Notas iniciais
Oiii, me desculpem por não ter postado mais e por todo esse tempo sem ao menos abrir o word, mas eu estava sem tempo e sem inspiração. Boa Leitura, espero que gostem. Editei esse capitulo.

Demetri e eu fomos até Florença, enquanto ele tentava me animar de alguma forma, mas não conseguia, eu simplesmente não conseguia esquecer tudo que havia acontecido entre Alec e eu, isso irritava minha mente frequentemente, eu era como uma criança que havia aprontado e sido descoberta, trágico. Sinceramente, eu esperava superar, esperava que ele superasse.

O sol brilhava em Volterra, e por isso deu um certo trabalho para voltar para casa devido ao brilho da minha pele, mas conseguimos voltar para casa sem chamar a atenção nem matar ninguém, logo quando pus meus pés para dentro do castelo, vi Heidi encostada na parede enquanto olhava alguma coisa em seu celular.

— Ah, que bom que vocês chegaram! Aro está os chamando na sala dos mestres. — Ela disse nos olhando por cima do celular, e em seguida nos ignorou. Demetri e eu nos entreolhamos e corremos até a sala dos mestres, dois minutos depois já estavámos lá, só demoramos graças a lerdeza do elevador, ir de escada seria mais rápido nesse caso.

A sala estava mais vazia do o normal, não tinha nenhum outro guarda além do meu irmão, e os mestres sentados em seus respectivos tronos. Aro se levantou quando nos viu e começou a falar — eu conhecia o Aro a tempo o suficiente para saber que ele não pararia tão cedo de tagarelar — eu não me interessava nem um pouco pelo que ele estava falando, mas eu tinha que prestar atenção porque poderia ser importante.
Ele falava sobre os surtos de recém-criados, falava sobre a crítica situação de Porto Rico, segundo ele, o lugar estava infestado de recém-criados, obviamente muitas mortes e o alerta da população, isso era o que nos preocupava, os humanos não poderiam nem desconfiar o que se passava por trás de tantas mortes, Aro havia mencionado que esse grupo de novos vampiros é três vezes maior que o grupo de Seatle que foi dizimado pelos Cullens. Uma preocupação para ele.

— Vocês, Felix, Afton, Adam e Florence irão dete-los. — disse com firmeza na voz, algo que me fez sorrir, eu gostava desse otimismo exagerado do Aro, era um conforto a mais em situações ruins. — Meus queridos, lembrem-se de que foram escolhidos a dedo, não me desapontem. — disse com a voz doce porém séria. — Aliás — fez uma pausa animada — vocês nunca me desapontam. — disse com um largo sorriso nos lábios. — Os outros já estão avisados.
Aro sempre escolhia os membros para as missões de acordo com a situação, ele era sempre coerente a fazer suas escolhas, ele escolhia os dons certos, para os momentos certos. Sorri ao receber seu elogio, Demetri fez apenas um sinal com a cabeça em agradecimento.
— Partirão em quatro dias, creio que esse tempo seja o suficiente para serem treinados por Felix, Santiago e Demetri. — o olhar frio do Caius se voltou em direção ao Demetri, Caius deu um sorrisinho de lado e voltou a falar. — Jane, não se ofenda, mas acredito que você e os outros que foram convocados para essa missão estejam... enferrujados. Com essesão do Demetri e do Felix, claro. — me perguntei se ele teria se corrigido apenas para não apanhar. — Irmãos — falou olhando para a esquerda, onde ele conseguia ver Aro e Marcus. — Você sabe o quanto eu adoro matar recém-criados, talvez eu poderia ir com eles, apenas para passar o tempo. — sugeriu Caius, com brilho nos olhos, seu tom de voz expressava exatamente o que ele sentia: empolgação e nojo.

— Deixe-o ir, Aro. — disse Marcus, sua voz estava rouca como se alguém estivesse lixando sua garganta enquanto ele falava, isso era arrepiante, consciderando que ele era um homem de poucas palavras, então o pouco que ele fala já se torna impressionante. — Nós sabemos o quanto o Caius gosta de ver e fazer a desgraça alheia, vamos deixa-lo ser feliz.

— Fiquem avisados que um repentino fim no caos chamaria ainda mais atenção dos humanos. Esse problema deve ser resolvido lentamente, os humanos devem acreditar que o suposto assasino esteja recuando... Não quero que acabem com eles de uma vez só, matem-os aos poucos. — dizia Aro, com um sorrisinho assustador no rosto, o que seria intimidador se eu já não estivesse acostumada com isso. — Preparem-se meus queridos. Há muito trabalho a se fazer.

Notas finais
Comentem, se não eu vou pedir para a Jane te torturar. Brincadeira, mas ainda quero os comentários. Beijos.