Notas iniciais
AVISO: eu reescrevi algumas partes e revisei por cima essa cena, então, por favor, me avisem se acharem erros.

Entrei no meu quarto e me joguei na cama tirando o tênis depois de deitar.

Bateram na porta e nem fudendo eu ia levantar pra ver quem era.

– Entra.

– Eu bem que achei que tinha te visto... – Zoe entrou no quarto fechando a porta aras dela. – Karla tá gritando igual uma louca... Ou tentando cantar? Sabe ela canta muito mal.

– A deixa em paz Zoe. – Me sentei na cama.

– Eu só queria avisar...

– Que implicância é essa com ela? Acho que já é bem grandinha pra fica fazendo pirraça por causa dela. – Disse sério.

– Eu faço pirraça? – Ela perguntou indignada. – Ela me odeia, ela aprontava comigo quando estudava aqui e eu tô fazendo pirraça?

– É por causa disso? – Perguntei rindo. – Você tem raiva dela da época que estudava aqui? Isso faz o que uns três ou quatro anos? Larga a mão Zoe, não pode ficar com raiva dela a vida toda.

– Não tenho raiva dela. – Ela fez bico. – Só que a gente não se dava bem por causa das lideres de torcida...

– Ela era líder de torcida? – Perguntei surpreso.

Karla Sellivem podia ser qualquer coisa menos líder de torcida!

– Não, eu era...

– Ela não tem muita cara de torcedora. – Pensei comigo. – E isso explica porque malha.

– Eu tentei parar só que não deu muito certo. – Ela respirou fundo.

– Tá veio aqui só pra me fazer fofoca da Karla? – Perguntei me encostando-me na cabeceira da cama.

– Vim saber se tá com raiva de mim por causa de ontem...

– Já disse que não. – A encarei.

– Você tá insuportável hoje. – Ela bateu o pé no chão virou de costas e abriu a porta.

– Aparece aqui com um litro de vodka que eu melhoro. – Dei meio sorriso e ela se virou.

– Tá falando sério?

– Tô.

– Eu já volto. – Ela deu um pulo animado e saiu do quarto.

– Mulheres. – Me afundei na cama.


Zoe entrou no quarto batendo a porta e só então percebi que tinha dormido, eu tava babando até.

– Achei. – Ela mostrou a garrafa de vodka.

– Tranca a porta. – Pedi.

– Tá. – Ela se virou de frente para a porta e virou a chave.

Levantei-me cambaleando pelo sono entrei no banheiro, lavei o rosto e voltei pro quarto, Zoe tava sentada na cama encostada na parede olhando a mesa que tinha os computadores.

– Pra que três?

– Boa pergunta. – Peguei a garrafa da mão dela abri e tomei um gole. – Caso se um pare de funcionar eu tenho outro com os mesmos arquivos.

– E o terceiro?

– TV. – Puxei o controle de baixo de baixo do travesseiro e mostrei a ela.

– Você ainda quer? – Ela perguntou enquanto eu tomava a vodka. – Caralho não queima não é?

– Não.

– Não o que?

– Não queima tô acostumado. – Respondi tomando mais um gole.

– Cachaceiro. – Ela revirou os olhos.

– Só sou acostumado com coisas mais fortes tipo Vodka Devil’s Springs. – Disse dando de ombros. – Viro isso aqui em um tapa.

– Você não me respondeu...

– O que? – Perguntei virando para olhá-la. Ela me olhou séria. – Pensa Zoe, se eu quisesse você longe daqui não teria dado a idéia da Vodka. – Balancei a garrafa tomando mais um gole.

– Você tá planejando o que me deixar bêbada pra abusar de mim? – Seus olhos ficaram sérios.

– Você nem tocou na garrafa depois que eu a abri, é mais fácil eu ficar bêbado do que você. – A encarei. – E tenho certeza que isso não vai ser abuso.

Ela tomou a garrafa da minha mão e virou ela tomando pelo menos três goles de uma vez.

– Credo. – Ela me entregou a garrafa e eu tive que rir.

– Fraca. – Ri.

– Cala a boca Allan. – Ela me olhou séria.

– Tá. – A puxei pela cintura e a beijei. – Satisfeita?

– Não. – Ela tirou a garrafa da minha mão e a colocou no chão e se debruçou sobre mim.

– Não vai sair correndo de novo não né? – Perguntei mordendo o lóbulo de sua orelha.

– Se alguém bater na porta, talvez...

– Zoe. – A encarei.

– Não Allan eu não vou. – Ela me beijou colocando as mãos dentro da minha blusa.

Minhas mãos passaram por suas pernas e foram a te sua cintura a onde a segurei com certa força, Zoe mordeu o lábio inferior com o um olhar tentador e sexy, movi meus dedos lentamente pela sua coluna e segurei a barra da sua blusa a levantando, suas mãos saíram de dentro da minha blusa, sues olhos estavam em mim e ela ainda mordia o lábio inferior e olhava pra minha boca. Dei meio sorriso e aproximei meu rosto do dela capturando seus lábios e lhe dando um beijo de leve. Levantei mais sua blusa a fazendo levantar os braços e finalmente eu tirei sua blusa. Olhei bem para seus seios eles realmente aparentavam estar maiores que o normal, passei as mãos pela lateral do seu corpo a fazendo arrepiar, passei pelos seus seios a onde minhas mãos se enchiam e os apartei por cima do sutiã a fazendo fechar os olhos, abaixei as alças do seu sutiã e passei as mãos pelos seus ombros enquanto nossas bocas estavam únicas e nossas línguas brigando. As Zoe novamente mergulharam dentro da milha blusa e suas unhas arranharam minha pele, meu corpo foi tomado por um arrepio, seus lábios úmidos e quentes pousaram em meu pescoço em um beijo.
Levei minha mão até suas costas e puxei o fecho do seu sutiã o fazendo se abrir e se soltar do seu corpo.

– Desculpa lindinha, mas você vai fica em baixo. – Segurei sua cintura e nos virei na cama ficando por cima dela.

– Allan. – Ela fechou a mão e socou meu peito.

– Hey. – Sorri e mordi um dos seus seios a fazendo soltar um gemido baixo e prazeroso.

As mãos dela começaram a andar pelo meu corpo, apertando minha bunda e subindo pelas minhas costas dentro da blusa, suas unhas passaram de leve pela extensão da mesma, indo e voltando e na volta ela gravou as unhas na minha pele e rasgando até chegar ao cós da calça. Involuntariamente soltei um gemido de dor o que fez seus olhos pararem nos meus com um sorriso trapaceiro no rosto.

– Homens são masoquistas, gostam de sentir dor quando estão na cama. – Ela sussurrou com dificuldade.

– Claro, Claro. – Não dei muita importância pro que ela disse e abri o zíper da calça dela.

– Você nem escuto o que eu disse né?

– Não, tava ocupado. – Puxei sua calça em direção aos seus pés na finalidade de tirá-las.

– Eu vou fazer você prestar atenção em mim. – Ela se levantou me empurrando até os dois ficarem de joelhos na cama um olhando o outro.

Seus lábios encostaram-se aos meus em um selinho, desceu pro meu maxilar o beijando e foi descendo mais, beijando meu pescoço, peito, barriga, seus lábios ainda estavam úmidos e quentes causando uma sensação gostosa por onde ela passava, suas mãos se apoiaram no meu quadril e seus olhos pararam nos meus com o sorriso mais safado que eu já tinha visto até o momento. Ela abriu o zíper da minha calça colocou a mão dentro da minha boxer dando uma pegada das boas no meu membro, um gemido de prazer saiu dos meus lábios e eu tava totalmente duro depois dessa, fechei meus olhos por um instante e ela abaixou um tanto das minhas calças, junto à com a boxer até descobrir totalmente meu pênis. Sua mão deu a volta no meu membro e fez um movimento de ida e volta subindo e descendo com certa força. Ela parou e eu a olhei em reprovação então vi pelo seu sorriso o que ela ia fazer, ela segurou na base puxando a pele e passou a língua úmida por ele e finalmente ela o colocou na boca e começou a chupá-lo indo e voltando com a cabeça. Que mulher era essa? Que coisa era aquela que ela tava fazendo com a boca no meu pau, ela parou por um segundo me olhou e sorriu quando viu minha expressão e voltou pra onde estava sua boca foi até a base em uma garganta profunda e voltou e o fez novamente, essa mulher merecia uma recompensa por fazer uma coisa tão bem quanto essa. Eu devo ter respirado fundo umas trinta vezes no mínimo pra me controlar o que não adiantou muito, segurei sua cabeça a incentivando a continuar e não demorou muito mais até que eu gozasse em sua boca e sem pesar muita ela engoliu ticando a boca do meu membro. Sua língua passou por ele novamente e beijou a cabeça do meu pênis. Seus olhos pararam nos meus e o mesmo sorriso safado estava em seus lábios, sua boca encostou-se a minha barriga e subiu lentamente me lambendo até chegar ao meu peito.

– Eu disse que ia fazer você prestar atenção em mim. – Ela sussurrou com um sorriso vitorioso.

É ela conseguiu.

– Aham. – Apertei sua bunda e desfiz os lacinhos da calcinha a deixando cair.

Zoe desceu minha calça junto com a boxer e passou as unhas pelos meus braços sem muita força, terminei de tirar a calça e percebi que seus olhos estavam em mim, ela mordia o lábio inferior com força e olhava para partes baixas. Segurei suas nádegas e a inclinei em direção ao colchão a deitando, Beijei sua boca brincando com seus lábios o mordiscando e desci pelo seu pescoço até chegar ao seu seio, gemidos desesperados saiam da sua boca, seus dedos mergulharam no meio do meu cabelo o puxando com força, suspiros e gemidos chegavam aos meus ouvidos como um incentivo a mais, desci beijando o centro do seu corpo até sua barriga a onde mordisquei algumas gordurinhas que existiam ali, segurei suas pernas as apertando com força a fazendo suspirar e as abri, a olhei do mesmo modo que ela me olhou e passei minha língua em sua entrada até seu clitóris a fazendo gemer alto e puxar meu cabelo com força, ela tava bem molhada e já dava pra sentir o gosto dela, continuei passando a língua pelo seu clitóris indo com ela pra direita e pra esquerda pra cima e para baixo a fazendo se contorcer.

– Isso, isso... AAAAAAAAAH continua assim... – Ela dizia puxando meu cabelo.

Fiz isso com um pouco mais de velocidade e Com a ponta da língua fiz vários oitos em cima do seu clitóris, chacoalhei a cabeça e ela gritou.

– Allan... – Ela disse meu nome quase implorando.

A olhei com um sorriso e ela mordeu o lábio inferior.

Peguei minha calça do chão e tirei o preservativo da carteira. Só tenho vinte e três anos não quero ser papai ainda. Coloquei o preservativo e a penetrei de vagar, ela soltou um gemido de alivio, a estoquei bem de vagar e com força e aos poucos fui aumentando velocidade dos movimentos à ·fazendo gemer com mais freqüência. Zoe segurou o lençol com força e desceu as unhas pelas minhas costas mais algumas vez me arranhando. Sua mão que segurava o lençol agora estava no seu clitóris a estimulando mais enquanto eu a estocava. Não demorou muito até que eu gozasse novamente, e pelo jeito Zoe não estava tão longe do dela. Dei mais algumas estocadas mais fortes e mais lentas e ela soltou um ultimo gemido e ficou mole soltando o lençol que ela havia pego novamente, sai de dentro dela e me joguei ao seu lado a puxando pra deitar perto de mim, Zoe passou o braço pela minha cintura e deitou a cabeça em meu peito respirando fundo pra recuperar o fôlego.

– Você é bom Stewart... Muito bom. – Ela beijou meu maxilar e se ajeitou fechando os olhos.

– Você também não é tão ruim assim. – Fechei os olhos e em minutos eu estava dormindo.

Acordei todo largado na cama sem companhia, Zoe deve ter pegado o primeiro turno. Minha cabeça tava rodando, não deveria ter bebido na noite passada.

– Allan levanta. – A porta foi escancarada e eu olhei pra ver a garota de braços cruzados e com uma expressão séria.

– Não. – Disse virando pro outro lado.

– LEVANTA. — Zoe gritou puxando a coberta de cima de mim.

– Que foi? – Me levantei e fui em direção ao banheiro levanto um aperto na bunda. – Ei...

– Desculpa não agüentei. – Ela sorriu envergonhada.

Ri e entrei no banheiro, liguei o chuveiro e entrei na água quente, minha cabeça doia, mas quem ligava, fechei a válvula do chuveiro enrolei uma toalha na cintura e sai do banheiro, Zoe estava sentada na cama a olhando com atenção.

– Lembrando de alguma coisa? – Perguntei maliciosamente.

Ela me jogou um travesseiro na cara o que provava que ela estava pensando na noite passada.

– Então o que aconteceu pra você entra no meu quarto igual uma louca e tirar a coberta de cima de mim? Porque se você quisesse alguma coisa tipo transar não ia fazer isso, ia chegar calminha sussurrando, com massagem...

– Cala a boca... – Não agüentei e ri. Tirei a toalha da cintura peguei uma boxer e a coloquei. – Karla e...

Meu celular tocou, olhei no visor e era Charles.

– Tenho que atender... Alô.

– E Karla? – Ele perguntou diretamente.

– Dormindo...

– A uma e meia da tarde? – Charles perguntou e até eu arregalei os olhos.

– Ela teve um dia cheio ontem a deixe dormir. – Disse tentando escapar do sermão que viria.

– Allan não seja irresponsável, por favor...

– Charles hoje é domingo...

– Vá acordá-la. – Ele desligou.

– Desculpa Zoe, pode falar.

– Karla e Tomas beberam ontem à noite com mais três alunos, estão todos na sala no prédio principal, tem pelo menos cinco garrafas de vodka e algumas outras bebidas...

– Maldita. – Soquei a porta do guarda roupa e me troquei correndo. – Infeliz, disse pra ela não beber...

– Vai continuar defendendo ela? – Zoe perguntou satisfeita.

– Zoe vai trabalhar. – Sai do quarto e fui em direção ao prédio principal colocando a camisa.

Parei na frente da sala e entrei batendo a porta atrás de mim.

– Caralho. – Karla gritou se sentando no sofá. – Desgraça, dor dos infernos.

– Eu disse pra não beber. – Elevei minha voz.

– Droga, achei que não ia beber tanto. – Ela tinha as duas mãos na cabeça.

– Que gritaria é essa? – Tomas perguntou bravo, ele tava deitado no chão com os olhos fechados. – Ai Caralho, Caralho ao cubo. – Tinha desespero em sua voz. – Puta merda não acredito que fiz de novo.

– Que foi? – Karla olhou pra baixo pra ver Tomas.

– SAI PRA LÁ... Prometi a mim mesmo que nunca mais cairia na tentação te beijar. – Ele se levantou se afastando.

Então eles tinham um caso?

A garota começou a rir.

– Ah foi isso, esquece finge que não aconteceu. – Ela ainda tinha as mãos na cabeça. – Preciso de um comprimido.

– Vocês dois pro quarto, quando sua mãe saber disso vai ter um treco, e seu Pai Karla ligou hoje de manha perguntando de você, disse que merecia dormir até mais tarde hoje, e olha que legal você se embebedou na noite passada e por isso que dormiu até as duas da tarde. – Disse fora do sério, acho que ela queria gritar, mas a dor de cabeça não deixava.

– Hey, não precisa ficar agindo como se fosse ele, ok? Não precisa ficar me controlando, se eu quiser beber eu vou beber e você não vai me privar disso. – Ela se levantou e saiu do ambiente pisando duro.

Agora eu precisava de um comprimido.

– Vou pra enfermaria. – Tomas disse cambaleando.

– Eu vou junto. – Acompanhei Tomas até a enfermaria, mas por mim do que por ele, minha cabeça tava péssima.

Entramos na enfermaria e a primeira coisa que a enfermeira perguntou era porque Tomas estava lá.

– Ele encheu a cara. – Respondi.

– E você Allan o que tá fazendo aqui mesmo? – Tomas perguntou me encarando.

– Minha cabeça tá explodindo. – Respondi.

Ela nos deu os comprimidos e em seguida saímos da enfermaria.

– Você bebeu ontem não foi? – Tomas me perguntou. – Uma garrafa de vodka sumiu do estoque de um dos professores e você apareceu com dor de cabeça o que prova que foi você...

– Zoe pegou a garrafa eu só bebi. – Respondi. — A propósito, você daria um bom agente.

– Já me disseram isso. – Ele parecia convencido. – Então você transo com a Zoe?

– Garoto...

– É transo... Chego catando a monitora chefe. – Tomas estendeu a mão me fazendo dar meio sorriso e bater em sua mão. – Ela é boa no negocio?

– Muito boa.

– Aaaaah garoto.

– Fico com a Karla? – Perguntei.

– Aham. – Ele ficou sério.

– E tá com essa cara por quê?

– Ela é bonita e tudo, mas não quero nada a sério com ela. – Ele respondeu dando de ombros.
– E falando em Karla, ela deve tá dormindo agora, então aconselharia a você ir lá depois levar salgadinho de queijo e suco natural de laranja isso vai amansa ela, porque cara você vai ter sorte se conseguir entrar naquele quarto e não ser acertado por um vaso.

Eu também não duvidava que quando eu entrasse naquele quarto alguma coisa voasse na minha direção.


Antes de entrar no quarto fiz o que Tomas tinha dito mais cedo, bati na porta quase rezando pra nem um vaso me acertasse de surpresa.

– Entra.

– Tomas disse pra te trazer isso. – Entrei e mostrei o saquinho de salgadinho e o suco de laranja.

– Valeu. – Ela agradeceu estendendo as mãos parecendo uma criança.

Sentei-me na beira da cama e respirei fundo antes de começar a falar.

– Você tem razão não posso te controlar achando que sou pai, só que quando alguém bebe
fica vulnerável e nós não temos a mínima idéia de quem está atrás de você, se é daqui de dentro ou não, se você fica vulnerável e eu ou ninguém que você conheça esteja perto e em sã consciência você se torna um alvo mais fácil do que já é perto de mim. — A encarei e ela prestava atenção no que eu falava.

– Você acabou de dizer que não é forte o bastante pra me proteger. – Ela estava séria no tom de superioridade que ela costumava usar quando não gostava de algo.

– Se alguém é pego de surpresa qualquer um é fraco. – Me levantei indo em direção a porta.

– Eu estava errada, é isso que quer que eu diga? – Karla perguntou ficando de joelhos na cama.

– Não, quero que tenha consciência dos seus atos na próxima vez que se juntar com os amigos e resolver encher a cara. – Respondi abrindo a porta.

– Volta.

– Do que precisa? – Perguntei sem a olhá-la.

– Tá, vai logo. – Ela disse irritada.

Abri a porta e sai do quarto.


Notas finais
Desculpa a demora pra postar, mas eu estava reescrevendo essa cena, pra ver se ficava um pouco melhor, não sei se adiantou.
Então quem quer estar no lugar da Zoe levanta a mão O/