Lembranças
9 Sete - Encontros
Notas iniciais
Nossa, quanto tempo que não posto aqui, hu?
Eu tive tantos problemas que vocês nem imaginam.
Meu pc tinha quebrado; esses dias eu tava em semana de provas - estava sem criatividade - eu simplesnte tinha parado numa parte da história -.-
Enfim...VOLTEI !
para a SUUUUUUUUUA alegria (espero)
Chega de enrolações, vamos a história :))
Boa leitura !!
Charlie acordou e encontrou seu quarto do mesmo jeito que tinha deixado quando adormeceu. Sem...Ele.
Um sonho.
Definitivamente foi um sonho. As coisas estavam no lugar, tudo endireitado, até seu diário estava ao seu lado.
Mas...o cheiro dele permanecia ali, de uma certa forma, ela ainda o sentia; sentia sua forma física por sobre seu corpo, seu hálito quente descendo por sua pele.
Estava ela ficando louca? Como ela podia estar sentindo tudo isso sem ao menos ter estado com ele?
Charlie ficou ruborizada por ter sonhado com o Shannon dessa forma. Ela sonhou com ele...nu.
Riu da lembrança.
Toc. Toc.
– Charlie, querida, eu e Chad vamos ao mercado, quer que tragamos algo pra você? —sua mãe falou do outro lado da porta
– Não, mãe.
– Quer ir conosco? Talvez você mude de ideia...
– Não, mãe, obrigada. Acho que...vou conhecer o bairro melhor.
– Tem certeza? Se quiser eu pos...
– Mãe, fica tranquila. Não vou morrer por algumas horas sem você. Relaxa, okay?
– Bom...Então estamos indo. Daqui a pouco voltamos.
– Tudo bem.
Charlie ouviu os passos da mãe se perdendo pelo corredor. Levantou e vestiu o primeiro moletom que avistou em seu quarto. Olhou pela janela e sentiu a brisa fria passar por seu rosto.
– Perfeito. —ela falou sem conter o sorriso
Ela estava pronta para correr um pouco. Ela precisava disso, isso a relaxava.
Pegou seu Ipod, colocou sua sequência de músicas pra tocar, e se pôs a caminhar até a porta. Ao abri-la, ela pode ver o sol iluminando a manhã.
Fez, ali na porta mesmo, seu alongamento e começou a correr. Ela deixava sua raiva descer por cada passada larga que dava. Seu ódio saia por sua respiração e sua vingança através de seu suor.
A única coisa que fez Charlie perder o foco foi um cão parado no meio da rua chorando com uma de suas patas levantadas. Caminhou até o mesmo.
– O que houve contigo amigão? —tocou na pequena pata. Isso o fez chorar mais alto. —Vou levar você para seu dono, calma. —pegou o pequenino no colo e olhou sua coleira. A coleira continha o endereço do cãozinho. —Olha que sortudo você é...Judas? Nossa, quem daria pra um cachorro esse nome?
Charlie, ainda com Judas no colo, seguiu até o endereço. Era perto, apenas no fim da rua sem saída. Parou na varanda da casa e tocou a campainha.
Nada.
Tocou novamente. E, de novo, nenhuma resposta. Olhou por uma pequena fresta na janela a casa que parecia realmente vazia. Só pra ter certeza, bateu na porta. Ela pôde ouvir passos pela casa. O som aumentava com uma certa rapidez e...
– Pois não?
– Jared? O que...Como? Você mora aqui?
– Sim. E você me acordou. O que quer? —falou mal-humorado
– Grosso. Eu só vim te avisar que encontrei esse cãozinho chorando, e continha o endereço daqui na coleira dele.
– Judas, o que houve contigo? —pegou o animal da mão da garota
Sério? É isso mesmo que eu to vendo. Jared ...preocupado?
– De nada. —saiu, dando as costas para ele.
– Ei, espere!
Charlie parou, mas, sem olhar pra, trás esperou que ele continuasse a falar.
– ...Sobre noite passada...
– Esqueça.
– Como?
– Eu disse... —se virou— Esqueça.
Saiu sem falar mais nada.
Ela estava pedindo a ele algo que nem ela estava conseguindo fazer. Mas não pelo o que aconteceu no baile, por...
“Esqueça isso, Charlie, sua sonsa. Ele não esta nem se importando com nada.”
Novamente, pôs seus fones e continuou o que deveria estar fazendo a muito tempo.
O som de alguém batendo na porta ecoava pela casa.
– Charlie, atende a porta. —sua mãe gritou de seu quarto
– Já vai. —Charlie saiu correndo pela escadaria da casa, tropeçando em alguns degraus.
– Bem vindos vizinhos. —uma senhora de aparência juvenil estava porta com um bolo de chocolate em mãos e toda sorridente.
– Sem querer ser estraga prazeres, mas, já faz um tempo que nós chegamos.
– Eu sei. Mas só agora eu tive tempo de dar as boas vindas.
– Charlie, quem é? —sua mãe apareceu ao pé da escada e olhou para as duas paradas na porta— Pois não...?
– Olá, meu nome é Constance e eu vim desejar as boas vindas...Atrasada.
– Oh! Nossa, obrigada. Entre, por favor.
Charlie deu passagem para Constance, que não parava de sorrir.
– Sabe, eu nunca me atraso em dar as boas vindas para novos moradores.
– Não tem problema. Não precisa se incomodar.
– E, como também de costume meu, gostaria de convidá-los para jantar em minha casa hoje.
– Bom... —a mãe de Charlie a olhou— Seria uma honra.
– Mãe, por que eu preciso me vestir que nem uma...menininha? —Charlie estava vestida com um de seus vestidos que geralmente usava para ir a igreja.
– Sinto lhe dizer, Charlie, mas você é uma menina. E meninas comportadas se vestem assim.
– Mas...
– Shh...Não quero mais ouvir reclamações.
– E ainda temos que ir a pé. —resmungou
– Vamos gastar gasolina pra que, sendo que eles moram no final da rua? Vai perder o pé?
– Com essas sapatilhas sim. Elas estão me matando.
– Ai, para de reclamar.
A caminhada era curta, logo eles estariam chegando na casa de Constance.
Mas Charlie, por mais que seus pés estivessem doendo, queria que a caminhada fosse longa; longa o bastante para nunca chegarem em seu destino.
Ela sabia que casa era e, com isso, sentiu uma pontada de frio e desespero em seu estomago.
Era a casa dele...Deles.
Toc Toc
A mãe da garota bateu na porta.
“Não se desespere, Charlie. Eles podem não estar ai...Espero que não estejam.”
– Olá, bem vindos. Podem entrar. —Constance nos recebeu com um enorme sorriso estampado no rosto.
Vendo novamente a dona da casa, Charlie se questionou...Será que ela era sempre assim, ou forçava aquele sorriso para nos agradar?
– O jantar já será servido. Aceitam algo para beber enquanto esperam? —Constance parou atrás de uma mesinha onde continha inúmeras garrafas de bebidas.
– Whisky com gelo seria ótimo. —Chad falou.
– Nora, Charlie, aceitam algo?
– Não, obrigada. —a mãe de Charlie falou
– Só água. —Charlie falou
– Você tem filhos Constance? —a mãe de Charlie falou, por fim, quebrando o silencio do ambiente.
– Sim, dois filhos... —o coração de Charlie disparou —Que aliás, estão atrasados. Pedi para eles irem comprar nossa sobremesa.
Todos ouviram o som da porta, com isso seguiram seus olhares para tal. Menos, Charlie, ela ainda tinha esperança de não ser eles.
– Deixe eu lhes apresentar meus filhos Shannon e Jared.
Os dois pararam e olharam a pequena figura, sentada no sofá, brincando com o copo em mãos.
– Jared, Shannon esses são os nossos novos vizinhos Chad, Nora e Charlie.
A garota, por educação, os olhou. Seus olhos se encontraram com ambos; sua pele, imediatamente começou a corar. Isso fez com que desviasse o olhar.
– Bem vindos. —pronunciaram em uníssono, dando o mesmo sorriso 'safado' para a garota.
Notas finais
Desculpa gente, mas o próximo será melhor, I PROMISE ^^
Mereço reviews? Recomendações? Pedrada na cara?
kkkkkkkk
See...
Beeijos :*
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