Lembranças De Um Amor Eterno
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Aishiterumo no Hana
Sorri ao sentir aquela respiração, virei para trás e abracei Byakuya, feliz por ter voltado pra casa mais cedo. Então já fomos pra parte dos beijos, que sem dúvida era a melhor parte. Ele deu uma leve pausa enquanto acariciava minha bochecha. E sussurrou ao meu ouvido está cheirosa. Deu um pequeno riso incontrolável, ele era muito observador. Se cortasse meio centímetro de um fio de cabelo, ele perceberia. Terminei o beijo e o abracei ficando ao seu lado. Vamos ao jardim? ele disse sorrindo. Claro, era uma pergunta que não precisava de resposta. Passou uma de suas mãos sobre a minha cintura, trazendo-me mais para perto dele, e assim fomos caminhando lentamente enquanto falávamos banalidades. Eu não me importava o assunto, o lugar ou a hora, conversar com ele era ótimo. Mas num momento ele parou de falar e mudou sua expressão de calmo para sério, e pressionou mesmo que inconsciente o abraço. Percebi o motivo na hora, um ancião estava passando. Byakuya jamais gostaria deles, pois não importando se eu estivesse com meu marido ou não eles sempre me olhavam com repugnância. E ele não gostava disso, mas não podia simplesmente mata-los. Ao término desse pequeno imprevisto, finalmente chegamos ao jardim, as flores ainda não brotavam, pois faltavam exatos cinco meses ainda para a primavera. Ele foi o primeiro a se sentar, e quando fui sentar ao seu lado ele carinhosamente o colocou sobre seu colo, abraçando-me. Descansei meus braços e minha cabeça em seus ombros, e suspirei levemente. Não poderia deixar aquilo o abater tanto, então sussurrei em seu ouvido. Esqueça Byakuya. Eles jamais entenderão, e não podemos fazer nada para mudar isso. Ele fitou meus olhos de uma forma gentil, e então me beijou calmamente. Sabia que eu estava com a razão, e que o certo era apenas ignorar. Após tanto e tanto tempo jamais me cansei de seus beijos, sempre perfeitos, românticos e apaixonados. Byakuya era mais do que só um marido, era com certeza meu grande amor. Cuidava dele todos os dias, e ele igualmente a mim. Éramos como dois adolescentes apaixonados, mas com maturidade e deveres. Ele parou os beijos calmamente e voltou a me abraçar para desfrutar-mos da presença um do outro. Ainda estava entardecendo, e o céu alaranjado passava o sentimento de tranqüilidade a qualquer um que o observa-se. Ele então colocou nossos rostos um de frente para o outro e disse; O que acha de um filho minha flor? Um pequeno Byakuya correndo por aqui e me chamando de háháti seria perfeito. falei não surpreendendo nada com a pergunta. E então passei uma de minhas mãos em seu rosto acariciando-o. Eu estava pensando, já temos recém feitos cinco primaveras juntos. Que tal termos um filho? falou fazendo pausas enquanto beijava-me. Perfeito. — aprofundei o beijo — Vamos começar a tentar agora? Não esperei resposta para a pergunta, ainda me beijando ele pos me em seu colo e partiu rumo ao nosso quarto. Seria uma noite magnífica disso eu tinha máxima certeza. [...] To indo trabalhar meu amor. Aishiterumo falou enquanto me dava um beijo de despedida ás seis da madrugada. Embora morrendo de sono, não resisti aqueles lábios, mas tinha que libera-lo, afinal ele tinha uma pilha de compromissos para resolver. Depois de se despedir, foi embora. Não demorou minutos para que eu desmaiasse na cama. Já pela manhã, após levantar repreendi-me por ter dormido tanto, quando ia arrumar a cama, uma serviçal bateu na porta e entrou; Gomen Kuchiki-sama. Mas a senhora não foi tomar o café, fiz questão de trazê-lo aqui para a senhora. Arígatôu. Pode deixá-lo ali apontei para uma mesinha de chá Depois a serviçal se retirou. Terminei de fazer as coisas e fui tomar o café. Senti-me totalmente enjoada e não demorou muito para que meu estômago se recusasse a ingerir aquilo, e mandar o que eu tinha comido pra fora. Corri pro banheiro e vomitei até a alma. Senti-me um pouco tonta, então resolvi voltar ao ponto de partida; a cama. Deitei-me e fiquei pensando o que estaria acontecendo. Na falta de resposta, vesti-me e fui direto para a central da quarta divisão, onde a taichou Unohana me recebeu. Éramos velhas amigas, e eu gostava muito dela.
Hisana-chan, que bom que me veio visitar. Apenas sinto que minha companhia é apenas necessária quando passa mal. Não de qualquer forma taichou Unohana. Eu prometo que te visitarei com mais freqüência. Vamos, venha ao meu escritório. Deixa-me dar uma olhada em você. seguimos conversando banalidades a caminho de seu escritório. Então o que está sentindo? Sinto-me enjoada, um pouco tonta e agora pouco acabei de colocar o meu café da manhã pra fora. Bom, vamos fazer alguns exames. Essa era a parte chata. Detestava fazer exames, mas se isso descobriria o que eu tinha tudo bem. Após terminar todos os tipos de exames que se possa imaginar, a taichou Unohana me deixou no consultório esperando. Voltou e se sentou servindo um chá. Bom Hisana-chan os resultados saíram até o final do dia, então amanhã já pode vir buscá-los. Haí. Arígatôu taichou Unohana. Vemos-nos amanhã. [...] A visita a taichou Unohana me deixou muito mais tranqüila, mas sentia-me enjoada como nunca. Caminhava pela mansão Kuchiki, estava voltando ao meu quarto queria descansar, sentia-me extremamente cansada. Mas não conseguiria pelo simples motivo de não conseguir dormir sem meu marido. Minha visão ficou embaçada de repente, e a exaustão tomou conta de mim fazendo perder os sentidos momentaneamente. Perdi o equilíbrio e fui pra trás, esperei a queda mais esta não veio. Senti algo envolvendo me pela cintura e suspendendo-me. Nem precisava olhar para saber que era Byakuya. Abri os olhos e o encontrei um pouco surpreso. Levou-me até o nosso quarto e deitou-me no futon sentando-se ao meu lado. Sente-se melhor? Haí. A taichou Unohana me entregou o resultado de uns exames que fosse fez hoje. Ela me disse que começou a sentir-se mal pela manhã. Está bem mesmo? Só estou um pouco enjoada. E então o que deu no exame? Não sei eu não abri. Quer vê-lo? Pode vê-lo você, acho que mesmo se quisesse não conseguiria entender muita coisa agora. Fechei meus olhos pelo cansaço, e ouvi Byakuya abrir o exame. Ele fez uma pausa estranha, que até me surpreendeu. Abri os olhos e o encontrei sorrindo. Deixou o papel de lado em uma escrivaninha e deitou-se ao meu lado me dando um beijo demorado. O abracei, e ele me envolveu colocando-me sobre ele. O beijei mais umas vezes, pra então pronunciar; Meu amor o que estava escrito que você ficou feliz? disse sorrindo Minha flor, você está grávida. Grávida? Mas nós começamos a tentar engravidar ontem? perguntei confusa. Você já está grávida há quase um mês, por isso sente-se enjoada, com algumas tonturas, e principalmente cansada, pois seu corpo fica exausto apenas com pequenas tarefas. Você não pode mais fazer tanto esforço como antes. fez uma pequena pausa beijando-me Se você soubesse como estou feliz agora. Minha linda esposa me dará um filho, você me fez o homem mais feliz do mundo. Eu é que sou a mulher mais feliz do mundo. Por ter você ao meu lado. Aishiterumo.
Notas finais
Capitulo fresquinho do forno. Acabei de fazê-lo então aproveitem. Estamos na reta final agora, só falta mais dois capítulos pro final da fic, posso afirmar com certeza galera. O próximo capitulo será triste, tragicamente trágico. Então, preparem os coraçõezinhos. Nem tudo são flores, confortem-se. Acreditem, dói mais relatar e escrever do que apenas ler, e tenho certeza que algo assim aconteceu e quem mais sofreu foi Byakuya.
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