Laranja Azeda
57 Capítulo 57 –A Insana Aventura de Peregrinação de Anna
Notas iniciais
Eu sou Anna, Simplesmente Anna, e esta é a minha história:
Não sei muito bem sobre minha mãe, apenas que fugiu de sua família dos E.U.A. para o México, sim, também fiquei surpresa com a estranha imigração às avessas, talvez ela gostasse muito de burrito. Meu pai era o dono de um bar, ele ainda era muito jovem, mas já era casado, pois fora obrigado a aderir ao matrimonio depois de desvirginar a filha do prefeito.
Elizabeth Obama, esse era o nome de minha mãe, devido ao sobrenome desconfio que posso ser parente do presidente dos E.U.A., se apaixonou perdidamente por Fernando Pablo dos Reis dos Castelos Brancos da Santa Guadalupe, sim acredite, esse era seu nome, por isso que me apresento só como Anna e pronto, imagine só você me conhecer e eu dizer: Prazer, meu nome é Anna dos Reis dos Castelos brancos da Santa Guadalupe Obama! Ia ser o maior mico.
Deixando seus nomes de lado, minha mãe e meu pai se apaixonaram e viveram se encontrando escondidos com ajuda da coiteira que viria a ser minha madrinha, a freira Lupita. Quando minha mãe ficou grávida entrou em desespero, mas optou por me ter, mesmo tendo que enfrentar o diabo à quatro, é por isso que não aborto o meu filho mesmo ele sendo a encarnação de um deus bode, questão de princípios.
No dia do meu nascimento fez uma terrível tempestade, o barulho de trovões era tão alto que parecia que o mundo ia partir ao meio. Uma velha parteira cuidou de minha mãe com a ajuda da freira Lupita, infelizmente me trazer ao mundo foi o último trabalho da senhora.
—Essa tem pulmões fortes! –Disse a parteira, pois eu chorava muito. Minha madrinha disse que podia jurar que me ouviu dizer: Velha maldita! Mas tinha muitos trovões naquela noite para afirmar qualquer coisa.
O problema foi que dei uma mijada quando a parteira me ergueu, não foi uma mijadinha mixuruca não, foi um jato forte que a desequilibrou, ela bateu numa mesinha derrubando tudo, depois tropeçou e caiu no chão, a coitada teve o azar de cair sobre a tesoura que havia usado pra cortas meu cordão umbilical. Meu nascimento foi marcado com a morte.
Ainda assim recebi o amor de meus pais por duas semanas, até a mulher do meu pai descobrir minha existência, ela ficou tão revoltada que falou com seu pai, o prefeito, para varrer a escoria da cidade. Capangas armados invadiram minha casa e mataram meus pais. Só sobrevivi por que minha madrinha escapou do país me levando com ela para um convento numa cidadezinha do Canadá.
Sei que a história do meu nascimento é triste, mas não sou do tipo que fica choramingando, desde pequena sabia aproveitar bem a vida, sempre tive esse despudor em minhas veias. Passei os dez primeiros anos de minha vida naquele convento, mas não foram de todo mal, pois descobri uma forma de ganhar favores e me divertir ao mesmo tempo: Comecei a chupar as freiras! As escondidas é claro, nenhuma delas falava a respeito, mas podia se notar que o convento andava bem mais animado.
Lembro da última freira com quem estive, seu nome era Rita Dare, tinha 22 anos, virgem e tinha sido forçada pelos pais a seguir aquela vida religiosa.
—Você é a garota que faz...Aquela brincadeira?
—Sou sim, o que pode me dar em troca? –Eu sempre fui direta.
—Sou muito boa em fazer doces.
—Ótimo! Digo... Isso vai servir –Não podia demonstrar muito entusiasmo, pois poderia dar poder à elas, e eu é que tinha que estar no comando daquele esquema.
Combinado os detalhes começamos o serviço. Estávamos no quarto de Rita, um quarto sem graça apenas com uma cama e um baú. Ela estava muito nervosa, nunca tinha feito algo do tipo, hilário eu ser mais experiente tendo 10 anos e ela 22, mas sempre fui precoce. Rita nem tirou a batina, talvez fosse algum fetiche, levantou todo o tecido expondo suas pernas e aquela calcinha de vovó, tirei aquele pano brochante e comecei a alisar aquela buceta virgem.
Com os dedos abri levemente os lábios externos, espiando seu interior rosado, coloquei minha cabeça no meio de suas pernas e a lambi.
—Aaaar! –Ela gemeu apertando os lençóis –Isso! Aaaar! Deus!
Eu era muito boa no que fazia, se bem que para aquelas freiras frigidas, a pessoa podia ser ruim que ainda seria incrível. Lambi aquela buceta e subi até o clitóris, adorava ver e sentir seu corpo tremendo com meus toques. Arranhei suas cochas a fazendo gemer, não precisava me preocupar em deixar marcas, pois as freiras sempre andavam cobrindo 90% do corpo. Comecei a mexer no pinguelo dela movendo meus dedos em círculos. Rita deu um gritinho estridente e ficou toda molhadinha.
—Esta gostando?
—Estou! Aaaaar!
Voltei a chupar seu clitóris e ao mesmo tempo enfiei meus dedos em sua buceta apertada, mas estava tão molhada que deslizou facilmente.
—Ai!Ai!Ai! Aaaar! Aaaar! Shiiii! Aar! –Ela se retorcia toda, fechava os olhos, apertava o colchão, sua pele estava toda arrepiada.
Dessa vez fiz algo novo, normalmente eu enfiava até três dedos, mas já tinha colocado os cinco e empurrei com tanta força que minha mão entrou.
—Aaaaaaar! –Ela gritou e ficou respirando ofegante e assustada, também levei um susto, pensei que estava sendo parida ao contrário –Continua –Quando ela me pediu aquilo, fechei minha mão em punho e comecei a meter.
Nunca vi na vida uma freira gemendo daquele jeito, ela estava tão molhada que meu antebraço estava todo babado. Senti meu punho batendo em algo, hoje sei que era o hímen, continuei até que o senti romper. Nessa hora eu estava olhando para o rosto insano de prazer da Rita Dare, nem percebi que meu braço estava vermelho do sangue daquele cabaço perdido.
A freira gemia descontroladamente, estava fazendo muito barulho naquele lugar silencioso, mas todas estavam no momento de oração da manhã, duvidava muito que alguém a escutasse, mas escutaram. A porta abriu, ouvi uma exclamação de terror, entretanto Rita gemia e pedia pra eu enfiar com mais força e então ela esguichou lambuzando todo o meu braço. Me virei vendo minha madrinha, a freira Lupita, horrorizada. Puxei meu braço lambuzado e sujo de sangue.
—Madrinha eu posso expli- –Levei um tabefe tão forte na cara que me abriu a bochecha e me derrubou no chão.
—Calada pecadora! E você! –Gritou para Rita que a encarava sorrindo como uma drogada –Será expulsa!
E assim foi feito, Rita Dare foi expulsa, quando seus pais descobriram o motivo a expulsaram de casa. Mesmo com tudo parecendo perdido, um dia tudo deu certo pra ela. Estava ganhando a vida como dançarina de bordel, quando ao sair foi atropelada, o motorista a socorreu e acabou se apaixonando pela vítima. Sua história teve um final feliz e agora ela receberia todo o prazer que quisesse sem ninguém para julga-la.
Voltando para mim, minha madrinha me esculhambou, me chamando de todos os xingamentos possíveis que acho que seriam considerados pecado.
—Eu te ajudei a nascer, ajudei seus pais, cuidei de você, dei teto e comida! E você me paga com essa vergonha?! Com esse pecado?
—Eu não pedi pra viver em um convento! –Acabei gritando e Lupita se assustou, até então para ela, eu era uma menininha perfeita e obediente, mas já estava farta de tudo aquilo e pela primeira vez na vida agi como eu era de verdade –Posso ter só 10 anos, mas já sei que nunca serei uma freira! Quero ser livre! Livre dessas obrigações ridículas, livre para fazer o que eu quiser! Livre de meu passado, de ser lembrada constantemente de como matei minha parteira, de como causei a morte de meus pais, livre dessa gororoba que vocês chamam de comida, livre de você!
—Então vá embora! Sua... Sua... Sua danada! –A maioria das pessoas que lerem essa frase não entenderão o quanto ela me ofendeu. Procurem o real significado da palavra “danada” no dicionário e verão o tanto de insultos que são somadas à ela.
—É o que farei! –Saí daquele recinto pisando forte, mas acabei parando na porta e falei sem olhar pra trás –Obrigado por tudo madrinha Lupita. Principalmente por esse momento, por me permitir ser livre.
Deixei o convento e nunca mais voltei, anos depois soube que a freira Lupita se envolveu num escândalo ao descobrirem que ela mantinha relações sexuais com dois padres. O que achei sobre isso? Se a chamei de hipócrita? O que pensei na hora foi: Sabia que ela não era um caso perdido! Que orgulho dessa safada!
Eu peregrinei viajando por vários lugares e até mesmo países, entrando escondida em ônibus e trens. Um lugar de qual vale a pena falar, foi onde perdi minha virgindade, eu me juntei à um circo. Passei três meses naquele lugar, foi um período muito bom, tinha sempre comida, muitas pessoas novas todos os dias, sempre adorei pessoas, me fascinava ver tantas diferentes, altas, baixas, gordas, magras, negras, brancas, asiáticas, sempre ficava as imaginando nuas.
Tinha um garoto pouco mais velho que eu, que fazia apresentação cuspindo fogo, quando as assistia ficava toda molhada. Ele era magro e negro, sua pele tinha um tom marrom que me lembrava chocolate, sempre que pensava nisso ficava excitada e com fome. Ninguém nunca soube seu nome de verdade, ele se apresentava como Brasa. Certa noite conversamos muito, na verdade ele foi quem mais falou, e eu só ficava olhando pro seu corpo imaginando-o nu.
—Anna?
—Oi?!
—Por que esta me olhando desse jeito?
—Estou jogando um jogo.
—Um jogo?
—Gosto de imaginar as pessoas nuas –Ele corou um pouco –E você é um dos que mais gosto de imaginar.
Brasa tossiu e me olhou curioso, acho que ele nunca devia ter encontrado uma garota como eu, com cabelos pintados de mechas amarelas, que morava num circo, mas só trabalhava como ajudante sem ter nenhuma apresentação e por ficar o tempo todo imaginando as pessoas peladas. Se eu soubesse que alguém leria minha história, eu a imaginaria pelada também, só de pensar em leitores nus fico até molhadinha. Voltando pra história, Brasa me perguntou se eu já tinha beijado alguém.
—Não na boca.
—Só no rosto, não foi?
—Também, mas eu estava me referindo à bucetas de freiras –Ele caiu na risada.
—Você é a pessoa mais engraçada que já conheci Anna. A propósito, qual é seu nome completo?
—Anna, simplesmente Anna. E o seu? Duvido muito que seja Brasa.
—Brasa, simplesmente Brasa.
Embora ele tenha desviado de minha pergunta, aquela troca de respostas que não diziam nada novo, foi muito romântica. Nos beijamos dentro de um vagão coberto de palha, de um lado estava a jaula de um leão e de outro a de uma criatura animalesca que nem sei descreve-la, ou era uma aberração da natureza ou um ser alienígena, mas nada conseguia me distrair dos lábios do Brasa.
Como sempre fui safada, não me contentei com um primeiro beijo e já fui logo apalpando a rola do garoto, ele ofegou em minha boca com o susto, mas não recuou, que menino recuaria? Quando ele tirou a camisa me deu vontade de come-lo, avancei em seu pescoço o beijando e mordendo, logo já estávamos pelados nos agarrando deitados na palha. Seu pênis era de tamanho normal para sua idade, era escuro e a glande era arroxeada, o diferente era que ele tinha três testículos.
—Você tem três...
—Na minha tribo é considerado uma benção.
—Tribo?
Ele sorriu e enfiou o pau na minha boca, já tinha chupado tantas bucetas que experimentar um pênis foi mágico. Era como se deleitar com um delicioso picolé de chocolate, lambi dos lados percorrendo-o com a língua, abri a boca engolindo-o todo, chupei a cabeça da rola e continuei alternando nesses movimentos gostosos. Brasa me puxou para fazer um 69, gemi tão alto que acordei o leão que rugiu pra nós. Nunca tinha sido chupada antes, já tinha me masturbado, mas aquilo era outro nível.
—Uuumm –Gemi com o pau na boca.
Brasa me chupou e enfiou dedos, me mordeu, beijou, lambeu e bateu. Me deitei de pernas apertas o convidando, ele roçou sua rola preta e aquele pequeno contato fez todo meu corpo se arrepiar, quando finalmente entrou, gemi e o abracei. O movimento começou delicioso, sentia seu pau bem fundo dentro de mim. Eu não sangrei, na verdade eu não tinha mais meu hímen, aí você se pergunta: Mas essa não é a história que você perdeu a virgindade? E eu lhe respondo: Sim, essa foi a primeira vez que transei, mas já tinha perdido meu hímen num acidente que consistiu em mim andando de saia e sem calcinha numa rua movimentada, uma casca de banana num chão escorregadio e um cego batendo sua bengala no chão até que ela entrou num buraco inesperado.
Brasa continuou a me foder, eu gemia e ia a loucura, depois que provei daquele prazer, soube que queria transar loucamente a vida inteira. Não exploramos várias posições, pois erámos inexperientes, mas ainda assim, apenas naquela posição tradicional de papai e mamãe, tive meu primeiro orgasmo.
—Aaaaaar! –Gozei ao mesmo tempo que arranhei as costas do Brasa.
Ele saiu de dentro de mim pra gozar fora, se masturbou fazendo uma cara de dor, ansiedade e prazer.
—Ooooor! –Seus jatos de porra caíram sobre meu corpo, quentes como brasa. Me levantei e chupei sua rola sugando o resto de esperma e amei o gosto.
Dormimos juntos felizes. Em minhas últimas duas semanas no circo, transamos mais de trinta vezes, até o dia que parti. Por que? Eu ainda não estava pronta para me estabelecer por muito tempo no mesmo lugar, eu era uma peregrina.
Passei um tempo no Bordel da Dona Moça, onde aprendi a usar camisinha e ganhei algum dinheiro com prostituição. Depois arrumei um emprego numa livraria, eu estudei muito no convento, e naquela loja pude continuar meus estudos. Passei quatro meses trabalhando ali e dormindo na dispensa, mesmo tendo dinheiro para alugar um apartamento, mas ninguém alugaria um para uma garota de 13 anos sozinha.
Li muitos livros, mas tem um deles que vale a pena citar aqui, se chamava: As Desventuras Sexuais de Dylan Stark, sempre que o lia ficava tão excitada que ou me masturbava ou saía na rua atrás de alguém pra me comer e apagar meu fogo. Era a história de um menino que tinha uma chave mágica e viajava por vários mundos transando e coletando energia sexual para salvar seu mundo, infelizmente nunca soube o final, pois era como se a história ainda estivesse acontecendo.
Certo dia denunciaram a livraria pro conselho tutelar e tive que fugir, peguei carona com um homem num carro preto, depois descobri que ele era um serial killer, escapei dele por muito pouco e fui parar numa cidade muito chata que nem vale a pena falar dela.
Vale salientar que nessa época já falava quatro idiomas, não sou uma vadia burra não, sou uma vadia culta. Cheguei numa nova cidade e fui abrigada numa casa de universitários que tinham um quarto para alugar, eram três garotos virgens, um gordo, um magricela e um de corpo normal e na verdade muito bonito, mas era gago o que dificultava arrumar namorada.
Foi nessa casa que aprendi várias coisas legais do mundo otaku. Caso não saiba otaku é quem gosta de umas besteiras japonesas. Agora vou contar como transei um bocado e realizei inúmeros fetiches desses três virgens. Ainda consigo sentir como se os tentáculos de polvo ainda estivessem dentro de mim, que horror. Aqueles caras eram doentes, mas gostei muito deles. Vamos para o próximo capítulo sobre minha peregrinação.
Fale com o autor