Notas iniciais
HEEEYY, IM BACK! Volteei, não consegui postar no mesmo dia por conta de uns probleminhas, mas mesmo que tenha demorado aqui esta o capitulo, e espero verdadeiramente que gostem! Aguenta coração! Boa leitura e qualquer erro me avisem!

Capitulo XVI

As duas crianças andavam silenciosamente, eles definitivamente não queriam ser pegos e devido á isso tomavam o mínimo cuidado. Eles sabiam quais eram as tais punições se isso ocorresse, haviam marcas em seus corpos para lembra-los, e devido a isso, todo cuidado era pouco.

Passaram agachados ao lado da cozinha onde uma mulher enorme cortava a cabeça de um galo sem o menor pudor ou dó. Seguiram mais adiante até que se levantaram e olharam para o corredor que levava ao porão onde ficavam guardadas as coisas que o “padre” julgava inferior ou complemente inútil. O que ele costumava considerar a todos daquele ambiente em especial. Quando abriram a porta e a fecharam se escorarão nela e soltando o ar em forma de alivio, haviam conseguido chegar sem ser pegos, e ao olhar um para o outro sorriram em alivio.

— Essa foi por pouco, quase que a bruxa pega a gente!- a garota miúda e magrela disse olhando para o garoto que era um pouco maior que ela, ele a olhou com uma sobrancelha em pé.

— Ela não ia pegar a gente nunca, meus planos são infalíveis!- o garoto de cabelos azuis escuros disse com o peito estufado de orgulho, o que fez a mais nova de cabelos vermelhos sangue revirar os olhos em descontentamento. Jellal era tão exibido.

— Qual o plano da vez?- ele assentiu e a guiou até mais para fundo do porão, o “lugar secreto” dos dois. Era um pouco fedido e sujo, mas nada que não pudesse ser ignorado. O azulado sentou no chão e colocou uma folha com vários desenhos de caminhos entre outras coisas, enquanto a ruiva segurava uma vela que pouco iluminava o local. — O que é isso?- ela perguntou olhando sobre os ombros do mais velho, enquanto se sentava ao seu lado.

—Um mapa, oras. — ele disse como se fosse obvio.

— Me parece um monte de rabiscos. — a pequena disse enquanto pegava o papel na mão e tentava inutilmente entender o que nele havia.

— Você não e capaz de compreender, e muito complexo para ti. — ele disse retirando o papel de sua mão, claramente ofendido por ela falar tal coisa de seu trabalho que durou um mês. A ruiva revirou os olhos enquanto ele se endireitava para explicar o tal plano magnífico. – Eu fiz um mapa desse lugar, eu desenhei cada canto desse lugar fétido, e principalmente eu marquei os locais que o monstro sempre vai. — ele disse com os olhos verdes escuros brilhando de entusiasmo, mas a mais nova apenas o olhava com a cara sem expressão, o que o fez murchar. — poxa Erza, por que você é tão seca?!- ele revirou os olhos, mas já era acostumado com a mais nova, no final ele sabia que ela havia desistido de fugir.

— E perigoso Jellal! Se ele nos pegar, e o fim!- os olhinhos estavam trêmulos devido ao medo, ela sempre foi forte e boa em esconder seus reais seus sentimentos...mas não dele.

— Esse já e o fim Erza!- ele disse simplesmente, sua voz havia saído mais seca do que pretendia, e sua face sem expressão havia ajudado a deixar tudo mais frio. A pequena soltou o ar dos pulmões e sorriu para o amigo. Ah como ele amava aquele sorriso, mesmo que não fosse de fato sincero, ainda sim, lindo, ele havia dedicado a vida em fazê-la sorrir mais vezes.

—Sabe uma vez um senhor me disse que se eu desejasse a felicidade eu deveria procurar em um barco no meio do oceano. — ele a olhou ainda com a cabeça abaixada, sobre os cabelos azuis que caiam como uma cortina. — acho que deveríamos tentar buscar essa tal felicidade. – ele sorriu animado. Aquilo para duas crianças que não tinham nada pareceu tudo.

Era para ter dado certo. Ele havia calculado cada detalhe e repassado o plano mil vezes para a certeza de um sucesso, mas não, havia dado errado, e ele ainda não podia acreditar.

La estava os dois de joelhos sobre as pedras no saguão escuro enquanto o “monstro” estava as suas frentes. Os dois estavam com as mãos atrás das costas e a cabeça abaixada, ah mais eles que não ousassem levantar, era um ultraje.

—Então quer dizer que os vermes estavam tentando fugir?- a voz dele causava arrepios nós dois. Jellal estava segurando as mãos com forca para que não demonstrasse que ele estava tremendo, ele tinha de ser forte, por ela. -Acharam mesmo que poderiam fugir de mim? Que poderiam escapar?- ele gargalhou alto fazendo a ruiva encolher. — vocês estavam muito enganados! Ninguém foge de mim. — Jellal arriscou a olhar por entre seus cabelos e via a figura esguia e magra do homem, ele usava sua túnica negra com um colar de uma cruz, o que era completamente contraditório, já que ele era o próprio demônio. Os olhos negros e fundo olhavam com ódio para os dois a sua frente, os cabelos cinza penteado para trás, a boca fina como se não possuísse lábio, era terrível, tudo nele exalava terror.- vocês sofreram consequências de seus atos. – e o olhar dele mudou para algo que o azulado julgou ser... Luxuria, e via que eram direcionados a garota a seu lado. Ele sentiu o sangue correndo em suas veias e fechou as mãos com forças, ele queria voar naquele homem e quebrar osso daquela mão que ousou tocar para bater em sua amiga.

Um ano. Era isso o que havia sido gasto para o plano ser feito, e mais um mês para que fosse aperfeiçoado, e mais um ano para ser colocado em pratica. Erza estava com doze anos, estava se transformando em uma garota linda, os cabelos vermelhos batiam até metade de suas costas e os olhos castanhos escuros eram sempre vivos e brilhantes, mesmo naquele lugar.

—Fui eu!- ele disse simplesmente olhando aquele homem, atraindo o olhar curioso do mais velho. Enquanto a garota o olhou de olhos arregalados. — foi tudo ideia minha, Erza não tem nada haver, eu coagi e a obriguei a fazer tudo.- a ruiva balançava a cabeça em negação, enquanto o outro olhava serio para o mais velho que não demonstrava a surpresa ou a reação que ele esperava.

—Mas é claro!- Jellal tentou não se mostrar surpreso. — um plano ridículo de tal modo não poderia ter sido feito por Erza, mas é sempre ela que e a engatadora. – ele a olhou com um olhar raivoso. — sabe Erza, você sempre causou muitos problemas, eu sempre fui muito benevolente com você. — a ruiva o olhou com a expressão vazia, mas os olhos expressavam a maior raiva e ódio que ela poderia sentir. — esta na hora de sofrer as devidas consequências!- Jellal arregalou os olhos quando Erza foi retirada da sala por dois homens. — agora você, Jellal, também sofrera!

Aquela havia sido a pior noite de sua vida, não pelas torturas ou pelo fato daquele monstro ter machucado seu rosto, mas sim por ele não ter a mínima ideia de onde Erza estava, e isso o corroía mais que a tortura, pensar que ela estava sofrendo o mesmo que ele, o fazia se senti desprezível e culpado.

Ele conseguiu bater nos homens que iam o soltar para levar a mais um tortura, ele era magro, mas era ágil e usou disso a seu favor, correu em direção a Erza, naquele lugar escuro e frio, e a escutou gritar em direção ao quarto daquele monstro, e correu como se sua vida dependesse disso, e dependia. Chutou a porta trancada com tudo e entrou quando viu que Erza estava na cama com a roupa rasgada, e tampava o rosto, enquanto o monstro tinha a mão levantada com o prego em sua mão. Ele não pensou duas vezes e avançou no homem com uma força descomunal, um garoto de quatorze anos, magro e frágil por conta das torturas avançou derrubando aquele homem no chão.

—NÃO TOQUE NELA, SEU DESGRAÇADO!- ele estava com tamanha raiva e só sabia descontar a raiva em seus socos no rosto daquele homem, e antes que ele pudesse fazer alguma coisa, o jovem pegou o punhal em seu criado mudo e fincou no olho direito do homem e fazendo assim ele perder a vida. E ele ainda tinha a respiração pesada e suas mãos estavam com sangue, sua vista estava embaçada pela a ira que o havia consumido, mas um gemido de dor o fez voltar à realidade e sair de cima daquele ser nojento e ir até Erza. Ele nunca pensou que poderia sentir tanta dor e culpa ao vê-la, e tudo que ele queria fazer era cair de joelhos e pedir perdão. A ruiva havia retirado à mão dos olhos, mas estavam fechados, seu olho direito sangrava, ele havia a machucado com o prego, a roupa dela estava rasgada e o medo de algo ter acontecido a ela o apavorou. Aproximou-se dela á erguendo em seu colo, a garota viu com o olho esquerdo o homem no chão e não expressou nada, ela apenas sentiu alivio. Jellal saiu com ela em seus braços e a guiou ao caminho que ele tanto havia planejado. Estavam finalmente livres, ele não havia feito nada com Erza, Jellal havia chegado antes, mas Erza perderá seu olho e usava um de vidro no local. E ele havia jurado que ninguém nunca mais a machucaria.

Quando aquele grito ecoou pelo local frio e escuro do labirinto, Jellal sentiu um arrepio no pescoço, como se estivesse revivendo seu pesadelo novamente. Parou bruscamente e olhou ao redor em busca dela, mas ele sabia que ela não estava lá, eles haviam reparada que ela e Natsu, Lucy haviam sumido, e após esse grito ele só sentiu pavor.

—E ela, é a Erza!- ele disse inquieto, estava desesperado, tinha medo do que podia acontecer.

— Erza sabe se cuidar!- Gajeel disse e Jellal nunca desejou tanto socar ele quanto desejou naquele momento.

—Você não a conhece!- o azulado o avançou, mas fora impedido por Laxus.- ela esta em perigo, tenho de encontra-la.

—Acalme-se Jellal, não tem muito que fazer nesse labirinto, e ela pode estar com Natsu e Lucy. — o loiro o olhava serio e Jellal foi se acalmando aos poucos, mas sentia que qualquer momento poderia surtar. — temos que nos manter unidos e procurar os três, não podemos perder mais ninguém. — o loiro fez questão de dizer a ultima frase olhando nos olhos do azulado.

—Vamos usar isto!- Mira se aproximou mostrando um cordão prata. — e um cordão mágico, vamos prender nossos pulsos para que não fiquemos perdidos. — Laxus assentiu enquanto os outros se aproximavam e expunham seus pulsos para que fossem prendidos juntos. — ela vai ficar bem!- Jellal olhou para a albina que sorriu docemente, ela queria acalma-lo mesmo quando ela estava preocupada. — Erza sempre fica bem!

***

Os dois paralisaram ao ouvir o grito olharam ao redor, Natsu logo ficou inquieto e socou com força a parede de pedras sem se importar se havia machucado, seus amigos poderiam estar feridos, e ele nada podia fazer, detestava ser inútil.

— O que esta acontecendo?- olhou irritado para a loira que olhava para o céu, como se ali estivesse todas as respostas. Já o rosado estava impaciente e sentia que a qualquer momento ele poderia quebrar cada parede desse labirinto até chegar a seus amigos.

— A raiva nem sempre é a resposta para tudo, à maioria das vezes ela só o deixa cego. — Lucy falou como se tivesse lendo a mente de Natsu. Oh céus, como ele odiava o fato que ela sempre sabia o que falar. Por que raios essa garota tinha que ser tão irritantemente perfeita.

—E o que espera que eu faça? Que fique apenas andando miseravelmente até que milagrosamente encontremos Taurus?- a loira revirou os olhos, era incrível como o rosado possuía uma capacidade única de fazê-la sentir tantas coisas.

—Vocês humanos são sempre tão apressados, por isso gastam a maior parte da vida com coisa fútil, pois perdem tempo demasiado em coisas desnecessárias. — ele a olhou incrédulo, não estava com muita paciência e a sereia parecia querer testa-lo para ver até que ponto ele poderia surtar. Que se dane essa porcaria de filosofia de sereia. Mas antes que ele falasse algo, ao redor de Lucy se iluminou e ela estava vestida com star dress de Sargitarius, e um arco em sua mão. Ela segurou o arco firmemente e apontou para o céu onde ela atirou uma flecha que explodiu em luzes fortes e brilhantes em meio aquela escuridão. Natsu a olhou sem compreender. — como eu lhe disse, esse lugar de trevas se atrai por qualquer fio de luz. Vou atrair os demônios até nós, para que os restos do pessoal fiquem livres e não corram tanto risco. — Natsu notou a entonação na voz dela ao dizer tanto, uma maneira simples de dizer que mesmo que ela tentasse, eles ainda correriam um perigo. — quanto a Taurus, não se preocupe, eu sei exatamente onde ele está! Como portadora da magia estelar eu estou ligada de certa forma aos espíritos e posso sentir a energia deles, assim como eles também podem sentir a mim. — Lucy o olhou com uma sobrancelha em pé. — ou você realmente achou que estávamos andando até sem querer encontrarmos com ele?- ele revirou os olhos a ignorando e Lucy riu. Era engraçado o modo como quase cem por cento das vezes ele não pensava em suas ações, diferente dela que possuía tudo estrategicamente planejado. Uma estranha dupla que havia dado certo da ultima vez. – e por aqui!- Lucy apontou para trás de si quando o rosado ia para ao lado ao contrário. Ele se virou e continuou a andar como se nada tivesse acontecido, e a loira segurou um riso.

—Claro!- ele falou seguindo adiante com ela atrás si. — porcaria de labirinto. — Lucy mordeu os lábios se segurando para não rir. Quando Natsu parou de repente fazendo seu corpo chocar com o quente dele. O que diabos ele estava pensando. — parece que seu plano deu certo!- a sereia olhou ao redor notando o local enfestado de demônios com fumaças de olhos brancos os vigiando.

—Será que você da conta do recado?- Lucy perguntou se virando de costas, encostando suas costas nas de Natsu e virou o rosto para olha-lo.

— Tente me acompanhar princesa!- ele sorriu ladino piscando para ela, a sereia parou meio a sua reação, não sabia o porquê aquelas palavras haviam causado certo sentimento nela, até então estranhos e desconhecidos. Era como se ele tivesse descoberto seu segredo, mas não fora apenas isso, e sim o sentimento de afeição, de que no fundo, ele também estaria ali e poderia ajuda-la. Assim que era lutar em equipe?

Natsu rapidamente correu em meio às nuvens negras e usando sua espada para destruir tudo, os monstros tentavam ataca-lo, mas não eram tão rápidos ao ponto de terem sucesso. Natsu era veloz e habilidoso com sua espada mágica, ele destruía todos aqueles bichos que nada se transformavam, enquanto Lucy atirava suas flechas, como uma dupla um ajudava o outro e auxiliava, Natsu abaixava na hora que Lucy atirava a flecha dourada passava por cima de si. Natsu segurou a sereia pela cintura a rodando e fazendo acertar uma flecha em quem estava por trás. Era estranho como a sintonia dos dois era perfeita e como cada um sabia o que fazer juntos. E nenhum deles imaginou que algum dia poderia fazer algo parecido.

Natsu e Lucy separados eram incríveis, mas juntos, eram quase invencíveis.

☆☆

As palavras de Mira e Laxus não foram suficientes para acalmar Jellal. Ele sentia que algo estava errado com Erza, como se seu corpo mandasse um sinal em forma de um arrepio que ele sentia por toda sua espinha, e como ele odiava essa sensação.

Erza era uma das pessoas mais importantes em sua vida, se não a mais importante. Ele sentia que devia cuidar dela e sempre a proteger mesmo que a ruiva nunca precisasse de ajuda. Mas ele conhecia Erza, ele sabia que ela nunca demonstrava suas fraquezas e isso só o deixava mais preocupado.

Ele passou a vida inteira a observando como se ela fosse um cristal que ao menor toque poderia rachar, então ele apenas a observava. Jellal namorava, e ainda sim ele não conseguia desviar seus olhos de sua amiga, e se sentia horrível por isso, como se ele não fosse digno de observá-la e principalmente de ama-la. Não era certo com nenhuma das duas, mas Erza estava em seu coração de uma maneira que ninguém nunca esteve.

Perdido em meios a seus pensamentos, o azulado não havia reparado quando o corpo grande de Gajeel havia parado em sua frente fazendo o trombar com ele. Ele olhou com as sobrancelhas em pé sem entender e viu que seus amigos estavam paralisados olhando algo a sua frente, algo que ele ainda não havia visto.

— Mas... O que e isso?- Gajeel pronunciara as palavras de maneira baixa e completamente surpresas. Quando Jellal finalmente olhou ele viu que mais a frente havia um corpo em meia às sombras e ao analisar de maneira mais sucinta ele viu que a pessoa era Erza. Ele sentiu seu corpo gelar, ela estava parada de costas a eles, e quando ela virou o rosto para olha-los ele sentiu como se caísse em um precipício sem fim. Aquela não era a Erza, ou ao menos não era mais. — A Erza já e naturalmente assustadora, mas... céus, eu estou apavorado. – Jellal ignorou as palavras de Gajeel e se aproximou de vagar da garota, os olhos dela estavam negros e sua franja tapava metade de seu rosto, e a energia que ela emanava era algo extremamente assustador.

—Erza? O que acon...- antes que ele pudesse terminar sua frase as coisas aconteceram de maneira rápida e ainda sim de câmera lenta.

—CUIDADO!- Laxus derrubara o amigo antes que a espada da ruiva atravessasse a cabeça dele. Jellal olhava tudo ainda chocado e se assustou mais ao ver a garota ir para cima dos amigos e os atacarem com golpes certeiros. Todos desviavam e quando tentavam acertar a garota, eram mandados para longe, ela estava bem mais forte e Erza já era naturalmente forte. – Não é a Erza, não fique tão confiante perto dela. – o loiro falou após ajuda-lo a se levantar e se preparando para atacar.

—Do que esta falando? É claro que e a Erza!- o azulado estava enfurecido, mas no fundo mesmo que tentasse não conseguia negar o fato de que não era a Erza e que se ele não fizesse nada, sua amiga poderia ficar para sempre nas trevas. Quando Gray fora a atacar por trás sem a intenção de machuca-la, apenas mobiliza-la. A garota se virou o segurando pelo pescoço na hora e depois o jogando com força na parede de pedras. Os ataques de todos eram inúteis, ela desviava de todos e os atacava com golpes que se pegasse eram mortais, eles precisavam de um plano e Jellal tinha um. Ele mais que ninguém sabia dos pontos fracos de Erza.- Laxus!- ele chamou o amigo enquanto a garota estava distraída com os outros. – Mira precisa usar sua corrente para prender Erza, mas para isso precisamos distrai-la. Erza por conta de seu olho de vidro possui certa limitação no lado direito. Mas as trevas parecem estar a guiando, para isso temos que confundi-los usando a espada de Gajeel que e um metal que vai refletir bastante a luz do anel de Juvia, e nesse momento Mirajane vem pelo lado direito de Erza e a enlaça, enquanto isso eu, Gray e você vamos ocupa-la. — todos assentiram, um repassava o plano para o outro. — vamos salvar a Erza!- a risada que soou após fora algo extremamente assustador que fez todos paralisarem enquanto a ruiva permanecia de cabeça abaixada.

—Humanos inúteis, vocês nada poderão fazer. — a voz que saia dos lábios de Erza era mais grossa e carregada de sarcasmo. — Taurus vai esmagar Lucy Heartflia por entre seus dedos e consequentemente vocês. Vocês ainda não conheceram a verdadeira face das trevas.

Fim!

Eu queria escrever uma coisa bem bonita
Mas ela mora em outra casa
Respira outros ares
E ama outro alguém

—Jean augusto-

Notas finais
FIIM! E ai , o que acharam? Vocês realmente gostaram? adoraria um feedback, saudades de escrever essa historia e conversar com vocês. Um pouquinho sobre o passado de Jellal e Erza, que mais a frente será explicado, quem é esse monstro e etc.. omg, sim, Jellal tem uma namorada, maaass a todos Jerza Shippers não fiquem tristes, esse casal é cannon aqui. Eu gostei muito de escrever esse capitulo, esse passado de Jerza, espero que tenham gostado também. Um pequeno spoiler: Taurus finalmente irá aparecer no próximo capitulo, minha intenção não era enrolar tanto, mas algumas partes são necessárias, mas ele vai aparecer no próximo e o que posso dizer é , a coisa não vai ser bonita. Beijocas e Arigatou! Ate o próximo! I.C.S