Le Rosey
33 Hayat Bulmacalarla Dolu! ( A Vida é Cheia de Quebra Cabeças)
Notas iniciais
Ruan
Já fazia alguns minutos que eu aguardava Pavel, chegar, pois o jato dele teve um atraso para decolar, porém cada minuto que passava mais o ódio e a raiva crescia em mim. Eu sabia que não era um sentimento bom isso, ainda mais em um interrogatório, mais não conseguia me controlar, pois faz dois anos e meio que trabalho para Catherine, e o pouco que aprendi observando-a, é que ela sempre coloca todos acima dela.
—Ruan?
—Olá Pavel, tudo bem?
—Comigo sim, você parece que está indo para um abatedouro
—Eu ainda estou revoltado, por ter deixado que a rainha fugisse das minhas vistas – Pavel, havia me alertado o quanto seria ruim o apego se algum dia tivesse que trocar de protegido, por isso me olhava com censura, pois ele sabia que essa raiva significava que eu já havia me apegado.
—Ruan, Ruan, nós conversamos sobre o apego, você não deveria ter deixado se apegar tanto pela jovem Catherine
—Eu sei Pavel, mais é impossível não se apegar, a rainha, mesmo jovem, tem um pensamento muito avançado e aprendi muito com ela nesses dois anos, porém um descuido fez com que ela fugisse embaixo do meu nariz
—Não fora sua culpa, eu deveria ter te alertado referente ao Edgard, foi um descuido de todos nós – Com isso, ficamos em silêncio, enquanto nos atendia, mais antes eu chamei o diretor e entreguei um papel que o rei pediu que entregasse.
“Em nome de Russou e Anatólia, eu como rei e tio da jovem rainha Catherine Elizabeth, dou total liberdade para os métodos que os seguranças Pavel e Ruan, utilizarem, e iremos além, condenado o réu Edgard a morte, cooperando ou não cooperando”
O diretor me olhou espantado, mais assentiu, o que Pavel me deu um olhar curioso, no qual eu só dei de ombros, falando em um sinal mudo que depois explicava, porém ele pediu para o diretor o papel para ver o que de fato estava escrito, logo me olhando incrédulo também, mais assentindo, pois ele entendeu o que de fato viemos fazer. Sei que o correto não é fazer justiça pelas próprias mãos, porém na real situação, devemos agir pelo modo não convencional.
—Tem certeza Ruan?
—Tenho Pavel, não tem como esse cara continuar vivo, quem não garante que ele não esteja por trás disso também?
—Entendo, tudo bem, mais me deixe falar com ele primeiro, para ver se ele irá querer fazer do jeito fácil ou do jeito difícil – E com isso entramos na cela, onde encontramos o moribundo já morto, o que aumentou ainda mais a minha raiva, porém tive que me controlar, enquanto Pavel verificava o corpo.
—Se matou com um corte nos pulsos, pela temperatura está morta a horas
—Droga!
—Como iremos fazer agora? – Mais Pavel, não estava prestando atenção, foi em direção ao diretor que estava na porta olhando tudo arregalado
—Hans? Ele sabia que viríamos?
—Não, eu não havia contado para nenhum dos guardas que vocês viriam, nem quando a Catherine me ligou eu informei
—Ela falou com ele?
—Sim, mais fora rápido, menos de 10 minutos
—Quando?
—Ontem a noite, eu tenho o registro na minha sala, me acompanhem – Eu estava realmente frustrado, eu queria matar um só pela frustração que eu estava sentindo e só confirmou depois que ele mostrou os registros, ela ligou era 22hrs, eu já havia trocado de turno e estava descansando nesse horário, é o momento que deixamos ela sozinha.
—Droga Catherine, por que você complica nossa vida dessa forma
— Não seria nenhuma novidade termos perdido tempo, porém o que leva a outra questão, o que será que ela falou para ele a ponto dele se matar sozinho?
—Ela sabia
—Como Ruan? – A essa hora já estávamos voltando para o jato real e Pavel iria retornar comigo, como ordens do Rei Henrique que estava a todo custo tentando esconder o sumiço da Catherine.
— Eu estou trabalhando a dois anos e meio com ela e como te disse aprendi muito com ela, principalmente o quanto ela consegue influenciar uma pessoa a favor dela e o quão bem ela sabe omitir as coisas, assim como eu sabia que ela andava escondendo algo, porém não havia chegado a lugar algum, porque ela não me passou todos os relatórios e eu não sabia sobre a existência desse Edgard e o que havia acontecido com ela. . .
—Ela deduziu que você iria seguir a linha de raciocínio dela e chegaria no Edgard e torturaria ele de todas as formas possível
—Exato, então ela o poupou, com medo de que ele entregasse o cumplice e colocasse mais gente em perigo e não só ela
— Então voltamos a estaca zero
—Na verdade não Pavel, eu consegui uns códigos enquanto você conversava com o diretor, resolvi analisar o quarto e descobri alguns códigos que parecem como coordenadas ou números de algum telefone, então teremos que ir pela sorte em que antes de falecer ele resolveu cooperar conosco.
Erick
Eu estava irritado, revoltado e inconformado pelo fato dela sempre fazer isso o tempo todo, pois já estava exausto de não poder ter um dia em paz, sem que a minha noiva apronte uma coisa diferente e se auto coloque em risco.
—Ela está bem Erick, temos que acreditar nisso
—Eu sei que ela está bem Chris, mas eu estou cansado disso, toda vez que eu acho que temos paz ela se auto coloca em risco.
— Do que você está falando Erick?
—Eu fico pensando, se eu tivesse uma noiva normal, eu não teria que passar por isso sempre, olha o Afonso e a Maggie, eles são saudáveis um para o outro, olha a Amelie e você? Também são saudáveis um para o outro. Agora, olha eu e a Cathy? Nós não somos saudáveis um para o outro, ela me exclui de tudo, me afasta de tudo, faz as coisas por conta e não pensa nas consequências.
—Eu vou te falar isso, por que você não está pensando racionalmente, por que está com raiva da Cathy, por isso para de ser besta príncipe Erick, onde já se viu falar algo assim? Você jpa olhou verdadeiramente para nós mesmo? De todos os casais, você a Catherine são os únicos saudáveis e que sabemos que é para sempre.
—Até parece, você viu onde minha noiva está?
—Erick, eu e a Amy, estamos sempre brigando, seja por algo da realeza que ela não gosta, seja pelo fato dela preferir ficar em Anatólia, do que em Narok e quanto a Maggie e o Afonso? Os dois estão sempre se matando, por coisas bestas, essa ultima quase deixou a Maggie de recuperação – Bom, não que eu queira assumir isso, mais ele de fato tem razão, dificilmente eu e a Cathy, brigamos, só quando é algo sério, pois ela sempre confiou na nossa amizade antes de fato se entregar para o que realmente sentimos.
—Obrigada
—Imagina, agora para de bancar o idiota e pense na onde a sua noiva esconderia os arquivos que nos levaria a algum suspeito – E com isso descemos do jato, encontrando com um Ruan, muito bravo e o Pavel, espera o que o Pavel está fazendo aqui?
—Oi Pavel, o que aconteceu?
—Oi John, príncipes – E com isso fez uma reverência para nós, enquanto o Ruan ainda estava no telefone gritando com alguém em Turco. _ Deixem-no extravasar, ele está frustrado, pois ele conseguiu chegar em um suspeito, porém Catherine fora mais rápido e fez o Edgard se matar – OI? Como assim? Edgard? O que ele tem a ver com isso?
—Acho melhor entrarmos e vocês nos contam essa história direito – Concordo John, eu concordo, por isso entramos com o Ruan, ainda no telefone, porém um pouco mais calmo. E cada hora essa história ficava ainda mais confusa e estranha, porém enquanto eles nos relatavam o que descobriram e as coisas que a Cathy escondeu, mais eu via sentido no por que ela nunca deixou eu ler o diário dos 15 anos e nunca quis falar sobre o que aconteceu, quando ela fora sequestrada pelo Edgard.
—Erick? Ela nunca mencionou outra pessoa?
—Não pai, ela nunca gostou de falar sobre esse sequestro, ela nem teve pesadelos nesse, mas também nunca deixou eu ler ele, eu achava que ele ou melhor eles haviam abusado dela de alguma forma, por isso que ela não queria deixar eu ler, não que ela estava escondendo que tinha outra pessoa junto.
—Onde está a Amy? Ela conseguiu ver alguém?
—Ela está lá em cima com a Glória, pedi que a mesma ficasse hoje com ela até que a mesma se acalme, mais o pouco que ela nos relatou, não fora de muita ajuda, pois quem quer que tenha pegado Cathy, usava uma máscara e só disse para ela que o problema dele era pessoal. – A Amy, deveria estar traumatizada, afinal ela sempre tentou ao máximo tomar cuidado com isso, tendo vista que todos sabiam que se algo acontecesse com ela a Cathy, surtaria.
_ Se me dão licença eu preciso ver a minha noiva, acredito ser mais útil com ela – E com isso, sem esperar resposta o Christopher subiu para o andar dos dormitórios, enquanto eu ia me sentar em um puff para ver o diário, para saber o que deixamos passar, além do fato do Edgard ter um cumplice.
—Não tem mais nada ai filho, o Ruan já olhou, só encontrou a parte dos que sua noiva fala “eles” – Antes que eu pudesse retrucar, pois sabia que meu pai estava frustrado e nervoso, por ter deixado a Cathy, sumir embaixo do seu nariz, o Ruan que continuava em uma ligação, interrompeu.
—Majestade, se me permiti dizer, eu só encontrei o que a rainha deixou explicito, porém pode ter alguma coisa ali que sirva como localização e que só o Erick pode achar, por conhecer ela melhor que nós. – Ele estava certo, Ruan ficou muito tempo ao lado da Cathy, por isso sabe que quando ela quer esconder ela irá esconder, mais preciso fazer isso num lugar calmo, por isso peguei o diário e pedi licença, falando que iria ler em outro lugar para me concentrar.
Maggie
Tudo de novo não, eu achava que teríamos paz, porém pelo visto, ser amigas de princesas, não é uma tarefa tão fácil e pior que não podemos nem ir correndo para Narok, ver Amelie, pois temos que aguardar o resultado final das provas, sem levantar suspeitas, pois ninguém sabe ainda da troca e nem que a Amelie está bem e a Cathy sumida.
—Amor? Vamos? – Eu olhei para o Afonso, que ainda andava hesitante conosco. Droga Maggie, você precisa resolver essa merda que você fez, pois desde a nossa briga, parece que estamos sempre pisando em ovos, eu esperava ir para o encontro da Cathy, para ela me ajudar a resolver isso, não que a Sosso ou a Amy, não tenham me dado conselhos, mais as vezes a Cathy, falando as coisas, fazem mais sentido, sei lá.
—Vamos Afonso e depois será que podemos conversar?
—Claro que sim Maggie, acho que precisamos nos resolver né ?
—Sim (risos) – E com isso fomos cada um para a sua sala, onde seria distribuído as notas e os nomes de quem deveria continuar no internato, para as provas de recuperação, por isso eu chorei de felicidade quando peguei a minha nota e da Sosso que teve que viajar para casa, pois não entendi muito bem, mais parece que a mãe dela passou mal na empresa.
—Sosso?
(_Oi Magg, já pegou os resultados?)
—Já sim, nós passamos, eu passei raspando, por conta do meu surto aquele dia, mais passei e você senhorita eu não sei nada, fechou o semestre com honras.
(_Não me faça rir Magg)
—O que está acontecendo? Sua voz está estranha
(_Encontraram um nódulo mamário na minha mãe e eles não sabem se é benigno ou maligno, irão fazer uma biopsia para descobrir)— E com isso ela começou a chorar no telefone e eu entrei em desespero lógico, a Sosso, nunca chora, ela sempre é a durona, as vezes costumo dizer que ela e a Cathy disputem em quem é mais fria para certos assuntos.
—Sosso, pelo amor de Deus não chora, se Deus quiser vai ser benigno, você vai ver, quer que eu pegue o primeiro avião para ai?
(_Não precisa Maggie, quero que vá ver a Amy primeiro, ela deve estar precisando de nós)
—Assim como você, a Amy está com o Chris, irei pegar o primeiro voo para ai, pode me aguardar – Desliguei o telefone e fui procurar o Afonso, pois nossa conversa iria ter que esperar mais um pouco.
— Oi Magg, estava indo te procurar, o que aconteceu? Não passou?
— Bate nessa boca, logico que passei, é que vou ter que mudar nosso roteiro de viagem
—Por que ? Sua mãe está bem?
—Ela sim, a Sosso que não está
—Explica direito Magg, não era a mãe dela que tinha passado mal?
—Sim, porém descobriram um nódulo mamário e irão fazer biopsia, e a Sosso está chorando muito e eu não sei o que fazer, nem o que falar, eu nunca fui boa com isso
—Só vai lá e seja você, a amiga que ela precisa meu amor, vem, vamos arrumar suas coisas enquanto eu tento agendar um voo para você hoje
—Mais e nossa conversa?
—Pode esperar, no momento a Sophia precisa muito de você – É nessas horas que eu lembro o porque me apaixonei por ele, pois não importa a situação, ele sempre está do meu lado para tudo e me apoia o melhor que eu tenho em mim e foi nessa situação que eu realmente vi que a briga que tivemos não fora mesmo saudável e precisamos conversar mais antes de ficar sempre deduzindo ou achando o que o outro vai pensar e tendo esses desgaste que não fazem bem nem para mim e nem para ele.
—Eu te amo Afonso – E com isso o beijei para reforçar as minhas palavras e o quanto não importa o que aconteça ou as desavenças que tenhamos, eu o amo muito e sei que iremos superar qualquer crise.
—Eu também amo você Maggie, eu amo muito – E com isso, me deu mais um beijo, antes de terminarmos as malas e agendávamos o avião, rumo a Sosso.
Sophia
Eu estava sem chão, sem rumo, não sabia o que falar e muito menos o que pensar. Eu me encontrava no automático, ninguém conseguia uma reação em mim, nem mesmo a Megan, tagarelando na minha orelha, conseguia me fazer uma reação.
—Vamos Sossinha, estão todos sentindo sua falta, vai ser bom irmos junto nessa reunião
—Já falei que não Megan, agora se você me der licença eu preciso de um tempo sozinha – E realmente eu precisava, eu gostava muito da Megan, ela era minha melhor amiga, crescemos juntas nesse mundo do dinheiro, porém convivendo com as meninas eu percebi que havia coisas mais importantes que só festas, encontros e dinheiro, coisas que eu já não ligava antes, pois sempre fui caseira, mais agora eu vejo como o meu mundo aqui é supérfluo.
—Nossa Sophia, desde que você foi para aquele internato, está completamente diferente, prefiro a Sophia de antigamente
—Infelizmente, não podemos ter tudo que queremos e aquela Sophia cresceu e agora tem responsabilidades que vão além de só ir a encontros e paquerar em bares – E com isso eu peguei e deixei ela sozinha no meu quarto, indo para a biblioteca da mamãe, onde eu sabia que não iria encontrar ninguém para me atrapalhar por um tempo. E quando vi estava lingando para a Maggie
(_Sosso?)
—Oi Magg, já pegou os resultados?
(_Já sim, nós passamos, eu passei raspando, por conta do meu surto aquele dia, mais passei e você senhorita eu não sei nada, fechou o semestre com honras.)
—Não me faça rir Magg
(_O que está acontecendo? Sua voz está estranha)— Ela me conhecia tão bem e em tão pouco tempo, se tornou minha irmã de confidências.
—Encontraram um nódulo mamário na minha mãe e eles não sabem se é benigno ou maligno, irão fazer uma biopsia para descobrir – E com isso finalmente eu desabei e comecei a chorar, pois nunca pensei em passar por isso, minha mãe era minha vida se alguma coisa acontecesse com ela, eu não sobreviveria.
(_Sosso, pelo amor de Deus não chora, se Deus quiser vai ser benigno, você vai ver, quer que eu pegue o primeiro avião para ai?)
—Não precisa Maggie, quero que vá ver a Amy primeiro, ela deve estar precisando de nós
(_Assim como você, a Amy está com o Chris, irei pegar o primeiro voo para ai, pode me aguardar)— E com isso ela desligou, me deixando chorando, droga eu nunca choro, como isso foi acontecer.
(Sosso: Eu preciso de você, por favor Cathy, volta logo)— Eu sabia que dessa vez ela não iria responder, pois era um sequestro diferente, mais ainda sim, tinha esperanças de que ela pudesse voltar logo e colocar tudo no lugar, como ela sempre faz. Fiquei tão submersa em meus pensamentos, que nem vi quando eu apaguei, e acordei horas depois na minha cama, junto com o meu pai fazendo carinho no meu cabelo.
—Oh meu solzinho, não queria que tivesse que passar por isso
—Ela vai ficar bem né papai
—Vai querida, sua mãe é uma força da natureza e não será isso que irá abalar ela, aliás ela já está no escritório tentando achar alguma coisa para encontrar a Catherine – E com isso eu não pude deixar de rir, pois minha mãe havia se apaixonado pela Cathy e quando descobriu que ela havia sido sequestrada passou mal e por isso descobriram o nódulo
— Eu sinto falta dela, pai, se ela tivesse aqui, ela estaria brigando comigo e mandando eu ir caçar o que fazer, ao invés de ficar pensando em coisas ruins
—E ela está certa, por que não aproveita que a Maggie está chegando e não mostra a cidade para ela?
—Como?
—Ela nos ligou faz pouco tempo, dizendo que estava chegando – Ela é doida mesmo, por isso dei um beijo no meu pai e corri para o banheiro tentar me arrumar, antes dela chegar, ou pelo menos concertar minha cara de choro, sem muito sucesso, porém lembrei que havia sido rude com a Megan e ela não merecia, por não saber me ler como as meninas, por isso mandei mensagem para ela, confirmando que iria na reunião, mais que levaria uma amiga comigo, o que logo deixou ela animada, por conhecer uma das meninas e que eu havia voltado ao normal. Megan esquece as coisas muito rápido, as vezes isso me impressiona.
(Cathy: Eu irei voltar, mais agora vou fazer as coisas do meu jeito, não precisa se preocupar e a mamãe vai ficar bem, eu amo vocês)
(Cathy: Não adianta tentar ligar, eu só te mandei essa mensagem e já terei meu celular confiscado de novo)
Nem percebi que gritei, até ter meu pai entrando com tudo no banheiro, me pegando de toalha só, o que ele ignorou graças a Deus, procurando o perigo
—O que foi Sozinho, você gritou
—A Cathy, ela me mandou mensagem – E com isso ele se aproximou para ver a mensagem, logo ligando para o Rei Henrique. Espera! Desde quando meu pai tem amizade com o pai da Cathy.
—Oi Henrique, a Cathy mandou mensagem para a Sophia! Sim, peça para verificar se mais alguém recebeu, vou te mandar o print, depois nos falamos! Ok – Eles conversavam rápido, por isso eu não estava conseguindo acompanhar o que eles falaram, só que meu pai ia mandar uma foto do que ela mandou
—Desde quando essa amizade?
—Só vocês podem ser amigas? Eu hein, agora vista-se que a Maggie já pousou e estão trazendo ela para casa – E com isso da mesma forma eu ele veio, ele se foi, me deixando com cara de taxo.
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