Notas iniciais
Eu sei, eu sei que demorei mas agora que a historia vai dar embalo .

"O tempo passa devagar para aqueles sem amor" De certo amor tinha, mas pela garota perdida no tempo. Garota impossível. Será que um dia a reencontraria? Duvidas invadiam sua mente.

Porque tivera que se apaixonar por ela? Porque não a podia esquecer? Por que seu coração não o deixava em paz?

Rico como era, tinha todas garota a seus pés. Mas parecia que quanto mais procurava, mais a perdia. Simplesmente desapareceu, porém as esperanças de encontrá-la não.

– Léon, vai buscar seu irmão no aeroporto! — A mulher disse pela nona vez. Ele levantou emburrado, deu mais uma olhada na folha de papel com a escrita do nome dela estampada e foi. Ao entrar no aeroporto uma sensação lhe tomou conta, suas mão começaram a tremer, seu coração batia mais forte. Não entendera, mas algo no ar mudara, olhara ao redor e avistou cabelos morenos passar pela porta de desembarque, mas desapareceu no instante seguinte.

Seu "irmão" surgira como que do nada.

– E ai, Lion?

– Não me chama assim, dieguinho..

– Cala a sua boca.

Andaram para a esteira pegar a mala e os cabelos morenos voltaram de relance.
Sensação súbita preenchia o ar. Se perderá olhando a morena, que nem nota seu irmão a procura da bagagem. Diferente, apenas diferente. Sua visão perderá a cor, a garota improvavél havia ido.

– Léon, minha bagagem não está aqui! — Reclamara pela quinta vez.

– Tende estar, vá falar com alguém, porque não me importa. Quando achar, avisa. — E partiu por onde a garota misteriosa havia saído.

Andara cima a baixo dali e nada.

– Vamos. — O garoto o chamara. Em caminho a casa, sua mente borbulhava. Os doces cabelos preenchiam seus pensamentos. A estrada parece um vulto e de repente a voz o levou de seus pensamentos:

– Léon! — Diego assume o controle do volante para impedir que Léon abatesse uma criança que pasara correndo.

– Não conte a mamãe. — Pede desesperado. De longe ouvia-se uma voz gritando "Seus idiotas!"

– Por que não contaria? — Fala com certo sarcasmo.

– Faço o que quizer.

– Feito.

Chegaram na casa, e a mulher que lavava a louça os vê pela janela da cozinha e sai a abraçar Diego.

– Eu fiz biscoitos, guarde a mala e desce.

– Não precisa, o Léon leva para mim.

– Sério? — A mulher olhou duvidosa.

– Sim. — Os dois saem abraçados e Léon pega a mala e sobe.

Logo desce e o mesmo escuta:

– Léon, venha aqui! — Sua mãe gritava.

– Sim?

– Olha, hoje seu pai marcou um jantar aqui com um colega de trabalho, então comportem-se. Eles devem chegar em uma hora.

Ambos sobem a trocar-se. Dali um tempo a campanhia toca.

– Como cresceste, garotinha, vai adorar meus meninos. Desçam garotos!

Diego e Léon desceram a escadaria com rapidez. E deram de cara com um homem robusto e os cabelos morenos.

Notas finais
Não esqueçam de comentar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.