Laços Eternos
12 Capítulo 12
Renata Foi realmente assustador ver a cara das lideres de torcida no treino hoje. Estava apavorada com a situação. Não era como Matt, não estava acostumada a lhe dar com a atenção de toda a escola. Além disso fiquei bem incomodada com aquela atadura em meu pulso. Voltamos para casa e Matt almoçaria conosco. Estávamos eu, ele, Vick, Jen e Savanah no meu quarto. Jen e Savanah sentavam cada uma em uma das poltronas confortáveis que haviam ali. Vick estava sentada no tapete e recostada a parede. Matt estava sentado na cama e recostado a cabeceira e eu com a cabeça deitada em seu abdômen. — Vocês dois vão ficar de namorico mesmo? — Savanah perguntou certamente achando graça da situação.
— Vamos sim. — Matt falou. — É daqui pra pior. — Vick disse. — Não sabe o que passei ontem! — Isso tudo é falta do Eric? — Perguntei a ela. — Eric? Quem é esse tal de Eric ? — Matt perguntou. — Meu namorado e você não tem nada a ver com isso! — Vick foi logo cortando o garoto ele revirou os olhos. — Não sei vocês mais cansei de segurar vela. — Er nós também. — Savanah respondeu por ela e Jen. As três levantaram e caminharam ate a porta. Jen e Savanah já haviam saído quando Vick parou de frente a porta. — Por que em vez de ficar de agarração com ela, você não faz algo que preste e da um jeito nesse curativo dela? — Ela disse a ultima palavra e bateu a porta. — Irmãs! — Ele disse revirando os olhos outra vez. — Onde ta a maleta ? — Ali. — Apontei a mesinha enquanto me levantava para ficar sentada. Matt se levantou e buscou a maleta. Sentou-se na cama ao meu lado e foi tirando a atadura. — Vai voltar ao QG hoje? — perguntei enquanto ele desenrolava a faixa. — Ah sim. Vou ter de fazer parte dos vampiros. Argh . — ele respondeu a desenrolar a ultima volta que a faixa dava em meu braço. — Droga! — ele falou ao ver o ferimento. — Que foi? — Olhei para meu pulso e percebi o porque ele estava com a expressão tensa. — Droga! Droga! O que é isso? Matt pegou o soro dentro da maleta e limpou o ferimento. — Alguém te cortou com a relíquia. — Ele falou . — E? — E que agora sua transformação começou. — Transformação? Ãn? Achei que só os mestres transformavam. — Isso quando a relíquia tem um mestre, caso contrario ela transforma todos que forem cortados ate encontrar um novo mestre. Minha mente foi tomada por rejeição. — Eu queria ser uma alada não uma vampira! — Berrei. — Ei Shhhh. Vai ficar tudo bem. — Eu posso parar a transformação? Matt abaixou os olhos e em seguida levantou-os olhando para os meus. — Matt? — Supliquei. -Se não completa-lá você morre. — Ein? — o pânico me invadiu. — E como completo? — Sangue humano. — Não! Para de graça. — Não to com graça. Vick entrou no quarto e viu que Matt segurava meu pulso. — Por que ainda não terminou isso? — Ela disse apontando pro curativo. — Ahn...- Matt começou ao ver Vick se aproximar. — Aiin, não to vendo isso! Re que tatuagem é essa? — Vick perguntou. Permaneci calada não sabia o que dizer. — Você é louca ou o que? Assim como a marca de Matt a minha vinha do pulso a parte de trás do polegar. O corte já estava fechado e só sobrara uma linha de um vermelho claro. — Eu só achei que ficaria legal. — Respondi. — Não é por que Matt tem uma tatuagem parecida que você precisa ter uma. Vocês são namorados, não parecidos. — Vick brigou. — Ta. — Respondi sem saber o que dizer. Vick revirou os olhos e saiu do quarto . Diferente da marca de Matt, a minha era uma guerreira e ao invés de asas, esta tinha presas e garras. O garoto pegou meu braço e o enfaixou. — Me desculpe. Não devia ter lhe levado. — o garoto parecia se sentir culpado. — Não foi culpa sua. Eu que insisti. — Não teria acontecido se não tivesse concordado. — E agora? — A escolha é sua. Quer continuar com isso? — Quero viver! Mais não quero matar ninguém. — Não vai. — E quanto ao que ele disse ontem, sobre você precisar de uma humana? — Só queriam fazer da forma tradicional, mais o sangue pode ser colhido antes. — Bolsas de sangue? — É... — E o que ele quis dizer com controle anormal sobre as relíquias ou algo do tipo? — Ahn , nem eu sei direito, sei que sinto todas elas. Acham que posso controlar mais que uma. — E pode? — Creio que sim. — Eu to com medo. — Não precisa estar. To contigo nessa. Sorri e afundei o rosto em seu peito.
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