Laranja Azeda

11 Capítulo 11- Agridoce


Notas iniciais
Eis o capítulo que todos esperavam! Degustem desse especial do Laranja Azeda :)

Felix entrou suspirando na cabana onde morava indo direto para sua cama e se assustou ao se deparar com sua prima.

–O que esta fazendo aqui Santana?

–Vim ouvir os detalhes de sua primeira vez.

–Bem, eu e o Hector fizemos amor com a Estrela.

Fizemos amor? Santana não acreditava que seu primo ia dar uma de santo pra cima dela, ela lembrava da cara de safado do moleque, dos gemidos e tudo mais.

–Aff primo! Eu sempre te conto tudo, o mínimo que você podia fazer era me contar como foi, mas tudo bem se não quer falar, só me diz se gostou– E o menino sorriu.

–Amei.

A ruiva se deu por satisfeita, ela tinha assistido mesmo, e foi para a caverna real. Seus pensamentos divagavam com as lembranças de Otto. Lembrou-se principalmente do gosto doce do esperma do rei, nunca em sua vida tinha se sentido atraída por alguém daquela maneira. E o cômico é que ela deveria ser a única imune ao hormônio dele, e se Santana se sentia daquela forma sem “magia”, imagine se Otto tivesse poder sobre ela? A ruiva foi até a caverna real, encontrou Mike e Charmosa transando com o Senhor Dois e se sentiu tentada a participar, mas queria guardar o gosto de Otto o máximo que pudesse, andando distraída esbarrou em alguém.

–Desculpa.

–Olhe por onde anda!– Disse Hector.

–Ah é você– Disse virando os olhos com desdém.

–Meu brilho real te ofuscou a visão por acaso?

–Caso você tenha se esquecido pirralho, eu e você estamos no mesmo nível– O loiro fez uma cara feia e passou pela garota bufando, ele não a suportava, Santana se virou e disse– Falei com o Felix sobre sua primeira vez– Hector parou ainda de costas pra ela que não pode ver sua expressão.

–E o que ele disse?

–Disse que amou.

Houve um silêncio e Santana sorriu imaginando como devia estar o rosto daquele pivete marrento. Hector não disse mais nada e saiu da caverna. A ruiva seguiu seu caminho habitual para seu quarto quando parou diante uma escadaria de pedra que levava para a versão-suíte da caverna real. Subindo aqueles degraus estaria Otto se preparando para dormir, ela não se deu conta que seus pés estavam se movendo subindo as escadas até já estar no luxuoso quarto. O que mais lhe chamou a atenção foi a cama! Lá naquela ilha esquecida por Deus estava uma luxuosa cama de verdade! Não as de palha que os plebeus e até mesmo os possuidores dos hormônios possuíam e sim uma cama macia de molas. Dá onde saiu aquilo? Ela não perguntou em voz alta, mas alguém adivinhou seus pensamentos e falou:

–Encontraram essa cama num navio que afundou aqui perto por bater num iceberg. Acho que o nome do navio era Tita alguma coisa.

–Otto! Um iceberg? Mas estamos numa área tropical.

Otto fez sinal para que ela esquecesse os detalhes. Ele estava parado na varanda com o peitoral nu, todo o quarto estava iluminado pela luz da lua cheia, Santana estava hipnotizada por sua beleza, ele praticamente exalava um cheiro convidativo.

–Estou muito curioso sobre você Santana, tenho que admitir que encontrar alguém imune aos meus hormônios me excita bastante– Ele lançou um olhar sedutor junto com uma indireta, como a lesa não respondeu nada ele prosseguiu– A ideia de alguém me surpreender, de não fazer o que eu mando é muito, muito excitante mesmo e...

–Cala a boca e me beija!

Santana agarrou o rosto dele com as duas mãos e lhe roubou um beijo, o rei a beijou de volta agarrando o corpo dela que se encaixava perfeitamente com o seu. Suas línguas se enroscavam e o gosto azedo se misturou com a saliva doce formando uma solução agridoce. Os dois pararam, se olharam e sussurraram ao mesmo tempo.

–Delicioso.

–Até que fim você entendeu as indiretas– Disse o rei.

–Indiretas? Só agi por impulso.

Otto riu e a beijou, mas dessa vez com ferocidade, suas mãos percorreram as costas dela descendo até seu traseiro apertando suas nádegas, o beijo foi tão intenso que ela gemeu, ele mordeu seu lábio e tirou sua blusa. A abraçou pelas costas e beijou seu pescoço, sua barba rala e pontuda roçava nos ombros dela, a fazendo se arrepiar, agarrou seus seios por trás e usando os polegares fazia movimentos circulares nos mamilos. Santana empinou a bunda roçando no pau dele e sem resistir a preliminares se virou e abaixou ela mesma as calças do rei e viu que aquele pênis estava todo encharcado de lubrificante natural, pelo jeito ele estava tão excitado quanto ela.

–Nunca fiquei tão molhado assim antes, estou até parecendo uma mulher.

Santana riu e voltou sua atenção pro pênis do rei, estava tão duro que estava pulsando e soltando líquido, ela chupou a cabeça como quem chupa um pirulito e o gosto doce preencheu sua boca. Otto gemeu sentindo o calor daquela saliva cítrica em seu pau. Segurou os cabelos dela e meteu seu pau em sua boca, Santana engasgava, engolia, ofegava. O rei se abaixou e chupou os mamilos dela que estavam durinhos, com a mão direita ele entrou na saia dela e seus dedos encontraram seu clitóris. Santana aperta as costas dele gemendo, se arrepiando.

–Eu não aguento mais esperar! Me dá essa rola logo, me dá!

Ele sorriu e tirou a saia dela, Santana se preparou para a entrada daquele pau, mas o que entrou foi uma língua, ela gemeu alto, ele estava a torturando! Fazendo provocações, levando ela a loucura.

–Mete, por favor mete!

Otto chupou sua vagina mais rápido engolindo aquele líquido cítrico, mas ao contrário das outras pessoas que provaram da buceta de Santana, sua boca não estava ardendo e sim enchendo de água, de desejo de quero mais, ela era simplesmente deliciosa pra ele!

–Por favor Otto! Eu estou ficando louca de tesão.

Será que ele estava querendo ouvi-la implorar? Ela via que ele estava sorrindo enquanto a deixava com mais tesão, deu um pouco de raiva, então tomando a iniciativa o puxou pra cima dela com força, no encontro suas genitais se roscaram e aquele simples toque fez os dois gemerem.

–Essa isso que eu queria, que você tomasse a iniciativa, agora te darei seu premio e colherei o meu.

Em seu quarto Felix ainda sorria que nem um bobo recordando da caverna dos sonhos, estava deitado virado de lado quando se surpreende com alguém o abraçando, se vira e recebe um selinho, era Hector sorrindo pra ele.

–Oi.

–Oi.

Os dois não fizeram sexo naquela noite, ficaram conversando e rindo deitados numa cama de palha de solteiro. Quando Felix fez uma pergunta.

–Por que você trata as pessoas tão mal?

–Como assim?

–Por exemplo quando você foi transar com minha prima na coroação, você não foi gentil como foi comigo, você meteu como quem quer causar dor.

Hector virou de costas pro outro como se tivesse ficado chateado com a pergunta, mas respondeu ainda de costas.

–Eu trato as pessoas como acho que elas merecem ser tratadas, desde o início eu e Santana nos estranhamos, mas a forma que agi na coroação não foi por raiva dela, e sim do Otto.

–O que? Não entendi nada, o que o Otto tem a ver com isso?

–Bem, é evidente que ele gosta da Santana– Começou meio receoso e ainda de costas– Ele não queria vê-la sofrendo em sua primeira relação então escolheu eu, por ainda ser um adolescente e o Senhor Dois por que ele é sempre gentil.

–Ainda não entendi o por que da sua raiva– Hector se virou bruscamente com os olhos cheio de lágrimas.

–Por que ele teve pena dela, mas não teve de mim!– Ele engoliu o choro e continuou sua explicação– Normalmente as pessoas aqui perdem a virgindade com treze ou quatorze anos, eu tinha nove na minha coroação! Apenas nove anos! Eu estava muito assustado e sabe o que o Otto fez por mim? Ele escolheu Ned para ser o meu primeiro.

Felix abriu a boca chocado ao imaginar o negão da pica grande e grossa comendo uma criança, imaginou a dor que o pobre Hector deve ter sentido.

–E você acha que por eu ser novo o Ned maneirou? Não, ele me comeu com vontade, eu sangrei tanto que pensei que ia morrer, e talvez tivesse morrido se não fosse pelo meu pai.

–Seu pai?

–Ele é o médico da ilha, você nunca o viu por que ele vive na barraca chamada hospital, meu pai cuidou de mim, fiquei duas semanas sofrendo. Vê por que sou assim marrento? Por que trato todo mundo assim? Todo mundo se divertiu vendo minha dor naquela noite!

Hector chorava como se ainda tivesse nove anos, Felix o abraçou juntando a cabeça do loiro em seu peito e acabou chorando junto com ele.

Deixando o drama do loiro de lado e voltando para a caverna luxuosa os opostos se encontravam numa deliciosa mistura agridoce. Otto esfregava seu pênis na buceta de Santana, os dois estavam molhadinhos e finalmente é chegado o momento, a glande escorregou pra dentro da ruiva e foi entrando até o fundo e ficou ali sem se mexer, o rei pulsou propositalmente seu pau e a garota gemeu de tesão podendo jurar que tinha um coração palpitando em sua perseguida.

Então começou. Otto meteu com força deslizando pra dentro e pra fora de Santana, ela gemia toda babada, o calor era enorme, o corpo dele sobre o seu, sua pica dentro dela, o suor, os gemidos, tudo era tão intenso que até pareciam estar em êxtase. Tão excitada que estava mudou de posição, ficando por cima cavalgando na rola que parecia entrar ainda mais. A ruiva se mexia mais rápido do que quando provocou Hector a gozar num tipo de batalha do sexo e ficou com medo de que Otto gozasse, mas isso não aconteceu, ele começou a meter em seu mesmo ritmo, era como se os dois quisessem se tornar um só. Ele agarrou os seus peitos com força e meteu com violência a fazendo gritar.

–Rebola no meu pau! Você mexe muito gostoso!

–Aaaar– Santana só conseguia gemer loucamente, ele apertava seus peitos com tanta força que doía, mas o tesão era tanto que tudo era motivo de excitação.

Ele parou de se mexer, Santana se assustou pensando que já ia acabar, mas foi surpreendida com uma forte metida, ela gritou de dor, de susto e de prazer, e ele parou de novo, então deu outra metida e ficou assim a surpreendendo com fortes investidas. Logo aumentou a velocidade a deixando louca sem largar seus peitos, Otto se sentou a puxando pra junto de si e deu uma chupada no seu pescoço, toda a pele da garota se arrepiou como se todo o seu corpo estivesse gemendo.

–Você come tão bem.

–Ainda não acabou.

Ele a virou de costas e começou a lamber seu ânus, cocegas e arrepios tomaram conta de suas pernas e costas. Otto penetrou devagar naquele cuzinho apertado e gemeu ao sentir seu pau sento prensado. O rei meteu com força, sua musculatura toda definida, seu corpo banhado de suor, deu tapas nas nádegas da garota que implorava para apanhar, os tapas foram tão fortes que a bunda ficou toda vermelha. Santana de quatro gemia, olhou pra baixo e viu sua buceta jorrando, a baba escorria por suas pernas, seu cú ardia, suas pernas arrepiadas, os bicos dos seus peitos tão duros que pareciam pedras.

–Eu vou gozaaaar!– Ela gritou histérica sem acreditar que ia gozar com ele fodendo seu cú. Otto meu com muito mais força, agarrou seus seios, mordeu seu pescoço enquanto Santana gritava se debatendo com a buceta parecendo um chafariz de ejaculação feminina.

Ele a soltou a deixando despencar no chão, Santana caiu sobre seu gozo, se levantou toda melada para ver o rei batendo punheta e foi ajuda-lo lambendo seu mamilo, descendo pela barriga, lambendo suas bolas, pensou em fazer um fio-terra, mas teve receio e deixou pra lá.

–Vou gozar!

–Na minha boca! Eu quero beber!

Otto sentiu o calor vindo tão forte quanto nunca antes, um orgasmo que nem Shania, a personificação da deusa do orgasmo, conseguiu proporcionar. Ele gemeu gozando muito, Santana abocanhou a cabeça daquela rola engolindo a porra doce do rei, mas era tanta que escorreu por seu queixo e pescoço.

Os dois se deitaram no chão ofegantes e exaustos, Santana olhou para a cama luxuosa ao lado deles e eles transaram no chão, mas tinha sido tão perfeito que ela não mudaria nada. Algumas semanas atrás nem conseguia beijar alguém sem se tornar motivo de piada, mas agora transava com várias pessoas e o mais importante tinha encontrado alguém que não tinha nojo de seus beijos cítricos, pelo o contrario, ele adorava. E foi aí que ela se deu conta que estava apaixonada pelo rei da ilha do escorpião.

Notas finais
E aí o que acharam? Comenta! Favorita e Recomenda! :) Aguardem as próximas emoções lkkkk