Le Urlaub
18 17. Lawliet wins
Notas iniciais
O capítulo tá foda, leam logo porra.
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KAMI-sama: esse foi o primeiro cap. que teve briga pra ver quem postava, e como eu sou uma seme fodona, eu ganhei e vim aqui postar saporra =D
BoA leitura seus lindos e cheirosos.
– Peguei sol demais, fui parar no Egito, depois na suíça, e o Watari foi me resgatar, liguei pra Misa e perguntei aonde você estava já que ela colocou um chip rastreador em você e então eu finalmente te achei – Ele explicou rapidamente. WTF? – O que aconteceu enquanto eu estava ausente?
– Então... é uma historia engraçada... – Falei sem graça – Saiba que foi tudo culpa do Beyond!!!!
17. Lawliet wins
Ryuuzaki parecia tranquilo, tranquilo até demais para quem havia acabado de saber que seu pupilo havia sido atropelado, seu irmão era parcialmente culpado e seus outros dois sucessores estavam sumidos.
- Ah eu quero chá – O detetive disse encostando a cabeça no meu ombro. Estávamos do lado de fora do hospital, respirando o ar poluído da China. Enquanto isso Beyond estava no quarto de Near esperando o albino acordar.
L até tentou reclamar com ele sobre os acontecimentos, mas o B. estava tão estressado que jogou a faca na nossa direção e mandou nós sairmos de lá.
Beyond POV
Estou orgulhoso do meu albino! Ele me enfrentou! Eu achei uma baita filha da putagem e apelação, mas eu gostei de vê-lo alterado.
Passaram-se alguns minutos depois dele ter – corta/ me espancado /corta – até que apareceu um negão fantasiado de Lawliet, mas como ele não me engana, eu o expulsei daqui junto com o japonês.
Near respirava devagar, e eu juro que na hora do “você não me ama!”, ele ficou roxo e uma veia aparecia em sua testa. Então... falando em testa, a minha tá roxa e sangrando, e tipo... era pra eu tá banguela de olho roxo, mas graças a Lucifah eu sou resistente o bastante.
Fiquei sentado ali, sem me mover, mais ou menos durante umas 7horas.
Quando olhei o relógio esperando aquele filho duma égua acordar, eram três e meia da madrugada já. Quando me levantei pra sair do quarto senti algo me segurando.
Podia ser alucinação. Podia ser o Michael Jackson com sua trupe de zumbis. Podia ser até mesmo o JK! Mas era o maldito, que a principio parecia estar acordado há bastante tempo.
- Onde você vai?
- Onde quer que eu vá?
- pra puta que te pariu – ele fechou os olhos e me soltou – Desculpa.
- Mas eu não sei quem foi a puta que me pariu porra! Por isso que vim de um orfanato.
- aff... você me desculpa, ou não?
- Desculpo – me agachei e lhe beijei a testa, mas antes encostei no seu ouvido – mas Nate...
- O que é? – respondeu.
- EU ODEIO SUCO DE LARANJA PORRA!
O albino então começou a rir, rir de verdade que nem um garoto normal. Que merda tão colocando nos remédios do meu garoto?
- Estranho... – Murmurei vendo o garoto de cabelos brancos sorrir pra mim e prender os dedos na barra da minha camisa. Então ele me puxou para que eu me deitasse na maca do hospital ao seu lado.
Como o espaço era pequeno eu acabei ficando por cima do garoto, pressionando o seu corpo contra o colchão duro e sentindo a respiração dele contra a minha pela branca – e cheia de hematomas – o albino segurou meu rosto e se aproximou de mim, então senti sua língua passando pela minha bochecha e limpando um resto de sangue que estava ali.
- Nate você está bem? – Perguntei ao garoto e ele fez que sim com a cabeça – Ótimo!
O beijei agressivamente enquanto minha mão adentrava sua camisa e arranhava sua pele macia. Rocei meu quadril contra o dele e senti o menor tentar tirar minha camisa com certa dificuldade, facilitei para o mais novo e eu mesmo tirei minhas roupas e ainda o ajudei a se livrar das roupas dele.
Inverti as posições e deixe com que o albino ficasse por cima de mim, assim eu poderia ter uma visão melhor do mais novo. Trocamos mais algumas caricias – que estavam mais pra arranhões e cortes – e alguns beijos, até que meu membro já implorava por alivio e Near percebeu isso. O mais novo respirou fundo e roçou sua entrada em meu membro, me fazendo morder os lábios e segurar firmemente sua cintura, para ajuda-lo a se sentar sobre minha ereção.
O albino gemia a medida que era penetrado, suas unhas arranhavam meu peitoral branco demais, empurrei seu quadril pra baixo, fazendo com que ele fosse completamente penetrado e soltasse um longo gemido de dor.
Ele ficou alguns segundos parados, mas logo começou a se mover lentamente em cima de mim. Descendo e subindo sobre o meu membro, seus gemidos ecoavam pelo quarto e meu albino não fazia a menor questão de se conter.
- Ah Near, mais rápido – Ordenei apertando ainda mais a cintura do garoto.
O albino acelerou o ritmo, mas logo pareceu cansado. Então eu me lembrei de que ainda estávamos no hospital e que provavelmente ele não podia fazer muito esforço. Em um movimento rápido inverti as posições deixando o menor sobre o colchão enquanto eu ficava entre suas pernas.
Apertei levemente sua cocha e ele gemeu baixinho.
Voltei a penetra-lo rapidamente, em um ritmo continuo e intenso. O garoto arranhava minhas costas com força, ao ponto de eu poder sentir algumas gotas de sangue escorrendo e ele fez questão de lamber os dedos sujos de sangue de um jeito provocativo.
- Mais rápido Bey – Ele gemeu levando a mão ao próprio membro e se masturbando no mesmo ritmo das estocadas.
Nossos corpos já estavam suados, as respirações alteradas e Near estava aparentemente cansado, apesar de pedir para que eu fosse cada vez mais rápido e com mais força. Aonde foi parar meu albino tímido e calado?
Quando atingi a próstata do menor ele urrou de prazer e se desfez em sua mão, sujando nossos abdomens. Seu interior se contraiu apertando meu membro e logo foi minha vez de gozar, preenchendo o menor.
Sai de dentro do albino e deitei por cima dele, sendo abraçado pela cintura. só espero que nenhum medico apareça agora.
Único negão POV
Estava escrevendo uma carta para entregar para cada um dos meus meninos, inclusive Beyond. Eles aprontaram demais enquanto estive fora;
Beyond – tu, meu irmão, pecou, ao provocar seu albino. Diante disto ficará durante um mês inteiro sem geleia de morango e nenhuma faca.
Nate – meu pequeno mais esperto, por que foi se apaixonar pelo meu irmão? Fique comigo, ora essa. Ficará um mês sem brinquedos.
Mail – sei lá o que tu fez, só sei que vai ficar um mês sem jogos.
Mello – ameaçar os outros com uma arma, tentar matar o Beyond, atirar em enfermeiros, atravessar a rua sem estar o sinal fechado, contar histórias feias, andar pelo, ser cover-não-autorizado da Madonna, ser magro mesmo sendo viciado em heroína e chocolate, pegar o Near, Mail e Deus e o mundo, (...) e ser um revoltado sem motivo. Tu ficarás um mês sem chocolate e nada de drama hein!
Raito – SEU FILHO DE UMA CADELA MANCA! O QUE ANDOU APRONTANDO ENQUANTO ESTIVE FORA, HÃ? EU SEI MUITO BEM O QUE TU FEZ! VOCÊ VAI FICAR SEM CANETA, SEXO, AMOR, CARINHO, ABRAÇOS, BEIJOS, PC, BANHEIRO, CAMA, (...) E CACHORRO! ESPERO QUE ESTEJA SATISFEITO! UM MÊS SEM SEXO.
No fim de todas as cartas continha meu nome e uma passagem aérea para a Coréia. Até onde eu sei, há alguns dias estava passando um tufão por lá... tipo, vai que eu consigo jogar um destes pestes no tufão? Seria amor... eterno amor!
Estava guardando as cartas no bolso da calça quando Raito apareceu na minha frente com uma xicara de chá e uma fatia de bolo. Ele sorria de um jeito meigo e parecia arrependido... não caia nessa Lawliet! Ele é um mentiroso, ele pode ser Kira então deve estar acostumado a fingir. Esse puto.
- Eu trouxe isso pra você – Ele me entregou os doces e eu apenas o olhe desconfiado – Não quer?
- Você não costumar ser tão atencioso – Observei enquanto ele se aproximava mais de mim — o que você já andou aprontando?
- Quanta desconfiança...
- Claro! Você devia liderar o bando enquanto eu estava ausente. O que você ficou fazendo esse tempo todo?! – Meio que perdi a paciência. Com toda certeza, se eu estivesse ali, jamais que o Mello e o Matt se perderiam sem estar com um chip nas calças!
- Não é bem assim! Olhe a idade deles, pelo amor de...
- Ah vamos! Sabe que eles são pior que crianças do berçário!
Ele ia revidar, mas parou no momento em que alguém bateu na porta. Ficamos quietos decididos não atender, mas assim que pensamos que o ser havia ido embora, Raito deu um berro comigo.
- NÃO COLOQUE A CULPA EM MIM! JÁ VIU COMO SEU IRMÃO É ESTRANHO?!
- Kami? — Então abriram a porta, revelando um moreno com um sorriso enorme no rosto – O senhor está aí. E quem é este? Quando poderemos brincar mais um pouco?
- Mika... volte pro seu quarto – disse num tom sério.
- Kami? – Perguntei incrédulo – Raito quem é esse homem? – Continuo o olhando, dos pés a cabeça. Era um homem alto e moreno. Usava óculos e um sobretudo preto .
- Não importa Ryuuzaki! – gritou, irritado.
- Ryuuzaki? Esse nome, eu vi algo assim nos arquivos da policia... não é o L? – moreno perguntou me encarando agora. Como agir agora? Foi o Raito que contou?
O sorriso do moreno que antes era dócil se transformou em algo malicioso e um tanto maníaco. Então ele tirou uma folha de papel do bolso da calça e uma caneta do casaco, seus olhos ficaram tão vermelhos quanto os de Beyond, por um breve segundo e eu senti um arrepio passar pela minha coluna.
- Teru não faz isso! – gritou.
- Por que Kami? – O moreno perguntou confuso enquanto Raito caminhava em sua direção.
- Por que eu estou mandando! – O japonês disse em um tom autoritário – E você vai me obedecer não é?
- Não.
O japonês suspirou longamente e abraçou o moreno de cabelos longos, não entendi muito bem o que foi aquilo, mas quando Raito o soltou, ele estava com expressão de dor e o meu japonês com sorriso melancólico.
- Por que Kami? – Teru perguntou caindo de joelhos, então eu pude ver uma das facas de Beyond cravadas em suas costas.
- Por que o Lawliet é meu e ninguém vai tirá-lo de mim.
Notas finais
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KAMI-sama: Raito e seu arem de ukes revoltados. nhaa-q
Deixem reviews seus lindos e cheirosos!
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