Le Rosey

6 Sırlar (Segredos)


Notas iniciais
Boa Tarde Minhas Kizlars tudo bem?

— Cathy, está acordada? – Desde que retornara da conversa com Erick, ela sentiu Amelie um pouco estranha, mais achou que era impressão, por isso deixou a mesma com seus pensamentos e fora deitar já que sabia que não iria conseguir arrumar mais nada hoje.

— Estou Amy, quer falar comigo? – Ela se sentou e acendeu o abajur incentivando a amiga deitar-se com ela, que logo foi prontamente atendida.

— Queria tentar entender, por que você fora sincera, por que eu vi como você ficou quando Maggie falou que já te conhecia, sei que deve ser algo sério, mais ainda não consigo entender como pode confiar tanto na gente. assim de cara.

— Sei lá Amy, eu só senti no meu coração que poderia confiar em vocês, a rainha Amélia mãe de Erick, costuma dizer que meu coração nunca falha e sempre posso confiar nele, mais por que você ficou estranha?é por causa daquilo que você falou da sua mãe? – Amy se arrumou na cama e resolveu se abrir para sua nova amiga o que era estranho, por que nunca teve amigas para compartilhar segredos e tudo mais.

— Na verdade é sim Cathy, desde quando você começou a falar comigo eu me senti diferente, por que você não me olhou com pena, nem nada, como se eu fosse uma garota normal sabe, todos da minha cidade me olham com pena, por eu ser fruto de um golpe mal feito e...

— Como assim Amy?

— Bom, minha mãe desde nova sonha ser dona de um hospital, o Frederick V, que para ela o jeito mais prático de isso acontecer era se casando com algum sócio majoritário. Mais o que ela não esperava que após engravidar para conseguir se casar, o meu digníssimo doador de esperma era um golpista e foi preso por isso, tendo sua pena aumentada por não pagar a pensão...

— Nossa Amy, sinto muito por você ter passado por tudo isso...

— Relaxa Cathy, eu me sai bem e totalmente o oposto da minha mãe (risos), mais isso não significa que ela desistiu, pois desde que eu me entendo por gente, ela tenta me fazer andar com gente rica e quando ela soube que eu fui aceita aqui, ela já começou a sonhar que eu me tornaria melhor amiga de uma princesa e...

— Nossa,e ela prevê o futuro? Quem poderia imaginar né que de fato você se tornaria amiga de uma princesa, mesmo que seja uma fugitiva.

— Bem isso, mas bom, você não precisa me responder se não quiser, mais por quê? – Cathy sabia que Amy era esperta, por isso resolveu contar para ela por cima, já que ela se sentiu a vontade de contar sobre sua mãe, sabia que também tinha que ser sincera.

— Bom, quando souberam que a rainha estava grávida, muitos ficaram feliz, porém como em todo reino muitos tinham inveja do amor dos meus pais, afinal minha mãe era uma camponesa e não de sangue real e foi aí que começaram os ataques contra ela e...

— Que horror

— Calma Amy, me deixe continuar (risos), minha mãe está bem, pode ficar tranquila, porém depois que eu nasci começou a ficar pior os ataques, foi quando descobriram que o motivo era Eu, estavam tentando me matar – Amy estava cada vez mais chocada e por impulso abraçou sua amiga para confortá-la.

— Quando eu completei 4 anos, eu sofri um acidente de carro, mais acho que Deus sempre cuidou de mim pois sai ilesa, sem nenhum arranhão, foi quando entrou os Reis de Russou pais de Erick, eles juntamente com o nosso secretário real, forjaram minha morte e fui embora do meu condado sendo criada como duquesa e parente distante da rainha de Russou.

— Então é por isso que você e o príncipe são tão unidos?

— Sim sim, para ser bem exata é com ele que eu irei me casar, lógico que mais para frente e eu finalmente tenha coragem de falar com ele sobre isso, sem as brincadeiras, mais eu o amo e sei que no fundo ele também me ama, mais é complicado nossa situação...

— Porque Cathy? Se vocês se amam, não deveria ser mais fácil?

— Deveria, mas eu não quero colocar ele em perigo. Assim que acabar o Le Rosey eu voltarei para casa e todos saberão que eu estou viva e não quero que ele corra os mesmos perigo que eu, até eu saber que quem está por trás disso, ninguém próximo de mim estará seguro.

— É por isso que ele não queria que você viesse?

— Sim, por isso, mais eu queria sabe, ser uma vez na vida normal, quando eu fui criada no palácio eles não me mimavam como enchiam de mimos Erick, era normal sabe, eu era tratada como uma visitante, por mais que todos me amassem eu não era princesa, era só Catherine duquesa, e foi tão bom que não queria que acabasse, por isso resolvi vir para cá e poder ter mais um pouco disso – Amelie estava comovida com a história de sua amiga, deixou ela se confortar ainda mais nela e ambas dormiram juntas sem pensar em mais nada, só em como seria daqui para frente e como irão manter o segredo dela intacto. Enquanto isso no dormitório da frente Maggie e Sophia estavam desfazendo as malas e conversando sobre diversos assuntos.

— Sosso, por que mais cedo quando eu estava tomando banho você parecia que estava chorando?

— Não fora nada Maggie, só estava com saudades de casa e dos meus pirralhos, hoje era o dia da caça anual ao tesouro dos Wells...

— Como assim? – Maggie amava histórias, por isso parou o que estava fazendo e se sentou na cama de Sophia para ela ter toda atenção.

— Bom, todo ano meus avós maternos, compram alguma coisa que tem um significado importante para nós, e escondem para que nós achar e quem achar ganha além do tesouro alguma coisa que queira muito e como eu fiquei chateada com os meus pais, embarquei no primeiro avião e deixei meus irmãos mais novos procurando sozinhos esse ano.

— Nossa Sosso, deve ser difícil. Para você né, eu não tenho irmãos mais novos, sempre foi eu e minha irmã mais velha, porém ela sempre foi desajuizada vamos se dizer assim e eu a responsável, mais nos dávamos bem desde que ela não tentasse me arrumar um encontro – Maggie era um desastre com garotos, o ultimo não aguentou ficar com ela nem por uma hora, por isso já havia se acostumado a não tentar arrumar ninguém.

— Ai Maggie, precisamos te ajudar nisso, acho que a Cathy vai adorar te ajudar, ela parece que entende de garotos, já que cresceu com um né – As duas amigas riram e logo voltaram aos afazeres já que precisavam descansar pois combinaram de sair cedo com Amelie e Cathy, para fazer a compra de materiais e uniformes.

A meninas estavam exaustas, já haviam andando todas as lojas que possam imaginar, pois cada uma iria fazer um curso diferente, Amelie estava em medicina por isso estava com vergonha, pois achava que não iria conseguir comprar pois o dinheiro da bolsa era pouco, mais antes que ela pensasse em expor seus pensamentos em voz alta para irem em outra loja e depois voltavam para ela comprar o material dela, Cathy voltou com um carrinho cheio de coisas que sabia que tinha na lista de Amy e passou com o seu cartão.

— Cathy, não precisava eu....

— Amy, somos amigas não somos? Então me deixe gastar com você, eu nunca tive amigas e nunca pude gastar meu dinheiro já que Erick sempre pagava tudo e agora eu posso e quero que você pegue o dinheiro da bolsa e gaste com você ou guarde em alguma poupança, nós somos família agora e sempre iremos te ajudar, quando eu não estiver perto você terá a Sô ou a Maggie.

Amélie achava que ainda era tudo um sonho, como um plano da mãe dela poderia fazer tão bem a ela, finalmente ela estava se sentindo bem e com pessoas que amavam ela, que a única coisa que conseguiu fazer foi abraçar suas amigas e agradecer por elas existirem

Após passarem praticamente o dia comprando as coisas, as meninas pararam para comer em uma lanchonete, só que quando estavam saindo esbarraram em grupo de repórteres que estavam atrás dos príncipes, pois segundo informações, haviam príncipes já na cidade fazendo as compras do internato, como se fosse automático as meninas rapidamente retiraram Cathy de perto deles e observaram de longe de quem os repórteres estava falando.

— Cathy, aquele não é o príncipe Erick e o príncipe Christopher?

— É sim, mais porque ele veio hoje comprar as coisas, eu havia combinado com ele de virmos amanhã para termos um dia nosso – E com isso ela fechou a cara e já mandou uma mensagem para seu melhor amigo.

(você é um péssimo melhor amigo, já me trocou pelo Christopher, com tanto príncipe legal você escolheu justo o mais mesquinho?) A resposta veio que quase instantânea, até porque ela mesmo observando de longe, viu que ele estava respondendo mais olhando em volta a procura dela.

(Não te troquei meu amor, mais o Christopher não me deixou em paz, então vim com ele, mais só vou acompanhar ele, não comprei nada ainda para mim, por que sei que você já fez isso, então amanhã teremos o dia livre para sairmos)

(até parece que eu comprei seu material )

(10 rosquinhas de leite que já comprou. Onde você está?)

(você não pode me comprar com comida, mais sim eu acho que posso ter comprado algumas coisas , por que quer saber? Eu nem morta chego perto desse idiota e você sabe disso)

(ele não é tão ruim vai)

(de boca fechada não mesmo, vai lá, e antes que ele desconfie da sua demora, estou indo embora com as meninas, mais tarde conversamos, bjs )

— Como o amor é lindo – Amelie era uma romântica incurável, e descobriu que Cathy ficava sem graça com isso, por isso provocava ela.

— Para de graça Amy, vamos, aproveita que eles não nos viram e vamos embora, podemos deixar as coisas no internato e voltar para um cinema o que acham?

— Eu topo!! – Sophia e Maggie adoravam sair, então sempre topavam tudo que era proposto, o que dava para entender o porquê se deram tão bem de cara, por mais que Sophia as vezes seja mais doida que Maggie e aceite as coisas sem pensar nas consequências.

— Amy? Vamos por favor

— Ok, vocês venceram, ou melhor sempre vencem, mais vamos logo, essas sacolas estão pesadas... – As 3 riram, mais foram para o carro que já aguardava para leva-las de volta, deixando um Erick impaciente para retornar e ir de encontro a sua princesa para ver se a mesma ainda estava emburrada por ele ter saído com o príncipe idiota como ela costuma dizer e ver o que tanto que ela comprou pra ele, porém assim que retornou para o internato e se livrou de Cristopher, ficou sabendo que as meninas haviam saído de novo e que não informaram aonde ia, o que deixou preocupado e mandou John descobrir.

— Erick, relaxa ela sabe se cuidar e deve ter esquecido o celular, ela está aproveitando o dia.

— Mais John, ela nunca sai sem me avisar é estranho isso, é tudo diferente de quando estávamos no palácio, eu ainda não estou acostumado.

— Príncipe, se você sufocar ela, duvido muito que ela aceite casar com você

— Nem brinca John, nem brinca, mais prometo que vou mandar só mais uma mensagem, depois prometo esquecer, mais se ela não der nenhum sinal eu vou acionar a corte sobre o desaparecimento dela e...

(Fui no cinema príncipe herdeiro, assim que eu voltar vou direto para o seu dormitório, espero que tenha se livrado do idiota, bjs ) — John que estava do seu lado, viu quando chegou a mensagem da Cathy e deu risada do desespero do príncipe, mais antes de comentar alguma coisa, Cathy ligou...

— O que aconteceu? Você está bem? Príncipe herdeiro me diga que está tudo bem, para ter me ligado 30 vezes.

— Respira Cathy, desculpa princesa mais você não me atendia então liguei, porém agora que recebi sua mensagem, já está vindo?

— Que susto, não faça mais isso, estou chegando sim, já já estou indo para o seu dormitório e espero que já tenha providenciado minhas 10 rosquinhas, pois estou com fome... – O mesmo riu, pois ela sempre estava com fome, mais estava mais aliviado por ela estar bem, pelo visto se preocupou atoa.

— Até daqui a pouco princesa, John está indo providenciar suas rosquinhas... – E com isso desligou o celular, já fingindo que não estava ouvindo as reclamações do seu segurança

— A gente vem para guardar um príncipe e serve como empregado, era só o que me faltava mesmo

— Não esquece que tem que ser de leite tá – E com isso voltou a deitar na sua cama para esperar Cathy e todas as novidade que ele sabia que ela teria assim que passasse pela porta.

Notas finais
Espero que tenham gostado Lüften beijos