundos olhos azuis do moreninho fecharam-se primeiro, pressentindo o sono chegar, deixando Utsonomiya adormecer com um leve sorriso na face angelical. Antes de apagar totalmente, o menor escutou um doce e sincero "Eu te amo" do parceiro, dormindo imensamente feliz depois disso. Shuya se aconchegou no tórax do amado e lá dormiu, com uma alegria indescritível por conseguir o que tanto queria: encontrar alguém que o fizesse descobrir o verdadeiro sentido da palavra amor.


Notas finais
Gigante e melosidade total, mas quem gostou faz barulhoo!
cri
cri
cri...
Ok, quem odiou também faz barulho o/
Mas eu realmente gosto desse casal, então não estraguem a minha felicidade não me mandando reviews, ok? ;D
Quero críticas, sugestões e até pedidos para futuros casais, mandem tudo nos reviews, por favor, leitores lindos e maravilhosos ^^
Bjs ^.~ SossiDu