Laranja Azeda

13 Capítulo 13-Especial de Natal


Notas iniciais
Bem vindos ao especial de natal espero que gostem :)

~Santana~

Santana acordou ainda no meio da noite, o fogo da lareira ainda crepitava e as luzes da árvore de natal ainda estavam acesas, mas uma coisa estava diferente: Os biscoitos e o leite que tinha deixado para o papai Noel tinham sumido! Ela correu para a lareira tentando imaginar como o bom velhinho tinha descido por ali se o fogo estava aceso. Talvez ele tivesse entrado pelo sótão! Ela subiu ao segundo andar, puxou a cordinha que fazia as escadas do sótão descerem. Ao adentrar o cubículo escuro sentiu uma forte rajada de vento no rosto. A janela estava aberta e diante dela a sombra de um homem com um enorme saco nas costas.

–Papai Noel! Eu sabia que você existia! Os meus amigos tiraram sarro de mim por acreditar em você mesmo já tendo quinze anos, mas eu estava certa!

–Então você conseguiu me ver Santana, eu vim aqui te dar seu presente, mas desisti e estava indo embora.

–Mas por que?!

–Primeiramente por que queimei meu pé ao tentar descer pela chaminé. Que tipo de psicopatas acendem a lareira na noite de natal? Vocês queriam me matar?– A garota ficou envergonhada e o velhinho continuou– Bem, você pediu para encontrar alguém que gostasse de você apesar do seu gosto azedo.

–Sim! Eu quero poder ficar com alguém hoje!

–Santana posso dizer que um dia você vai encontrar alguém assim e mais que isso ele não vai não se importar pelo seu gosto azedo, pelo contrário ele vai amar.

A garota ficou extremamente feliz com aquilo, mas quando isso ia acontecer? Ela não queria esperar tanto queria alguém agora mesmo e desejou aquilo tão forte que o papai Noel sentiu e se viu na obrigação de presenteá-la. Santana foi pega de surpresa pelo abraço do bom velhinho e mais ainda quando ele a beijou. Noel rasgou o pijama da garota deixando-a nua, a ruiva caiu de bunda no chão olhando quando o velhinho tirava um brinquedo do saco de presentes, era uma banana roxa? Quando viu direito percebeu que na verdade era um vibrador. Ela se excitou na mesma hora.

–Esse é um brinquedo que uma tal Sandy dos pés cansados pediu lá no Brasil, mas acho que você precisa mais.

O papai Noel abriu suas pernas e introduziu o brinquedo na vagina da garota, era grosso e tinha uma bolinhas que roçavam nos lábios vaginais e ainda uma parte menor que ficava roçando no clitóris. Santana gemeu achando aquilo ótimo.

–Ai como isso é bom.

–E a parte boa nem começou ainda–Disse o bom velhinho apertando um botão.

O brinquedo começou a vibrar dentro de Santana que solta um gemido, aquilo era bom demais! Toda garota devia ter um daquele! Ela olhou pra baixo e percebeu um volume surgindo na calça do papai Noel, ele estava ficando excitado. O velhinho tirou outro brinquedo do saco, era outro vibrador, mas este era preto.

–Este aqui é um presente que um cantor de sobrenome Bieber pediu, mas ele já tem uma coleção, um não vai fazer falta.

Noel enfiou o brinquedo na boca da garota a mandando chupar, depois com o pinto artificial estava babado o introduziu no ânus dela. Santana gemeu e se contorceu com um vibrador na buceta e outro no cú.

–Arrrr I-isso é-é-é bo-bom de-de ma-ma-is.

–Pelo jeito gostou dos seus presente, agora eu já vou indo tenho muitos presentes para entregar. Feliz natal Santana.

~Senhor Dois~

O velho estava tomando banho de sol exibindo suas duas rolas, oh como ele se sentia abençoado e especial por possuir o dobro de felicidade que qualquer homem do mundo poderia almejar. O Senhor Dois se sentia o homem mais especial da face da Terra. De repente uma sombra o cobriu, ele abriu os olhos e viu uma silhueta gorda em sua frete.

–Eu sabia que um dia você viria à esta ilha... Papai Noel.

–Vim apenas para te dizer que você não é tão especial.

–O que? Olhe para minhas duas rolas e repita isso se for capaz!

O papai Noel abriu o zíper pondo pra fora três pênis maiores e mais grossos do que os do Senhor Dois que ficou boquiaberto e sentiu seu mundo cair, de joelhou olhou pra cima gritando:

–Nããããããão!!!

O Velho acordou na sua cama de palha ofegante. Tinha sido um pesadelo, respirou aliviado, de repente ouviu um barulho estranho e quando olhou pra cima lá estava uma enorme rena do nariz vermelho. Antes que o Senhor Dois pudesse pensar em qualquer coisa, o animal partiu pra cima dele, o velho tentou correr, mas seus ossos não eram mais os mesmo e acabou fraquejando e caindo de joelhos ficando de quatro, a rena não perdeu a oportunidade e montou nele enfiando sua rola animal naquele cuzinho flácido.

–Nãããã! Ai meu cúúúúú!– O velho via aquele enorme nariz vermelho roçando em sua orelha, o bafo da rena na sua cara, trezentos quilos montados sobre seu corpo e o pior aquela pica peluda no seu ânus, de repente tudo sumiu e ele acordou sozinho em sua cama– Porra! Esse pesadelo outra vez? Todo ano é a mesma coisa! Como eu odeio o natal!

~Mike~

Mike estava sentado no fundo do ônibus, era véspera de natal e dali a dois dias pegaria um navio de Tokyo para os E.U.A. Fala serio por que ele não podia pegar um avião? Seu pai tinha medo de altura e jamais voaria. Mike tinha dezessete anos, era filho de um japonês e de uma brasileira, era bons nos estudos, mas simplesmente odiava todas aquelas regras moralistas do Japão. Ele assistia hentais e filmes com mulheres sendo estupradas por tentáculos, entretanto nunca chegara nem perto de uma xochota de verdade. O ônibus fez uma parada e uma mulher pra lá de bêbada subiu e foi se segurando o melhor que pode até os últimos bancos onde o garoto estava e pra sua surpresa ela sentou-se do seu lado.

As poucas pessoas no veículo lançaram olhares reprovadores, malditos moralistas! Depois de um tempo todos perderam o interesse. A bêbada deitou a cabeça em seu ombro e o garoto pode ver parte do seu peito e metade do mamilo, ele ficou nervoso por que nunca tinha visto um seio de tão perto, a mulher parecia estar dormindo e dali a dois dias ele estaria fora do país então resolveu se arriscar. Mike usando o polegar e o indicador pegou no mamilo da mulher que nem se mexeu, ele olhou pros lados e como ninguém estava olhando apertou o peito dela. Aquela sensação macia entre seus dedos fez seu pau subir na mesma hora. Ele abriu o zíper e o pois pra fora, pegou a mão dela e a fechou em sua rola e se masturbou usando a mão da estranha. Mesmo que fosse ele quem estivesse fazendo o movimento aquilo era muito excitante! Ele queria gemer, mas segurou, não podia fazer barulho.

Com uma mão segurava a mão da estranha e se masturbava, e com a outra apertava aquele peito macio. Ele levou um baita susto quando a mulher puxou a mão de vez acordando, ou quase já que não conseguia focar sua visão, ela estava muito bêbada. A estranha olhou em volta como se não soubesse como tinha entrado no ônibus, olhou pra baixo e viu o pau do garoto. Merda! Fodeu! Ela ia gritar. Contudo mais uma vez Mike se surpreendeu quando ao invés de gritar, a moça se ajoelhou e abocanhou seu pau. Ele gemeu, mas foi baixo, nunca tinha sentido nada parecido com aquilo, a boca dela era quente e molhada, seu pau latejava. A mulher chupava, depois esfregava o pênis dele na cara, ele estava com tanto tesão que revirava os olhos e dobrava os dedos dos pés, estava chegando perto do ápice. Mike ainda era muito inexperiente pra segurar o gozo e então gemeu alto, sua porra sujou a cara da mulher, os cabelos e ainda caiu no banco da frente.

O ônibus parou e todo mundo estava olhando pra trás boquiaberto vendo o que estava acontecendo. Naquele instante um coral formado por umas dez pessoas entrou cantando músicas natalinas e Mike viu uma chance para escapar daquele constrangimento e desceu do ônibus. Ele nunca mais veria aquela estranha, dali a dois dias pegaria um navio que afundaria no meio do caminho e seria o único sobrevivente e viria a parar numa certa ilha.

~Ned~

O filho da noite meditava na praia quando viu a coisa mais absurda de sua vida: Um treno puxado por renas veio em sua direção voando pelos céus. Ned se levantou e foi até o treno receoso com o que podia encontrar e se surpreendeu ao ver um velho gordo vestido de vermelho.

–Ho-ho-ho Feliz Natal!– O velho se assustou ao perceber que Ned estava nu expondo aquele enorme pênis, pensou ter pousado numa praia de nudismo– Desculpe pousar assim de repente, mas minhas renas estão um pouco cansadas e...

–Você veio do céu.

–Sim, sou o papai Noel e eu...

–Eu sou Ned o filho do deus da noite e se você veio do seu deve ter sido presente do meu pai.

–O que você esta dizendo? Arr...– Ned subiu no treno agarrando o velhinho e o jogando sobre o saco de presentes.

–Lamento ter que hospitaliza-lo, mas você foi escolhido.

–Do que você esta falado?

Ned abaixou as calças do papai Noel com violência revelando um cueca de pinguins, depois a tirou vendo aquela Bunda enorme e branquinha.

–O que você vai... Arr.

Ned chupou o ânus do bom velhinho, enquanto sacudia o pau para endurecer e rapidamente a jeba já estava de pé. No momento em que a glande começou a entrar o papai Noel se debateu tentando escapar, mas o negão era muito forte e o prensava contra o enorme saco de presentes. A rola foi entrando naquele cú idoso e velho gritando. Quando já estava quase todo dentro, Ned começou a meter e como sempre foi sem piedade, cada investida era um grito do papai Noel, o negão se inclinou sobre o velho e mordeu seu pescoço pegando apoio e fodeu como um coelho, rápido como um trem.

–Aaaaaa minha bunda aaar para! Ai! Ai! Meu cú! Ai! Tá doendo!

O velho gritava e até chorava, nunca imaginou passar por aquilo, se bem que certa vez o abominável homem das neves tentou estuprá-lo, mas não tinha conseguido. No desespero o papai Noel olhou pras rédeas do trenó e usando toda sua força as puxou, as renas correram em disparada pela praia. Mesmo com o trenó em movimento Ned continuou a comer o cú do papai Noel, agarrou seus braços o puxando pra trás fazendo sua rola entrar até o talo, o velho gritou com sangue escorrendo pelas pernas. O trenó começou a levitar e ao perceber aquilo Ned teve medo de ir para o reino do céu e não conseguir voltar, então tirou sua rola tão rápido que saiu rasgando as pregas do papai Noel. O negro pulou do trenó que subiu aos seus com um velho caído chorando com o cú sangrando.

Ned estava na praia e estava perto de gozar, olhou pra sua mão esquerda e percebeu que segurava um gorro vermelho, ele o pôs sobre o pênis e se masturbou lembrando daquele cuzinho flácido e dos gritos do bom velhinho e gozou urrando e jorrando esperma no gorro. Depois disso Ned jogou o gorro numa fogueira e rezou para seu pai agradecendo o presente de natal.

Todos os moradores da ilha tem muitas histórias de natal para contar essas quatro foram apenas algumas, eu (o escritor super gato de olhos verdes), Santana e Felix desejamos um feliz natal para todos os leitores e no próximo capítulo (que será o último do ano) um especial de Reveion.

Notas finais
Comentem e quem puder recomenda ou favorita :)