Laços inquebráveis
Sarah e Rebeca são amigas inseparáveis, mais do que isso, são irmãs de coração, algo muito maior do que irmandade de sangue. Ambas se conhecem na faculdade de administração, e logo de cara todos percebem o quanto são unidas, mas algo acontece, Sarah descobre que tem câncer. Rebeca faz de tudo para manter sua amiga em pé, e até mesmo salvá-la, mas ela não consegue, aos vinte e cinco anos Sarah morre, deixando sua melhor amiga em pedaços.
Mas Sarah não foi embora, seu espírito se prendeu no amor que tinha por Rebeca, e quando Beca acredita que sua vida está acabada, ela vê o espírito de Sarah. Rebeca não está disposta a deixar o espírito da amiga ir, e muito menos Sarah tem vontade de abandona-la, ainda mais agora que tem a chance de realizar o sonho da amiga: conhecer o mundo.
Você vai rir, chorar, e se apaixonar com Laços inquebráveis.
Mas Sarah não foi embora, seu espírito se prendeu no amor que tinha por Rebeca, e quando Beca acredita que sua vida está acabada, ela vê o espírito de Sarah. Rebeca não está disposta a deixar o espírito da amiga ir, e muito menos Sarah tem vontade de abandona-la, ainda mais agora que tem a chance de realizar o sonho da amiga: conhecer o mundo.
Você vai rir, chorar, e se apaixonar com Laços inquebráveis.
Classificação 14+
Romance
Letícia de Pinho da Silva
Sinopse
Sarah e Rebeca são amigas inseparáveis, mais do que isso, são irmãs de coração, algo muito maior do que irmandade de sangue. Ambas se conhecem na faculdade de administração, e logo de cara todos percebem o quanto são unidas, mas algo acontece, Sarah descobre que tem câncer. Rebeca faz de tudo para manter sua amiga em pé, e até mesmo salvá-la, mas ela não consegue, aos vinte e cinco anos Sarah morre, deixando sua melhor amiga em pedaços.
Mas Sarah não foi embora, seu espírito se prendeu no amor que tinha por Rebeca, e quando Beca acredita que sua vida está acabada, ela vê o espírito de Sarah. Rebeca não está disposta a deixar o espírito da amiga ir, e muito menos Sarah tem vontade de abandona-la, ainda mais agora que tem a chance de realizar o sonho da amiga: conhecer o mundo.
Você vai rir, chorar, e se apaixonar com Laços inquebráveis.
Mas Sarah não foi embora, seu espírito se prendeu no amor que tinha por Rebeca, e quando Beca acredita que sua vida está acabada, ela vê o espírito de Sarah. Rebeca não está disposta a deixar o espírito da amiga ir, e muito menos Sarah tem vontade de abandona-la, ainda mais agora que tem a chance de realizar o sonho da amiga: conhecer o mundo.
Você vai rir, chorar, e se apaixonar com Laços inquebráveis.
Notas adicionais
Está história é baseada em fatos reais, muitas coisas relatadas aconteceram, já que a personagem Sarah é baseada na minha melhor amiga e irmã Pricila. Na história retrato seu espírito, que fica prezo ao lado de Rebeca (eu), a garota pode vê-la mas não tocá-la, e isso na vida real não aconteceu. Após sua morte, algumas coisas aconteceram que me fizeram acreditar que ela estava ali comigo, eu sentia a sua presença com muita força. As vezes dormia abraçada na bíblia que ela havia me presenteado, e quando acordava a bíblia não estava mais em meus braços, havia voltado para o seu lugar. Eu queria muito, que o que relato nesta história fosse verdade, mas quando minha própria mãe me disse que eu a estava prendendo, a deixei ir, porque se alguém merece o paraíso, é ela. Fiquem a vontade para me perguntar o que é real (que aconteceu de verdade) e o que não é, responderei com maior carinho, só peço para que tenham respeito a está obra e não façam plágio, pois quando Pricila estava viva eu brigava por ela com unha e dentes, e este livro é acima de tudo para ela, e não vou hesitar em brigar com unhas e dentes. Você está prestes a ler meu coração, então quando for pensar em plágio, saiba que você está plageando a dor de alguém.
Meus pais se separaram quando eu era muito pequena, meu pai se casou novamente, e minha mãe nunca chegou a trocar alianças de novo. Mas nenhum dos dois me deu algo que eu sempre quis, uma irmã. Uma irmã que eu pudesse amar, brigar, irritar, provocar, brincar e tudo o que tivesse direito. Aos dezoito anos tive esse sonho realizado, mas não por meus pais, por Deus.
Foi no primeiro semestre da faculdade que conheci minha irmã, e com ela sorri, chorei e fiz palhaçadas e mais palhaçadas. Seu nome era Pricila, minha irmã de coração. Mas também foi nesse primeiro semestre que experimentei a sensação de medo e tristeza por uma irmã, quando Pricila contou-me que ela estava com câncer e teria que retirar a mama. Nos primeiros dias, antes de ela me contar, eu podia ver que algo a afligia e a estava deixando triste e para baixo, e quando descobri o motivo foi como se meu coração tivesse parado. Com dezessete anos minha melhor amiga enfrentava um problema que muitos adultos não conseguiam encarar. Pessoalmente nunca a vi chorar, mas soube que durante as duas semanas de férias que marcavam um semestre ao outro, enquanto ela esteve com a família no interior, que ela chorava todos os dias. Os únicos momentos em que via algum sentimento negativo era quando ela teimava em parar a faculdade, mas fora isso, sempre vi uma garota forte e alegre, que encarava isso de frente, mas que as vezes escondia seus sentimentos verdadeiros por trás de uma mascará. Nunca vi seu sorriso falhar, e a última imagem sua, sorrindo para mim, está grava em minha memória para sempre.
Ela foi uma guerreira e o câncer não a venceu.
Meus pais se separaram quando eu era muito pequena, meu pai se casou novamente, e minha mãe nunca chegou a trocar alianças de novo. Mas nenhum dos dois me deu algo que eu sempre quis, uma irmã. Uma irmã que eu pudesse amar, brigar, irritar, provocar, brincar e tudo o que tivesse direito. Aos dezoito anos tive esse sonho realizado, mas não por meus pais, por Deus.
Foi no primeiro semestre da faculdade que conheci minha irmã, e com ela sorri, chorei e fiz palhaçadas e mais palhaçadas. Seu nome era Pricila, minha irmã de coração. Mas também foi nesse primeiro semestre que experimentei a sensação de medo e tristeza por uma irmã, quando Pricila contou-me que ela estava com câncer e teria que retirar a mama. Nos primeiros dias, antes de ela me contar, eu podia ver que algo a afligia e a estava deixando triste e para baixo, e quando descobri o motivo foi como se meu coração tivesse parado. Com dezessete anos minha melhor amiga enfrentava um problema que muitos adultos não conseguiam encarar. Pessoalmente nunca a vi chorar, mas soube que durante as duas semanas de férias que marcavam um semestre ao outro, enquanto ela esteve com a família no interior, que ela chorava todos os dias. Os únicos momentos em que via algum sentimento negativo era quando ela teimava em parar a faculdade, mas fora isso, sempre vi uma garota forte e alegre, que encarava isso de frente, mas que as vezes escondia seus sentimentos verdadeiros por trás de uma mascará. Nunca vi seu sorriso falhar, e a última imagem sua, sorrindo para mim, está grava em minha memória para sempre.
Ela foi uma guerreira e o câncer não a venceu.
Escrito por
Letícia de Pinho da Silva
Classificação 14+
Tags:
Romance
Livro em andamento
Publicado em 20 de jun. de 2016, 10:12
Atualizado em 25 de jul. de 2016, 11:55
10432 palavras
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Notas adicionais
Está história é baseada em fatos reais, muitas coisas relatadas aconteceram, já que a personagem Sarah é baseada na minha melhor amiga e irmã Pricila. Na história retrato seu espírito, que fica prezo ao lado de Rebeca (eu), a garota pode vê-la mas não tocá-la, e isso na vida real não aconteceu. Após sua morte, algumas coisas aconteceram que me fizeram acreditar que ela estava ali comigo, eu sentia a sua presença com muita força. As vezes dormia abraçada na bíblia que ela havia me presenteado, e quando acordava a bíblia não estava mais em meus braços, havia voltado para o seu lugar. Eu queria muito, que o que relato nesta história fosse verdade, mas quando minha própria mãe me disse que eu a estava prendendo, a deixei ir, porque se alguém merece o paraíso, é ela. Fiquem a vontade para me perguntar o que é real (que aconteceu de verdade) e o que não é, responderei com maior carinho, só peço para que tenham respeito a está obra e não façam plágio, pois quando Pricila estava viva eu brigava por ela com unha e dentes, e este livro é acima de tudo para ela, e não vou hesitar em brigar com unhas e dentes. Você está prestes a ler meu coração, então quando for pensar em plágio, saiba que você está plageando a dor de alguém.
Meus pais se separaram quando eu era muito pequena, meu pai se casou novamente, e minha mãe nunca chegou a trocar alianças de novo. Mas nenhum dos dois me deu algo que eu sempre quis, uma irmã. Uma irmã que eu pudesse amar, brigar, irritar, provocar, brincar e tudo o que tivesse direito. Aos dezoito anos tive esse sonho realizado, mas não por meus pais, por Deus.
Foi no primeiro semestre da faculdade que conheci minha irmã, e com ela sorri, chorei e fiz palhaçadas e mais palhaçadas. Seu nome era Pricila, minha irmã de coração. Mas também foi nesse primeiro semestre que experimentei a sensação de medo e tristeza por uma irmã, quando Pricila contou-me que ela estava com câncer e teria que retirar a mama. Nos primeiros dias, antes de ela me contar, eu podia ver que algo a afligia e a estava deixando triste e para baixo, e quando descobri o motivo foi como se meu coração tivesse parado. Com dezessete anos minha melhor amiga enfrentava um problema que muitos adultos não conseguiam encarar. Pessoalmente nunca a vi chorar, mas soube que durante as duas semanas de férias que marcavam um semestre ao outro, enquanto ela esteve com a família no interior, que ela chorava todos os dias. Os únicos momentos em que via algum sentimento negativo era quando ela teimava em parar a faculdade, mas fora isso, sempre vi uma garota forte e alegre, que encarava isso de frente, mas que as vezes escondia seus sentimentos verdadeiros por trás de uma mascará. Nunca vi seu sorriso falhar, e a última imagem sua, sorrindo para mim, está grava em minha memória para sempre.
Ela foi uma guerreira e o câncer não a venceu.
Meus pais se separaram quando eu era muito pequena, meu pai se casou novamente, e minha mãe nunca chegou a trocar alianças de novo. Mas nenhum dos dois me deu algo que eu sempre quis, uma irmã. Uma irmã que eu pudesse amar, brigar, irritar, provocar, brincar e tudo o que tivesse direito. Aos dezoito anos tive esse sonho realizado, mas não por meus pais, por Deus.
Foi no primeiro semestre da faculdade que conheci minha irmã, e com ela sorri, chorei e fiz palhaçadas e mais palhaçadas. Seu nome era Pricila, minha irmã de coração. Mas também foi nesse primeiro semestre que experimentei a sensação de medo e tristeza por uma irmã, quando Pricila contou-me que ela estava com câncer e teria que retirar a mama. Nos primeiros dias, antes de ela me contar, eu podia ver que algo a afligia e a estava deixando triste e para baixo, e quando descobri o motivo foi como se meu coração tivesse parado. Com dezessete anos minha melhor amiga enfrentava um problema que muitos adultos não conseguiam encarar. Pessoalmente nunca a vi chorar, mas soube que durante as duas semanas de férias que marcavam um semestre ao outro, enquanto ela esteve com a família no interior, que ela chorava todos os dias. Os únicos momentos em que via algum sentimento negativo era quando ela teimava em parar a faculdade, mas fora isso, sempre vi uma garota forte e alegre, que encarava isso de frente, mas que as vezes escondia seus sentimentos verdadeiros por trás de uma mascará. Nunca vi seu sorriso falhar, e a última imagem sua, sorrindo para mim, está grava em minha memória para sempre.
Ela foi uma guerreira e o câncer não a venceu.
Autor
Letícia de Pinho da Silva
Classificação 14+
Tags:
Romance
Livro em andamento
Publicado em 20 de jun. de 2016, 10:12
Atualizado em 25 de jul. de 2016, 11:55
10432 palavras