Voltamos para a casa da Sra. Thonsem que estava terminando o almoço.

- Olá. – Ela se virou para nos olhar. – E como foi à visita a casa?

- Ótima, aquela casa é simplesmente linda. – Karla disse sorrindo.

- Sim, uma casa muito bela. – Concordou ela.

Karla me olhou por um instante e curvou a boca.

- Moravam duas crianças lá também não é? – Karla perguntou estralando os dedos a Sra. Thonsem a olhou desconfiada.

- Só uma Grabriella perdeu seu bebe quando estava com seis meses, foi por isso que ela se foi. – Ela explicou um tanto chateada.

- Que pena. – Karla encarou o chão sem jeito.

- Vão ficar lá? – Ela perguntou olhando Karla.

- Vamos até nós mandarem voltar.

- Vocês vão gostar de lá, vão se sentir de férias. – A Sra. Thonsem disse animada. – Só não sumam daqui.

- Eu disse que viria ver a Senhora Eu vim, apesar de tudo eu vim, não sumiremos prometo. – Karla disse sorrindo.

***

Já estava de tarde quando juntamos nossas coisas e colocamos no carro pra ir passar uma estadia na casa que arrumamos. Liguei o carro e Karla parecia animada.

Passamos pelas ruas e Karla bateu palminhas querendo pular, revirei os olhos pela cena e voltei a dirigir, entrei na rua da casa da casa e estacionei o carro na garagem.

Karla saiu do carro antes mesmo de desligá-lo e saiu correndo entrando na casa pulando cantando.

- Olha o que eu fui arruma. – Disse pra mim mesmo abrindo o porta luvas e pegando algumas camisinhas.

Tirei as malas de dentro do carro e as levei pra dentro da casa. Dei uma boa olhada ao redor e Karla não estava no andar de baixo, levei as malas pro quarto, aproveitei e coloquei outra camisinha na carteira e algumas no criado do mudo, ela que ficasse esperando que não iria ter volta o que ela fez comigo no dia anterior.

Olhei pelo quarto e Karla não estava nele e nem no banheiro, pouco menos no closet, acho que a Lady resolveu sumir de vista, que legal agora iria ter que procurá-la pela casa. Revirei os olhos com preguiça de olhar pela casa. Eu ia pra academia que ganhava mais, qualquer coisa ela iria me procurar.

Foi em direção a piscina e Karla estava sentada em uma das cadeiras tomando sol. Nem pra avisar. Revirei os olhos mais uma vez, parei na sua frente e fiquei a olhando.

- Acho que vou ter que me acostumar com a ideia de ter que te procurar. – A encarei.

- Três lugares... Quarto, piscina e sala.

- Eu vou me lembrar disso. – Me sentei na cadeira do lado.

- Deveria ter pedido pra Tomas colocar um biquíni na minha mala. – Ela olhava a piscina.

- Entra sem roupa. – Disse fechando os olhos por causa do sol.

- Entra você sem roupa...

- Se eu entrar você entra? — Perguntei querendo rir.

- Não.

- Tá então não entro. – Desviei o olhar pras montanhas que estavam próximas. – Entra de lingerie, ninguém vai ver, e mesmo se visse você tem algumas que se parecem com biquínis... O que tá fazendo? – Perguntei vendo que ela estava tirando a roupa.

- Vou pular...

- Não faz is... – Antes mesmo de conseguir terminar ela pulou e soltou um grito quando voltou pra superfície da água.

- Caralho. – Ela saiu da água tremendo.

- Eu disse pra não pular. – Me levantei e fui até um armário de vidro transparente a onde tinha tolhas, peguei duas colocando uma em suas costas.

- Eu não ia imaginar que a água estaria tão gelada. – Ela se encolheu.

Fui até o quadro de força a onde ficava o interruptor e liguei o aquecedor.

- Era só esperar um pouco, o aquecedor não fica ligado o tempo todo. – Enrolei a outra toalha no seu corpo e a rodeei com os braços a abraçando. – Me escute na próxima vez.

- Vou tentar. – Ela disse se escondendo em mim.

Devíamos ter ficado dez minutos abraçados sem falar nada, tirei a toalha das suas costas e a joguei em uma cadeira.

- O que tá fazendo? – Ela perguntou quando beijei seu pescoço.

- Só fica quieta. – Tirei a outra toalha do seu corpo e tirei minha camisa as jogando na mesma cadeira que a outra toalha. – E não respira.

A segurei pela cintura e fiquei de costas pra piscina me jogando nela puxando Karla junto comigo.
Água estava morna um pouco mais fria do que a de um banho, a água não havia aquecido por completo ainda.
Em baixo d’água justei nossos lábios invadindo sua boca com a língua em um beijo. Ela passou os braços por cima do meu ombro e entrelaçou as pernas no meu corpo, dei alguns passos à frente a imprensando contra a parede da piscina indo pra superfície. Karla respirou fundo recuperando o ar que tinha perdido dentro d'água, sorri a separei nossos lábios.

- Eu nunca tinha feito isso. – Ela disse já com a respiração normalizada. – Nem na vez que eu quebrei as regras da escola levando um monte de gente pra piscina.

- Você é tão revoltada que nunca experimento um monte de coisas. – Beijei seu pescoço.

- Fala pra mim qual é o seu problema com o meu pescoço? – Ela perguntou me abraçando.

- Não sei, mas você parece um imã, me puxa pra você. – Disse a olhando.

- Talvez eu seja. – Ela se aproximou e mordeu meu lábio inferior.

- Quer experimentar aquele quarto mais tarde? – Perguntei beijando seu maxilar.

- Uhum. – Ela concordou. – Ai você pode fazer aquelas coisas que disse que queria fazer aquela noite. – Ela mordeu o próprio lábio.

- Vou fazer algo mais. – Sussurrei em seu ouvido.

- O que?

- Só te conto na cama...

- Prefiro que faça. – Ela sussurrou maliciosa.

- Certeza?

- Aham.

Passei os de dos pelo seu corpo parando na sua calcinha, brinquei o elástico, a abaixei e passei os dedos pelo seu clitóris a incentivando, com a outra mão apertei seu seio por de baixo do sutiã a fazendo suspirar, beijei seu busto e subi até beijar o canto da sua boca, a olhei nos olhos e ela os fechou respirando fundo.

- Ainda com vergonha? – Perguntei e ela balançou a cabeça em um sim, coloquei sua calcinha no lugar e a abracei. – A gente resolve isso na cama. – Sussurrei beijando seu pescoço novamente.

- Sai. – Ela me empurrou e saiu da piscina.

- Que foi? – Perguntei sem entender.

- Fica ai me fazendo fazer coisas que uma garota de família não faria. – Ela pegou a toalha e se secou.

- O que uma garota de família não faria? – Arqueei a sobrancelha e ela acabou rindo. – E o que uma garota de família faria?

- Ficaria sentada na sala com seu namorado, provavelmente com o pai da moça entre deles. – Ela deu risada e saiu pela casa cantando e dançando. – Teenage Dream... – Só dava pra escutar as partes em que ela berrada e que ecoava pela casa vazia. – Baby I Belive...

Entrei na casa e fui em direção ao quarto, Karla acabara de abrir o chuveiro revirei os olhos e fui procurar outro banheiro, não ia entrar no mesmo porque iria querer fazer coisas que “meninas boas” não fazem.

Eu estava ensopado por não ter tirado a roupa pra pular na piscina, desci as escadas molhando todo a caminho e finalmente achei outro banheiro no quarto de hospedes, liguei o chuveiro e tomei um banho bem gelado pra esfriar o sangue.

Sai do banheiro com uma toalha enrolada na cintura e pro quarto principal.

Karla ainda estava no banheiro, ainda cantava e esgoelava igual uma louca.

- Pode cantar um pouco mais baixo? – Perguntei me trocando. – Já Já algum vizinho aparece aqui reclamando.

- Quando eu sair daqui eu paro, prometo. – Ela riu e voltou a cantar.

Deitei-me na cama e liguei a TV do quarto.

Notas finais
oii gente
tô um pouco melhor *-*-*
Eu ia postar um capítulo de 7 paginas hoje, mas não ia dar tempo eu estava mexendo em algumas coisas que estavam estranhas G_G
Mas amanha eu posto juro.
Gente voltando no capítulo passando vocês querem matar as pobres das crianças vendo a Karla de mãe? O.o
desajeitada, sem paciência, maluca, sem jeito...
Mas posso dizer que ela ficaria toda fofa e cuidadosa e o Allan um babão u_u
erros e tals avisem
muito o brigada a vocês ai que leem *-*-*
Beijos da tia Keller que tá melhor *-*-*