Notas iniciais
Bem galera essa é minha segunda história.
Espero que gostem.

Meu nome é Sophia tenho 13 anos e minha vida começou a mudar quando todos da cidade tinham que ficar em casa, não sabíamos muito bem o que estava acontecendo, o governo apenas deu uma ordem para que ninguém saísse de casa, mas toda vila tem um idiota e ele se chamava omar tinha 32 anos e foi o primeiro a pegar vírus, esse vírus estava virando uma epidemia. Nossa cidade era fechada por grades ninguém entrava ou saia sem ser supervisionado. O vírus era mortal, mais o problema era que um tempo depois voltava a vida em busca de carne.

Nunca vimos isso antes estava todo mundo em pânico as ruas estavam cheio deles, ninguém sabe ao certo o que era aquilo, corpos voltando a vida e atacando as pessoas, uma doença que não havia cura, apenas morte.

[...] Meses depois [...]

Bem a epidemia já havia contaminado praticamente toda população de Atlanta as poucas pessoas que sobraram haviam fugido em busca de sobreviventes, minha família ainda estava um pouco abalada, após a morte do meu irmão. Deixamos Atlanta e fomos tentar a sorte portões a fora.

Estávamos caminhando a horas não tínhamos ideia para onde ir ou onde parar não sabíamos o que tinha a nossa espera, era visível o cansaço nos olhos dos meus pai ele não dormia a dias se sentia culpado pela morte do meu irmão.

- Vamos acampar aqui, parece seguro — Dialogou meu pai enquanto despejava a mochila de lado de uma árvore.

- È temporário não podemos passar a noite andando na mata!

- Dorme um pouco Eddy,você precisa descansar... Não dorme a dias! — Falou minha mãe.

- Estou bem Pamela; Não vou deixar nada acontecer avocês! — Explicou

- Mas Eddy eu e a Sophia vamos ficar bem...ainda está cedo durma um pouco — Questionou minha mãe.

Meu pai apenas obedeceu entregou a minha mãe a arma que estava e me deu a faca; e se deitou debaixo de uma árvore, fiquei próxima a minha mãe confesso que tenho medo de que algo de ruim aconteça; ficamos em silêncio por um tempo apenas vigiando, meus pensamentos iam longe apenas queria sair desse mundo horrível !

- Em que esta pensando querida?! — Perguntou minha mãe.

- Nada! — Falei dando um sorrisinho de lado. Após um tempo em silêncio resolvi quebrar o gelo.

- Mãe?!... Como será daqui para frente? Vamos viver sempre assim? Com medo? Nos escondendo? Com frio? fome ? sede ?

Era visível a preocupação; o medo; nos olhos da minha mãe, sem resposta para o que eu havia acabado de perguntar ela apenas me abraçou; um abraço que era possível sentir conforto e alívio no meio do que estava acontecendo.

A noite caiu rápido e era a vez do meu pai ficar fazendo as rondas, enquanto eu e minha mãe iria dormir. Demorei um pouco para pegar no sono, não saia da minha mente o que estava acontecendo.

Fui acordada por minha mãe, que estava apavorada, enquanto meu pai organizava tudo rapidamente.

- Vamos!!! — sussurrava minha mãe

- O que está acontecendo?! — Perguntei, sendo puxada por minha mãe.

- Se esconda aqui! — Ordenou mim entregando uma faca.

Realmente estava com medo não demorou e minha mãe se juntou a mim.

- Onde está o pai?! — Perguntei, não obtive resposta, ela apenas levou a mão na boca fazendo um "Shii" com a boca.

O barulho dos errantes se aproximava cada vez mais; meu pai saiu do seu esconderijo quando percebeu que não havia apenas um e sim um bando era como chamávamos pois eles andavam juntos.

- Corram — sussurrou meu pai alto o bastante para eu e minha mãe ouvir.

Corremos de uma forma desesperada, a quantidade de errantes era superior a munição do meu pai; avistamos uma casa sabíamos os riscos que havia se fosse buscar proteção dentro da casa, poderia haver errantes geralmente era o que havia nas casas. Quando de repente ouvi gritos era minha mãe que havia caído e se machucado, corri para ajuda-la percebi que tinha cerca de 5 ou 6 errantes em cima dela, parei e rapidamente pensei " O que fazer?" lembrei da faca no meu bolso, mas ainda não estou preparada para matar um deles.

Mim afastei e gritei voltando a atenção dos errantes para mim, saindo de perto da mina mãe e vindo em minha direção.Rapidamente meu pai correu para ajudar minha mãe que não conseguia se levantar. Meu pai deu 2 tiros nos errantes que havia se aproximado de mim.

Então corremos em direção a cabana, e meu pai empurrou alguns móveis que haviam ali contra a porta, em seguida procurou uma saída pelos fundos achando uma pequena passagem. Havia dias que não comíamos direito comecei a vasculhar armários acabei achando uma pequena bolsa ao olhar o que havia dentro encontrei 2 pentes de pistola acompanhado de um facão imediatamente mostrei aos meus pais, começamos a escultar ruídos a quantidades de errantes só estava aumentando a porta não iria aguentar por muito tempo.

Notas finais
Então espero que tenham gostado, desculpe os erros e comentem
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.