Notas iniciais
Oi meus amores queridos, como eu havia falado nas respostas eu postaria ontem ou hoje, e aqui estou eu. Antes de mais nada, espero que vocês tenham gostado da nova capa. Se tiverem alguma consideração a fazer é só falarem, eu fiz o resuminho novamente para ajudar... Nos capítulos anteriores: Fanny uma vampiro transformada, deu sua vida para desviar a atenção dos ladrões de Coroa do amuleto que continha uma das jóias da coroa, enquanto isso seu noivo Ariel acompanhou uma bruxa viajante que espionava a comunidade dos ladrões de coroa em uma busca por um feitiço que pudesse destruir as jóias da coroa, no processo ambos encontraram Aedion Lorcan, um feérico desertor dos ladrões muito determinado matar cada ladrão que aparecesse em seu caminho para vingar sua esposa Asteryn que foi assassinada pelos mesmos.

Capitulo 18

Uma noite de sangue

Ariel caminhava pela neve, apreensivo, enquanto sentia-se dormente e fraco. Sua pele branca tingiam-se em tons acinzentados com alguns pigmentos azul cintilante. Os olhos castanhos tinham a cor fosca. O vampiro começava a apresentar sinais de fome e fraqueza. Sua mente por sua vez era uma mistura de dor e escuridão, algo estava acontecendo com um de seus transformados.

Por sorte ele não estava sozinho com a bruxa, Aedion havia aceitado viajar com eles para buscarem juntos uma maneira de acabar com Mizael de uma vez por todas. A única exigência do feérico foi ficar com o amuleto que guardava a jóia, o que para o vampiro foi um alivio, pois o poder instável do objeto estava o enfraquecendo ainda mais.

Ao lado de Ariel, Aedion empunhava um arco com uma flecha em mãos pronto para qualquer ação. O feérico era o mais atencioso do grupo, e o que parecia mais resistente aos fatores climáticos do sul, Além de estar sempre pronto para o confronto. Mas havia nele uma força superior ao dos outros, e esta fonte de poder provinha do amuleto pendurado em seu pescoço.

O trio estava caminhando na direção da grande biblioteca, Azalyah havia afirmado que havia sido designada pelos viajantes para encontrar algum feitiço que pudesse destruir as jóias da coroa, a mesma já tinha procurado nos acervos do reino elementar, nas prateleiras reais, no centro de conhecimento dos viajantes, só restava agora verificar se os mestres possuíam este conhecimento na grande biblioteca.

— Eu preciso parar! — Ariel anunciou se jogando na neve em meio a tropeços. Ele acabou tossindo um liquido espesso e preto que manchou a neve ao seu redor de forma horripilante. — Eu preciso de um tempo. Preciso de sangue! Tem algo errado.

Aedion olhou para todos os lados, o terreno onde estavam era um péssimo local para se abrigar, o local era completamente expostos ao relento, além de serem observados a quilômetros de distancia. Se fosse dar uma pausa na caminhada precisariam de um abrigo.

— O local não é ideal. — O feérico respondeu repousando a flecha na aljava para estender a mão ao vampiro. Ariel a utilizou para impulsionar o corpo e se levantar. — Precisamos de uma mata, ou talvez uma hospedaria, a bruxa pode colocar um encantamento em nós para que nos passemos por meros humanos. Assim você descobre o que está acontecendo.

A verdade era que Aedion também precisava repousar, ele sentia o corpo tenso, as juntas doíam e seu estomago clamava por uma refeição quente.

Ariel concordou imediatamente com a segunda opção, mas a ruiva virou-se inconformada com a sugestão.

— Eu não farei isso, se eu usar minha magia para este fim acabarei me enfraquecendo e eu jamais ficarei sem poder na presença de vocês dois. — Ela explicou. — Ou vocês acham que eu não percebi a vontade que vocês têm de se livrarem de mim?

— Pois então o jeito é alguma mata. — Ariel respondeu decepcionado. — Mas eu preciso comer agora!

— O meu sangue que não vai ser. — Azalyah se manifestou já se afastando.

— O meu também não. — O feérico disse mais calmo, porém receoso. —Se meus extintos estiverem certos deve haver algum lago por aqui, e se tiver água possivelmente tem animais.

Ariel se conteve para não fazer cara de nojo, ele detestava se alimentar de animais, os pelos incomodavam a garganta e o gosto era mais forte, porém ele não teria nenhuma outra opção se não aquela.

Os três desviaram da rota para a grande biblioteca aproximadamente três quilômetros enquanto procuravam pelo lago ou por alguma floresta. Aedion acabou se tornando um apoio para o vampiro que definhava em seus braços de forma muito extrema.

Azalyah assumiu a retaguarda para conter qualquer ameaça que se aproximasse. Eles caminharam desse modo por horas até que finalmente encontraram um lago que infelizmente estava congelado.

— Os seus instintos falharam feérico, receio que esteja ficando velho, nenhum animal vai tentar beber água em um lago congelado. — Azalyah debochou enquanto observava o vampiro deitar sobre a neve não importando com a baixa temperatura.

Aedion não lhe respondeu, ele havia notado resquícios de enxurrada e trilhas de onde passava água por isso havia deduzido que havia um rio naquela direção, no entanto o amuleto que ele usava estava o confundindo, hora seus sentidos ficavam amplificados outra reduzidos.

— Nossa água também acabou. — Azalyah avisou conferindo na mochila. — Em breve teremos problemas também.

O feérico olhou para o ambiente ao seu redor, se continuasse indo para o norte poderiam chegar a algum vilarejo, mas estariam sujeitos a especulações dos habitantes locais, no entanto se continuassem ali precisariam adaptar o local para sobreviverem.

A segunda opção era a mais segura e ainda não os desviariam do objetivo de chegar a grande biblioteca.

— Eu sei que isso vai parecer impossível, mas se quisermos sobreviver precisaremos cooperar. — O Feérico avisou contrariado por ter que lidar com os outros dois, ele costumava achar que mais gente só atrapalha uma missão e até o momento seu ponto havia se tornado verídico.

— E o que você sugere? — A bruxa especulou soltando a bagagem das costas. Ela detestava receber ordem do novo membro do grupo, era melhor quando era só Ariel e Fanny, eles eram mais cooperativos e não tentavam mandar em tudo.

Aedion suspirou, ele também não havia se conformado com a idéia de ter aceitado trabalhar com uma bruxa e um vampiro. Mas poderia ser uma boa oportunidade, finalmente ele teria um jeito mais eficiente de acabar com Mizael, no entanto, lidar com a bruxa era complicado, principalmente por ele recordar dela na comunidade dos ladrões.

Ariel se levantou da neve com a aparência moribunda, o vampiro estava com a pele trincada e um liquido preto escorria por sua boca.

— Vocês precisam fazer algo rápido, ou vamos todos morrer. — Ele disse tentando ficar ereto sobre a neve.

— Podemos usar esse amuleto, eu creio que ele seja capaz de fazer algo útil. É a jóia da comunidade elementar, ou seja, podemos gerar fogo e água com ele! — Azalyah sugeriu apontando para o pescoço de Aedion, o mesmo levou a mão ao objeto de forma defensiva.

— Não seja tola, isso seria como acender um farol para Mizael mostrando onde estamos. — O feérico contrapôs. — Mas eu sei de um modo que faremos isso.

O feérico abriu a bolsa que estava com a bagagem e retirou de lá a botija onde eles estavam guardando a água. Ele despejou dentro uma quantia de neve limpa.

— Bruxas sabem invocar fogo, agora é só você derreter a neve para que possamos beber. — Ele disse em um tom de ordem.

— Para isso eu precisarei canalizar um pouco do seu calor corporal. — A ruiva avisou já se preparando. Aedion pensou em negar, mas o amuleto estava o fortalecendo pelo menos fisicamente e o pouco calor retirado dele não poderia fazer muita diferença.

— Enquanto vocês arrumam o acampamento, preparam a água e acendam a fogueira eu vou caçar. — Ariel disse rastejando pela neve de uma forma animalesca.

{...}

Ariel saiu às pressas de perto dos outros dois, ele não ficava deplorável daquela maneira devido à fome, uma ligação havia sido rompida, ele podia sentir o vazio dentro de si o consumir.

Existiam três tipos de vampiros, os anciões, que existem desde os confins do tempo, os milenares que são os filhos dos anciões e os transformados.

Os anciões são capazes de sentirem e verem toda sua linhagem, os milenares, porém só estabelecem vínculos com aqueles que são transformados por si. Quanto mais longe à linhagem fica dos milenares mais difíceis é estabelecer o vinculo.

Ariel era o segundo filho de um ancião, ou seja, um milenar muito antigo, porém durante todos os séculos de vida ele só havia transformado três vampiros. E um deles era sua amada Fanny.

Ele conseguia sentir os três transformados a todo momento, mas agora só existia dois vínculos dentro de si e um vazio gritante, era como se tivessem arrancado seu coração para fora. O vinculo de que ele sentia falta era aquele que o aquecia durante a noite, que o fazia se sentir seguro, era o pedacinho de Fanny dentro de si.

Mas Fanny era sua amada, a garota com quem ele passaria cada dia de vida após derrotar Mizael. Ela não poderia estar morta, ele não podia aceitar isso, porque se ela sumisse então nada teria sentido. O destino não poderia fazer isso com ele.

Ele pensava em tudo, os sorrisos, os toques, mas era tão distante, ele não a via a mais de três meses, sua garota estava sozinha, ela só tinha que resgatar William e proteger Gregori Belden o filho da princesa Amélia com um ladrão de coroa, ele não conseguia entender como isso havia dado errado.

Ele procurava dentro de sua mente o vinculo dela, o cheiro que lhe fazia suspirar, ele até tentou enxergar pelos olhos dela, mas não havia nada, ela havia ido para o além.

Em meio ao luto e angustia o lado sóbrio do milenar foi se perdendo para o extinto predatório, sua fome havia triplicado. Ele sentia o cheiro de sangue, cada vez mais perto de si o convidando para atacar. Era sua forma de não desabar sobre a neve e esperar o frio o congelar.

Ariel não notou o caminho que fez até chegar ao vilarejo, mal percebeu o inicio da civilização, a única sensação dentro de si era o da fera clamando por morte e sangue, talvez esta fosse à reação psicológica para a perda que ele não poderia aceitar.

Ele visitou casa por casa, quebrou portas e se alimentou de crianças, homens, mulheres e idosos, destruiu moveis, decapitou seres e se divertiu com a carne deles. As cabeças se tornaram troféus em sua trilha de vítimas.

O por do sol já tingia o sol quando o massacre se iniciou. Os cidadãos demoraram a perceber a presença dele, no sul não costumava ter ataques de vampiros tornando a situação atípica. Os que reagiram para se salvar não obtiveram sucesso.

Ariel parou no meio do caminho, o numero de morto era grande e sua sede havia sido saciada, porém ele queria brincar, por isso deixou que os fugitivos e sobreviventes organizassem um ataque para conte-lo. Ele pretendia se banhar no sangue aquela noite.

{...}

Azalyah sustentava as chamas acesas enquanto Aedion rodeava o acampamento recém-montado. Eles haviam encontrado troncos e galhos para forrarem o chão, não seria confortável, mas ajudaria a manter a temperatura. O feérico usava o seu domínio apreendido na comunidade do ar para desviar o curso dos ventos gélidos fazendo uma barreira de proteção ao redor deles .

Ele e a bruxa haviam organizado tudo para a noite, poderiam descansar sossegadamente, mas após horas aguardando Ariel retornar eles começaram a se preocupar. Azalyah tentou fazer um feitiço de localização, mas o amuleto atrapalhava sua magia também.

— Você acha que poderiam sequestrá-lo? Ou matá-lo? — Aedion perguntou para ela enquanto amolava uma de suas adagas para manter-se ocupado. O feérico temia o pior, se os ladrões encontrassem Ariel seria apenas questão de tempo até os localizar.

— Os ladrões não conseguiriam matar Ariel de forma alguma, ele pode parecer fraco, mas é a criatura mais poderosa que já conheci. — A bruxa respondeu tranqüilamente. — E creio que torturar um vampiro não seja uma missão fácil.

Aedion confirmou com a cabeça. Sua preocupação prevaleceu, mas ele decidiu aguardar.

Mais uma hora se passou com os dois acordados, a ruiva examinava as constelações no céu como se pudesse ler cada uma delas. E podia, ela conhecia as constelações como a palma da mão e as entendia.

Enquanto ela verificava o céu acabou se deparou com olhares tortos do feérico a observando. Já fazia dias que ele a vigiava.

— Se vamos trabalhar juntos você poderia parar de me olhar sabia. — Azalyah pediu. — Juro que não vou te matar.

O feérico negou com a cabeça e sorriu para ela mostrando as presas.

— Não confio na palavra de bruxas — Ele disse defensivo.

Azalyah sorriu dessa vez o olhando diretamente nos olhos.

— Você se lembra de mim na comunidade, estou certa? — Ela perguntou se aproximando dele.

O fogo crepitava transmitindo calor para o ambiente.

— Lembro-me de você com esta mesma aparência servindo ao Mizael, recordo-me de seu rosto dentre os primeiros na linha de ouro. Você gostava de fazer o serviço sujo dele.

Azalyah escutou calmamente. Ela aceitava a desconfiança dele, afinal, ela poderia o estar enganando agora mesmo. Mas ela o entendia e queria que ele pudesse ver que no fundo eles eram iguais, duas criaturas confusas e perdidas, desconfiadas de mais para confiarem nas pessoas.

— Eu tenho uma longa historia, mas como o Ariel está demorando, acho que terei tempo para te contar. — Ela se ajeitou perto da fogueira. — Quem sabe a verdade te ajude a pelo menos aceitar que estamos do mesmo lado.

Aedion colocou o capuz de couro na cabeça, segurou uma das adagas mais firmes e se preparou para escutar o que a ruiva teria para contar. A lua já começava a brilhar no céu e o fogo os esquentava, o feérico suspeitava que as chamas estivessem sendo manipuladas para ficarem mais quentes, porque uma fogueira comum não seria capaz de anular o frio do relento no sul.

— O coven Delacourt foi o mais forte e temido por todos os bruxos e bruxas do império, nosso nome sempre trouxe honra e medo devido às lutas passadas nos quais nos envolvemos, principalmente na conquista do império, só existia mulheres dentre nós.

— O que vocês fizeram com os garotos que nasciam? — Aedion perguntou curioso, ele se lembrava de algumas historias de seu pai sobre a conquista do império no qual bruxas terríveis e sanguinárias massacraram gigantes e anões até os exterminar.

— Jamais nasceram garotos em nosso coven, algumas de nós diziam que era uma benção, outras maldição, a questão é que jamais nos importamos com isso. — Azalyah rodou um anel no dedo distraidamente. — As bruxas escolhiam normalmente homens fortes e poderosos para procriarem, dizem que minha mãe teve um pequeno caso com um vampiro transformado. Mas isso durou só até ela engravidar.

O feérico se remexeu nos gravetos tentando melhorar a posição. Ele por algum motivo estava gostando de escutar a bruxa contar-lhe um pouco mais de sua vida, isso não mudaria nada entre eles, mas o ajudaria a avaliar a adversária.

— Então sua mãe o usou para procriação e depois o largou.

— Basicamente, mas dizem que crias de vampiros são perigosas, algo sempre dá errado, eu matei minha mãe no parto, essa era a conseqüência por se engravidar de um vampiro. — Ela contou sem demonstrar sentimento algum. — O coven inteiro achou isso maravilhoso, disseram que eu seria poderosíssima por já ser acompanhada da morte desde o nascimento.

Azalyah mexeu novamente no anel enquanto pensava em como abordar o resto da historia. Ela percebeu que seu ouvinte segurava com mais força na adaga e que se ela tentasse atacá-lo ele com certeza usaria o domínio sobre o vento para impedi-la.

— Eu na época não gostava de minha fama, eu queria ser uma criança comum, ser amada, a única que entendia isso era minha avó e líder do coven, pena que ela era mais velha e logo faleceu. — Azalyah suspirou demonstrando uma pequena angustia se formar no peito. — Minha tia assumiu tudo desde então.

Azalyah estendeu a mão para o fogo na tentativa de aquecer os dedos que começavam a ficar rígidos.

— Eu pedi a minha tinha que me libertasse do coven, eu queria sair por um tempo, aproveitar minha juventude, conhecer um novo estilo de vida, aperfeiçoar meus talentos, já que uma das medidas da minha tia quando assumiu foi me proibir de usar meus dons.

— Ela lhe negou a liberdade, imagino. — Aedion se manifestou.

— Sim ela negou, e eu a matei por essa afronta, mas ai eu compreendi que todas do coven tentariam me parar porque me temia e me invejava, foi nessa noite, ainda jovem que eu assassinei todos da minha família. Me tornando a única Delacourt viva.

Aedion paralisou, ele não conseguia compreender o tipo de maldade que rondava no coração desses seres.

— Os ladrões me alistaram logo depois, o próprio Mizael me treinou algumas vezes, e eu me tornei uma das melhores dentro da comunidade, roubamos jóias, queimamos brasões, mas tudo que eu fazia era para agradar o grande senhor supremo, e se tem uma coisa que eu odeio caro Aedion é ser mandada por outros.

— Então como se tornou uma viajante?

— Eu conheci uma pessoa, um ser, que me fez sentir livre fazendo a coisa certa, ele me mostrou o amor assim como minha avó, foi ele que me levou para os viajantes, e desde então eu sou uma espiã dentro da comunidade dos ladrões, finjo trabalhar para o Mizael, mas repasso tudo para aqueles que realmente desejam o bem para o mundo. — Ela parou um pouco. — Pode parecer estranho, mas eu me sinto livre ao lado desse ser.

— Então foi o amor que te mudou. — O feérico afirmou.

— O amor faz isso conosco.

{...}

O vampiro havia espalhado os corpos das vítimas pelas ruas deixando rastros de entranhas e sangue pela neve, ele estava construindo o cenário para o seu joguinho noturno, os sobreviventes eram poucos, mas ainda serviriam de distração.

Ariel sentou-se em uma tora de madeira usada para amarrar os cavalos e aguardou. A lua cheia clareava a vila junto com as muitas tochas espalhadas nos becos, à maioria acendida por si para facilitar a visão de suas presas. Ele era justo, teria que equilibrar os lados.

O primeiro sinal de pessoas foi os sussurros e o som de respirações temerosas. O vampiro ignorou os deixando se aproximar. O que ele não esperava era um cidadão com uma besta no telhado apontando para ele. O homem atirou a primeira flecha que atravessou uma das costelas do predador. Em seguida um grupo de cinco pessoas correram com machados para tentar decapitá-lo.

Ariel se levantou da tora e retirou a madeira que o atravessava sem nenhum sinal de fraqueza. O cara com a besta tentou acertá-lo novamente, mas errou o alvo as quatro vezes seguintes. O vampiro pensou que eles lutariam, mas todos começaram a fulgir vendo que o plano havia fracassado.

Os olhos de Ariel ficaram vermelhos de irritação por suas vitimas serem tão fracas e covardes. Foi por esse motivo que ele matou cada um deles juntando o sangue dos mortos em uma banheira velha na qual ele se lavou depois de cheia.

Notas finais
Bem queridos leitores, eu mandarei as perguntas em breve. Eu li o capítulo algumas vezes e tentei o revisar, mas caso encontrem erro por favor me avisem. O meu Word não está atualizado então a correção dele não tem sido muito eficiente. Bem é isso, aguardo o comentário de vocês =D