Last Kiss - O Último Beijo
7 Capítulo 7 - Uma Canção
Notas iniciais
Sei que muita gente deve está curtindo a folia, mas como eu disse que postaria hoje, vim postar.
Notas finais importantes, não deixe de ler.
Esse capítulo tem música:
Deixem carregando e vou avisar o melhor momento para ouvir, a não ser que sejam igual a mim e ouçam durante toda a leitura.
http://www.youtube.com/watch?v=pFbDTvCvO9c
– Jake isso aqui ficou maravilhoso. – disse quando sai do carro, maravilhada com a casa, erguida a minha frente.
A casa era toda feita em madeira uma escada de quatro degraus levada até a varanda de entrada, bem ampla e ia até o fundo da casa, também tinha um segundo andar com janelas amplas e que dava total visão para o lago. O interior era tão lindo quanto, a decoração era simples e tudo minimalistamente arrumado. Era como uma daquelas casas que você visita antes de serem construídas era visível que eram raras as vezes que alguém estava ali.
– Realmente estou impressionada. – disse para ela babando mais um pouco o local. – Por que não muda pra cá? – perguntei virando-me para ele.
– Não seria muito legal morar aqui sozinho, não acha? – ele perguntou sentando no sofá.
– Isso é mais. Você criou um pequeno paraíso aqui. – falei olhando a vista que se tinha do lago da janela da sala. – E esse terreno deve ter custado uma pequena fortuna. – disse elevando as sobrancelhas.
– Um pouco, mas seu pai fez um preço camarada.
– Meu pai? O que ele tem haver com isso? – questionei.
– Quando eu decidi construir a casa eu tive que procurar o dono da terra, não ia correr o risco de construir e depois aparecer um reclamando a posse dela. E qual não foi minha supressa quando descobrir que o dono era seu pai. – ele explicou.
– Nossa! Ele nunca comentou isso. – disse sentando numa poltrona de frente para ele.
– Ele mal lembrava dela.
– Típicos do Edward Cullen. – disse revirando os olhos.
Ficamos até o anoitecer lá conversando, Jake fez questão de preparar um macarrão com queijo para jantarmos. Bebemos vinho como acompanhamento.
– Você sempre foi mais ciumento que eu Jacob. – falei.
– Eu? – ele perguntou apontando pra si.
– É sim. Lembra daquela vez que seu primo, o Quill veio nos visitar. Você só faltou matar ele quando acho que nós tínhamos ficado depois daquela nossa briga.
–Sim, mas lembra por que brigamos? Você ficou morrendo de ciúmes da Jessica Stanley.
– E com razão, ela deixou uma calcinha no seu armário e até hoje não sei o que você fez com ela. – falei franzindo o centro.
– Emoldurei e está lá no meu quarto até hoje. – fiz um careta para ele.
– Brincadeira. – ele riu. – Joguei na primeira lixeira que vi.
– Uau! Já são quase dez horas. – disse olhando o relógio da sala.
– Nem vimos o tempo passar. – ele disse recolhendo os pratos que tínhamos deixado na mesinha da sala.
Eu o ajudei com a louça. E depois que deixamos tudo arrumado fomos embora.
– Foi muito bom passar quase o dia todo com você, Nessie. – ele falou quando para o carro em frente a minha casa.
– Também gostei muito Jake. – nós nos abraçamos meio sem jeito. O abraço dele ainda era gosto e confortável como eu me lembrava e pareceu um eternidade aquele ato entre nós, e não estou me queixando.
Entrei em casa com um sorriso bobo no rosto e minha mente estava tão fora do ar que nem percebi a presença de meus pais na sala.
– Boa noite, filha. – disse meu pai e me sobre saltei com o susto.
– Ai pai que me matar do coração. – falei com a mão sobre o peito.
– Desculpa, filhinha. Mas você estava ai no mundo da lua. – ele falou sorrindo.
– Isso tudo é por causa do Jake é? – perguntou minha mãe.
– Em parte sim. – disse indo me juntar a eles na sala. – Vocês já viram como está a casa no lago? – perguntei.
– Sim! Jacob fez realmente um ótimo trabalho. – falou meu pai.
– E mais uma vez sou a última a ficar sabendo, não é? – eu disse. – Mas realmente foi um ótimo trabalho, fique encantada com aquele lugar.
– O que é isso? – meu pai perguntou me olhando, — São coraçõezinhos voando em torno de você?
– Pai! Até você?
– O quê? Não disse nada de mais. – ele disse erguendo as mãos.
– Ed deixa a menina. A Nessie já é grandinha e sabe muito bem o que faz da vida.
– Mas eu não disse nada. – papai falou. – Mulheres sempre precipitadas. – ele disse com um aborrecimento fingido.
– A Nessie faz as apostas dela e eu tenho que paga o pato junto.
– Não reclama Alec que também estou nessa. E vai ser divertido. – meus irmão discutiam quando entrei na cozinha aquela manhã.
Os dias tinham voado e finalmente tinha chegado o dia de saber quem levaria aquela aposta.
– Se depender do azar que eu trago para essa cidade, não se preocupe estamos salvos de para esse mico. – falei.
– Que azar? E ia ser o máximo relembrar os velhos tempos. – Bree era a mais empolgada e com certeza estava torcendo para que eu perdesse a aposta.
– Espero que o Jake perca Nessie. Porque se não você vai me dever essa pelo resto de sua vida.
– Ei irmão não ficam devendo nada um para o outro. – falei o abraçando por traz.
– Ah tá. Veremos. – ele riu.
– A gente podia usar roupas combinando o que acham? – perguntou Bree.
– Não vem com essa não. – reclamou Alec.
– Bree isso era legal quando tínhamos o pior senso de moda do Texas. – falei.
– Isso é fofo, mas já que vocês dispensam essa, vou deixar passar. Agora preciso ir vou ter que substituir um professor hoje. – ela disse se despedindo e todos e saindo.
Jacob encheu meu celular de torpedos que eram, de forma bem irônica, respondidos.
Fiquei repassando a letra da música e nas últimas horas me deu vontade de mudar. Se eu realmente perdesse aquela aposta não estaria preparada para aquela letra.
– Sério? Você está com medo Renesmee? – perguntei para mim mesma.
– Sim sua covarde você está. – respondi.
Eu não ia dá para traz a essa altura do campeonato. É só uma música. Uma inofensiva música. E se eu mudasse a música de última hora significaria que eu estaria sozinha nessa.
Respirei fundo e comecei a me aprontar. Era agora ou nunca.
O parque de exposições estava cheio, eram famílias completas de um lado para o outro.
– Tá olhando o que? – perguntou Bree.
– Um lugar onde eu possa me enfiar e ficar lá até amanhã. – Bree riu escandalosamente.
– Relaxa, mana. Com toda essa negatividade que você está pondo no Jake é mais capaz dele levar uma chifrada do boi que ganhar.
– Vira essa boca pra lá, Bree. Deus me livre acontecer uma coisa dessa. Também não é para tanto. Só ele perdendo já fico muito feliz. – falei. – Vou pega alguma coisa para eu bebe.
– Mas já vai começar. – ela disse.
– Não vou assisti. Prefiro receber o baque de vez.
– Nessie. – Bree repreendeu-me. – Vamos lá!
– Ainda tem a barraca de pescaria. Acho que vou para lá. – disse olhando em volta.
– Você quem sabe. Te ligo assim que terminar.
– Ok.
Essas seriam as horas mais longas de minha vida, nem sei por que eu estou fazendo tanto drama em torno disso. Era só ir fazer o que tinha que fazer e pronto, mas não, eu tinha que está com essa agonia, com esse frio na barriga, com essa vergonha doentia.
O tempo se arrastou como nunca e aproveitei esse tampo para comer um gorduroso cachorro-quente, que rezei para não me da uma indigestão, acompanhado de um gigante como de refrigerante bem gelado. Por volta das oito horas meu celular tocou, era Bree.
– Onde você está? Pareço uma louca te procurando. – ela falou assim que atende.
– Estou na barraca de cachorro-quente. – informei. – Então Bree? O Jake...
– Pode ficar feliz. Ele perdeu. – ela falou com uma pontada de decepção na voz.
– Sério? – era bom de mais pra ser verdade, mas a pontada de tristeza na voz de Bree me fez ver que era verdade.
– Será que podemos ir a algum lugar estou faminta. Estou na entrada do parque.
– Certo, já estou indo.
Cinco minutos depois encontrei Bree, assim que ela me viu está deu um sorriso muito grande o que me deixou desconfiada.
– Realmente você está tão feliz em me ver? – perguntei quando me aproximei.
– Claro. E é melhor irmos tomar algo bem forte. – ela sugeriu.
– Você não disse que estava com fome?
– É, mas acho que uma bebida também ajuda. E precisamos encontrar com o Alec.
– Para quê? – perguntei.
– Você realmente acreditou no que eu disse?
– No que? Que precisamos de uma bebida? – perguntei em dúvida.
– Não sua besta do Jake?
– O quê? Você mentiu pra mim, Bree? – ela começou a rir alto.
– Você... acreditou.... no que eu disse? – ela disse entre risos
– Bree!- a repreendi. – Eu já estava aqui completamente relaxada de minhas obrigações e você brinca desse jeito.
– Sua cara foi ótima. Achou mesmo que o Jake ia perder essa oportunidade?
– Que raiva, maldita hora em que fui fazer essa aposta idiota. – me martirizei.
– Vamos lá! Daqui a pouco vão está todos no King´s para nossa grande noite. – ela disse me puxando para fora do parque.
– Ora, ora, ora. Finalmente te encontrei. – Jacob apareceu vindo não sei onde quando eu e Bree nós aproximávamos do King´s. – Preparada?
– Infelizmente sim. – disse fazendo uma careta. – E parabéns por ter ganho o rodeio e consequentemente a aposta. – falei me aproximando dele.
– Eu vou entrando. Espero vocês lá dentro. – falou Bree.
– Você nem foi me vê. – ele disse.
– Não queria ter que espera aqueles segundos eternos é uma tortura. – falei cruzando os braços.
– Talvez isso tenha me dado sorte, mesmo assim senti sua falta lá.
– Humm...
– Vai dá pra traz agora?
– Eu nunca deixo de paga uma aposta, Black. – ele riu.
– Certo então. Vamos entrar logo porque não vejo a hora de ti ouvir. – ele puxou-me pelo braço e fomos para o King’s.
– Filha. Onde você estava. – minha mãe apareceu assim que eu e o Jake entramos no bar.
– Fiquei circulando por ai.
– E que história é essa que você vai cantar hoje. O Alec está furioso por que vai ter que te ajudar ou algo assim. – ela disse confusa.
– Alec tem que agradecer é ao Jake. – falei dando uma cotovelada nele.
– Ai!! Parte disso é culpa sua também. – ele falou massageando o local da cotovelada.
Mamãe sorriu para nós. – Vocês dois são uma figura.
– Nessie vamos. – Bree me chamou de perto do palco.
– Deixa eu ir acabar logo com isso. – falei expirando com força.
Quando cheguei perto do mini palco Bree me entregou meu violão, que Alec tinha levado em seu carro.
– Preparada? – ela perguntou.
– Não.
– Está me devendo um Nessie. – Alec disse já tomando sua posição sendo seguido por Bree.
– Vamos lá Nessie. – ela murmurou.
Respirei fundo e fui.
O local não estava muito cheio a maioria era gente que eu conhecia. Jacob estava mais ao fundo sentado em uma mesa com meus pais e os seus.
– Boa noite. Acho que todos aqui me conhecem sou Nessie Cullen. E.... estou aqui pra meio que paga uma aposta. Tem muito tempo que não faço isso então desconsidere se eu não for tão boa quando me acho. Quero agradecer a meus irmãos Bree e Alec Cullen por terem aceitado está aqui comigo. Mesmo um deles querendo me matar por isso. – Alec levantou a mão arrancando gargalhada de todos. – Essa música que vou cantar é uma composição minha e a algum tempo estava inacabada em uma gaveta. Espero que gostem.
Quando os primeiros acordes começaram Leah entrou no local, esquadrinhando tudo até ver Jacob e indo até ele. Ela falou alguma coisa com ele, mas Jacob não deu importância. Ela olhou de cara feia para mim e saiu de lá.
*Flashback* * Música ON*
Universidade da Califórnia. Eu tinha sido aceita em UCLA. Quando abri aquela carta nem acreditei no que estava lendo.
A minha passagem de saída de Hale tinha chegado e dizer que estava feliz era muito pouco diante de toda a emoção que eu sentia naquele momento.
– O que foi filha? – mamãe perguntou quando me encontrou na sala com cara de besta com uma folha de papel na mão.
– Eu fui aceita. – falei sorrindo para ela. – UCLA, mãe eu vou pra UCLA.
– Sério? – ela se aproximou e pegou a carta em minhas mãos e leu rapidamente. – Parabéns, filha. – ela me puxou para um abraço. – Isso era o que você mais queria depois de Harvard.
– Mas está perfeito. UCLA também é maravilhoso. – falei com um grande sorriso no rosto.
– Seu pai não vai gostar nada disso. – ela disse dando um longo suspiro. – Mas ele não pode fazer nada, não é? – sorriu em seguida.
– O que as duas estão confabulando ai? – meu pai entrou na sala vindo em nossa direção.
– Adivinha quem vai para Universidade da California ? – mamãe perguntou a ele.
– Universidade da Califórnia ? Mas isso não é na Califórnia?
– Isso mesmo. – respondi.
– Você foi aceita? – ele questionou.
– Sim, sim, sim. Acabou de chegar à carta de admissão.
– Uau! Meu bebê vai para tão longe. Ainda estou pensando se deixo. – ele disse.
– Pai, já conversamos sobre isso.
– Ahh tá bom. Não vou mais falar nada. Parabéns minha linda. – ele me puxou para um abraço.
Meu dia estava perfeito e eu estava tão ansiosa que quase começava a separa o que ia levar naquele dia mesmo. Quando entrei em meu quarto a primeira coisa com que me deparei foi uma fotografia minha e de Jacob. Minha felicidade era tanta que tinha esquecido que faltava eu dá a noticia para, com certeza, a pessoa que menos gostaria dela.
Peguei meu celular para ligar para ele, hesitei algumas vezes antes de aperta o botãozinho verde para iniciar a chamada. Ele atendeu no terceiro toque.
– Oi meu amor. Estava pensando em você. – ele falou.
– Sério? Acho que temos algum tipo de conexão telepática. – falei.
– É com certeza temos. Então o que me diz? – ele perguntou.
– Será que dá para a gente se vê?
– Claro quando foi que não deu. Estou em casa ou você prefere que eu vá ai? –
– Não, eu vou. – disse sorrindo.
– Ok! Vem logo. – ele pediu.
Dei uma enrolada para finalmente sair de casa. Quando parei o carro na frente da casa de Jacob demorei a descer, ainda estava pensando de que forma iria contar a ele sobre UCLA. Depois de respirar fundo desci.
– Achei que não ia sair desse carro nunca. – ele falou de uma janela do segundo andar. – Sobe ai!
Jacob me esperava na porta de seu quarto e assim que me aproximei dele, me puxou para um beijo. Sem separar nossas bocas ele me puxou para dentro do cômodo fechando a porta e me constando nela. As mãos dele iam da minha cintura a bunda onde ele me aperta mais contra seu corpo mostrando o quanto estava me desejando.
– Jake. – chamei quando ele parou de me beijar e se concentrou em meu pescoço. – Jake. – chamei mais uma vez.
– O que foi? – ele parou e me olhou nos olhos.
– Precisamos conversar. – falei. Eu estava séria e isso deve ter o feito ver que a coisa era séria.
– Tudo bem. – ele disse se afastando e sentando na ponta da cama. – Então...
– Eu.... Eu recebi uma carta hoje. – falei sem sair de onde eu estava.
– Uma carta de admissão? — ele indagou com certa animação.
– Sim.
– Também recebi. – ele disse sorrindo para mim e levantou para pegar alguma coisa na gaveta da cômoda.
– Universidade do Texas. Lá vamos nós! – ele tirou da gaveta um envelope com o brasão da universidade texana. Eu estava feliz por ele, mas não conseguia esboçar um sorriso se quer.
– O que foi? – ele perguntou confuso.
– Não foi de lá. Fui aceita em Universidade da Califórnia. – Jacob franziu a testa me encarando.
– Talvez chegue amanhã a sua. – ele falou se aproximando de mim. – Vamos esperar e ver o que acontece. – a esperança dele era sem fundamentos.
Nunca tinha mandado um pedido para a Universidade do Texas, Jacob achava que tinha mandado. Mas continuar no Texas não era uma das minhas opções favoritas e por mais que eu quisesse ter mandado o pedido para a UT, no último dia de envio eu acabei me esquecendo, mas não tinha contado para ele.
– E se não chegar? – questionei.
– Como e se não chegar. Você é uma aluna ótima, tem ótimas notas faz parte do grêmio, comitê de organização do baile além de todos aqueles cursos extracurriculares. É claro que vai ser aceita, só deve ter tido algum problema e não entregaram hoje.
– Jake... Mas também existe essa possibilidade. – tentei argumentar.
Jacob ficou me encarando e uma luz se acendeu em seus olhos. Ele riu fraco. – Você não mandou não foi? Não mandou o pedido? – engoli em seco.
– Eu...
– Sério Nessie? Que porra! Tínhamos acertado que íamos tentar juntos a UT e você não mandou? – a raiva era evidente em sua voz.
– Eu esqueci, perdi o prazo. – falei já com os olhos pinicando com as lágrimas que se formavam.
– Perdeu o prazo? Logo você a Senhorita Organizada?
– Acontece. Era aniversario da Bree e estava toda aquela confusão com os preparativos da festa que eu acabei esquecendo. – uma lágrima solitária rolou pelo meu rosto.
– Você está mais decidida a sair do Texas do que eu imaginava. – ele disse passando as mãos pelos cabelos.
– Jake. Não fica com raiva. – tentei me aproximar dele, mas ele se afastou de meu toque.
– Parabéns. – ele falou batendo palmas de forma irônica. – UCLA, isso é quase a Harvard da costa oeste. Realmente parabéns. Consegui o que queria, vai embora de Hale. Vai conhecer outros lugares, pessoas. Sabia que era determinada, mas essa foi a melhor forma de deixar isso, bem claro para mim. – Jacob falava de forma debochada.
– Como vão ser as coisas? – perguntei com a voz embragada.
– Que coisas? Nós? – ele disse apontado de mim para ele. – Acho que um relacionamento a distância não vai dá muito certo.
– Por que não? Podemos tentar, não seriamos os primeiros nem os últimos. – falei com a voz suplicante. — E no próximo ano você pode fazer uma transferência, ir pra lá.
– E por que você não pode vir para cá? – não sabia o que responder e meu silêncio foi interpretado por ele. – Ok, já entendi. Espero que tenha uma boa vida, Nessie. – ele falou dando-me as costas.
– Jake. – chamei num fio de voz. – Tudo não pode acabar assim.
– Mas você escolheu que fosse assim. – ele disse sem me encarar.
Seu silêncio foi a deixa pra eu perceber que minha presença ali não era mais bem vida.
Nas semanas seguintes não vi o Jacob ele não atendeu minhas ligações, não respondia meus e-mails e sms. Em quanto arrumava minhas malas, tinha um misto de emoções. Felicidade por está indo para uma universidade que sempre quis e tristeza por está indo embora sem nenhuma palavra dele.
Minha última tentativa de contato com ele foi quando já estava pondo as malas no porta malas do carro de meu pai. A ligação caiu na caixa postal.
– Jake, sou eu! Me liga, não quero ir embora sem falar com você. – dei um longo suspiro. – Desculpa, eu sei que eu fui egoísta eu... Não quero ir sem me despedir de você. Você sabe que é muito importante para mim, tudo o que a gente viveu. As coisas não podem acabar simplesmente assim. Eu te amo. Me perdoa.
Ele não retornou, não deu nenhum sinal de que tinha visto a minha mensagem. Doze horas depois eu entrava em um avião, sem um último adeus.
Notas finais
Galera semana que vem provavelmente tem capítulo. Mas esse ano minha vida vai dá uma embolada.
1º Estou no 2º semestre da facul e sinto que ele vai ser cheio de conflitos. Odeio isso.
2º Finalmente vou começar a trabalhar e meu horário é horrível, sair do trabalho passar em casa rápido e ir pra facul, só vou poder escrever dias de terça a noite já que não tenho aula e fim de semana e ainda tenho um blog pra dá atenção.
Não vou abandonar as fics gosto muito de fazer isso, mas são ossos do oficio e pra completar já estou escrevendo outra fic, nem gosto de ficar cheia de coisas pra fazer. rsrsrs
Vamos vê como será o meu novo ritmo, vou fazer um cronograma quando estiver no meu horário normal de trabalho pra dá tempo de tudo.
Espero que compreendam e não me abandonem.
Bjs e me deixem felizes pra o cap. oito que está... *suspiros* sair.
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