Lake Forest Academy
43 Capítulo 43
Nos ainda estávamos no chão nos beijando e Karla interrompeu o beijo pra fazer uma pergunta bem besta.
– Já para pensar como que o beijo é nojento?
– Já. – Voltei a beijá-la. – Não acaba com a minha graça não, passei muita vontade de te beijar então me deixa matá-la.
– Até deixo você procurar a tatuagem se quiser. – Ela sussurrou.
– Posso começar? – Coloquei minha mão em baixo da sua blusa e a passei pela suas costas a fazendo arrepiar.
– Agora não. – Ela me deu um selinho e se levantou correndo.
Respirei fundo e levantei do Chão. Essa garota me tirava do sério. Como que ela me manda procura uma coisa e sai correndo?
– Acabo com a minha inspiração do dia. – Passei o braço pela sua cintura e beijei seu pescoço. – Sorte sua minha fome estar falando mais alto.
Ela revirou os olhos e se sentou no sofá terminando de tomar o suco dela e eu fui pra outra ponta termina meu café que tinha ficado gelado de novo.
Karla estava prestando atenção na TV e eu nela.
– Kira vem pra cá? – Pedi.
– Oh bebê. – Ela riu. – Você não é tão durão quanto parece.
– Não provoca. – Ela se aproximou e eu a puxei pra se sentar encostada em mim, ela sorriu e beijou meu maxilar.
– É verdade, você é manhoso. – Ela disse beijando meu pescoço.
– Não é com todo mundo. – Eu queria olhar pra ela, mas o sono estava batendo.
– Eu sei. – Ela beijou o canto da minha boca.
– É só com quem mexe emocionalmente comigo. – Disse sem pensar, odiava isso ela ia conseguir fazer com que eu falasse tudo que ela queria ouvir.
– Então eu é que te faço ficar desse jeito? – Karla sussurrou no meu ouvido e mordeu minha orelha.
– Continua assim que vai conseguir mais do que me deixar um gatinho manso. – Disse passando o braço pela sua cintura.
– E manhoso.
Ela desceu o beijo pro meu pescoço, e sem pensar muito coloquei a mão na sua nuca, eu sabia que era o ponto fraco dela e já que ela queria brincar...
– Não faz isso. – Ela pediu com a voz fraca.
Levantei todo seu cabelo e beijei sua nuca fazendo seu corpo arrepiar, ela estava começando a fica mole.
– Quem tá ficando manhosa agora? – Perguntei em um sussurro.
Ela se virou e me beijou com uma vontade que não tinha aparecido até o momento, minha mão continuou no seu cabelo, ela colocou a mão no meu abdômen me fazendo contrair por causa das suas mãos gélidas, suas mãos subiram até meu peito e suas unhas desceram me arranhando com força, sua língua passava pela minha orelha e ia em direção ao meu pescoço. Como aquela garota conseguia me deixar louco com tão pouca coisa?
Bateram na porta e eu ia espanca o filho da puta que estava interrompendo.
Karla se afastou de mim, mas eu a puxei de volta.
– Deixa. – Beijei seu pescoço.
– Eu sei que você tá ai porque seus dois carros estão lá em baixo. E a Vanessa me fez subir nove lances de escadas até aqui. – Bill disse bravo.
Que desgraçado sempre aparecendo quando não devia. Esse cara tinha algum tipo de bola de cristal ele vivia entrando no meu apartamento em horas inapropriadas.
– Era só você subido até o sétimo e pegar o elevador. – Me levantei contrariado. – Abri a porta pra ele, eu preciso do banheiro, você não me deixou em uma situação não muito confortável.
– Ok. – Ela abaixou os olhos ficando vermelha.
Karla se levantou indo pra porta e eu fui pro banheiro.
– A garota de cabelo rosa. – Bill disse animado. – A onde esta meu amante?
– Seu vagabundo não fica me iludindo. – Gritei.
– Mesmo você me chamando de vagabundo eu vou deixar o mousse pra vocês. – Ele com aquela voz de ofendido.
Voltei pra sala e o olhei desconfiado, ele não costumava ser muito bonzinho.
– Tá sendo bonzinho comigo por quê? – Perguntei.
– Porque Vanessa quer me fazer emagrecer. – Bill respondeu.
– Academia serve pra que mesmo? – Arqueei a sobrancelha.
– Fecharam a academia do prédio por algum motivo, então minha mulher tá me fazendo subir e descer escadas, e olha desce é mais fácil que subir. – Ele disse desanimado. – Eu vou descer as escadas e ver se eu consigo me jogar no sofá e beber cerveja depois.
Mas era inútil, além de pedir demissão ia ficar o dia todo na frente de TV enchendo a cara. Bill me olhou feio e saiu pela porta.
– Ele é sempre assim? – Karla perguntou olhando a porta.
– Não, geralmente é pior. – Respondi fechando a porta.
Deitei-me no sofá e a puxei pra deitar do meu lado, passando meu braço por sua cintura.
– Você mal saiu do banho e passou maquiagem de novo. – Passei o dedo no rosto dela que estava carregado de pó.
– Não consigo ficar sem, me acho estranha, e não gosto que me vejam sem maquiagem. – Ela sorriu sem jeito.
– Você fica bonita sem maquiagem, seu rosto é lindo...
– Eu não acho.
– Acredite é sim, mulher tem uma beleza natural incrível, ainda mais quando acaba de sair do banho com o rosto literalmente lavado, mas parace que não a percebem. – Eu a olhava com atenção.
– A pele fica sem cor, os olhos e a boca sem vida, e uma expressão triste como se tivesse acabado de chorar, isso é algum tipo de beleza? – Ela perguntou me olhando.
– Não adianta discutir esse tipo de coisa com mulheres, vocês sempre dão a mesma desculpa. – Disse indignado.
– Não é a toa que todos dizem que vocês veem a nossa beleza de uma maneira diferente. – Ela revirou os olhos.
– Sim, enquanto vocês se veem gordas, nós vemos curvas perfeitas. – Beijei seu rosto.
Notas finais
Mas ele foi curtinho porque eu tô com preguiça de reler aquele bangue estranho cheio de bagulho no meio.
GENTE NÃO ESTRESSEM COM O BILL ELE É UM SACO SEMPRE INTERROMPE O QUE NÃO DEVE rsrsrs
beijos da tia Keller
agora só amanha é =/
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