Notas iniciais
— Boa noite ♦ — O capítulo de hoje é uma continuação direta do anterior ao flashback. — A palavra de hoje é: Trancelim, que, de acordo com o google, significa: "1. galão ou trança estreita de fios de seda, ouro, prata etc., com que se guarnecem trabalhos de costura e bordados; trancinha. 2. cordão fino de ouro." Eu optei por usá-la num sentido figurado.

Ryan, recém-formado. Nunca tratou esquizofrenia.

— Algumas vezes. — Admitiu. — Geralmente quando tenho de tomar decisões difíceis. — Assumiu o mesmo tom de descaso utilizado normalmente por Layla.

— Não... Não isso. Em coisas do cotidiano. Por exemplo, quando vejo alguém atraente. E as vozes discutem se ele é ou não atraente. Ele claramente é atraente para mim, mas as vozes dizem ora sim ora não.

— Pode me dar exemplos? — Inclinou-se na direção de seu computador.

— Conheci um rapaz... — Ela começou.

Ryan nunca amou alguém. Mas tinha idade e formação para saber que o o brilhante trancelim de emoções não se aplicava a Layla.

Notas finais
— Muito obrigada, de verdade, por chegar até aqui! — Preferi usar o termo de hoje de modo figurado, porque acredito que o sentimento 'amor' é bonito, confuso, embora nítido, e se basta. E, vendo imagens desse modelo de colarzinho, achei digno. Especialmente sem pingentes. Como achei isso bastante cabível. — Nos vemos em breve! ♦