Lady Charlotte: Amor & Destino

1 Uma nova vida, escolhas determinam seu destino


Notas iniciais
Oiiiiiii, Essa é a primeira vez que estou escrevendo no Nyah! Fanfiction, espero que a minha história fique tão boa quanto as que li por aqui. Essa é uma história interativa e como funcionará? Por meio de comentários com escolhas dadas no final de cada capítulo poderão afetar o rumo da história. Como visto na sinopse... Charlotte era uma orfã até descobrir que era filha de uma nobre, como a situação financeira de sua família não está tão boa. A solução será por meio de um casamento arranjado. Os pretendentes são: 1. Thomas: um garçom fiel que serve Charlotte. 2. Louis: um jovem duque arrogante e sedutor. 3. Vicent: um conde dono de fábricas e rancoroso. 4. Jaime: um operário travesso, apaixonado por Charlotte desde a primeira vez que a viu. 5. Emanuel: um soldado estrangeiro que gosta de explorar o mundo.

A menina sempre com sua expressão andando pela igreja ajudando as freiras e o Padre Ferdinando.

Enquanto tinha acabado de comprar farinha para as freiras, um órfão pega uma batata caída do saco de um jovem.

— Devolva! Isso não é certo! — Exclamou Charlotte.

— Sua dedo duro! —sussurrou o menino.

O rapaz calmo virou e disse que não se importava, pois poderia dividir com eles uma sopa de batata.

— É uma gentileza sua.

Charlotte sorriu ao alegre jovem de pele negra, cabelos encaracolados, olhos castanhos e vestindo roupas de nobre. Talvez trabalhe para um com essa simplicidade.

— Espero vê-los novamente um dia.

Enquanto carregava o saco de farinha, viu um homem elegante discutindo com um grupo de operários.

— Que seja! Vocês são um bando de incompetentes! — Ao gritar acidentalmente esbarrou na menina, espalhando toda a farinha.

—Desculpe, se precisar posso dar-lhe uma nova em pó.

— É que não era somente para mim...— A jovem realmente estava abatida.

— Venha comigo. — O homem segurou o seu braço, parecia ter dificuldades em andar, segurando sua bengala balançava seu corpo robusto pela rua movimentada por muitas pessoas, algumas vezes passando carroças, charretes e raramente automóveis. Era mais velho que Charlotte, mas muito jovem para estar naquelas condições. — Ele a guiou até uma fábrica. — Tenho várias.

—Você deveria ter alguém para ajudar-lhe nesse estado.

Riu debochado:

— Posso me virar muito bem sozinho. Nunca precisei de ninguém.

— Mesmo assim, é sempre bom ter alguém ao seu lado dando carinho… —inocentemente sorriu.

Entregou-lhe uma grande saca de farinha. Pediu a um cocheiro que levasse aonde a dama ordenasse.

— Para a igreja.

— Engraçado a mocinha ser quem fala de solidão para mim… —sorriu envergonhado — É uma órfã.

Ela agradeceu ao nobre e pediu para que fosse a igreja.

No caminho ficou admirando de longe um rapaz que estava cavalgando em um cavalo branco.

Ao chegar o padre apontou a menina e disse enquanto conversava com um idoso:

— Essa é a dama que eu estava falando.

Quando Charlotte se aproximou deles e colocou delicadamente o saco no chão recebeu um abraço do senhor que mal conhecia.

— Senti tanto a sua falta!

É depois de ouvir que sua mãe era uma duquesa que teve uma filha e deixou-a neste orfanato.

— As idades batem e você se parece tanto com minha filha…

Ficou paralisada com a notícia.

— Se despeça logo daqui que amanhã você irá estar em NOSSA casa.

Espantada saiu correndo do lugar e saiu para a igreja. Enquanto corria, tropeçou, mas felizmente um soldado a salvou:

— Cuidado! Assim você poderia cair naquela ruína.

— Desculpe. — Charlotte ficou vermelha de vergonha, pensou que ele fosse membro da Scott Yard por ter dificuldade em enxergar o uniforme azul marinho.

Carregou a menina até uma parte em que começava a estrada. Viu uma carruagem que parou ao ver a neta do velho nobre, a pobrezinha desmaiada de tanto susto no colo do soldado.

—Minha neta! Coloque-a na carruagem.

Assim o militar o fez. Despediu-se da moça com um beijo na testa.

Enquanto adormecida dentro carruagem, um grito de dor fez ela acordar.

Desesperada ao acordar em um local desconhecido começou a gritar.

— Me tirem daqui! Eu quero voltar pra igreja!

Enquanto isso… o cocheiro discutia com um rapaz que tinha acabado de atropelar.

— Você é um maldito! Se jogou enquanto estava no caminho!

— Senhor… Eu estava apenas pegando um atalho para retornar a minha casa depois de pegar pinhas. — Balança o saco de pinhas nas costas.

— Bastardo! Merecia ser levado a forca!

— Não seja tão rude, não vês que poderia ter sido pior. Soube que há uma assassino andando pelas noites. A Scott Yard ainda está procurando por ele.

— Charlotte! — gritou quando começou a ouvir o choro da garota. Abriu a carruagem e viu a pobrezinha apavorada e trêmula.

— Coitada… Você e seu senhor devem ser uns dois desalmados. Deixaram-na nesse estado! — O maltrapilho encantou-se com a moça.

— Melhor ir dormir. Visitarei a igreja em breve… Vou voltar pra casa. Irei ter que me portar como uma dama dos contos…

O rapaz abraçou calmamente a nobre.

— Calma, calma… — continuou abraçando enquanto ela chorava.

Charlotte entrou na carruagem e não conseguiu fechar os olhos por não saber o que esperar da nova vida.

Ao chegar em casa viu seu avô sonolento que guiou a jovem até seu novo quarto: arrumado e sobre a cama um pijama. Trocou de roupa e adormeceu.

Acordou bem mais calma no dia seguinte, se arrumou rapidamente e foi até a sala de recepção. Tão grande e no centro ostentava um gigante lustre no teto.

— É lindo! — Exclamou admirada.

— Eu também gosto dele. É muito mais bonito quando está com as velas acesas.

Tocou o ombro de Charlotte, surpreendeu a menina ao reconhecer o rapaz de ontem com a saca de batatas.

O avô chegou e informou a Charlotte:

— Estamos em uma situação complicada e para isso precisamos da sua ajuda para resolver. Então como honra de manter nossa geração, você terá um casamento arranjado.

Aquilo fez com que ela ficasse paralisada.

1.Ficar no local em silêncio.

2.Dizer que não deseja tal ato.

3.Ir correndo para o jardim.

4.Conformar-se com a situação.

5.Correr de volta ao quarto.

Notas finais
Scott Yard = Polícia Metropolitana de Londres Então qual será o destino de Charlotte? Espero que tenham gostado do resultado final tão quanto eu. Existe livre arbítrio? De qualquer forma... Até o próximo capítulo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.