Learning to love
11 Capítulo 11- Bady sex (Part one)
Notas iniciais
Era a primeira vez que Ally pisava em uma das empresas Moon. Ficou de boca aberta com o tamanho do império do namorado. Assim que avistou a recepcionista e se aproximou.
-Boa tarde, vim ver o Austin.
A mulher loira olhou para ela e sorriu.
—O Sr. Moon?- Ally concordou. O corpo todo tremeu com a autoridade que ele tinha.- Você tem hora marcada?
—Não, Austin está me esperando.
—Nome?
—Ally Dawson.
—Ah, senhorita Dawson, o senhor Moon me avisou. Pode subir, o andar dele é o oitavo.
—Obrigada.
Ally sorriu satisfeita e seguiu para o elevador prateado. Apertou o botão com um pouco de nervosismo. Ela se sentia importante por ter tratamento exclusivo.
Quando chegou ao oitavo andar é recebida por um homem vestido com o terno cinza, sua franja ruiva insistia em cair nos olhos, e ela o assistiu jogá-la para trás. O ruivo sorriu e daí ela percebeu o par de olhos verdes maravilhosos. Mas então ela olhou atrás dele a cabeleira loira e um par de olhos castanhos que tanto amava.
-Oi.- disse Austin.
—Olá.- ela sorriu para o loiro.
—Amor, esse é o Dez, meu amigo.
Dez olhou para Ally e sorriu, esticando a mão direita logo depois, a morena levantou a mão e agarrou a dele.
—É um prazer conhecer a mulher que prendeu meu amigo.
Austin socou a costela do amigo com o cotovelo fazendo o ruivo soltar um som estranho, Ally sorriu e foi até o loiro, agora essa apenas mancava um pouco, havia se livrado das malditas muletas a dois meses atrás.
—Não seja idiota Dez.- Austin jogou o braço no ombro da sua morena.
—Aproposito, parabéns pelo bebê. Ser pai fará bem ao Austin.
— Obrigada, espero que faça tão bem a mim quanto fez a você. Você é um pai horrível. – zombou Austin.
—Não sou não, tanto é que Carrie já está esperando outro bebê.
—Ei, fazer é diferente de cuidar. Agora vai embora, cuzão.
—Grosso.- disse Dez olhando para o amigo.- Até outro dia Ally.
—Até. – respondeu sorrindo.
A porta do elevador se fecha, Austin imediatamente agarra a cintura da sua pequena e a aperta contra ele.
—Você está com um cheiro incrível.- sussurrou no ouvido dela.
—Gostou? Perfume novo.
—Sim, gostei do seu cabelo também.
Ally sorriu e atacou os lábios do loiro não importando onde eles estavam. Ela tinha ido ao salão mais cedo, mas não havia feito nada em seu cabelo que alguém fosse perceber uma grande mudança, hidratou e cortou as pontas. Amava ele ter percebido um pequeno detalhe.
—Vamos até a minha sala?- perguntou o loiro quando se distanciou.
—Claro.
Andaram um pouco até Ally avistar a grande porta de madeira. No canto ela viu uma ruiva a encarando. Imaginou ser a secretária do namorado, já que ela estava sentada no mesa.
—Penélope em alguns minutos vou embora, assim que eu sair pode ir embora.- disse Austin.
—Certo.
Penélope observou a mulher pela qual ela havia sido trocada. Odiava Ally por ter entrado no caminho dela.
Ai chegarem na sala, Austin agarra Ally e ataca seus lábios dando um beijo urgente e cheio de desejo. Só de imaginar possuir sua mulher ali mesmo já ficava animado.
-Estou nervosa.- disse Ally quando Austin se afastou para beijar seu pescoço.
-Não fica.- ele beijou a boca dela novamente.
-Você não está?
—Não, será tranquilo. E eu tenho certeza que esse bebê é meu.
—Eu também.
—Bom, agora vamos aproveitar a minha sala? Sabe... eu queria você estirada na minha mesa.
—É mesmo?- perguntou Ally sentindo sua intimidade formigar do recente prazer que aquelas palavras haviam proporcionado.
—Bastante. Vem cá.
Austin agarrou a namorada e a puxou até a sua mesa. Lá ele beijou o pescoço dela e tocou suas curvas.
—Amor, alguém pode entrar.
—Não vai.
—Amor...
—Ally, eu juro. Não vai entrar ninguém.
Ally sorriu aliviada e puxou Austin para mais perto. Devagar beijou a boca do seu loiro o levando a loucura. Austin já estava a ponto de arrancar a camisa dela quando a porta da sua sala é aberta. Imediatamente Austin olha para a porta e vê Richard lá parado sorrindo cínico.
—Richard?- falou Ally de olhos arregalados, visivelmente assustada e tímida por ter sido pega no flagra.
—O que você quer?- Austin estava com raiva e pensando se deveria quebrar o nariz do sujeito novamente.
—Ué achei que iriamos fazer o exame e que Ally hoje tem outra ultra.- respondeu.
—Não, você não entendeu.- Austin largou Ally e foi em direção a Richard.- Eu vou fazer o exame. Eu vou a ultra com ela. Eu sou o pai do bebê. Entendeu agora?
—Ally? Você lembra o que conversamos?- ele voltou a olhar para Austin.- Vocês me convenceram esperar Ally fazer cinco meses, agora não vão me convencer a não ir a ultra e eu também quero fazer o exame.
—Não, vo...
—Tudo bem.- disse Ally interrompendo Austin.- Você pode ir, afinal pode ser o pai do meu bebê.- ela segurou a mão do Austin e o puxou para a porta.- a ultra será em uma hora.
Antes de entrar no elevador se certificou que Richard havia saído da sala do Austin. Já Austin deu um olhar mortal a Penélope por ter deixado Richard entrar.
(...)
Ally estava sentava em uma das cadeiras da sala de espera. A sua esquerda o seu loiro estava roendo as unhas, enquanto a outra mão apertava a dela. A direita estava o moreno, seu maior pesadelo, ele mexia no celular e sorria de alguma coisa.
Ela levou a mão a barriga, que agora todos viam, já que estava grávida de cinco meses.
Dois meses haviam de passado desde que ela descobriu toda a farsa e também havia descoberto que seu bebê poderia ser filho do Austin. Richard havia aceitado fazer o DNA quando ela já estivesse com cinco meses.
—Nervosa?
—Não.- Ally sorriu para Austin.- E você?
—Acho que não. Estou com medo do bebê não ser meu.
—Não importa, ele será criado por você.
Austin sorriu, havia se sentido o máximo por estar sendo amado, nunca pensou em amar. Mas agora ali estava ele, amando e sendo amado.
—Ally Dawson.- chamou a mulher de branco.
Os dois homens levantaram em um pulo e se aproximaram da enfermeira. A enfermeira de meia idade se assustou ao ver aquilo.
—Me acompanhem por favor.
A mulher de branco começou a andar enquanto todos a seguiam calados. Quando chegaram na sala Ally levantou apenas a blusa e deitou.
Richard observou tudo com atenção, era a primeira ultra que iria. Austin estava maravilhado finalmente descobriria o sexo do seu bebê.
—Então papai, ansioso?- disse o doutor assim que ver Austin.
—Sim- respondeu Austin e Richard uníssono.
O doutor olhou para aquilo confuso.
—Como assim?
—Eu sou o pai.- disse Richard.
—Na verdade eu sou.- rebateu Austin.
—Eu fico até envergonhada por falar isso, mas um deles pode ser o pai.- respondeu Ally para acabar com a confusão.
O doutor olhou para aquela situação um pouco constrangido, não era normal ver aquilo. A enfermeira passou o gel na barriga da Ally e doutor começou a examinar.
—Então, palpites?- pergunta o doutor sorrindo.
—Menino.- respondeu Austin.
—Menina.- disse Ally sorrindo.
—Tanto faz.- respondeu Richard.
—Eu espero ser o pai do bebê, você será um pai horrível.
—Foda-se, o filho é meu.
—Vai sonhando.
Um discussão começou entre ao dois. Austin queria muito ser o pai do bebê porque o amava, mas Richard estava apenas com caprichos.
-Chega. Austin e Richard saiam.- disse Ally irritada.
—Mas amor...- insistiu Austin.
—Agora Austin.- Ally apontou para a porta e os dois homens foram embora.
Austin andava de um lado para o outro, enquanto Richard ainda mexia no celular. O loiro estava ansioso para saber o sexo do seu filho.
Ally aparece no corredor com um largo sorriso. Imediatamente Austin corre pera perto da sua morena e abraça. Richard também se aproxima.
—Então amor, o que é?
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