Laranja Azeda
8 Capítulo 8- A Segunda Vez
Notas iniciais
Fazia uma semana desde o dia em que Felix foi à caverna atrás da cachoeira e durante todo esse tempo ele se pegava recordando a ponto de suar e ofegar, se masturbara algumas vezes e em outras perdia o sono. Mas de todas as coisas que Hector lhe disse o que mais lhe perturbou foi o fato de que todo mundo só transava uma vez com ele, e ainda por se obrigado. Entretanto o garoto estava praticamente desesperado por mais, passara muito tempo dizendo pra si mesmo que aquilo era errado, que era pecado e até tinha vergonha, mas seu corpo não mentia, sempre que pensava no loiro ficava de pau duro.
Felix entrou na caverna a todo instante pensando em dar meia volta, no que ele estava pensando? Não tinha coragem pra fazer aquilo de novo. Se virou a fim de ir embora e se deparou com Hector entrando.
–O que você esta fazendo aqui?
–Eu? Eu... Eu queria conversar com você.
–Já até sei o motivo– Felix enrubesceu ao imaginar que estava deixando transparecer seus desejos– É por causa da Estrela.
–O que?
–Todo mundo tá falando que está rolando o maior clima entre vocês dois, mas que não podem ficar juntos por que ainda não tiveram sua primeira vez comigo, e que sou um tirano por priva-los desse prazer! E ainda descubro que você não contou pra ninguém da gente! Eu fui tão ruim assim pra você?!
Felix ficou boquiaberto não imaginava que o loiro se quer pensasse nele e agora ele vinha e despejava todas aquelas reclamações.
–Eu não contei pra ninguém não foi por ter achado ruim, foi por vergonha.
–E por que você teria vergonha?– Felix lembrou que sexo entre pessoas do mesmo sexo era comum na ilha do escorpião.
–É que de onde eu venho as pessoas não aceitam muito bem que pessoas do mesmo sexo fiquem juntas.
–O lugar que você vem deve ser muito estranho. Por que as pessoas se metem nos interesses das outras? Cada um faz o que quer e não é da conta de ninguém. Deixando isso de lado não se preocupe vou transar hoje mesmo com Estrela e depois você pode ficar com ela, vocês dois podem ficar juntos– Hector demonstrava muita tristeza em suas palavras, o que era muito estranho vindo do garoto do sorriso malicioso.
–Espera!– Disse Felix com o coração acelerado– Já que eu estou aqui mesmo, estava pensando se...– Ele engoliu a vergonha apertando o short e falou– Você quer transar comigo de novo?
Hector ficou boquiaberto e arregalou os olhos. Aquele menino queria mesmo ter sua segunda vez com ele? Alguém queria ficar com ele sem ser por obrigação? Alguma coisa devia estar errada.
–Felix você já não é mais obrigado a ficar comigo.
–Não quero ficar com você por ser obrigado– Ele não estava acreditando que estava mesmo dizendo aquilo– Quero ficar com você e pronto.
E o tímido deu um passo pra frente e beijou o loiro marrento.
Os dois se ajoelharam se beijando, era como se sua língua fosse um botão, pois assim que ela encostou na de Hector seu pau subiu, estava tão duro que parecia que ia rasgar seu short, então ele o tirou. E lá estava novamente a cueca do Homem-Aranha (Ele só tinha ela mesmo). O loiro sua roupa e ajudou o outro a tirar a camisa e o menino se deitou tirou sua cueca, dessa vez prestou atenção na estampa sorriu e jogou pro lado e se deitou sobre seu parceiro e continuou a beija-lo.
Era tão quente e a temperatura aumentava a cada segundo, seus corpos se enroscando, suas línguas se entrelaçando, mordidas no lábio, puxões no cabelo, naquele ponto Felix já não estava mais nem aí pra timidez. Hector foi descendo e beijando o seu corpo, parou no mamilo e pressionando e mexendo sua língua ali fez o outro gemer esse arrepiar, ele chupava o mamilo enquanto o masturbava. Felix sentia tanto tesão que pensava que ia gozar, estava ainda melhor do que dá primeira vez, pelo fato de Hector estar caprichando nas preliminares e por ter um certo sentimento rolando ali. O loiro continuou descendo beijando a barriga do garoto e passando levemente os seus dedos sobre o corpo causando arrepios. Enfim chegou na parte desejada e abocanhou de vez o pênis do menino que dá um alto gemido, o loiro chupou com vontade, o masturbava, lambia a glande, descia língua até o saco, mordia o interior das cochas. Felix ia a loucura com tudo aquilo, ele olhou pra baixo e viu o pênis de pelos loiros e ficou curioso para provar seu gosto já que da ultima vez não o fizera.
–Me dá– Se viu pedindo.
–O que?
–Seu pau.
Hector sorriu e se virou ao contrário fazendo um 69, Felix segurou aquele pênis branco, era maior e mais grosso que o seu, a cabeça era bem rosinha e estava escorrendo um líquido transparente, o garoto lambeu a glande e sentiu um sensação estranha e quando percebeu já estava chupando loucamente. Depois de alguns instantes olhou pra cima e viu aquele buraquinho rosa e curioso enfiou o dedo.
–Ai! –Reclamou o loiro.
–Desculpa!
–Molha o dedo antes– Felix molhou o dedo com saliva e o enfiou, o loiro sorriu e rebolou– Acho que dessa vez você deve provar o quanto é bom comer.
–O que?– Por que diabos ele estava ficando vermelho?
–Vem Felix, pode comer o meu cú.
Hector se deitou de costas e Felix foi pra cima dele, não sabia o certo o que fazer, olhou praquele buraquinho rosa e ficou se perguntando como é que seu pênis podia caber ali dentro? O loiro usou as mãos para afastar suas nádegas abrindo caminho para o menino, Felix encostou seu órgão no buraquinho e foi empurrando sentiu um dor em sua glande, mas ela passou assim que seu pênis entrou todo, o loiro gemeu e apertou as mãos até os nós dos dedos ficarem vermelho.
–Você esta bem?
–Claro que estou. Vai se mexe e mete com força sem par não importa se eu vou fazer cara de dor, saiba que estou gostando.
Hector o mandou meter, então ele meteu. Felix se moveu rápido entrando e saindo daquele buraquinho quente, sentia como se fosse “cocegas” no pênis e um arrepio subindo-lhe pela barriga. O loiro gemia e se arrepiava com cada investida do outro, ele já transara muitas vezes, mas nunca tinha se sentido daquela maneira, nunca tinha se sentido especial. Felix viera até ele de livre vontade, de certo modo aquele era o dia mais feliz da sua vida.
–Mete Felix! Mete!
Felix arfava e ficava com mais tesão com os pedidos do loiro que ainda começou a rebolar no seu pau. Ele sentiu que estava chegando perto, mas não queria que acabasse ainda então saiu de dentro do loiro e o virou de frente da mesma forma que Hector tinha feito com ele da primeira vez e entrou novamente dessa vez foi bem mais fácil o ânus já estava dilatado, quando o seu pênis entrou viu o outro se contorcer e viu que o seu pau estava tão duro que parecia feito de concreto.
–Vai mete essa pica!
–Como você é vadio– Riu Felix.
–Você não sabe o quanto.
Hector fez um rápido movimento que assustou o garoto, ele se pôs por cima e cavalgou rebolando no seu pau, Felix gemia e ofegava alto enquanto o outro se mexia tão rápido quanto possível em cima dele, estava fazendo como Santana tinha feito na coroação, estava se mexendo tão rápido que ia fazer o garoto gozar.
–Vou gozar!– Avisou ele para o outro sair de cima.
–Então goze!
O que? Ele podia gozar dentro? Hector e Felix se mexiam em sincronia e gemeram sentindo o êxtase chegar.
–Ooooorrr– Felix nunca sentira tanto prazer antes, Hector sentiu aquele calor preenchendo seu corpo enquanto se masturbava.
Hector se levantou e porra escorreu por suas pernas, Felix estava acabado todo suado, ofegante e com sede. Viu o outro se masturbando com veracidade e foi ajuda-lo lambendo o seu saco, mordendo suas cochas, ele aprendia rápido e pensou que também podia dizer algo excitante.
–Bate punheta vai! Goza pra mim Hector.
O loiro sentia o calor chegar e Felix observou seus músculos se contorcendo e tomando a iniciativa meteu a boca na cabeçada rola do outro e o masturbou até o ejacular, Hector gemeu gozando dentro daquela boca quente. Ao terminar Felix engoliu, o gosto era horrível, mas estava com tanto tesão que adorou aquilo.
Daqui a pouco lá estavam os dois tomando banho na cachoeira rindo comentando os momentos do sexo. Felix nem conseguia acreditar que estava dizendo aquelas palavras libidinosas sem ficar vermelho ou cobrir ao rosto. Ele estava perdendo a timidez. E aquele foi o primeiro dia em que não desejou sair daquela ilha.
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