Laranja Azeda

58 Capítulo 58 – A Garota dos Sonhos Hentai


Notas iniciais
Aquele momento que você termina de escrever um capítulo e fica muito satisfeito ♥ Espero que gostem de lê-lo tanto quanto gostei de escrevê-lo :)

—Sailor Moon foi o melhor anime de guerreiras mágicas, ever! –Anunciou Anderson, o gordo.

—Seu balofo ignorante, As Guerreiras Mágicas de Rayearth foram mil vezes melhor que as guerreiras com nome de planetas –Contestou Bruno, o magricela.

—Que di-di-discursão ridí-dícula! Saku-kura Card Captor é a me-melhor! –Protestou Carlos, o gago.

—Não entendo nada do que estão falando, mas é muito engraçado –Eu disse usando uma estranha roupa apertada de empregada.

—Você tem razão Aninha, eles são tão imaturos –Disse Anderson me abraçando e me apertando com sua pança.

O tempo que passei com os amigos ABC foi muito divertido, os chamava assim por causa de suas iniciais: Anderson, Bruno e Carlos. Aprendi a ler mangás e assistir anime em japonês legendado. O apartamento universitário era repleto de pôsteres de jogos e animes, haviam prateleiras com figures actions, DVD’s originais de clássicos da cultura japonesa e dezenas de jogos de computador. Numa parede tinham até katanas penduradas. Eu estava trabalhando de domesticas pra eles, mas tudo mudou quando encontrei sua coleção de hentais, que são pornografia em desenho. Comecei a assistir e passei horas fixada naquele sexo tão diferente.

—Encher o xibiu de água? Sentando na marcha de um carro? Sexo amarrada? Sexo com animais? Eu sou muito inexperiente mesmo! –Fiquei revoltada com aquilo! Na mesma hora os garotos entraram, tinham ido à uma loja especializada em card games. Quando viram o que eu estava assistindo gritaram derrubando as compras e correram pra desligar a TV.

—Isso não é o que você esta pensando Anna! –Se justificou Anderson.

—Não somos nenhum tipo de pervertidos não! –Enrolou Bruno.

—A-que-quela Va-va-gina Vibra-bratória não é mi-minha! –Gaguejou Carlos.

—EU ESTOU INDIGNADA! –Gritei e eles olharam pra baixo envergonhados –Esses hentais, eles... Como podem ter tantos tipos de sexo que ainda não fiz?! Vamos tirem a roupa e peguem uma mangueira de jardim! Quero que encham minha buceta de água –E fui pro banheiro tomar banho.

Eles ficaram parados sem entender nada, só quando voltei nua foi que se deram conta do que eu estava querendo. Depois de uns gritinhos e um ataque de asma do Carlos começamos meu treinamento hentai. Primeiramente digo que encher a buceta de água não é tão fácil como no desenho, pois fica escapando pelos lados, mas quando finalmente consegui, coloquei tudo pra fora explodindo como se fosse um chafariz, foi legal. Eu estava deitada na mesa da cozinha, os três estavam nervosos, mas adoraram quando foram encharcados com água da minha buceta.

—Não acredito que isso esta mesmo acontecendo! –Disse Bruno mexendo no pênis por cima da calça, os três não tinham tirado a roupa ainda.

—Bruno me leva de carro à algum lugar que possamos comprar um polvo vivo! E vocês dois vão preparando coisas bizarras para fazermos sexo!

O magricela deixou o carro estancar oito vezes antes de conseguirmos sair da garagem. Quando chegamos no estacionamento de um estabelecimento chamado: A casa do Aquário, e já íamos descer, o impedi.

—Espera quero tentar uma coisa, liga o carro –Levantei minha saia e já estava sem calcinha e fui sentar na marcha do carro, foi uma delícia! Aquela parte esférica entrou me arrombando. Gemi e coloquei meus peitos pra fora –Faz meia embreagem! –Sim, também entendo de carro, passei um mês morando na casa de um mecânico. Bruno fez meia embreagem e o carro começou a tremer, a marcha vibrou dentro de mim e fiquei tão molhada que escorreu meu líquido pelas laterais.

—Ai meu Deus que tesão! –Disse Bruno colocando o pau pra fora e se masturbando. Ele se inclinou e começou a chupar meu seio esquerdo enquanto acelerava fazendo o carro vibrar ainda mais.

—Aaaar! –Gemi que nem uma puta! Comecei a mexer no meu clitóris e desci um pouco fazendo a marcha entrar mais fundo –Aaaar! Que tesão! Ooor! Como um carro pode transar tão bem?!

Bruno gemia e suava com o prazer voyeur, me inclinei o puxei beijando-o na boca, ele começou a gemer loucamente só pelo contado dos meus lábios. Saí da marcha e sentei no seu pau.

—Oooooor! –Na mesma hora Bruno gozou dentro de mim, ele tremeu, revirou os olhos e retorceu a boca, fiquei em dúvida se ele estava gozando ou tendo um ataque epilético –Desculpe é que eu nunca...

—Tudo bem, temos muitas fantasias pra realizar ainda!

Compramos o polvo e voltamos pra casa. Sobre o sexo com o polvo: Os do hentai deviam ser treinados, porque a peste daquele que compramos não queria apertar meus seios! Quando o colocamos na minha vagina foi um desespero, era gelado e as ventosas dos tentáculos dele grudaram dentro de mim, os garotos tiveram que puxa-lo com um gancho e pra terminar o gastropode cefalópode ainda expeliu tinta dentro de mim! Minha pepeca ficou toda preta, foi preciso um banho de duas horas para limpar direito.

No dia seguinte entrei no quarto dos garotos enquanto eles ainda dormiam, Anderson usava uma camisa preta com nuvens vermelhas, Bruno usava só uma samba canção com estampa de bokébolas, Carlos usava uma cueca box preta tradicional, mas usava uma toca de Mokona super gay, sei que talvez não esteja entendendo muito bem, mas vamos seguir mesmo assim, basta saber que eles eram otakus até dormindo. Casa de universitário costuma ser bem pobre, principalmente se eles gastam todo o dinheiro de suas bolsas em mangás e artigos japoneses, por este motivo meus amigo ABC não tinham camas e só colchões.

Me sentei no colchão de Carlos e fui logo apalpando sua ereção matinal, amo o jeito que a maioria dos garotos acordam com suas picas duras. O gago fez uma cara de prazer, mas não despertou. Baixei sua cueca e deslumbrei seu pênis mediano e seus pentelhos aparados, me abaixei chupando aquela piroca.

—Aaarr! –Ele gemeu de olhos fechados, talvez achando que estava sonhando. Engoli o pau todo o fazendo despertar num gemido gritado –Oooor-aaaaa!

—Bom dia Carlos! –Disse o masturbando e o encarando. Eu estava vestida de uma vocaloid famosa, sem dúvida ele devia ter esse fetiche.

Carlos não lutou contra meu boquete, ele se entregou, o chupei com vontade, de repente ele agarrou meus cabelos com força e começou a meter na minha garganta.

—Engole esse microfone vocaloid! –Mandou sem gaguejar.

Engulhei com suas metidas, mas estava tão excitada que prossegui. Anderson acordou coçando a bunda e se virou nos vendo, fez uma grande exclamação de surpresa o que acordou Bruno.

—Ela esta vestida de vocaloid! Kami-sama seja louvado! –Exclamou Anderson.

—Mestres quero chupar seus microfones! –Falei da forma mais fofa que pude.

—Que voz de Lolita! Vou gozar só de ouvi-la falar! –Exclamou Bruno.

—Nós sabemos disso, senhor ejaculação precoce –Debochou Anderson.

O magricela estava tão fascinado por mim que nem ligou pra ofensa do gordo, os dois vieram até mim, Carlos ficou de pé também, ajoelhada chupei aquelas rolas universitárias, tem gente que acha que rola de gordo é tudo pequena, pensam isso porque nunca viram o tamanho da katana do Anderson. E naquela manhã tirei o cabaço dos três, o do Bruno nem considerei a penetração no carro como sexo, então contei aquela vez como sua real perda de virgindade.

Me deitei me servindo de banquete pros amigos ABC, de forma desajeitada tiraram minha fantasia de vocaloid e começaram a me chupar, Carlos e Bruno chupavam meus seios enquanto Anderson se deliciava com minha buceta. Eles se divertiram enfiando miniaturas das esferas do dragão no meu ânus.

—Já dá para invocar Shey Long! –Brincou Anderson. Aos poucos fui colocando esfera por esfera pra fora, enquanto os três se masturbavam assistindo ao show.

—Esta na hora de me foderem logo! –Disse irritada, pois já estava toda babada e nada de levar rola.

—Finalmente vou poder usar minha camisa de Star Wars! –O gordo correu até uma cômoda e voltou com um pacote de camisinhas coloridas neon –Vamos te foder usando sabres de luz!

E assim Anderson foi o primeiro a enfiar seu pênis azul brilhante na minha buceta, o engraçado foi que ele deu um gemido fininho. O sexo foi muito gostoso, chupava rola de Bruno, sentava na piroca de Anderson , dava o cú pra rola de Carlos. Fiz todos os tipos de posições, até recebi de bom grado uma DP. Dessa vez Bruno não gozou tão rápido, de pernas abertas recebi suas fortes metidas, tentei ignorar os barulhos que ele fazia com a boca quando movia o pênis, acho que estava imitando o barulho de sabres de luz se movendo, algo como: Vrummm! Zummm! Sei lá.

—Nã-não acre-credito que estamos fa-fazendo isso mesmo! –Disse Carlos.

Montei em cima de Anderson rebolando no maior pau do quarto, o fazendo gemer daquele jeito engraçado. Meus seios balançavam, apertei-os brincando com meus próprios mamilos. Bruno tirou a camisinha e veio se masturbar na minha frente, chupei suas bolas até o ouvir gemendo.

—Vou gozar! Aaaaaaaar! Oo-ooo-ooooor! –Os jatos caíram sobre meus seios.

—Estou tão excitada! Mete essa rola Anderson! –O gordo se moveu tão rápido que fiquei com medo dele enfartar –Aaaaar! Mete assim! Vai!

—Estou chegando perto Anna!

—Vai mestre!

—Ooooooor!!! –Ele gozou comigo rebolando na sua rola, ou sabre de luz. Me levantei o deixando acabado no colchão tendo espasmos –Acho que estou sonhando.

Me virei para Carlos que se masturbava me olhando, fui até ele e o beijei na boca, agarrei seu pau fazendo uma mão amiga, seus gemidos na minha boca me excitavam muito. Me sentei num criado mudo e o puxei para me penetrar. O gago meteu com vontade, gemendo de olhos abertos, pois não queria perder nenhum detalhe do espetáculo que era meu corpo, se bem que para virgens, qualquer corpo nu, já é um espetáculo.

—Você fode gostoso, Carlos!

—É... Obri-bri-bri-gado.

Sua pélvis ia e vinha com velocidade, arranhei seu peitoral semi-definido e senti meu orgasmo chegando, nessa hora os dois otakus gozados vieram chupar meus seios.

—Estou chegando perto!

—Eu tam-também!

—Então mete!

Aquela foi a vez que tive mais prazer com um sabre de luz, melhor até do que da vez que usei um de brinquedo para me masturbar no dia das crianças do ano seguinte.

—Aaaaaaar! –Gememos gozando em sincronia.

Durante as semanas seguintes transamos de formas bem inusitadas, fiz cosplay de diversos personagens, fui Sakura, Sailor Moon, Kikyou, Xena a princesa guerreira, Hermione, a versão feminina de Naruto, Buffy a caça vampiros, a power ranger rosa e várias outras personagens que não recordo agora. Introduziram em mim além das esferas do dragão: Pokébolas, um taco de beisebol, um figure action do Mario, enfiaram até a buceta vibratória dentro da minha própria buceta e a foderam, foi estranhamente prazeroso, tipo sexo terceirizado sei lá. Transamos usando comida, experimentamos um pouco de masoquismo, mas eles não lhe davam muito bem com a dor.

Quando finalmente me dei por satisfeita resolvi partir, dessa vez me despedir, ao invés de sair na calada da noite. Foi um chororô meloso, eles achavam que não conseguiriam transar com outra pessoa, lhes disse para confiar neles mesmos e que eram bons de cama. Nos abraçamos, eles me deram uma quantidade boa de dinheiro e me deixaram na estação de trem.

Morei três semanas naquele trem, foi um tempo bem relaxante, refleti sobre minha vida, eu estava adorando, a liberdade era fantástica, tinha nascido para ser livre. Transei com vários dos passageiros e funcionários. Quando o trem parava numa cidade, me aventurava conhecendo novas pessoas, mas nenhum ligar me fazia me sentir em casa, até gostei disso, pois assim podia viver para sempre como uma peregrina.

Certa noite vi algo estranho, um homem vestido todo de preto empurrando uma enorme carroça com algo muito maior em cima. Desci do meu vagão e presenciei uma tentativa de assassinato no melhor estilo dos filmes em preto em branco, o homem jogou o corpo de uma mulher gorda nos trilhos. Ele esperou um trem se aproximar e se afastou, subiu numa passarela para assistir de camarote a morte da pobre mulher.

Até aquele momento da minha vida, não fui do tipo heroica, mas algo dentro de mim pulsava, senti um calor, não sexual, mas revigorante, como se aquele fosse o momento de renascer para uma nova vida. Sei que esse discurso parece hoje bem nada a ver, mas naquele instante significou tanto pra mim, que arrisquei minha vida e corri para os trilhos.

—Pare aí garota! –O homem gritou da passarela, mas não ousou tentar me impedir.

Tentei acordar a mulher de todas as formas, bati em sua cara, sacudi seus ombros e cheguei a cuspir em sua face e lamber seu ouvido, mas nada a fazia despertar. Então lembrei que nos filmes e novelas quando alguém dormia ou desmaiava, sempre era despertado com um balde d’água, como não disponha de nenhum ali comigo resolvi improvisar. Lembra da vez que mijei na cara do Otto salvando nossas vidas de serem ceifadas pelo desprezível Raul? E que eu disse que aquela era a segunda vez que eu salva a vida de alguém usando minha urina? Pois bem, naquela noite nos trilhos, foi a primeira.

—Se concentra Anna! Mija! Mija! Mija! –Xiiiiiiiiii. Minha urina quente caiu no rosto da mulher que se levantou se debatendo.

—O que você?

—Não temos tempo! Vem! –A puxei pelo braço, mas era muito pesada, ouvimos o barulho e a luz do trem, a gorda correu, me agarrou e me levou com ela. Caímos numa poça de lama. Estávamos sujas, mas vivas.

—Você salvou minha vida mijando na minha cara? –Perguntou a mulher.

—É que tive que improvisar.

—Hahahahaha! –Ela deu uma risada que mais pareceu uma soprano –Serei eternamente grata à você. Se tiver algo que possa fazer para agradecer?

Ela era uma desconhecida gorda e suja de lama que eu acabara de salvar, mas algo nela me fazia me sentir bem.

—Atualmente estou morando num trem, seria bom passar uns dias numa casa de verdade.

—Tudo bem, contando que goste de dança. A propósito eu sou a mundialmente famosa dançarina de cristal, Cisney Black.

—Prazer em conhece-la. Meu nome é Anna.

—Anna de quê?

—Simplesmente Anna e... O cara que tentou te matar esta vindo atrás da gente.

—É o bêbado do meu ex-marido número 6. Ele é o que mais detesto –Ela se virou e começou a gritar pro assassino –Vai ter que fazer melhor que isso da próxima vez! Seu pau de amendoim!

—Vou te matar vaca!

—Só se for de tédio! –Ela se voltou pra mim e me ofereceu a mão –Vem querida, você pode morar o tempo que quiser na minha escola de dança.

Sorri e segurei sua mão e fomos juntas para a tal escola de dança. Aquela foi minha última casa antes de finalmente vir para meu verdadeiro lar, a Ilha do Escorpião.

Notas finais
O que estão achando das aventuras de Anna? Oi? Ouvi alguém querendo fazer uma recomendação?