Notas iniciais
* Aishiteru = Eu te amo
Demorei povo? podia botar notas enormes com desculpas, mas tô atrasada o// espero que gostem

Lawliet — Isso é... — Ele observava a garota com um cachorro nos braços olhando-o de forma fofa e inocente.- Aqui não.

Jakujo — Um cachorro tão fofinho assim! O Watari me deixou ficar com ele... Porquê não pode entrar na sua sala?

Lawliet — Hã... Não.

Jakujo — Porquê?

Lawliet — Eu não sei conviver com animais.

Jakujo — Vai dizer que nunca teve um bichinho de estimação?

Lawliet — Hum... Nasci em 1979... Viajei de orfanato em orfanato até 1987... conheci você em 1989... — L dizia isso mordiscando a ponta de um

pirulito feito de puro açúcar. — Watari nos trouxe pra este orfanato especial em 1990... Creio que nunca convivi com um... animal.

Jakujo — Pois agora vai conviver. O Nome dele... é R.

Lawliet — R? Que piada infame... R é a pronúncia em japonês.. de L.

Jakujo — Exatamente! Ele é tão inteligente pra um cachorro que pensei nesse nome perfeito!

Lawliet — Se é inteligente.. deveria ser Jakujo.

Jakujo — Ora, não subestime sua própria inteligência. Além do mais é um menino. Olha, Watari já vai trazer sua refeição de doces. Eu vou lá você

sabe onde. Você vem?

Lawliet — Não. Estou ocupado com um caso de sequestro. Está difícil pra mim. Pode durar cerca de 15 minutos para solucioná-lo. Pode trazer pra

mim... O de sempre.

Jakujo — Você... pode esconder se ele perguntar onde eu fui?

Lawliet — Sim.

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A pequena garota de 15 anos escondia de seu "Pai" um pequeno segredo. Ela gostava muito de doces e culinária, disso todos sabiam. Mas para

conseguir seu próprio dinheiro, porquê ela achava horrível aproveitar que o dono de seu orfanato especial fosse o pagante de todas as suas estranhas

vontades, ela resolveu ir trabalhar num café como garçonete. Lawliet não pensava o mesmo. Ele não tinha tempo pra pensar nisto. desde que entrou

no orfanato, o garoto só resolvia casos e casos no seu computador, mesmo com a tecnologia tão precária para o tempo.

–--

Jakujo — Embala mais duas fatias de super-bomba-de-açúcar hoje!

Aiko — Hum... mais uma pra o misterioso-menino-que-senta-de-um-jeito-muito-estranho-e-que-exagera-no-açúcar-que-nem-você?

Jakujo — É...

Aiko — Vocês se amam né? Huhuhuhuhuh....

Jakujo — Pare com isso, Aiko. Ele é... como um irmão pra mim. Você sabe disso. — Ela tentava convencer a si mesma. Ela não o tinha como irmão de

criação como costumavam dizer há muito tempo. Mas ela não sabia que ele também não a sentia como irmã muito tempo antes dela sentir o mesmo.

– — — — — — >>>

Watari — L. Para esta noite lhe trouxe um de seus preferidos. Torta de morango japonês com menta e castanha brasileiros.

Lawliet — Eu não estou com fome.

Watari — Prefere o super-bomba-de-açúcar de sua Jakujo?

Lawliet — Como você... coloca escutas nela?

Watari — Desculpe-me. Foi necessário. Ela saia todo dia no mesmo horário...

Lawliet — Entendo.

Watari — Sabia que você fala quando dorme? É, ausência de sono causa isso.

Lawliet — Das únicas vezes que eu durmo.. Epa! O que eu falo dormindo, hein?

Watari — Você sabe o que sonha. Não preciso dizer. Ainda bem que a Jakujo vem dormindo frequentemente. Se você gosta dela...

Lawliet — Acha que eu devia contar?

Watari — Você que sabe. Pense.

(...)

Watari — Vou dar sua torta para o cachorro.

Lawliet — ...

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Jakujo — Cheguei, Lawli-kun!! Touxe seu pedaço de bolo!! R se comportou bem?

Lawliet — Ficou com a minha torta, mas sim. Se comportou.

Jakujo — Roubando a torta que ele não quis é? Seu mini-viciado! Quer doce? Eu trouxe um biscoitinho de cachorro pra você. Sei que é salgado,

mas... Ai, ai, para de me lamber! Socorro L ele vai me matar!!!Hahahahaha! — Ele não ouvia as palavras da garota. Olhava pra ela com um sorriso

estranho, já que era raro ele sorrir. O cachorro soltou-se dela comendo o biscoito no chão. Jakujo só agora notou que L olhava para ela como ela

olhava para ele. Seus olhares se cruzaram perguntando a si mesmos o que eles deviam fazer. Alguns segundos depois os dois se deram conta de que

estavam olhando um para o outro. A garota usou o olhar do outro como desculpa.

Jakujo — Porquê... está olhando pra mim, Lawli?

Lawliet — Eh.. hã... bom, é... nada. Obrigada pelo bolo. Pode vir mais tarde aqui? Tenho uma coisa pra lhe mostrar.

Jakujo — Hã.. tudo bem. Vou hã... colocar água para o R.

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(...)

L observava pela sua "modesta" varanda na mansão o céu. *Bonito* ele pensava. *Mas não tão bonito quanto... Jakujo.*

Jakujo — Oi...

Lawliet — O céu está lindo, não?

Jakujo — Sim... — Ela sentou-se no parapeito sa varanda e colocou as pernas para o lado de fora. Depois, L fez o mesmo.

Lawliet — Parece estar dando certo...

Jakujo — Hã?

Lawliet — O meu pedido pra a estrela quando éramos crianças... mas... deixa pra lá, não devia ter falado essa estupidez. Estrelas cadentes são só

pedaços de pedra flutuando no céu...

Jakujo — Eu acredito nelas. Meu pedido está acontecendo.

Lawliet — O que você pediu?

Jakujo — Não posso falar. Ou meu pedido não se realiza.

Lawliet — Tudo bem...

(...)

Os dois olhavam pra o nada, esperando que este vazio acabasse. Esperando poder contar seus sentimentos, mas com medo de estragar sua amizade

caso fossem rejeitados.

Lawliet — Lembra disso? — Ele tirou do bolso um caderno branco.

Jakujo — Nossa, você ainda tem isso? Com tantos cadernos pensei que não ia ter mais... — Ela tirou do bolso um caderno preto — Também ainda tenho

o meu.

Lawliet — Não importa quantos cadernos eu tenha... nunca vou largar este aqui. Não importa o que aconteça.

Jakujo — Nem eu...

(...)

Jakujo — Lawli...

Lawliet — Sim?

Jakujo — Você é a pessoa mais importante do mundo pra mim. Obrigada... por existir.

Lawliet — Hã...

Jakujo — O quê?

Lawliet — Eu te amo.

(CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO)

Notas finais
Reviews pra essa escritora desgraçada? xD (sim, parar na parte mais tchans da história é classico) So continuo com reviews o/