Laranja Azeda
49 Capítulo 49 –Revelações Chocantes
Notas iniciais
Ilha do Escorpião, um lugar paradisíaco que já foi palco de diversas insanidades, e que ainda serviria de plano de fundo para muitas outras. Seu povo idolatra o sexo sem nenhum tipo de preconceito, mas ainda sim, aquele dois estavam relutantes em admitir o que sentiam um pelo outro. Irmãos que se amam? O que suas mães diriam a respeito disso? É um fato que gêmeos são mais ligados, no entanto não é muito normal fazerem troca-troca.
Nicolas e Lau estavam sentados na praia em silêncio, já fazia uma semana desde a morte da Estrela, os dois a amavam, mas todos sabiam que o amor que sentiam um pelo outro era ainda maior. Durante os dias que se seguiram eles viveram cada um seu luto, mas já era chegada a hora de conversar sobre seu estranho sentimento. Na batalha contra a serpente os dois deram um abraço carinhoso e trocaram olhares repletos de amor que ia muito além do fraternal.
–Uma hora vamos ter que falar sobre isso –Começou Nicolas, o mais gentil dos gêmeos.
–Falar sobre como a Estrela morreu para nos salvar? –Lau tentou mudar de assunto, antes mesmo que ele fosse introduzido ao diálogo.
–Sabe muito bem que não é isso! Me refiro ao como vamos viver daqui pra frente! Lau eu... Não sei... Eu... Aaarr! –Nicolas abaixou a cabeça entre os joelhos.
–O que nossas mães diriam? –Disse Lau sentindo uma dor no peito.
–Elas não estão aqui agora –Nicolas levanta a cabeça se virando pro irmão.
–Nicolas...
–Eu tinha ciúmes de você e da Estrela, mas não sabia ao certo dizer de quem era.
–E agora você sabe?
–Acho que sei.
Eles ficaram se olhando em silêncio. Nicolas sentia como se seu coração fosse explodir, lutara contra aquele sentimento o máximo que pode, mas já não dava mais pra negar. Lau viu os olhos do irmãos lacrimejarem, ele não suportava o ver sofrendo, então se inclinou e o abraçou com força.
–Lau...
–A Estrela sabia o que nós dois sentíamos um pelo outro.
–Você também sente?
–Sinto.
–Então o que nos impede?
–Eu não sei? Fomos criados num mundo onde isso é errado, e mesmo querendo muito, uma parte de mim esta relutante.
–Eu... Estou sentindo seu pau duro encostado em mim –Disse Nicolas e os dois riram.
–Desculpe, é que você é muito gato –Brincou Lau.
–Você também não é de se jogar fora.
–Qual é? Eu sou o irmão bonitão aqui.
Os dois riram e aos poucos foram parando e se encarando num silêncio que dessa vez não foi doloroso, era um silêncio que premeditava o que já tinha passado da hora de acontecer. Lau se inclinou, Nicolas fez o mesmo, seus lábios estavam prestes a se encostar quando... Quando... Quando nada aconteceu para impedir, sim, o universo não mandou nada para evitar aquele contato. Os gêmeos se beijaram, seus narizes se encostaram, cada um inclinou o rosto para um lado e seus lábios idênticos se encaixaram perfeitamente, suas línguas se enroscaram e uma onda de desejos se espalhou por seus corpos. Ambos esperaram por aquele momento, até mesmo já tinham sonhado, mas o realizar foi muito melhor do que o imaginar.
Lau agarrou o pescoço do irmão o puxando pra mais perto de si, seu beijo ininterrupto prosseguiu como se melhorasse a cada segundo. Uma lágrima escorreu pela bochecha de Nicolas, mas nenhum dos dois se importou, o mais gentil abraçou o outro sentindo seus corpos se tocarem. Infelizmente tinha muito pano os separando, aquelas roupas precisavam ser tiradas. Entretanto, será que os dois estavam prontos pra isso? Os dois pararam e se olharam como se conversassem sem palavras.
–Um passo de cada vez –Respondeu Lau, sem que nenhuma pergunta precisasse ser realmente proferida.
–Por mim tudo bem –Nicolas sorriu satisfeito com o desenrolar daquilo.
Os dois continuaram se beijando, seu desejo crescia, assim como seu paus por baixo da calça. Nessa hora eles foram interrompidos por uma exclamação:
–Hooooowt que fofo! –Eles se separaram dando de cara com Anna e Beatriz –Vocês dois são tão parecidos que precisavam ficar juntos! Entenderam? Parecidos? Eu sou muito boa com piadas.
–Obrigado por estragar nosso momento Anna –Disse Lau com uma raiva fingida.
–Eu acho muito estranho irmãos ficarem juntos dessa forma –Disse a negra que agora vivia seguindo a garota de mechas azuis –Mas se é o que querem, quem sou eu pra dizer algo contra?
–Obrigado... Eu acho –Agradeceu Nicolas... Eu acho.
–Espero que o Fabrício, a Santana e a Shania estejam bem –Disse Anna.
–Tenho certeza que eles vão ficar bem –Falou Beatriz pondo a mão sobre o ombro de Anna.
–Sinto cheiro de charque no ar –Lau cochichou no ouvido do irmão e os dois riram baixinho.
De repente um ruído monstruoso foi ouvido em toda a ilha, os moradores da tribo correram para a praia que era de onde vinha tal barulho. Nicolas, Lau, Anna e Beatriz se voltaram para o mar e avistaram o que parecia uma enorme bola de luz azul.
–O que é aquilo?! –Perguntou uma voz assustada.
Logo quase todos da tribo estavam lá. Mike e Charmosa foram para o lado de sua amiga Beatriz.
–Não me diga que são mais problemas? –Perguntou Mike.
–Eu não sei –Respondeu a negra.
A esfera de luz explodiu assustando à todos, e agora um barco vinha em sua direção.
–Como aquele barco resistiu ao mar de monstros?! –Perguntou Charmosa.
–Algo me diz que usando uma enorme bola de luz azul como proteção –Disse Anna irônica.
O barco atracou na praia e toda a multidão da ilha foi receber curiosos os recém chegados e nessa hora foi Beatriz quem gritou reconhecendo alguns dos tripulantes.
–Mães!
–Beatriz! –Gritou a jovem descendo do barco e correndo para abraçar a negra. A criança e a velha desceram sendo ajudadas por Tobias.
–Quem é aquela mulher tão linda? –Perguntou.
–É a nossa filha adotiva –Disse a criança que em seguida correu até Beatriz.
Eram vinte pessoas no barco e logo algumas foram reconhecidas. Pérola, a idosa gorda e mãe de Estrela exclamou:
–James?! O xamã! Você foi exilado! Por que voltou?
–É bom rever você também, mãe –Respondeu James. Sim, até mesmo o autor ficou surpreso com essa súbita revelação.
Pérola foi até ele e o abraçou, depois caiu no choro, já faziam mais de vinte anos que não o via, mas ele mal envelhecera.
–Dizem que poucos sobrevivem ao mar de monstro, ai chega um barco com vinte pessoas, tá né? –Debochou Nicolas rindo.
A velha caminhou até suas irmãs e Beatriz.
–Fico tão feliz em vê-la bem, minha querida.
–Eu sonhei com vocês, eu...
–Sim, minha querida, nós sabemos, mas não foi um sonho. Falamos à você o que precisava ser dito.
–Vocês estavam certas, realmente estamos nós quatro juntas no paraíso –Durante toda sua vida Beatriz foi criada pelas três mulheres, elas eram suas mães. Sempre profetizavam fatos que ainda estavam por vir, e sempre acertavam, o que era super útil, principalmente quando a negra ia ter prova surpresa na escola. Uma dessas profecias era de que, Beatriz iria parar no paraíso, que enfrentaria vários perigos, mas no final se reencontraria com sua família. E agora lá estavam as quatro, juntas.
–Nunca duvide do oráculo –Disse a criança. James se voltou para as três mulheres.
–Agora que já voltamos pra casa, acho que já pode cancelar o feitiço de divisão.
–Tem razão, James –Disse a criança.
–Sinto falta de ser quem eu era totalmente –Disse a jovem.
–Então vamos lá irmãs, foi muito bom estar com vocês, mas é chegada a hora de ficarmos muito mais próximas –Disse a velha.
As três mulheres se abraçaram e giraram de modo que distorceram como borrões de tinta causando um desconforto visual aos que assistiam. Todos ficaram boquiabertos com o que se sucedera, onde antes estavam três mulheres, agora só havia uma: O oráculo.
–O que?! –Beatriz não conseguia entender o que estava acontecendo.
–Eu sou o oráculo, sou Diana –Ela era uma mulher alta de seus 40 anos, seu corpo era perfeitamente desenhado, usava um vestido negro, sua pele era clara, seus lábios brilhavam vermelhos-rubi, seus cabelos negros que iam até a cintura eram como nanquim.
–Diana, Diana, é a Diana –Exclamavam as pessoas mais velhas.
–Não estou entendendo –Disse Beatriz.
–Minha querida, a muito tempo nós fomos expulsos dessa ilha, eu previ que voltaríamos, mas para não envelhecer muito, usei um feitiço e me dividi em três de modo que ao invés de envelhecer 24 anos, só envelheci 8.
–Ouçam todos! –Anunciou James chamando a atenção de todos –Essa ilha foi açoitada pela tirania do rei e dos possuidores dos hormônios dos falsos deuses por muito tempo. Eu e meus seguidores retornamos de nosso exilio para lhes mostrar o verdadeiro deus e a verdadeira beleza da Ilha do Escorpião.
As últimas pessoas a descerem do barco foram Tony e Rosa, estavam meio envergonhados e sem saber como reagir diante de todas aquelas pessoas, olhos curiosos caiam sobre eles, no entanto eram tantas coisas acontecendo que todo mundo estava atordoado.
–Ei! Para tudo! –Gritou Anna indo pra frente de Tobias –Vocês são a seita do bode, o povo doido que me fez me masturbar com um chifre e depois me pagaram um barato do dia da Sunbay.
Nessa hora Tobias se ajoelhou, assim como os outros membros da seita e até a própria oráculo.
–Não sei o que é isso, mas eu gostei –Sorriu Anna jogando o cabelo imitando uma diva do pop.
–Salve a hospedeira! –Gritou Tobias e foi seguido pelos outros. James foi até Anna e se ajoelhou.
–Salve a hospedeira!
–Eu já assisti a esse filme, mas nem pareço com aquela atriz, gente.
–Nós viemos trazer a verdadeira palavra do verdadeiro deus! Povo da ilha, por muito tempo vocês creram em deuses errôneos, mas lhes apresentarei ao rei bode, Sinep! E esta jovem, carrega-o em seu ventre! Ela trará o nosso deus corpóreo para ilha!
Todos estavam chocados com tantas revelações. Quem seria esse novo deus? Anna estava grávida? Isso explicava por que andava tão enjoada nos último dias. Beatriz estava tonta ao saber que suas três mães na verdade eram apenas uma, e finalmente entendera por que elas pediram para que ela protegesse Anna. James estava feliz por reencontrar a mãe, mas ele nem imaginava que tinha uma irmã, Estrela, e muito menos que ela estava morta. Fabrício tinha estado na ilha e nem sonhava que Pérola na verdade era sua avó e muito menos que Estrela sua tia.
Era muita informação para ser absorvida, as pessoas da ilha não sabiam se deviam expulsar os visitantes, ou os receberem de braços abertos. Uma coisa era certa, naquele momento não haviam nem possuidores dos hormônios, nem rei e nem deuses, eles precisavam de uma liderança e aqueles que eram velhos o suficiente para se lembrar de James, o xamã, e de Diana, a oráculo, sabiam que eles eram boas pessoas e que poderiam guiar a tribo para um futuro brilhante.
Deste modo todos foram para tribo, a tribo nas últimas semanas tinha sido açoitada, vários tinham sido mortos pela a ação do flagelo Raul, o castelo que existia desde os primeiros dias do mundo fora destruído. E durante todas essas provações, onde estavam os deuses? Por que eles não os ajudaram? Pensavam as pessoas comuns.
Uma grande fogueira foi acesa e muita comida servida, era uma festa elaborada de última hora. Ninguém tinha aceitado James como líder ainda, mas todos estavam a fim de festejar. Diana se pôs a cantar o que animou à todos, sua voz era linda e agradável de se ouvir. Todo mundo ria e conversava os redor da enorme fogueira. Beatriz e Anna estavam próximas da oráculo.
–Não acredito que estou grávida de um deus, eu sou tipo a Maria do século 21.
–Sinto muito Anna, mas você esta muito longe de ser virgem.
–Tem razão –A garota de mechas azuis sorriu tristemente –Estou com medo Beatriz.
–Eu vou estar com você o tempo todo –A morena a abraçou.
Ali perto estava Tobias comendo uma banana e olhando pras duas. Ele havia sido o líder da seita do bode, mas seu cargo não era mais necessário agora que James estava de volta. O negro não se importava em perder seu cargo, agora que finalmente estava na Ilha do Escorpião nada mais importava. Ele observou Beatriz consolar Anna e sentiu desejo.
–Tobias.
–Oi!? –Ele disse saindo do transe.
–Nos agraciaria com uma performance da dança do fogo? –Pediu Diana.
–Claro.
Todos prestaram atenção a ele. A seita do bode seguia tradições antigas da ilha, como a dança do fogo, e Tobias era incrivelmente talentoso nesse quesito. Os mais jovens nem sabiam do que se tratavam, o Senhor Dois tinha proibido a dança do fogo há muitos anos atrás. Tobias usava uma calça jeans, uma camisa azul e um casaco bege, Diana começou a bater palma num ritmo animado e logo todo mundo começou a imita-la, o negro começou a dançar de forma sensual, deu um giro tirando o casaco, sua camisa azul era apertada e destacava seus músculos. Seu corpo se movia imitando o movimento das chamas da fogueira, ele tirou as calças expondo suas pernas malhadas e lisas sem nenhum pelo, ele usava uma cueca box cinza. Erguendo as mãos puxou a camisa e passou a dançar só de cueca.
Beatriz mordeu o lábio inferior, aquele corpo negro dançando perto da fogueira era pra lá de sensual, sua pele brilhava com luz das chamas, a expressão que ele fazia era provocante e excitante.
–Uau –Disse a negra. Tobias foi dançando até parar de frente dela.
–Concede-me essa dança?
–Eu? –Beatriz estava sentada, mas já estava sem folego. Anna fez um biquinho e Tobias estendeu a mão pra ela também.
–As duas.
O povo aplaudia e gritava, Os três dançaram juntos, só que a dança passou a ser mais cômica que sexy, todos começaram a rir. E logo mais pessoas foram se juntando.
–Dança comigo? –Convidou Lau estendendo a mão para seu gêmeo.
–Como dizer não para esse rosto bonito?
Os dois dançaram rindo. Ao lado deles Anna e Beatriz já estavam só de calcinha e sutiã, os gêmeos seguiram a onda e tiraram as roupas ficando só de cueca. Rindo dançavam se esfregando um no outro e sem poder mais disfarçar começaram a se beijar ali mesmo. Logo todo mundo estava seminu dançando, rindo e cantando ao redor da fogueira.
Ainda sentados estavam o médico e a anã, eles assistiam animados e sorridentes àquela festividade.
–Querida veja aquilo, tem casais triplos dançando, tem irmãos gêmeos se beijando, e ninguém acha estranho!
–Esse lugar é incrível!
–Com licença –Mike usando um saiote de palha parou diante do casal –Eu me chamo Mike, bem vindos à Ilha do Escorpião.
–Oi Mike, eu sou Tony Carvalho e essa é minha esposa Maria Rosa.
–Pode me chamar só de Rosa.
–Então Rosa, tem uma fila enorme de pessoas querendo dançar com você, por que ainda esta aí sentada? –Rosa riu e olhou pro marido.
–Vai lá querida, tudo bem.
Mike agarrou a mão dela e os dois foram dançar, Charmosa e mais cinco pessoas correram até eles gritando: “ Eu sou o próximo!”. Tony sorriu e então olhou para duas garotas de seus 15 anos que dançavam e se beijavam, seu primeiro extinto foi desviar o olhar, mas depois se permitiu observa-las.
James e Diana também dançavam e se olhavam.
–Isso parece um sonho –Disse a oráculo.
–Mas é verdade, estamos finalmente em casa.
–James, eu...
–Eu sei. Também senti muito a sua falta.
O xamã a agarrou num beijo ignorando todo o alvoroço à sua volta, aquele era um beijo erótico e fogo cresceu. Fazia anos que James não transava, anos que estava trancafiado no hospício e só então ele se lembrou.
–Minha mente!
–Calma querido, agora que estamos de volta, amanhã mesmo procurarei as ervas necessárias para o antidoto.
Sem mais preocupações eles voltaram a se beijar, e foram andando até subirem na mesa de pedra chamando a atenção de todos. James desatou um nó no vestido dela e num simples movimento o fez cair aos seus pés a deixando nua. Sua pele era extremamente branca o que contrastava perfeitamente com seus cabelos extremamente escuros. A beijando desceu até seus seios já um pouco caídos pela idade, mas ainda excitantes, desceu mais até chegar à sua vagina e a beijou de modo quente.
–Aaaar! –Diana gemeu alto, também fazia anos que não tinha estado com ninguém e além do mais, James era incrível.
Suas mãos apertaram as nádegas dela, sua língua dançava em sua buceta. Diana se deitou de pernas abertas recebendo aquele maravilhoso sexo oral. James tirou a camisa, e baixou as calças, sua ereção era evidente e sua cueca já estava toda babada, conforme chupava aquela mulher, mais ficava excitado. Seu pau latejava e bombeava muito lubrificante. Diana gemia e apertava os seios, olhou para todas aquelas pessoas a sua volta, assistindo, viu um dos homens se masturbando olhando diretamente pra cara dela, ela adorava ser desejada, isso a excitava ainda mais. Por anos sua consciência foi dividida em três, e agora que ela estava inteira novamente, aproveitaria cada segundo.
–Me come James!
James jogou a cueca na multidão, ela caiu na cabeça de uma velha que a pegou e ficou lambendo o lubrificante. O pênis do xamã era grande, grosso e cheio de veias destacadas, seus pelos estavam um pouco grandes, ele roçou a cabeça naquela buceta, ambas estavam molhadas e de uma vez só o pau deslizou pra dentro e os dois gemeram alto. Aquela sensação era maravilhosa! As paredes da vagina apertando o pau de James que latejava o deixando com muito tesão, ele começou a meter e cada movimento era uma explosão de prazer. Eles se beijaram, reviravam os olhos, faziam caras e bocas, o tempo sem transar os deixou muito sensíveis.
O xamã sentiu o gozo chegando, ele então parou de foder, como fazia tanto tempo que não trepava era obvio que gozaria rápido mais prolongaria o máximo que pudesse. Se levantou oferecendo sua rola babada para a oráculo que caiu de boca.
Rosa estava bem na frente assistindo tudo praticamente de camarote, ela amava seu marido mais que tudo, sua vida tinha sido muito boa graças a ele, entretanto a coitada sofrera muito preconceito por toda a sua vida e estar num lugar que poderia ser considerada especial era libertador. A anã tinha um segredinho que guardava só pra si, uma coceira no estomago que a fazia sentir-se culpada, mesmo amando perdidamente seu marido, não queria morrer tendo transado com apenas uma pessoa, ela queria experimentar outros sabores.
Do lado dela estava Mike, que devia ter seus vinte anos, a anã soltou uma exclamação ao perceber que o jovem asiático estava se masturbando, e seu pênis estava na altura da cabeça dela. Quando a surpresa passou ela lambeu os lábios desejando aquela rola jovem.
–Quer provar?
–Eu...
Mike segurou a cabeça dela e empurrou sua rola em sua boca. Rosa engoliu tudo, sentiu seus bicos do peito endurecerem e suas partes intimas umidificarem. Tony! O que o Tony ia dizer? Caía na real, os dois ficaram loucos para ir praquele lugar e era obvio que transariam com outras pessoas! Rosa começou a masturbar o cara fazendo um ótimo boquete.
–Ooor! Assim mesmo! Ooor! Você é boa.
Nicolas e Lau assistiam à transa e se olhavam envergonhados, já tinham transado várias vezes juntos com outras pessoas, eles tomavam banhos pelados a vida toda e agora estavam com vergonha?
–A gente vai fazer... Mas não agora –Disse Nicolas vermelho.
–Eu sei, e estou de acordo –Lau o abraçou pelas costas o envolvendo num abraço e pressionou sua ereção na bunda de seu irmão –Mas por enquanto podemos ir nos provocando aos poucos.
–Adoro provocações –Nicolas virou o rosto e beijou a boca dele enquanto rebolava roçando em seu pau.
Sobre a mesa de pedra Diana estava deitada de pernas abertas e James metendo com força em sua buceta.
–Aaaar! James! Jaaaaames! Por Sinep como isso é bom!
James metia rápido sentindo que a gozada se aproximava, ele transaria muitas vezes mais, então resolveu não se segurar mais. Pegou apoio e meteu com toda sua força, olhou pra baixo vendo seu pau entrando e saindo naquele buraco quente e úmido.
–Estou chegando perto!
Em volta deles várias pessoas riam, se masturbavam, algumas se pegavam. Mike gemeu com Rosa lhe pagando um boquete.
–Eu vou oooooor! –Ele gozou bombeando porra na boca da anã que chupou sugando até a última gota –Você é do tipo que engole! Rosa você é incrível!
–Eu sei –Disse ela se permitindo ser confiante pela primeira vez na vida.
Sobre a mesa de pedra Diana gemeu alto gozando primeiro que o xamã que sentiu seu pau todo quente.
–Oooooo-ooooo-oooor! –Ele começou a gozar dentro, depois tirou lançando jatos de porra desde a cabeça até as pernas de Diana. O orgasmo se prolongou durante a gozada enorme de James, muita porra mesmo! Nem Fabrício gozava daquele jeito! Diana ainda gemia sentindo os jatos quentes em seu rosto, escorrendo por seu corpo, seus seios lambuzados, sua barriga, suas pernas. James olhou para a multidão, balançou seu pau e disse: –Chupem!
O povo subiu animado, vários homens e mulheres chupando Diana e James, uma mulher abocanhou seu pênis, outras chupavam suas bolas, dois homens chupavam os seios da oráculos, outras pessoas lambiam seu rosto, sua buceta, suas pernas, pareciam zumbis loucos pra lamber esperma. E assim terminou o dia do retorno dos exilados, muitas revelações foram feitas, muitos desejos trancados foram libertados e ainda tem muito mais por vir.
Fale com o autor