Notas iniciais
Oiii gente, sas horas e eu postando capitulo. Mas e que não consegui postar mais cedo, então vai agora mesmo. Ainda não respondi os comentários do capitulo anterior, porém, amanhã já vou responder tudo. Dei preferencia para postar o capitulo, mas não deixei de olhar ou esqueci os comentários, obrigada. ❤ Espero que gostem do capitulo, e amanhã sai o próximo. Boa leitura e desculpe qualquer erro, eu revisei esse capitulo umas duas vezes, mas sempre passa uns erros sacanas. PS: por favor leiam as notas finais e respondem uma coisinha para mim, por favore.

Capítulo XLIII

Era engraçado como o destino pregava peças, sempre demonstrando que pode sim surpreender, sejam elas benéficas ou maléficas, as coisas sempre tomam um rumo surpreendente pelo qual você não está preparado.

Entretanto, em tudo havia um motivo, uma razão para tudo que acontecia, era uma lei natural das coisas. Alguém algum dia vai entrar na sua vida e a bagunçar de forma imagináveis, para então ser a própria paz. Nem em mil anos Natsu esperava que isso fosse acontecer com ele, e ainda mais com uma sereia, olhando como as coisas ocorreram no início, tinha de ser eles, tinha que ser os dois. Era como se o destino quisesse brincar com os dois, e os colocou para se detestarem apenas para se apaixonarem ao se conhecerem de verdade. Tinha de ser os dois por estarem ligados ao que havia acontecido no início.

E tinha de ser ela a calmaria em meio ao furacão que Natsu era, a luz e bondade que lhe fora desprovida. E tinha de ser ele a mudança necessária na vida dela, o furacão que a derrubaria para se reconstituir em base do que ela própria desejava, ela precisava do espírito livre dele, para ensiná-la a viver ao invés de apenas estar ali. Um completava o outro, como um quebra cabeça perfeito, tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais. Eram duas pessoas sozinhas que haviam encontrado no outro um conforto e força diferente de tudo que estavam acostumados. Devia ser eles o primeiro casal a sobreviver a maldição, seja lá ela como era, ou funcionava, eles eram os únicos que poderiam lutar contra.

—Ok, agora fecha os olhos!- Lucy pediu ao rosado tentando disfarçar a empolgação quando entraram no quarto do capitão. Ele sentou na cama e fez como lhe havia pedido e deu um sorriso com a empolgação da garota. – estique a mão!

—Você por acaso vai me prender?- ele perguntou zombeteiro e ela revirou os olhos. — ou cortar minha mão fora?

— Anda logo. – ele levantou as mãos em rendição, antes de esticá-las para frente de olhos fechados como lhe havia sido instruído. Tocou as mãos dele para vira-las com as palmas para cima, as mãos quente e grossas dele era um contraste com as delicada e fina dela. Então ela colocou o cordão por sobre a mão dele. – pode abrir os olhos. – ela se sentou ao lado dele, e ao abrir os olhos ele notou que ela havia colocado um colar de cordão preto em suas mãos. Avaliou o objeto observando a pedra enegrecida com um brilho fosco e em formato de uma chama de fogo. Ele sorriu olhando o objeto o segurando pela corda.

— Eu fiz para você quando estava no reino da água, em agradecimento pelo que me deu, acabei esquecendo de lhe entregar antes. – ele ainda olhava o colar com um sorriso genuíno no rosto. – pode parecer que a pedra não vale muito, por não ser muito brilhante ou chamativa, mas ela é muito valiosa. – ele se virou para ela. – antigamente quando os filhos, maridos e amores iam para a guerra, as mulheres entregavam esse pedra para os homens para levarem consigo onde eles guardavam perto do coração, e ela servia como uma proteção e também uma forma de se manterem unidos. – ele a olhava sem saber como reagir e ela dava um pequeno sorriso no rosto. – significa cuidado e proteção e representa uma pessoa que sempre voltara para você, não importa as circunstâncias, vai estar sempre consigo. – ele entre abriu os lábios minimamente a olhando com admiração, estava tão surpreso e fascinado. – o que?- ela piscou os olhos.- você não gostou?

—Tá de brincadeira? – sorriu soprado. – é o melhor presente que já recebi na vida. – ela sorriu aliviada, por um momento havia pensado se havia sido um bom presente, talvez simples demais ou exageradamente significante. – caralho, você é maravilhosa.- ela sorriu tímida abaixando o rosto envergonhada. – por que você é assim? Eu não resisto. – ele apertou as bochechas dela e acabou a fazendo deitar na cama e ele sobre ela arrancando uma risada contagiante da loira. – eu estou tentando ser um príncipe cavalheiro, mas você não colabora em minha missão. – ele beijava todo o rosto dela arrancando mais risadas dela.

—Você não precisa ser um príncipe, só precisa ser você!- ele ficou parado a encarando, observando cada milímetro do rosto dela, cada mínima reação e extraindo cada uma dela para seu subconsciente e as guardando. E recebendo de bom grado cada uma das sensações que ela lhe causava. Suspirou antes de fechar os olhos por alguns segundos.

— Aí meus deuses. – abriu os olhos novamente. – cacete de mulher linda.- ela sorriu antes de o puxar para um beijo, os lábios ao tocarem um no outro causava um choque por todo o corpo arrepiando os corpos, ela lhe deu passagem para iniciar um beijo lento e caloroso.

Uma mão dele desceu até a cintura dela a segurando firme enquanto a outra ficou no pescoço apenas para manter o beijo mais intenso. As delas em seu pescoço o trazia para mais próximo ainda, quase a esmagando, porém ela não se importava e enfiou os dedos dentro dos cabelos dele os segurando com firmeza. O beijo ia cada vez ganhando mais intensidade, aquecendo cada célula de seus corpos. Ao mesmo tempo que faziam o coração um do outro bater acelerado, era também o que acalmava.

—Natsu!- a voz de Happy se aproximando da janela, fez os dois se afastarem no susto e em um pulo Natsu estava de pé e uma Lucy extremamente vermelha sentada na cama. – o mestre está te chamando. – o gatinho entrou pela janela e olhou desconfiado para os dois devida as reações estranhas. O rosado passando a mão na parede achando super interessante o acabamento dela, e Lucy olhando as unhas da mão com o rosto extremamente vermelho.- o que...

—Por que foi chegando assim Happy? Por que não usou a porta?- Natsu falou apressado atravessando a fala do gato.

—Por que eu tenho asas?- ele questionou como se fosse óbvio. — e por que estas incomodado? Sempre entro pela janela. — o gatinho foi até a cama onde ficou roçando a cabeça em Lucy que logo tratou de fazer carinho no bichano, ele sentia falta dela e ela também sentirá muito a dele.

—Por que... Por que, não precisa de um por que.- ele disse simplesmente. – o mestre se encontra lá embaixo?- o azulado confirmou com a cabeça e olhos fechados enquanto recebia o carinho. – está bem.- Natsu segurou o pescoço de Lucy e lhe deu um beijo na bochecha antes de sair do quarto.

—Lucy, você está com febre? Por que está vermelha? Quer que eu chame Porlysica?- o rosado ouviu atrás da porta antes de descer dando risada da situação, e guiou-se até onde o mestre estava.

Quando chegou até o salão principal, não fora difícil localiza-lo, mesmo que ele fosse baixinho, sempre ficava sentado no balcão tomando sua bebida. O rosado foi até ele e se sentou na banqueta ao lado de Gildarts, do outro lado do balcão estava Laxus apoiado no mesmo.

—Mandou me chamar velhote?- ele logo perguntou e o ruivo o olhou com um sorriso zombeteiro no rosto.

—Que cabelo seria esse?- ele levantou os olhos como se pudesse ver, mas viu pelo reflexo dos vidros da prateleira a frente, que estava todo bagunçado, deu um sorriso ladino.

—É o meu charme. – Gildarts apenas deu uma risada antes de Makarov deixar seu copo em cima do balcão atraindo a atenção dos dois.

—Yajima me informou que os cinco piratas da Oracion Seis foram capturados pelo conselho.- Natsu logo ficou sério após ouvir sobre qual assunto se tratava. – ele me disse que estão sobre investigação, ainda estão sendo interrogados, mas Zero não estava com eles. – Natsu sabia aonde o desgraçado estava e esperava que estivesse sendo torturado no inferno. – mas eles acharam uma estrutura pegando fogo em um local na divisa de Fiore com Alakitasia, através de exames eles conseguiram comprovar, que um dos esqueletos que havia lá, era o dele.

—Lucy conseguiu encontrar o esconderijo deles, ela matou ele, mas não sem antes do maldito tortura ela. – o velho o olhava de olhos arregalados assim como os outros dois. – aquela droga que eu senti e jurei para vocês que era com ela, era verdade, ela sentiu aquilo tudo na pele, aparentemente ele nos conectou com uma maldição por isso eu senti tudo.

—Que maldito!- Laxus falou exasperado e o rosado tinha a expressão carrancuda e os punhos se fechavam em socos sobre a mesa.

— Foi ela quem os mandou para o conselho, ela disse que estavam possuídos, portanto não estavam consciente. – Makarov assentiu tentando absorver as informações.

—A parte mais importante que eu queria lhe dizer, tem haver com ela. – o rosado o olhou com as sobrancelhas unidas.- pedi que Yajima me mantivesse informado sobre a situação da Oracion Seis, e ele me falou sobre isso, acontece que pelo exame descobriu que ele havia sido morto antes de tudo pegar fogo, o que bate com o que disse, Lucy o matou, porém, outra pessoa colocou fogo no lugar. – o senhor olhou firme para o garoto. – alguém tentou acobertar o que a Oracion Seis fazia, no local poderia haver mais evidências, porém com o fogo, tudo foi destruído, tem mais pessoas envolvidas nisso. – ele pediu que os três se aproximassem. – cadáveres mortos com magia negra foram encontrados pelo reino, o conselho vem tentando acobertar tudo. Eu acho que isso talvez esteja ligado a Oracion Seis, temo que talvez Lucy ainda esteja em perigo com isso.

—E por que não falou isso antes velhote?- Natsu falou alto atraindo a atenção dos outros, e fazendo Gildarts lhe dá um tapa na cabeça em repreensão.

—Estava coletando mais informações seu idiota. – Makarov o olhou nervoso.

—Mas por que acha que Lucy possa estar em perigo? – Laxus questionou mais racional tentando pensar com calma no assunto.

—Por que esses eventos tem acontecido de maneira interligada, e os dois estão ligados com magia negra, e Yajima me falou sobre um navio do conselho que foi destruído em um ataque de sereias, porém aparentemente foi usado de isca para distrair as sereias, enquanto um outro navio tentava captura-las, e um dos sobreviventes falava coisas desconexas sobre eles quererem uma celestial. – Natsu sentiu seu corpo inteiro congelar e o sangue parar de circular, fechou os punhos tão forte que nôs brancos se formaram nos dedos. – para o conselho de nada significa, porém, para nós, significa. – o olhar de Makarov estava em algo atrás do rosado que se virou e então viu a sereia descendo a escada com Happy no colo.


**

Através do vidro ele observava o homem olhar ao redor assustado como se a qualquer momento alguma coisa fosse surgir. O olhar amedrontado do homem era algo incômodo, assim como suas mãos que tremiam sobre a mesa com as algemas em suas mãos. Era uma cena deplorável e ao mesmo tempo piedosa.

—Doranbolt!- o homem se virou para olhar o companheiro que havia entrado na sala acompanhando de uma garota de longos cabelos escuros usando o uniforme do conselho. – essa é a agente responsável pelo caso. – ele falou antes de se retirar do local.

—Ultear Milkovich, divisão de crimes. – ela esticou o braço se apresentando e ele a olhou avaliativo, com seu olhar crítico que sempre matinha consigo.

—Doranbolt Gryder, divisão de homicídios. – ele esticou a mão segurando a dela de volta em um cumprimento de mão firme. – boa sorte em conseguir alguma informação, eles não parecem dispostos a fornecer.

—E não irá conseguir nada. – ele a olhou de olhos arregalados enquanto ela se virava de frente para o vidro olhando o homem. – foram possuídos por demônios, e em consequência disso não se recordam de nada desde o momento que foram possuídos.- ele quase riu diante das palavras da garota.

—Possuídos? – ele perguntou sarcástico e ela se virou o olhando inexpressiva. – está me dizendo que esses criminosos de alta patente, estavam possuídos, por isso não se recordam de nada que aconteceu nesses seis anos?

—Sim!- ela disse simplesmente. – depois que o demônio sai do corpo do indivíduo ele fica transtornado, não se admira eles estarem assim, foram seis anos em branco. – ela observou o homem de cabelos negros. – vai demorar para que se recuperem.

—Vai me dizer que Zero também estava possuído? – ele questionou cético, não acreditava em nenhuma dessas baboseiras, mesmo que estivesse obtendo várias provas de que fosse possível, ele se recusa a acreditar.

—Aquele era o próprio demônio.- ela falou baixo com acidez, porém ele não havia escutado e se aproximou para que pudesse ouvir melhor, e na hora ela virou o rosto com uma sobrancelha em pé. – sabe qual tipo de homem é o pior senhor Gryder?- ele levantou uma sobrancelha a avaliando. – não é aquele que acredita em tudo, mas sim naquele que se recusa a acreditar. – ele ficou quieto apenas a olhando e ela sorriu. – nesse ramo, não deve ser tão cético, não se deseja resolver os casos. – dito isso ela se virou se retirando do local o deixando sozinho. Por alguns segundos ele ficou apenas parado refletindo nas palavras da garota e então levou o olhar até o homem, que até uns dias atrás era um procurado de marcar maior, Midnight da Oracion Seis, agora não passava de um homem aterrorizado.


**

—Você fez de propósito para expulsar o Laxus não é?- Mirajane questionou a Cana enquanto sentava no chão de seu quarto junto das outras meninas. Decidiram que todas dormiriam juntas para fazerem uma confraternização entre elas.

—Sim!- Cana falou simplesmente. – o Elfman faz companhia a ele, já que Ever não poderá fazer companhia essa noite. – a castanha que estava penteando os cabelos olhou a morena de olhos arregalados.

—O que?- ela quase berrou, porém tentou manter a postura fingindo não se importar com as falas da outra e voltou a olhar no espelho. Cana gargalhou achando graça, tinha certeza que ainda tiraria muito proveito dessa situação, já Mira estava petrificada no lugar e mais branca que o normal.

—Mira-nee? – Lisanna olhava a irmã preocupada que a qualquer momento ela pudesse cair dura no chão.

—Por que não façamos um jogo de cartas, e quem perder bebi. – Cana falou empolgada já pegando o seu vinho e o colocando no centro de garotas.

—Não bebo bebidas alcoólicas. – Wendy disse simplesmente enquanto fazia uma trança no cabelo de Lucy. A morena a olhou com uma sobrancelha em pé.

—Por que?

—Por que não possuo idade para ingerir bebidas alcoólicas. – ela disse simplesmente não dando muita importância, e a morena apenas balançou a mão como se não fosse nada.

—Isso não quer dizer nada, Lucy também não tem e eu já a embebedei duas vezes. – ela piscou para a loira que a olhava de olhos semicerrados antes de sorrir.

— E você acha isso uma coisa boa? — Juvia questionou com uma careta para a amiga. – você é uma péssima influência.

—E você sempre ganha jogando cartas, então não é vantajoso para o restante. – Levy falou enquanto lia seu livro deitada com a cabeça nas pernas da sereia.

—Então, posso ler o futuro de vocês em minhas cartas. – a morena pegou em sua bolsa suas cartas de tarô e as espalhou no chão. – quer que eu leia seu futuro Lucy?- a sereia piscou os olhos a olhando.

—Oh não, prefiro não saber o que vai acontecer, muito obrigada. – a morena fez um bico e olhou para as outras que viraram a cara para não a encarar.

— Ficar sem saber é melhor do que ficar sabendo, você pode ficar louco. – Levy falou tirando os olhos do livro. – igual a Macbeth de Shakespeare, quando ele tem uma visão de seu futuro, ele acaba ficando enlouquecido com a previsão com medo que a qualquer momento ela fosse se realizar. – Cana revirou os olhos.

— E você aprendeu a olhar essas cartas com uma senhora de aparência suspeita no mercado negro. – Lisanna falou se recordando do momento. – não me parece muito seguro.

—Para adivinhar o que você desejava eu nem necessitaria das cartas, que era se casar com Natsu. – Lucy paralisou e olhou na hora para as duas amigas.

—Está louca?- a albina gargalhou. – isso foi a muito tempo.

—Não pode a culpar, quantas garotas não tinham o mesmo pensamento?! – Evergreen falou após terminar de pentear seu longo cabelo e se sentou junto das outras no chão. Lucy sentia uma sensação estranha a incomodar e se sentiu irritada do nada. – ele deve ter ficado com quase toda a população feminina de Magnólia. – a sereia mordeu o lábio imaginando todas apaixonadas pelo rosado.

—Sem contar os outros lugares, você acha que ele conseguia desconto no mercado negro como?- Cana falou bebendo seu vinho e super atenta ao mais novo assunto. Por outro lado a loira estava irritada e sentia a palma doer de tanto que apertava os punhos.

—Não é como se ele fosse o único meninas, todos os garotos fazem essas coisas. – Mira falou do seu jeito doce.

—Mas ele é o que mais deve ter feito. – a sereia mordeu a bochecha olhando para o teto sentindo uma vontade repentina de bater no Natsu. Erza notando o desconforto da amiga e ciente da situação, decidiu intervir.

—Por que não nos conta como Bacchus é Cana?- a ruiva falou alto e assim que ouviu as palavras a morena arregalou os olhos que quase saíram para fora.

—E por que o assunto se desviou para mim?- ela questionou chocada enquanto as outras gargalhavam.

—Estou apenas curiosa!- a ruiva deu de ombros enquanto lustrava sua adaga.

—Você não possui curiosidade dessas coisas. – o rosto de Cana estava vermelho, coisa que Lucy não achou ser possível, ela sentir vergonha. – e por que está lustrando uma adaga neste momento? Estas a pensar em matar alguém aqui?

—Por que não paramos de falar de garotos?- Juvia falou atraindo a atenção de todas, Erza parou de lustrar sua lâmina, Levy deixou o livro de lado, Wendy parou a trança. Todas olharam fixamente para a azulada.- o.. que?

—Isso soa muito estranho, quando dito por você!- Ever falou a olhando desconfiada e a azulada levou aquilo como uma ofensa e fez uma careta.

—Por que está dizendo isso? – ela falou irritada e cruzou os braços fechando a cara em uma carranca.

—Não é a mesma garota que ficava por horas falando sobre o Gray?- Cana sussurrou para as outras, como se a azulada ainda não estivesse ali as olhando como se fosse possível mata-las com o olhar.

—Eu já disse que não faço mais essas coisas, não me importo com o Gray. – Todas ainda a olhavam fixamente e ela começou a ficar incomodada se encolhendo.

— Quem é Bacchus?- Lucy questionou livrando a amiga voltando a atenção a morena que voltava a ficar vermelha e a xingar a sereia, e todas voltaram apenas a gargalhar.

Passar a noite com as meninas a fez apenas confirmar que eram coisas e sentimentos que ela nunca havia compartilhado com as sereias antes, nunca obtivera momentos como aquele em toda sua vida. Estava com a alma leve e gargalhou a noite inteira, como se tivesse tudo em paz finalmente. Contudo, mal sabia a princesa dos mares, que era apenas o começo.


Fim.
"É maravilhoso como o tempo tem poder pra nos fazer ver que éramos outra pessoa a pouco tempo atrás"
—Ls Ofc-

Notas finais
E ai pessoal, o que acharam? Essa historia que a Lucy conta e a pedra, fui que inventei, e achei que super combinava com os dois, espero que tenham gostado. Hum Ultear... no anime o Doranbolt é o Mest, mas eu odeiioo ele no anime, prefiro quando ele era o Doranbolt kkkkk então aqui na fic eu deixei ele como Doranbolt, e fiz ele ser útil. Aqui eu gosto dele hhehehehe Uma coisa importante, eu gostaria de saber se vcs gostariam que eu fizessem uma parte do Natsu ou Lucy narrando a historia, para mostrar como é a visão deles. Eu acho minha escrita em primeira pessoa, pessimaaaa kk, porem, estou disposta a tentar se vocês quiserem, ao menos uma parte, ai eu ia arrumar bonitinho, só para vcs verem por eles. Espero que tenham gostado e tenham uma boa noite, madrugada. Ate o próximo. Beijocas e Arigatou! I.C.S