Lago Stantfor

5 É hora da vingança


Notas iniciais
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Está tudo certo para irmos a festa, a polícia ficará escondida no lago. Eu sei que é errado, mas antes de chamar os policiais eu vou querer me divertir um pouco.

Eu e a menina já estamos ansiosas para chegar a festa, mas a hora não passa e eu não estou mais aguentando. Carregamos na bolsa uma faca e um Spray de pimenta que não vão ajudar muito, mas a polícia que manda.

8h

Já está na hora, hoje tem muita gente. Estou preocupada. Não sei se vai dar certo, se não der já me considero morta. Já que eles deixam as pessoas se divertirem um pouco eu aproveitei e fui até a sala em que eles matam as pessoas. Peguei umas coisinhas emprestadas e me escondi porque tinha a impressão de que faltava pouco pra hora do desespero.

Aquela sala era tão imunda e sangrenta que o vomito quase saiu, não sei descrever aquele lugar, a parte mais nogenta é saber que dentro daqueles potes de conserva existem órgãos humanos.

30 min. depois

Eles doparam todos, eu estava ali junto com todos e fingi que estava amarrada com as mãos para traz, a faca estava em uma de minhas mãos e na outra eu tinha um objeto pontudo que mais parecia uma estaca pequena. Em um momento de distração a menina fingiu que estava fugindo e foi chamar a policia. Pegaram ela.

Rapidamente me levantei e enfiei a faca na barriga de um deles, ele era tão forte que retirou a faca da barriga e tentou me matar com ela. Ainda tinha aquele objeto esquisito e fugi dele, depois quando nos encontramos no caminho da fuga eu enfiei o objeto na sua garganta. Ele parecia não responder a ação, mas em segundos ele estava no chão. Estava com tanta raiva que peguei a faca que estava em sua mão e comecei a perfurar seu corpo.

Corri muito e quase cai no lago, mas nesse momento a sorte me ajudou e me deparo com o outro homem, ele estava tentando matar a menina que me ajudou, ela estava amarrada. Segurei o grito e fui desamarrar algumas pessoas para alguém poder chamar os policiais. Em um momento meu de distração ele apareceu atras de mim e eu não tinha nada para atacá-lo, me desesperei e o empurrei.

Esses homem pareciam invencíveis, tinham uma força enorme, pelo menos eu já tinha matado um. O homem se aproximou e me deu uma facada na perna, logo na perna. Me puxou e me amarrou, no desespero eu gritei bem alto e levei um tapa bem forte no rosto. Já estava ensanguentada com o sangue daquele inutil que eu matei.

Por sorte a menina ainda estava viva. Ele tinha batido nela e arrancado um dedo de sua mão esquerda. Antes de eu levar uma facada na perna eu tinha desamarrado um menino, não tive sorte porque ele estava cheio de dor, tinha apanhado muito. O homem saiu de perto e me desamarrou, me ajudou a estancar o sangue e pegamos algumas facas e um machado. Desamarramos a menina machucada e fomos correndo para procurá-lo, ele estava lavando as mãos, o menino pegou o machado e bateu em sua cabeça.

No mesmo momento, o homem morreu. Não estavamos com coragem de chamar os policiais, arrastamos com toda nossa ultima força o homem até o quarto e cortamos ele em pedaços, fizemos o mesmo com o outro que ainda estava pouco consciente. No pátio da casa havia cães. Jogamos seus pedaços à eles e corremos.

Fizeram milhares de perguntas, falamos que os homens se afogaram, ainda não sabemos como eles acreditaram, mas aquele inferno tinha acabado. Só que outro começou. A menina precisou ser internada, ficou louca depois de ter matado dois homens e dado a cães. O menino está pouco deprimido, mas todos tem medo dele, ele ficou meio psicopata depois dessa história . E eu estou aqui contado essa história longa e chata para o computador.

Me vinguei.

Notas finais
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