Laços que nos Une.

5 Arco I: E.V.A - Capítulo 05


Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiii.... leitores lindos! Estou cantando e pulando de alegria, sabem porque? Por que eu ganhei a minha primeira recomendação. Eeeeeeeeeeeeehhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!! Obrigada Lucy Dragneel por sua linda recomendação e por favoritar tambem. O capitulo de hoje é didicado a você, sua linda! rs Agora eu quero falar com VOCÊ. É VOCÊ ai mesmo! E não adianta desfaçar que não ta me ouvindo/lendo que eu sei que VOCÊ ta sim. Falo de VOCÊ mesmo, caro leitor fantasma. Que tal deixar de ser Gasparzinho e se mostra heim? Deixe seu comentario, viu? vou ta esperando! rs Agora eu vou deixar vocês em paz para lerem o capitulo. Leiam as notas finais.

– Naquela noite, Erza saiu em companhia de Gray para a ronda na cidade assim como eu e Max, só que fomos para o litoral, direção das docas. Tudo estava normal, nada suspeito até decidirmos voltar para a casa onde estavam Natsu, Lucy, Wendy Happy e Charles além dos nossos pertences. Tínhamos a intenção de pegar um lanche e depois continuar ronda. – Warren é o primeiro a falar.

– Foi por volta da meia noite quanto aconteceu. Caminhávamos por uma rua que levava à casa até surgir aquele avermelhado nevoeiro. Ele começou a se espalhar rápido para todos os lados nos impedindo de prosseguir. Não sabíamos se era venenos ou não, então começamos a correr. Não tínhamos para onde ir, a cidade estava sendo coberta pela nevoa. E o mais estranho era que ela estava nos seguindo. – Falou Max — Não tivemos alternativa há não ser correr em direção ao mar. Corremos o mais rápido que podíamos e quando chegamos lá não tínhamos outra solução senão pular na agua. Foi por isso que não entramos em contato, o dispositivo não prestou mais depois que entramos no mar.

– Graças a luminosidade da lua cheia pudemos ver que a cidade estava tomada pela neblina. Ela cobria tudo, até o prédio mais alto. Tentei entrar em contato com todos telepaticamente, só que não conseguia encontra-los. Mas por um instante tinha conseguido achar Natsu, porem sua consciência desapareceu tão rápido que não tive tempo de falar. – Warren falava segurando o choro que tentava sair. — Depois de mais ou menos meia hora, a nevoa começou a se dissipar. Ficamos na agua até termos a certeza de que não voltaria e só depois de muito tempo nadamos para praia.

– Já era de madrugada quando nos arriscamos a voltar à casa, mas o que encontramos ao chegar lá foi só os nossos pertences. Não tinha sinal de luta ou qualquer outra coisa. Todos haviam sumido. – Disse Max.

– Os dispositivos também desapareceram, acho eu que eles estavam com os aparelhos naquele momento. Ficamos procurando todos eles esses dois dias sem descanso, mas... mas... – Warren não consegue termina o que dizia.

– Então decidimos voltar e contar o que houve. – Foi a vez de Max falar.

Gomen’nasai, Mestre, pessoal. – Os dois falam ao mesmo tempo.

Despois desse relato feito pelos dois membros da Guilda, Max e Warren, Laxus proibiu qualquer outro membro ir à tal cidade onde houve os desaparecimentos, ele entrou em contato com o mestre da Sabertooth e falou o que tinha ocorrido durante a missão. Sting se sentiu responsável pelo ocorrido e lamentou pelos amigos.

“- Não podemos perder a fé de que eles estão bem. Somos a Fairy Tail, ‘eles’ também são. O emblema que carregamos sobre nossa pele tem um significado muito maior do que uma mera identificação de Guilda, é o significado que somos uma família. E é como família que devemos confiar e ter fé que eles voltaram, que estão bem e retornaram para casa. ”

Essas foram as palavras que transmitiu fé e esperança a todos. Palavras proferidas por Laxus depois de ter ouvido tudo de Warren e Max. Depois disso já haviam se passados dez dias.

...

‘ Alguem me ajude?

Socorro, por favor me ajudem?

Tá tão escuro e frio.

Tirem-me daqui.

Salva-me, Lucy Heartfilia...’

Lucy acorda assustada, não sabia se tinha sonhado ou não, mas alguém a chamava e pedia por ajuda.

“ De quem era aquela voz? Foi um sonho?

A claridade em seus olhos a incomodava e como um lampejo, as lembranças da noite veio como um tsunami. O nevoeiro, Happy e Charles inconscientes, lembrou-se da casa onde estavam e depois de mais nada. Olhou ao seu redor e pode constatar que estava no meio de uma floresta completamente desconhecida. Era úmida e ao mesmo tempo quente. As arvores eram enormes e a vegetação alta. Podia-se ouvir barulhos estranhos ao longe e o bater das asas dos contates mosquitos que lhe picavam a pele.

– Onde estou? Cadê todo mundo?

Levantou-se olhando para todas as direções a procura dos companheiros, mas nenhum sinal deles.

– “NATSU...” – Ficou sem resposta por um minuto até ouvir um barulho vindo detrás de um arbusto. Mesmo com medo do que possa ser, Lucy decidi ir até lá para ver o que era. Aproximou-se lentamente e por precaução tirou da cintura seu chicote. O barulho persistia e quando estava a menos de um metro uma criatura maior que ela pula a sua frente emitindo um som pela boca que ela nunca ouviu. A loira levou um tombo para traz, caindo de bunda no chão.

“- QUE BICHO É ESSE... Kyaaaaa”

A aparecia da criatura lembra a um lagarto, mas desde quando lagartos andam sobre duas pernas? O bicho olhava para ela com seus dentes expostos e isso não era um bom sinal. Lucy tenta se afastar de arrastando sem tirar os olhos dele, mas sem querer ela quebra um galho seco e o barulho faz com que a criatura avance na garota. Ele era muito rápido e Lucy so teve tempo para fechar os olhos e esperar pelo ataque quando do nada ela estava há uns trinta metros de altura.

– Você ta bem, Lushiiii?

– Happy?! – Ela nunca esteve tão feliz por ver o amigo. – Estou sim, obrigada.

“- QUE LAGARTÃO???” – Só agora, depois de ter salvo a amiga que ele reparou no ser lá embaixo.

– Cadê o Natsu, Happy?

– Não sei. Quando acordei, eu estava sozinho. Que lugar é esse?

– Não faço a menor ideia, mas é bom sairmos daqui. Aquele monstro parece está com fome e eu não quero ser a refeição dele.

– “Argh...” esse bicho tem um péssimo gosto pra comidas. Com certeza teria indigestão.

– Ora seu!!! Vamos embora.

“ – Hai.”

....

Natsu já andava algum tempo atrás dos seus amigos desde o momento em que acordou em um lugar completamente estranho para ele. Tentou utilizar o faro para sentir os cheiros deles, mas logo desistiu ao sentir um cheiro extremamente enjoativo que as plantas daquele lugar exalavam. Subiu em alguma arvores para quem sabe assim tivesse a sorte de ver algum deles, mas nada adiantou

Seguia sem saber em que direção estava indo, estava com fome, preocupado e com certeza perdido. De repente ele senti o chão tremer levemente e com pequenas pausas entre um tremor e outro, eles aumentavam a casa segundo. Parou para se concentrar e tentar saber o que estava acontecendo quando ouviu gritos vindo detrás dele.

“ – CORREEEEE...”

Gray aparece assustado e correndo desesperadamente enquanto carregava Wendy nas costas e Charles seguindo logo atrás voando com uma cara de medo.

– Oeeee... porque estão corren... – Natsu não teve tempo de completar a pergunta já que surgiu no seu campo de visão um monstro muito grande vindo em sua direção. Tinha presas enormes, garras afiadas em um braço curto. Era verde e corria em duas patas além de ter uma longa calda.

Gray, Wendy e a Charles passam correndo por ele como um raio, o rosado não esperou nem dois segundos para acompanha-lo na corrido. O monstro era enorme.

– Que bicho é esse? – Perguntou ao se aproximar do moreno.

– Sei lá.... Estávamos procurando por vocês quando nos deparamos com ele. – Respondeu.

– Cade a Erza, o Happy e a Luce?

– Não sabemos, Natsu-san. – Wendy responde.

– Parem de conversar e corram mais rápido, eles está se aproximando! – Charles alerta. Mas para desespero de todos à frente deles havia um desfiladeiro.

– O que vai fazer, Natsu? – Perguntou Gray ao ver o colega parando para ficar de frente a criatura.

– Vou pará-lo.

– Tenha cuidado, Natsu-san. – Wendy deseja.

– Certo! ‘KARYUU NO TEK... – mas antes que ele pudesse executar o golpe, algo inesperado e um tanto inusitado acontece, uma outra espécie de criatura gigantesca aparece vindo voando do lado esquerdo de onde se encontravam e se choca com o monstro que os perseguião. Os dois ficaram inconscientes assim que se chocaram.

Todos que estavam ali ficaram intrigados com o acontecimento. “De onde veio aquele outro bicho esquisito? ” Se perguntavam.

– O que aconteceu? – Wendy pergunta logo depois de descer das costas do moreno.

– Vai saber? Tudo aqui é estranho e isso que aconteceu foi ‘muuuuito’ estranho. – Disse Gray.

– Tem algo se aproximando. – Alertou Natsu. – Pode ser outro monstro.

Ele se prepara para atacar o que está vindo da mesma direção que a segunda criatura veio. Se concentra e infla os pulmões.

– Natsu? Espere. Não acho que possa ser outro monstro, talvez seja...

Mas foi tarde demais.

– “KARYUU NO HOUKOOOOO”

O fogo que saiu pela sua boca atingiu em cheio a criatura que caminhava em sua direção. Mas para a desgraça do rosado essa criatura era nada mais nada menos Erza Scarlet. Os olhos dos que presenciaram aquilo pareciam sair das orbitas quando viram Titânia toda chamuscada das labaredas de fogo do Dragon Slayer. Nastu suava balde quando percebeu a quem ele atingiu.

“ Eu vou morrer, eu vou morrer...” Pensou quando tentou correr dali, mas foi pego pelo cachecol por Titânia.

– NA-T-SUUUU... – A aura assassina da ruiva foi capaz de fazer os outros membros da equipe se abraçarem de medo e começarem a orar pela alma do rosado.

– E-Erza, e-eu não s-sabia q-que era v-você! – Tentou se justificar.

Mas para a surpresa de todos, Erza respira fundo e o abraça fazendo a cabeça dele bater na sua armadura.

– Que bom que vocês estão bem. Estava preocupada, aqui tem muitas criaturas perigosas.

– Erza, por acaso foi você que lançou aquele bicho pra cá? — Gray pergunta apontando para os dois seres desmaiados.

– Oh, então ele veio mesmo pra cá. – Disse rindo.

“ Erza, as vezes me dá medo.” Pensou o mago do gelo.

– Mas cadê a Lucy e o Happy? – Erza pergunta.

– É o que tambem queremos saber. – Diz Charles.

...

Mais ao norte dali, Lucy e Happy sobrevoavam a floresta atrás dos companheiros quando avistam enormes labaredas de fogos há poucos quilômetros de onde estavam.

– Pode ser o Natsu, Happy. Vamos pra la!

– Aye.

Tão logo a loira e o gato estavam sobrevoando as proximidades do local onde tinham avistado o fogo e ficaram felizes quando puderam ver que todos os outros estavam realmente lá. Lucy pede para o exceed aumentar a velocidade para que eles os alcançasse, contudo, Happy começa a perder suas foças e com isso suas asas somem. Os dois entram em desespero e se abraçam enquanto gritam por socorro. A queda é de mais de trinta metros do chão e quando já estavam próximos do solo Natsu salta para alcança-los antes do impacto.

– Peguei vocês.

– “NATSUU!” – Os dois vibram por terem sido salvos pelo rosado.

Porém, o impulso que o rosado deu para conseguir alcança-los mudou a trajetória da queda que antes ia na direção dos companheiros para o enorme desfiladeiro. Rapidamente Charles ativa sua magia Aera* e voa atrás deles para tentar impedir que caiam, mas infelizmente ela só alcança Happy.

“- KYAAAAAAAA... VAMOS MORRER NATSU.” – Gritou Lucy

“- LUCE, CHAMA UM DES SEUS ESPIRITOS!”

Eles estavam cada vez mais perto do chão enquanto a maga escolhia o melhor dos espíritos para aquele momento.

“ Abra-se, porta da Constelação do Carneiro. Aries! ”

E em queda livre aparece a garota de roupas de lã e jeitinho meigo.

Sumimasen.*

“- ARIES, POR FAVOR, FAÇA ALGO?” – Lucy grita desesperada. O espirito da constelação do carneiro avalia a situação num segundo e se surpreende ao perceber que não estão no mundo da sua dona. Sem tempo para pensar mais a respeito disso ela começa a criar uma enorme nuvem rosa bem abaixo deles para absolver todo o impacto da queda. Natsu com medo que não dê tempo abraça Lucy e a coloca por cima de si para que seu corpo receba todo o impacto e não o dela. A loira envergonhada com o ato do amigo somente fecha os olhos e espera o que vai acontecer, mas felizmente a nuvem rosa-fofa da Aries funciona e amortece a queda dos três.

Lucy, que caiu sobre o rosado, levanta-se com cautela apoiando suas duas mãos em cada lado do corpo dele para verificar se o companheiro não sofreu nenhum dado. Ainda sobre ele, ela o observa sorrindo aquele sorriso infantil e caloroso.

– Você está bem, Luce? – Ele pergunta. A garota sinaliza positivamente com a cabeça em resposta.

Arigato. – Responde simplesmente.

– Que bom que não se machucou! – Natsu, que ainda estava por baixo dela, fala enquanto leva uma mão aos cabelos dela para colocar uma mexa que se soltou atrás da orelha. Foi inevitável o rubor nas bochechas da garota. Passados uns segundos os dois se recompõe sentando de forma mais adequada.

– Arigatogozaimasu, Aries! – Lucy agradece. Você nos salvo.

– Tentei fazer o meu melhor. Sumimasen!! – Responde acanhada, porem de forma estranha.

Lucy percebe que algo incomodava o espirito da constelação do carneiro, mas quando ia perguntar ela é interrompida pelos gritos dos outros companheiros. Erza era carregada por Happy que graças à Wendy e sua magia de cura voltou a usar Aera e com isso as duas garotas desciam com a ajuda dos dois exceed enquanto Gray criava um tobogã de gelo em espiral e escorregava por ele. Todos conversavam em cima da nuvem rosa de Aries enquanto Natsu e Happy se divertiam pulando e isso acabou contagiando os demais a fazer o mesmo, menos Lucy, que estava ficando preocupada com semblante do seu espirito.

– Aries, aconteceu algo? – A pergunta da loira chama a atenção dos companheiros que imediatamente pararam com a brincadeira de pula-pula.

– É... é que... o que vocês fazem aqui em Ostium*?

“- OSTIUM???” Falaram todos ao mesmo tempo.

– Lucy-sama, acho que Leo é o melhor para explicar tudo a vocês. – Falou enquanto desaparecia. – Pedirei para ele vir até aqui. – E sumiu assim como sua nuvem rosa.

– Ostium? Nunca ouvi falar desse lugar! – Erza fala.

– A Aries-san parecia preocupada. – Diz Wendy.

Antes que outra pessoa pudesse falar mais alguma coisa, uma luz surge no meio deles e revela a figura de Loke.

– Aries me contou. Como vocês vierem parar aqui? – Foi direto ao ponto.

– Loke, estávamos em Verona a procura dos desaparecidos quando apareceu um nevoeiro esquisito e depois acordamos aqui. Não sabemos se Warren e Max estão aqui também, mas espero que estejam bem. Tentei me comunicar com eles assim que acordei, mas o meu dispositivo não está funcionando. – Erza fala. – Onde estamos exatamente, Loke?

O rapaz fica calado por um tempo refletindo sobre o que ouviu da ruiva e tentando encontra uma resposta para as perguntas que se fazia. ‘Como eles foram parar lá e que nevoeiro era esse?’

– Não sei como vocês vieram para aqui, mas vocês estão em Ostium. Vocês estão na porta para os mundos.

– Explica isso melho? – Pediu Gray.

Loke respira fundo e se senta ao chão.

– Aqui é e não é lugar nenhum. É mais como uma passagem para outros mundos ou outras eras. Vejamos! Assim como existe o mundo de vocês, o mundo meu mundo e Edollas há uma vastidão de outros mundos. Aqui há uma guardiã que é responsável para impedir que outros mundos interajam ou interfiram na linha da história de cada um. Ela não permite que ninguém venha para cá, mas não entendo como vocês chegaram aqui.

– Se você não entende, imagine nós! – Natsu fala aborrecido porque não estava entendendo nada. – Aqui é tudo estranho, os cheiros, as plantas e tem uns bichos que nunca vimos.

– Hahaha... é porque ela gosta de colecionar. – Loke responde aos risos.

– Como assim? – Foi a vez de Lucy perguntar.

– A Guardiã traz para cá criaturas que já foram extintas em seus mundos, mas só as que ela aprecia. Além de espécies de plantas e outras coisas. Aqui é o jardim dela.

– Loke, como fazemos para voltar para o nosso mundo? – Lucy pergunta aflita.

– Não sei. Mas acho que a vinda de vocês para cá possa está relacionada aos desaparecimentos.

– Faz sentido. – Erza pronuncia. – Talvez todos tenham sido tragos para cá.

– Preciso falar algo importante. – Agora o semblante de Loke transmite algo além de preocupação. – Se os humanos da cidade de Verona vieram para Ostium, sinto em informar que eles possam estar todos mortos. – Aquilo deixou todos chocados com a revelação. – Humanos comuns não suportam nem um minuto aqui se não possuem magia. Contudo, humanos que tem magia nos seus corpos é mais resistente, porém, quanto mais tempo passarem aqui mais fracos vão se sentir até chegar a um ponto que toda sua magia foi consumida pelo lugar e a energia vital não será o suficiente para mantê-los vivos.

– Então estamos condenados. – Gray se vê em desespero.

– Não disse isso! – Loke o repreende. – Há uma chance. Vocês terão que ir ao encontro da Guardiã, ela é a única que pode tirar vocês daqui e quem sabe vocês conseguirão ter respostas do paradeiro das magas da Sabertooth além dos dois espíritos celestiais.

– Certo, não podemos perder tempo então! Vamos logos atrás dessa tal Guardiã e resolver logo essa parada. – Natsu se levanta empolgado devolvendo um pouco de ânimo para os companheiros.

– Aye, Sir... – Happy concorda.

– Tenho mais dois alertas para dar. – Loke interrompe.

– Francamente, você não para de dá notícias ruins. – Charles reclama.

– Não é minha intenção. – Sorrir fraco. – Mas vocês tentem evitar usar magia para que ela não se esvaia rapidamente. Pelos meus cálculos vocês tem seis dias de permanência aqui, então espero que consigam antes disso.

– E qual era o outro alerta? Você disse que tinha dois! – Pergunta Happy.

– Sim. Quero alerta que aqui o tempo não passa como no seu mundo e nem como o meu! – Falou cruzando os braços enquanto todos demonstram surpresa ao ouvir aquela afirmação. – Aqui segue outra linha de tempo. Um dia aqui pode significar um minuto no seu ou uma hora, um dia, um mês, um ano ou pior uma década ou século. Tudo aqui é relativo!

Todos estavam incrédulos com aquela informação. Já não bastava terem perdidos sete ao lado dos seus amigos quando ficaram selados na ilha Tenrou? Agora eles corriam um grande risco de voltar e tudo e todos que conheceram um dia podiam não mais existir. Aquilo era um pesadelo.

– Loke, tudo é relativo a quê? – Lucy pergunta.

– À Guardiã, tudo depende dela! Vocês precisam encontrar ela o quanto antes.

– Certo, então não vamos mais perder mais tempo. Vamos logo! – Exclama Gray. – Onde podemos encontrar ela?

– Sigam a direção dos três sóis e logo encontraram a morada dela. – Aponta para leste.

– “TRÊS SÓIS???” Por isso é tão quente aqui! – Fala Happy. – Escuta, Loke, você não tem como ir a Guilda para informa a todos que estamos bem? Talvez eles estejam preocupados! – Sugeriu.

– Infelizmente não.

– Porque?

– Por que eu estou aqui e ir lá se torna impossível. – Lucy que responde e continua a falar meio triste. – Como eu, a portadora das chaves, estou presa aqui os espíritos não têm como ir por que eu sou o elo entre o mundo celestial e o nosso.

– Não fique triste, Lucy. – Erza coloca as duas mãos em seu ombro e a encara. – Tenho certeza que todos na Guilda têm fé e esperança em nós. Não se desanime, vamos conseguir resolver isso como sempre fazemos. Juntos!

Após ouvir e sentir o entusiasmo da Titania, Lucy e os outros levantam-se mais animados prontos para irem atrás do ser que pode manda-los de volta para casa. Porém, quando estão prestes a partirem, Loke se aproxima da dona de sua chave e pegando em suas mãos fala.

– Lucy, como eu disse antes tente não usar demasiadamente sua magia, mas caso eu sinta que precisa de ajuda ou está em grande risco não se esqueça de algo. Seu belo príncipe virá ao seu auxilio.

– Ele goxxxxxta dela! – Happy solta uma de suas pérolas. Natsu ouvi tudo calado, mas sentindo um desagrado grande naquelas palavras.

– C-certo! – A loira concorda meio envergonhada. – Você já pode voltar, Loke.

– Já estou indo, mas antes tenho mais uma coisa para falar.

– Cara, fala tudo de uma vez e vai logo. – A aspereza na voz do rosado faz com que todos fiquem surpresos.

– Nervosinho, Natsu? – Loke provoca depois de perceber que a mudança do humor do companheiro é por outro motivo. – Certo, certo... Mas antes vocês tem que saber... Não. Vocês DEVEM saber que a guardiã daqui se chama Venus* e é uma Deusa.

CONTINUA...

Notas finais
ESCLARECIMENTOS: Magia Aera*: Magia usada pelos exceeds para criar as asas que possibilitam voar. Sumimasen.*: bordão usado por Aries toda vez que é invocada por Lucy. Significa Desculpe-me/com licença. Ostium*: palavra em latim. Significa porta. Venus*: a palavra em latim é escrita sem o acento que vemos na escrita portuguesa, ou seja, eu não esqueci de colocar o acento na letra ‘e’. rs As três criaturas que aparecem na estória são dinossauros. 1º Velociraptor; 2º Tiranossauros Rex; 3º Tricerátopo. .... Galera, nos dois primeiro capitulos eu não usava as expressões japonesas mas dali em diante eu mudei. Só que agora eu pergunto a vocês. Eu continuo com as expressões japonesas ou não? Ex: Okaerinasai ou Okaeri: Bem vindo de volta. Ohayō: bom dia Ganbatte: Dê o seu melhor. Itadakimasu: Eu aceitarei/receberei. (Para si mesmo antes de comer ou ao aceitar algo oferecido a si.) Kawaii! "Que bonito!" Os bordões em japonês vão permanece, tipo a Aries, eu acho muito fofo ela falando "Sumimasen". COMENTEEEEEEEM.... E se preferir FAVORITEM. Mas se querem me deixar muuuuuuuuuito feliz é só RECOMENDAR "Laços que nos Uni. bjimmm...