Laranja Azeda

53 Capítulo 53 –Especial de Natal –Dois


Notas iniciais
FELIZ NATAL!!! Preparem-se para conhecer três histórias de natal de alguns personagens e de quebra acompanhar um corre corre de Santana e Cupido!

~Anna~

A fila de crianças querendo sentar no colo do papai Noel já estava acabando, anões vestidos de gnomos se esforçavam pra sorrir e distribuir doces. Uma garota de mechas vermelhas no cabelo os observava com atenção, eram seis anões e um velho gordo que traziam alegria para a criançada, a jovem tinha 15 anos e já tinha uma vida muito insana, mas naquele natal tinha decidido realizar uma certa fantasia sexual.

O espetáculo do natal acabou e os sete homens foram para a sala dos funcionários se livrarem daquelas roupas apertadas, mas quando entraram tiveram uma surpresa, uma garota sorridente os esperava.

–Você não pode entrar aqui –Disse um dos anões.

–Que isso? Estamos na época do natal, temos que ser mais gentis uns com os outros –Disse Anna se abaixando até ficar na altura dos olhos do anão que levou um susto quando a invasora simplesmente apalpou seu órgão –Numa época tão nobre, temos que aprender a dar pra receber, vocês sete se esforçaram tanto para fazer as criancinhas felizes, que me sinto na obrigação de recompensa-los de alguma maneira.

Os homens ficaram chocados com o despudor daquela garota de mechas vermelhas, ela se inclinou e tascou um beijo no anão, os que assistiam começaram a ter ereções que eram bem evidenciadas por baixo das calças apertadas verdes. Anna começou a masturbar o anão por cima da roupa, quando sentiu aquele cacete duro, enfiou a mão por dentro da calça sentindo o calor da pele. O anão gemeu e deu uma risada safada.

–Então viva ao Natal!

Os outros cinco anões e o papai Noel foram pra cima da garota safada. Anna tirou toda a roupa e se deitou num banco longo, os sete homens se puseram a chupa-la dos pés à cabeça. O velho barrigudo chupava sua boceta, mãos pequenas apertavam seus seios, um anão com tara por pés caprichava chupando seus dedos e esfregando a rola em seu calcanhar, o anão que ela primeiro tocou, agora estava lhe oferecendo sua piroca, mesmo tendo um corpo pequeno, este tinha uma rola de gente grande, o maior pau da sala, maior até mesmo do que o do papai Noel.

Anna o chupou com vontade, ela gemia sentindo línguas lambendo seu corpo, viu o velho gordo colocando uma camisinha no bilau e logo a penetrou. No auto falante começou a tocar uma música natalina e naquela sala os homens revezavam-se para foder aquela garota insana. Era pica no cu, rola na buceta, piroca na boca, pau nos seios e um revezamento delicioso.

O primeiro anão a penetrou metendo com vontade, era engraçado ver suas pequenas mãos segurando desajeitado o corpo da garota. Uma coisa que Anna adorava em anões era sua bundinha, quase todos tinham uma bunda farta e durinha, ela mordeu a de todos ali presentes.

Depois de muitas metidas, gemidos, duplas penetrações, dedadas e alguns fios-terra, chegou a hora da gozada e Anna recebeu um excitante bukake! Se ajoelhou e os homens fizeram um circulo a sua volta batendo punheta até chegar ao ápice, um a um foram ejaculando na safada, alguns gozaram em seus seios, outros em seu rosto, conforme os pequenos se contorciam gemendo e gozando, ela ainda chupa suas rolas sugando os últimos vestígios de porra. Papai Noel foi o último completando o bukake.

–Ho!ho!ho! Feliz Natal! –Ele disse depois da gozada e todo o grupo da orgia caiu na risada.

~Fabrício~

Todo mundo diz que primeiras experiências nunca se esquece, primeiro beijo, primeiro namoro, primeira trepada, no caso de Fabrício foi sua primeira punheta. Todos homens um dia foram garotos e todos tem histórias engraçadas de suas bronhas, se bem que a maioria continua a se masturbar por toda a vida. No caso de Fabrício a primeira vez que descobriu os prazeres que a própria mão pode proporcionar foi num dia memorável do ano, no natal.

A família estava toda reunida para a grande ceia na casa do tio Bruce, mas o garoto tinha esquecido algo e teve que voltar pra casa pra pegar. Estar sozinho em casa no escuro era bem assustador para um garoto de 11 anos, ele caminhava para seu quarto quando viu uma luzinha piscando no quarto dos pais, percebeu que se tratava do computador de seu pai, pelo jeito James tinha esquecido de desligar. Fabrício entrou no quarto, foi até a mesa do PC e quando moveu o mouse o que surgiu na tela o deixou assustado e surpreso, um site pornô estava aberto, um vídeo ali pausado, era uma orgia numa praia.

Não era a primeira vez em que Fabrício via corpos nus, mas era a primeira que via tantos se esfregando e enfiando partes um nos outros. Ele sentou-se assistindo ao vídeo, uma mulher chupando a vagina de outra, cara! Aquilo era permitido? Um homem fodia uma loira e ao mesmo tempo chupava o pau de outro cara. Sem perceber já estava tendo uma ereção que logo começou a incomodar dentro da cueca, ele enfiou a mão para “ajeitar o amigão” numa posição mais confortável, mas ao tocar-se sentiu um arrepio e um calor que o fez gemer.

Gemer? Ele nem sabia o que era aquilo, mas continuou a mexer no pinto provocando em si mesmo aquela sensação gostosa. O vídeo seguiu com mulheres e homens gemendo sendo enrabados por rolas grandes e grossas. Fabrício continuava a alisar o pinto quando percebeu que estava todo molhado, será que tinha feito xixi nas calças sem perceber?! Assustado e envergonhado foi conferir e viu que o que saia do seu pinto não era urina e sim algo transparente e viscoso, aquilo lambuzou seus dedos, ele tentou limpar a cabeça da pinta e gemeu alto quando a sentiu sensível, aos poucos voltou a se tocar sentindo aquela maravilhosa “cocega”.

Um homem do vídeo começou a realizar um movimento frenético com a mão esfregando o próprio pau, o garoto começou a imitar e Deus do céu! Aquilo era incrível! Sem saber o que fazia Fafa começou a bater a primeira punheta. Os corpos nus do vídeo continuavam a se movimentar em diversas posições, um dos homens esfregou a rola na cara de uma mulher e gemendo ejaculou uma coisa branca nela.

–Ele mijou branco? –Fabrício acabou perguntando-se em voz alta. Pensando bem, tinha saído um líquido transparente e viscoso de sua pinta, então talvez aquela coisa branca também pudesse sair dali.

Fabrício continuou sua bronha gemendo e assistindo o vídeo, os gemidos pareciam aumentar o seu tesão, ele pensou em pegar algo pra se limpar, mas resolveu continuar daquele jeito mesmo, afinal se fosse sair a mesma quantidade que o homem no vídeo, não seria problema. O garoto aumentou o ritmo da punheta, sentiu o calor aumentando e uma agonia como se fosse explodir, apertou os dedos dos pés e foi!

–Aaaaaar! –Um jato de porra quente voo acertando-o no rosto, ele se assustou, mas continuou a bater e a ejetar esperma meio translucido que caía por seu tórax sujando sua roupa.

Quando o bombear diminuiu, o menino soltou a pinta que ainda pulsava, aquilo era muito gostoso! Entretanto aquela quantidade era ridícula! Fabrício teve que trocar de roupa e ainda teve que lavar a suja, demorou mais de uma hora pra voltar e teve que inventar uma desculpa ridícula. Contudo valeu a pena, o garoto acabara de descobrir uma brincadeira nova e muito prazerosa. Assim Fabrício, como todos os garotos um dia o fazem, entrou em sua fase de punheteiro.

~Tobias~

Ser o líder de uma seita não era nada fácil, mas Tobias até que gostava, liderar as danças do fogo, as cantigas em lembrança da Ilha do Escorpião e claro, as orgias em homenagem ao deus bode. Naquela noite de natal ele caminhava por uma rua deserta e esquisita de um bairro pobre e perigoso, quando avistou aquele vulto vermelho cambaleando em sua direção. Era uma mulher mais alta que ele, magra, bonita e vestida de mamãe Noel, parecia estar bêbada ou drogada, ou os dois, ela tropeçou e o negro correu e a segurou.

–Você esta bem? –A mulher olhou para ele como se tentasse focar a imagem e quando conseguiu, falou:

–Vinte reais.

–O que?

–Meu preço. Vinte reais –Era uma prostituta fantasiada pro natal. Tobias revirou os olhos, ele nunca pagaria pra transar, achava aquilo ridículo.

–Feliz Natal pra você moça –Ele a fez sentar-se num banco e ia seguir seu caminho.

–Espera! –Disse a mulher segurando seu braço –Você me ajudou, e é muito bonito, posso ficar com você de graça.

–Sendo assim eu quero.

Tobias sentou-se no banco e delicadamente se pôs a beijar a prostituta, era uma noite fria e era melhor não se despirem mais que o necessário. O negro apalpou os seus peitos, era grandes e firmes, ele brincou com os mamilos a fazendo gemer. O beijo ganhou mais intensidade, a mulher apalpou o pau dele, abriu seu zíper, o pôs pra fora e caiu de boca naquela rola preta.

–Oooor! –Tobias gemeu surpreso, ela devia mesmo ser uma profissional do sexo, pois estava fazendo um boquete maravilhoso!

Transar em lugar publico já era excitante e ainda com uma desconhecida vestida de mamãe Noel? Era um ótimo presente de Natal. A prostituta pegou uma camisinha e desenrolou na geba do negão, depois ficou de quatro e abaixou a saia expondo sua bunda, com as duas mãos puxou as nádegas exibindo o cu e piscando.

–Me come por trás!

Tobias deu um generosa cuspida naquele buraco e enfiou sua piroca preta, a prostituta gemeu e apertou o banco. O movimento de vai e vem começou e logo ganhou velocidade, ela gemia e olhava pra trás vendo a cara de safado dele, ela rebolava sentindo aquela coisa dura dentro dela. Os movimentos estavam tão gostosos que mamãe Noel nem se deu conta quando ele foi apalpar sua vagina, e os dois levaram um susto.

–O que?! –Exclamou Tobias segurando um pau, um pau! –Você é um travesti!

–Por favor não me bata! –Implorou a mulher, ou o homem, fechando os olhos.

–Bater em você? Só se for desse jeito –Tobias começou a bater punheta no travesti que gemeu e olhou pra ele confuso –Nunca bateria em alguém que não merecesse, muito menos em alguém que apenas luta pra ser ele mesmo.

Os olhos do travesti brilharam, quem era aquele cara? Tobias sorriu e continuou com o sexo com a mesma desenvoltura de antes, como se nada tivesse mudado. Eles treparam com vontade mudando de posição, Tobias se sentou no banco e a prostituta sentou-se de costas, se apoiando nos joelhos começou a quicar naquela rola, depois sentou-se de frente rebolando no cacete, o negro chupava seus peitos e o beijava na boca e ainda o masturbava.

O travesti não era acostumado a se permitir sentir prazer no pênis, antigamente achava que queria ser mulher e se livrar de seu órgão, mas não tinha nem coragem, nem dinheiro para isso. Sempre pensou que tinha que escolher se seria totalmente homem ou totalmente mulher, Tobias nunca saberia, mas naquela noite o ajudou a se decidir por ser ele mesmo, ser um meio termo entre os gêneros.

–Vou gozar! –Anunciou a travesti.

Tobias segurou-a pelas pernas pegando apoio e meteu o mais forte que pode, o travesti gemeu se masturbando e gozando em cima do negão sujando sua roupa.

–Desculpe...Aaaar!

Ele se levantou, deitou-a de pernas abertas e meteu com força e gemeu grosso gozando. Tobias tirou seu pau de dentro da travesti, removeu a camisinha, deu um nó e jogou na lixeira ao lado do banco. A mamãe Noel veio e caiu de boca chupando e limpando aquela rola. Ele gemeu um pouco mais e acabou tendo outra ereção, também aquele boquete era tão bom que atiçava qualquer um. Ela chupava e o masturbava com força, Tobias agarrou o próprio pau e voltou a bater punheta.

–Ooooor! –Gozou novamente, o primeiro jato atingiu o rosto da travesti que depois abocanhou a pica preta sugando toda a porra e depois engoliu e se deitou no banco. Tobias vestiu as calças, sorriu pra mamãe Noel –Feliz natal mamãe Noel, a gente se vê por aí –Ele foi embora sem se importar com a camisa suja de porra e sem saber que mudara a vida daquela prostituta, infelizmente eles nunca se encontrariam novamente.

~Presente~

A ceia de natal estava servida, todos sentados à mesa riam e comiam, Taís e Bruce nunca tinham tido tantos convidados, no passado só recebiam James e sua esposa e as vezes o Felix. Naquela noite a casa estava cheia, os três garotos, Fabrício, Hector e Felix, sentavam de um lado da mesa, Logan, Shania, Taís e Bruce do outro, Santana e Otto nas extremidades. O rei tentava ao máximo manter seu hormônio sobre controle, a ruiva podia estar sentada longe de seu amado, mas estava feliz por estarem jantado juntos.

O Natal estava perfeito, nada podia estragar aquela noite.

–Interrompemos nossa programação normal para um comunicado urgente –Começou uma jornalista na TV –A anomalia registrada há algumas semanas no espaço náutico da Cidade começou a se mover, seja o que for esse circulo de redemoinhos, esse nevoeiro e nuvens de tempestade. Esta indo embora.

–O que?! –Exclamou Otto.

–James deve finalmente ter achado o mecanismo que controla o curso da ilha! –Explicou Logan.

–Não há tempo pra comemorar o natal, temos que ir agora! –Otto se levantou as pressas da mesa.

Santana se levantou e saiu correndo para a porta da frente, se virou e gritou para os outros.

–Taís e Bruce obrigado pela hospitalidade! Felix por favor arrume minhas coisas, eu encontro com vocês no píer!

A ruiva correu desesperada pelas ruas, eles tinham que voltar para a Ilha do Escorpião naquela noite, aquela era sua última chance de arrastar a Cupido com ela.

–Vou ter que usar todo o meu poder, magia e sedução! –Santana se ajoelhou e deu um tapa no chão, foi como ter batido na água, o chão pareceu ondular, na verdade ela tinha atingido o plano astral, o mundo pareceu desaparecer e a ruiva só conseguia enxergar luzes azuis, eram as almas! Praticamente do outro lado da cidade ela avistou uma luz mais brilhante que as outras –Te achei!

A ruiva saiu correndo, felizmente aquela era a mesma direção do píer então ganharia algum tempo. Ela avistou um adolescente de seus 17 anos parando de carro numa casa.

–Por favor me dê um carona.

–Desculpe, mas não te conheço e já estou atrasado pra ceia e...

–Eu te pago um boquete no caminho.

–Qual é o endereço?

Conseguir favores de virgens com promessas sexuais era muito fácil. O cara dirigia e gemia com a ruiva chupando sua rola.

–Ai meu Deus! Ooor! Como isso é bom! Ai! Ooor! Eu vou! Eu vou! Aaaaaar! –Ele gozou na boca da ruiva que se levanta, abre o vidro e cospe fora.

–Agora acelera! –O garoto a deixou na casa da Cupido.

–Obrigado garota, feliz Natal! –Ele foi embora feliz da vida.

Ninguém sabia onde era a casa da cantora gorda e por isso não eram necessários guardas. Santana espiou por uma janela e viu a ceia que acontecia lá dentro, lá estava a Cupido com a maior cara de tédio, sua mãe e o dono da gravadora riam e se beijavam, haviam mais quatro à mesa, eram velhos que mal pareciam ter noção de onde estavam.

–Quando você vai trazer um namoradinho pra casa querida?

–Eu vou no banheiro!

Cupido subiu as escadas furiosa. Santana usou seus poderes para levitar e entrou pela janela do banheiro, quando a cantora entrou teve sua boca tampada com força e a porta fechada atrás dela.

–Não grita! Dessa vez serei mais direta pra não te confundir! Sexo! Sexo! E sexo! –A ruiva soltou a gorda.

–Do que esta falando?

–Eu moro realmente numa ilha onde todo mundo anda semi nu e todos adoram o sexo, todo mundo trepa com todo mundo sem pudores, é homem com mulher, homem com homem, mulher com mulher, as vezes entram até deuses no suingue e por aí vai!

–Você é louca? Quer mesmo que eu acredite nisso? –Os olhos de Santana brilharam como lanternas, a gorda gritou e uma luz cobriu todo o banheiro, quando clareou estavam as duas numa praia –O que? Como? O que você fez?

–Eu sou uma xamã, usei meus poderes espirituais pra trazer nossas consciências para a ilha, vamos dar uma olhadinha rápida.

Elas levitaram até a tribo e a Cupido quase teve um treco ao ver a comemoração de Natal, viu gêmeos se beijando próximo a fogueira, viu vários corpos transando no chão, Tobias metia com força numa velha gorda, ele estava comendo o cú de Pérola! A oráculo estava deitada sobre a mesa de pedra e várias pessoas chupavam seu corpo, lá estava James comendo o Mike, o garoto asiático gemia gostoso com a pica no cú. O novo casal da ilha, o médico Tony estava transando com uma garota de seus 14 anos, enquanto sua esposa, a anã Rosa, era fodida por Charmosa que caprichava no movimento de sua língua e dos dedos naquela pepequinha.

Uma luz brilhou e Santana e Cupido estavam de volta ao banheiro.

–E aí acredita em mim agora?

–Onde é que eu assino? –Cupido respondeu com uma pergunta.

–Isso é um sim?!

–Eu adoro ser cantora, mas já estou farta de perder os prazeres da vida e estou de saco cheio desse natal horrível! Quero ir para essa tal ilha!

–Arrume suas coisas, saímos em cinco minutos.

15 minutos depois as duas chegaram no píer e encontraram os outros que já tinham conseguido um barco.

–Você conseguiu mesmo convence-la! –Exclamou Hector.

–Olá –Cupido cumprimentou envergonhada com todo aquele povo olhando pra ela.

–Temos que embarcar agora! –Ordenou Otto sem perceber que usara seus hormônios, todos entraram. Taís chorava abraçada ao marido.

–Cuidem bem do nosso Fabrício!

–Obrigado por tudo tios! Eu amo vocês! –Fabrício gritava acenando e chorando.

O barco a motor ganhou velocidade e eles partiram para o mar, nenhum deles imaginou que passaria a noite de natal navegando pelo mar escuro, mas dali há algumas horas estariam em casa, estariam na Ilha do Escorpião.

Notas finais
Desejo à todos um feliz Natal