Notas iniciais
https://youtu.be/5z5Mvyp1QHw-Jean cantando. https://youtu.be/ZP5_gNqOtg4-Jean acaba com Jane.

P.O.V. Aro.

A híbrida teve uma criança. E manteve a criança escondida de nós por anos.

A pergunta é, como?

—E o que vamos fazer á respeito Aro? Não sabemos do que a criança é capaz.

—Vamos verificar, irmão.

Desta vez nós fomos até uma cidadezinha na Virgínia. Mystic Falls.

—Sol. Os Cullens realmente querem morrer.

Nós vimos a menina, acompanhada de outra. Elas estavam numa espécie de bar, cantando e dançando.

Nós entramos no bar e elas pareciam não notar a nossa presença.

—Sei que estão ai, eu só não me importo.

—Ai, vamos comer um hambúrguer?

—Claro. Porque não?

—Os Cullens realmente querem morrer. Se mudar para um lugar onde faz sol.

A outra perguntou:

—Quem é esse sem noção?

—Ele é um dos idiotas que acha que governa o mundo dos vampiros.

A menina deu risada.

—Sei. Os manés que não sabem das bruxas, da Fênix ou dos Originais.

Elas pareciam não ter a menor noção do perigo.

—Jane.

—Dor.

Elas nem se mexeram.

—Já acabou fofinha? Sem o seu poder você é nada. É uma inútil. Então vem, veremos quem pode mais.

Jane enfiou os dentes no pescoço da menina, mas ela logo começou a sofrer, ela vomitou todo o sangue. O pescoço da híbrida cicatrizou.

Jane começou a sufocar. A híbrida se virou lentamente e seu olhar era de puro ódio. Ela com um movimento de sua mão, quebrou as duas pernas de Jane, então o seu braço esquerdo. Jane gritava.

—Mestre, me ajude.

—Jean pare.

—Eu sei o que estou fazendo.

—Você está matando ela.

—E dai? Não é como se ela fosse fazer falta.

—Jean, é a magia falando. Essa não é você.

O nariz de Jane começou a sangrar.

—Por favor. Pare.

Ela olhou para Jane como se sentisse nojo dela.

—Jean...

—Tem razão. Ela não vale o esforço. Faça isso outra vez e eu acabo com a sua raça, sua vadia do inferno.

As duas se viraram e sentaram na mesa, pegaram o cardápio.

—Hambúrguer?

—Hambúrguer. Vou pegar o bacon x-burguer.

—Credo. Se eu comer bacon eu tenho um ataque.

O garçom olhava para a outra, a garota que estava com Jean com total adoração.

—Obrigado Landon.

—De nada.

—Ai, como foi destruir a Hollow?

—O que quer dizer?

Hollow? O que é Hollow?

—Um mau tão profundo que você nem imagina. Ela era extremamente poderosa, mais forte do que qualquer um poderia ter imaginado e como você, ainda assim ela tinha uma terrível fome por mais poder. Sua fome era insaciável.

—Eu sei.

—Mas, ele não. Eu queria que ele tivesse ficado frente a frente com a Hollow. Imagine o que ela não faria com ele. Ela comeria ele vivo. Se alimentaria dos poderes dos gêmeos do mau e canalizaria todos os poderes de todos os membros do Clã Volturi. Deixaria eles na rua da amargura. Isso se ela não os transformasse em poeira.

—Mas, você não respondeu a minha pergunta. Como foi, destruir a Hollow?

—Foi fácil. Eu só... precisei deixar tudo sair de uma vez.

—Como assim deixar tudo sair de uma vez?

—A Fênix fica presa na gaiola, quando eu abri a gaiola ela saiu e mandou a Hollow pro inferno. Foi... a coisa mais poderosa que eu já experimentei. Foi uma quantidade massiva de energia, como uma onda, uma rajada.

—Mas, você tem controle sob ela. Né?

—É. Chame de acordo.

—Acordo?

—É Hope, acordo. Ela e eu somos a mesma entidade, em um certo nível. Mas, há uma separação. Eu sou a Jean e ela é a Fênix, nós compartilhamos o poder, ela tem acesso ao meu e eu ao dela.

—Demais. Eu lembro quando a Hollow tava dentro de mim, os sussurros, a raiva, aquelas veias pretas. Não era bom.

—Era a Hollow. Não chamavam ela de Hollow á toa. Quanto mais Inadu crescia mais poder ela queria, ela canalizava a vida em todas as suas formas, sua fome era insaciável, ela amava o medo que inspirava nos outros, ela praticava expressão. Seu povo a conhecia como implacável, insensível, vazia por isso essa se tornou aquilo que a definia e começaram a chamá-la de Hollow.

—Ela os matou. A todos.

—Sim. E não porque a feriram ou foram rudes, ela fez por diversão.

—Mas, a Davina disse que a Hollow só tinha uma fraqueza. Eu. Que tudo começava e acabava na linhagem, que foi a mãe dela que a matou com um machado mágico.

—A Davina não sabia da Fênix.

—Mas, a mãe da Inadu matou ela no dia em que ela criou a maldição do lobisomem.

—Maldição do lobisomem?

—Ai, isso é uma conversa e vocês não foram convidados.

—Então foi por isso que a Hollow me possuiu e por isso que ela estava caçando Laboneires.

—Sim.

—Vou te falar, ter ela dentro de mim... Foi horrível. Mas útil. Eu usei o poder da Hollow pra matar os vampiros lá na igreja. Aqueles filhos da puta que mataram a minha mãe. Mas, mesmo se a minha mãe ou eu tivéssemos dado cabo da Hollow, não a teríamos matado como a sua Fênix fez. Só, prendido ela. E o Vincent destruiu o lugar ancestral e libertou os mortos.

—Vincent é um bruxo. Ele não é portador de uma divindade.

Bruxos, Hollow, divindade, Fênix, vampiros, lobisomens.

—Lobisomens?

A outra se irritou.

—É. Sou lobisomem morou? Meu pai é o Híbrido Original e a âncora para o outro lado. Se tem algum problema com isso, eu mando os meus híbridos morderem o seu pescoço! E considerando que você não sua, talvez a febre te cozinhe vivo!

Elas pagaram a conta e saíram.

Eu fiz um aceno de cabeça para que Félix pegasse a garota, Hope. Mas, o garçom foi mais rápido. Ele prensou Félix contra a parede o que fez um racho.

Segurou-o pelo pescoço e o rosto do garoto... virou uma coisa monstruosa. Nós vimos quando ele olhou para a menina.

Veias saindo de suas escleras e... íris de lobo. Dois pares de presas de cada lado da boca.

—Acha que pode machucar a minha criadora, oh abominação?

—Henry.

Félix lutava debilmente para se libertar.

—Dá um pouco de veneno de lobo pra ele. Bon appetít.

O garoto mordeu o pescoço de Félix.

—Vocês aproveitem a companhia do seu amigo quando as alucinações e a demência tomarem conta da mente dele. Pode soltar Henry.

A híbrida falou:

—Bem vindos á Mystic Falls cretinos.

Apesar do ferimento ter cicatrizado, logo Félix ficou com febre. E começou a ter alucinações terríveis.

—O que é isso?

Uma mulher entrou na casa.

—Então, vocês Volturi, acharam que eram paio para um híbrido? Sério? Porque eu não estou surpresa.

—Quem é você?

—Não lembra mais de mim, Aro? Magoei.

A mulher olhou no relógio.

—Ele tem poucas horas. Não vai sobreviver o resto do dia. Não, sem isso.

Ela balançou um frasco.

—Sangue? Acha que já não tentamos isso?

—Esse não é um sangue comum, é especial. Agora que ele é a âncora, ele quer evitar que os seres sobrenaturais morram. Bebe Félix, e não se esqueça que você me deve a sua vida. Não esqueça isso nunca.

Félix bebeu o sangue do frasco e a febre cedeu. Ele se curou completamente.

—Quem é você?

—Encostem um dedo na minha filha e... ser mordido por um híbrido, vai ser a menor das suas preocupações.

—Renesmee Cullen.

Ela saiu e foi embora.

P.O.V. Alec.

Isso é errado. Mas, eu não posso evitar, não consigo evitar.

Mesmo sabendo que ela quase matou a minha irmã e tem uma amiga lobisomem, assim que eu coloquei os meus olhos nela eu me perdi completamente.

Aqueles olhos castanhos que pareciam chocolate derretido.

—Bom, a Cullen conhece a cura para a mordida desses híbridos. Imagino que a filha dela também.

—Os Cullens se aliaram com lobisomens! Desta vez lobisomens de verdade! Filhos da lua!

—O híbrido. Henry, ele obedeceu a menina.

—Sim. Obedeceu, sem questionar. Eu nunca havia visto lealdade como aquela. Ele se interpôs entre Félix e a menina.

—E se existem mais destas bestas? Uma mordida daquele ser e Félix, o vampiro mais forte que conheço ficou com febre e acamado, ele quase morreu.

—Sim Caius. Eu estou ciente.

—Temos que fazer alguma coisa!

—Eu sei, mas o que? A criança Cullen pode anular os poderes dos gêmeos e não fazemos a menor ideia de quantos destes híbridos existem, de como eles vieram a existir e de como matá-los.

Nós retornamos para o bar. E uma mulher veio falar conosco. Com os Mestres mais especificamente.

—Oi. Eu sou a Tessa. Você veio matricular as suas crianças no Instituto?

—Instituto?

—É. É por isso que Mystic Falls virou a capital da América sobrenatural. Por causa do Instituto.

—Sim. O Instituto.

—Você não faz ideia do que eu estou falando não é?

A mulher pegou um folheto no balcão.

—Instituto Salvatore. É uma escola para seres sobrenaturais, foi criada a alguns anos. Há classes desde o berçário até o ensino médio.

Ela estendeu o folheto para o Mestre Aro. E falou calorosamente:

—Bem vindos á Mystic Falls.

Aro leu no folheto:

—Instituto Salvatore para crianças super dotadas. Interessante.