Laranja Azeda

39 Capítulo 39 – Heróis e Vilões


Notas iniciais
Oi pessoal !!! Desculpem a demora, estava sem internet, mas já estou de volta :) Desfrutem dessa capítulo quente de diversas maneiras rsrsrs Venho novamente convida-los para minha página no facebook https://www.facebook.com/pages/Augusto-Snicket/2026434510828867 Boa leitura

Quando entraram na cabana deixaram todas inseguranças, medos e receios pra trás. Eram amigos há anos e recentemente descobriram um sentimento e desejo carnal que os fazia suar, ofegar e quererem um ao outro. Já entraram na residência se agarrando, envolvidos em abraços, beijos, puxões de cabelo e mordidas. Felix tirou uma tanga de palha e ficou só de cueca, a cueca do Homem-Aranha. Ajudou o outro a tirar a camisa revelando seu corpo ainda meio infantil, mas levemente definido. Fabrício ofegava entre os beijos, apertava o corpo do outro.

Felix o jogou contra parede e se abaixou tirando seu short, revelando a cueca do Homem de Ferro e sua ereção latejante sobre o tecido. Os dois foram se beijando até chegarem no quarto e se jogarem na cama de palha. O antigo tímido ficou por cima se esfregando, sentia seu pênis e o do outro se alisando por cima das cuecas. Ele sentou sobre Fabrício roçando sua bunda sobre o desenho do Homem de Ferro.

–Aaaar! –Gemeu Fabrício sentindo o aperto em sua rola e ainda, já estava todo babado excitadíssimo com cada toque selvagem de Felix.

–Quero provar o gosto desse ferro –Disse Felix mordendo de leve o pênis por cima da cueca.

–Pois esse ferro esta bem molhado –Disse Fabrício sensualmente.

–Isso não faz sentido.

–Não sou muito bom em falar coisa excitantes.

Os dois riram. Felix puxou a cueca revelando a nudez do outro, aquela piroca estava toda babada, ele umedeceu os lábios e caiu de boca.

–Oooor!

O gosto era bom, na verdade não tinha gosto de nada, mas o tesão era incrível. Felix chupou o masturbando, sua língua dançando pela glande, lambia descendo pela extensão do pênis até chegar nos testículos, mordeu o interior das cochas, depois voltava a chupar com vontade, engolindo todo o órgão numa verdadeira demonstração de garganta profunda. Fabrício revirava os olhos, apertava os dedos dos pés, gemia sentindo uma maravilhosa sensação no pênis. Ele se sentou e puxou a cueca do Homem-Aranha revelando uma rola, um pouco menor que a sua, a chupou matando a vontade que tinha a muito tempo.

Se deitaram beijando-se com fervor, mãos apertando bundas, arranhando costas, vozes gemendo e ofegando. Fabrício deu um chupão no pescoço de Felix, a excitação era tanta que suas picas latejavam e babavam, principalmente a do menino Leite Condensado.

–Eu posso? –Perguntou Fabrício.

–Você deve! –Respondeu Felix.

O Homem-Aranha se vira de lado ficando de costas pro outro que abre suas nádegas e encosta a cabeça de sua rola lambuzada no ânus dele. Fabrício empurra devagar sentindo sua pica entrando.

–Oor, aaaar, ai, aaaaaaagr! Caralho!

A penetração se completou, suavemente Fabrício começou a se mover, seu lubrificante natural deixou o cuzinho do outro molhadinho, ele se movia devagar, alisando aquele corpo e beijando-o docemente.

–Mete com força! –Pediu Felix e Fafa concedeu –Aaaaar! Isso assim! Ooor! Mete! Meu cú!

Fabrício se apoiou e meteu com toda força que pode, queria mostrar ao outro que era bom naquilo, inconscientemente queria mostrar que era melhor que o Hector. Sua rola deslizava pra dentro e pra fora. Felix gemia loucamente sem se preocupar em se conter, sua pele estava toda arrepiada, ele empurrava a bunda pra trás querendo sentir aquela pica dura o mais fundo possível.

Sem tirar o pau de dentro de Felix, os dois mudaram a posição, com este de quatro apertando a palha e fechando os olhos se entregando a vibe do prazer anal. Fabrício deu um forte tapa naquele traseiro empinado, ele estava com muito tesão e gemia feito um ator pornô, mas sem precisar atuar, pois cada sensação e gemido era verdadeiro.

–Ooor! Arr! Que cuzinho gosto Felix! –Nessa hora o passivo rebolou naquela pica levando o outro à loucura –Que delícia, tesão da porra!

Felix se libertou desmanchando a posição, puxou Fabrício num beijo e o jogou sobre a cama, levantou suas pernas e caiu de boca no seu cú. Fafa gemeu excitado, olhou pra baixou vendo o outro chupar seu ânus, olhou para seu próprio pau que estava duríssimo e ainda escorrendo lubrificante, agarrou seu órgão e começou a se masturbar, de repente parou de sentir a língua em seu traseiro e sentiu uma pica dura forçando a entrada.

–Agora é a minha vez de te comer.

–Aaaaar!

Ele foi penetrado de frente, sentiu um leve incômodo em suas bolas quando o outro começou a meter, mas nem ousou reclamar, aquela trepada estava incrível. Sentir aquela coisa dura o invadindo, lhe provocava um calor e ao mesmo tendo uma agonia desesperada, a rola saia até a metade dando um leve alivio e depois entrava com tudo o fazendo gritar. Era um misto de dor e prazer, alivio e desespero, tudo cominando em prazer e orgasmo.

–Aaaar! Come meu cú Felix!

–Mais do que isso, vou arrombar esse buraquinho –Felix segurou as pernas dele e meteu com velocidade, tirava o máximo que podia com segurança e metia de uma vez, adorava assistir aquele entra e sai, mas a cara de prazer e dor do outro era ainda mais excitante. Ele se inclinou sobre ele, abraçando-o pegando apoio, e assim meteu muito mais rápido e o beijou na boca.

Fabrício não conseguia mais se masturbar naquela posição, mas o entra e sai estava gostoso demais. O beijo ainda era uma soma de libido extra, ele gemia dentro do boca do outro. Nessa hora ouviram gritos do lado de fora, mas nada os faria parar. Felix tirou seu pau do Fabrício, abaixou suas pernas, e sentou por cima dele, sentiu seu cú sendo invadido. Eles trocaram novamente os papeis, quem visse Felix agora, jamais diria que ele era um garoto tímido, não vendo a forma que ele pulava e rebolava em cima daquela rola, não do jeito que ele apertava o peitoral do outro, não vendo sua cara de safado, o jeito que mordia o lábio, que gemia, que gritava.

–Me fode com força! Arromba esse cú!

Fabrício se sentou e chupou o mamilo do escolhido da aranha, depois subiu chupando o pescoço até chegar em sua boca. Os dois se beijavam e se moviam ao mesmo tempo.

–Estou chegando perto –disse Fabrício.

–Espera, ainda não.

Felix se levantou e puxou o outro, virando-o de costas. Sem cerimônia meteu naquele cú. Eles começaram de quatro, mas as pernas de Fabrício fraquejaram e ele se deitou com seu arrombador por cima. Felix meteu cada vez mais rápido sentindo o gozo chegando, o orgasmo ia crescendo aos poucos como uma bomba prestes a explodir.

–A-a-a-a-aaaar –O gemido ia crescendo gradativamente até que chegou no ápice e o grito era inevitável –OOOOOOORR!!!

–Que quente aaaar!

Ambos sentiram aquela porra quente sendo bombeada, saindo de um pra dentro do outro. Felix continuou gritando por mais tempo que imaginava, o orgasmo estava sendo mais longo que o normal. Ele tirou o pau do cú do outro e caiu ofegante deitando ao seu lado.

–Isso-fo-i-incr-invel.

–Agora é a minha vez –Disse Fabrício ficando de pé.

Felix se ajoelhou, vendo o outro batendo punheta e já imaginando o que lhe aguardava, sentiu-se excitado de novo. Seu pau estava daquele jeito semibombado, mas quando Fabrício enfiou na sua boca, ele teve uma nova ereção e logo se viu se masturbando usando sua recente gozada como lubrificante.

Fabrício batia punheta com o outro passando a língua na cabeça de sua rola, o sexo estava completamente perfeito, as preliminares com eles se agarrando pelo caminho até em casa, eles tirando as roupas na sala, entrando no quarto e começando as metidas, fazendo um troca-troca, assim sentindo o prazer de dar e receber. Finalmente estava valendo a pena ter ido para aquela ilha, claro que ele já tinha transado com outras pessoas da tribo e até deuses e tinha sido incrível, mas quando transamos com alguém que amamos, tem toda uma magia que faz do sexo algo épico.

–Ooor estou chegando perto. Agora! Oooooooooooor –Aquela foi uma super gozada, como sempre eram as dele, os primeiros jatos acertaram em cheio o rosto de Felix, mais e mais jatos lhe atingiram os cabelos, a boca, o queixo, o peito.

Felix se masturbava recebendo aquele banho de porra quente e logo gemeu alto gozando pela segunda vez.

–Aaaaaar!

Sua gozada em jatos foi até as cochas de Fabrício que ainda no meio do orgasmo sorriu vendo o outro gozar uma segunda vez. Os dois gemeram naquele orgasmo que parecia infinito. Feliz abocanhou aquela rola sugando os últimos vestígios de esperma, logo a chupada começou a fazer cocegas e Fabrício puxou seu pau e se ajoelhou puxando o outro num beijo. Eles se abraçaram se lambuzando, era como se o fogo não tivesse se apagado, como se pudessem transar novamente, como se pudessem ficar ali pra sempre.

Se deitaram por um tempo, a noite já havia caído, saíram pelados levando consigo suas cuecas de heróis e foram até o lago, onde tomaram banho sob o luar. Aquela tinha sido a melhor foda de Fabrício.

No meio da floresta Hector retornava sem ter encontrado Santana, entretanto sua busca acabou rendendo outro encontro, diante dele se prostrava um homem enorme com o corpo cheio de cicatrizes, algumas bem recentes, sua orelha direita e seu ombro estavam em carne viva.

–Ah é só o esquisitão –Debochou Hector –Não acredito que você conseguiu ficar ainda mais feio.

Raul trincou os dentes em fúria, lembrou dos insultos que o loiro lhe fez noutro dia e agora ele voltara a lhe afligir com suas palavras ofensivas.

–Eu vou arrancar sua língua dessa vez.

Hector sentiu a verdade naquela ameaça principalmente quando o homem tirou dois facões do sinto. Ele deu um passo pra trás imaginando por que diabos era tão azarado! Algumas semanas atrás tinha enfrentado uma luta mortal contra o Ned, a Branca e o Senhor Dois e agora já corria grande perigo novamente.

–Olhando assim mais de perto, você até que é bem bonitinho.

O elogio não apaziguou o latino que avançou pra matar o garoto. Hector correu desesperado, mas teve o azar de tropeçar num raiz de cair no chão, olhou pra trás vendo o outro erguendo as lâminas, ele só teve tempo de dizer:

–Felix.

E as lâminas desceram num ataque mortal.

Hector fechou os olhos aguardando pela dor, mas nada aconteceu. Ele os abriu e viu o latino com as mãos vazias.

–O que? Como? Onde estão?

–Esta procurando por isso? –Disse uma voz conhecida. Os dois se viraram e deslumbraram à uns cinco metros de distância uma ruiva segurando os facões.

–Santana! –Gritou Hector quase aliviado.

–Como você fez isso?!

–É que aprendi vários truques novos –Num piscar de olhos a ruiva desapareceu e reapareceu sentada ao lado de Hector –Noite bonita não é mesmo?

Raul olhou para onde a garota estava há um segundo atrás e viu os facões enfiados do chão, depois voltou sua visão para os dois jovens sentados aos seus pés.

–Acha que não posso matar vocês dois?

–Você pode tentar –Disse Santana se levantando em perfeito equilíbrio –Mas duvido muito que consiga.

–Aaaaar!

Raul foi arremessado contra uma árvore à uns dez metros de distância por uma força invisível. A bancada foi tão forte que ele ficou arfando respirando com dificuldade. Hector se levantou e foi abraçar a ruiva, mas teve uma grande surpresa ao passar direto por ela.

–O que aconteceu? Não me diga que você morreu e voltou como um fantasma!

–Não, eu estou bem viva. Estou treinando pra ser uma xamã, senti que você estava em perigo e usei projeção astral para vir ajuda-lo. Pare de me procurar, eu estou bem, diga isso ao Felix. Voltarei em breve e quando o fizer vou consertar tudo.

–Obrigado por ter vindo me salvar.

–Qualquer coisa pelo meu cunhado marrento –Ela se voltou para o latino –Levante um dedo novamente contra o Hector ou contra o Felix e te arrastarei para o inferno.

Santana explodiu em chamas sumindo no ar. Raul ficou branco estatelado no chão sem acreditar no que tinha visto. Hector não quis esperar que ele se recuperasse e foi correndo pra tribo. Raul escutou uma risada em sua mente, uma risada debochada.

–Por que esta rindo serpente?!

–Nada de mais, só achei a Santana muito interessante. Vou dizer o que você deve fazer. Já esta na hora de pegar pesado.

Os sete escolhidos estavam sentados ao redor de uma fogueira.

–Não acredito que ele escapou –Disse Fabrício indignado.

–O que faremos agora? –Perguntou Anna.

–Eu sinceramente não sei.

–Eu sei –Disse Shania brincando com um escorpião –Vamos mata-lo.

Um silêncio tomou conta dos ali reunidos, nenhum deles se imaginava capaz de matar alguém. Mas um deles se pronunciou de forma inesperada.

–Você tem razão –Disse Felix –Temos que mata-lo. E se alguma coisa acontecer com a Santana ou com o Hector, juro que eu mesmo acabo com ele.

–Gostei de ouvir isso –Disse o loiro se aproximando.

–Hector! –Felix correu e o abraçou. Fabrício desviou o olhar.

–Pelo meu último encontro, suponho que estejam falando do Raul.

–Você o viu? –Perguntou Lau.

–Ele tentou me matar, mas a Santana me salvou.

–Onde ela esta? –Quis saber Felix.

–A puta de cabelos vermelhos sempre me surpreende. Ela esta treinando pra se tornar uma xamã, ela apareceu com vários super poderes e arremessou o Raul longe.

Todos agiram de formas diferentes com aquela história, Felix e Fabrício sorriram animados com essa história de super poderes, outros se assustaram, mas foi Shania quem expressou curiosidade.

–Você disse xamã? Como ela esta fazendo isso? Quem a esta ensinando?

–Eu não sei.

–Espero que ela não esteja se envolvendo com pessoas perigosas, quando eu era crianças ouvi histórias de um homem, o último xamã da ilha, o Senhor Dois o exilou por adorar o deus bode.

–Deus bode? –Perguntou Fabrício –Nunca ouvi falar em um oitavo deus.

–Eu já –Disse Anna chamando a atenção de todos –Fabrício, Lau e Nicolas não se lembram quando contei que fui sequestrada por uma seita que idolatravam um deus bode, que me fizeram me masturbar com um chifre, que fizemos uma orgia, e depois eles me pagaram um baratíssimo do dia da Sunbay?

Todo mundo se calou diante daquele bizarro relato.

–Vocês não acreditaram, tudo bem, já estou acostumada com isso.

–Acho que devemos focar num problema de cada vez –Sugeriu Nicolas.

–E eu acho que por hoje devíamos dormir –Sugeriu Estrela –Não acho que o Raul vá fazer alguma coisa nes-

Um explosão gigantesca fez o chão tremer, ele se viraram vendo a noite se iluminar com enormes chamas. Toda tribo correu em direção ao incêndio.

–Explodiu! Explodiu! –Veio uma mulher gritando loucamente, Shania a segurou.

–O que explodiu?

–O castelo! O castelo explodiu!

Os oito correram em direção ao enorme incêndio que começou a se espalhar pela floresta.

–O Otto e o Ned! –Gritou Shania preocupada e assustada.

–Foi ele! Só pode ter sido ele! –Gritou Anna.

Como Raul tinha feito aquilo? Como tinha explodido uma caverna?

Eles chegaram e viram a enorme bola de fogo que antes era um castelo, as chamas percorriam as paredes facilmente.

–Óleo! Esta tudo molhado de óleo! –Indicou Fabrício!

O quarto de Santana foi tomado pelas chamas, assim como o do falecido Senhor Dois, todas as histórias catalogadas em seu escritório servindo como alimento para o incêndio. Ned correu subindo as escadas que davam pro quarto do rei.

–Otto! –Ele chamou e então se deparou com o rei, mas ele não estava sozinho.

Otto estava encurralado com o latino brandindo dois facões e partindo para cima dele. A morte entraria naquele quarto de uma forma ou de outra.

Notas finais
O que acharam dessa capítulo quente? Mortes estão à caminho e o desfecho desse arco da história se dará nos próximos capítulos! Beijos e até breve