Ladeira Abaixo.
3 Silêncio.
“Tudo estava em silêncio naquela noite. Algo que arrepia todos os fios de cabelo do seu corpo passava pelas ruas, mais by InstantSavings\">rápido do que qualquer humano poderia correr. Era algo estranho, parecia ser uma pessoa de moletom branco desgastado e sujo, cabelos cumpridos que daria pra ser visto de longe, calça jeans muito gasta e rasgada, ele ria. Enquanto ele corria pelas ruas de Londres, tentei identificar o sujeito. Mas era impossível.“
–Ben Carter.
15 de Abril de 2000, 14hrs.
–Então, Ben Carter veio até a delegacia de Londres pedir segurança máxima, deu um depoimento e um dia depois ele aparece morto. É isso mesmo, Lestrade? –Watson estava uma pilha de nervos.
–Sim, Doutor.
–Como isso pôde acontecer?
–Não sabemos ao certo e... –Watson o interrompeu.
–Como não sabemos ao certo? Já foram três casos com os mesmos rastros e a policia de Londres não fez nada acima disso?
–Onde está Sherlock?
–Está casa. Tentando resolver o caso.
Na verdade, Sherlock estava descansando um pouco naquele dia. Mas com a cabeça no caso. Ele não conseguia descansar, essa era a verdade. Watson entrou e reclamou:
–Sherlock! Você não irá fazer nada sobre o caso?
–O que eu posso fazer, Watson? Me diga! O que eu posso fazer? –Sherlock disse nervoso.
Sherlock respirou fundo.
–Me desculpe, Sherlock. Sei que andas estressado com esse caso.
–Não se desculpe.
–Eu vou deitar.
Naquela noite, o detetive que estava ajudando Sherlock, James, foi para casa sozinho. Sentindo que alguém estava o perseguindo.
Ele entrou em sua casa e ainda não havia passado o mal sentimento. Preparou sua janta, jantou, escovou os dentes e se deitou. Rapidamente caiu no sono.
James acordou depois de um pesadelo, e ouvindo uma música que sua mãe sempre colocava pra ele dormir quando era criança. Estranhando, ele levantou e foi até o banheiro, quando acendeu a luz e olhou para o espelho. Viu o rosto pálido, com as pálpebras queimadas e um sorriso medonho no rosto. Ele tentava falar, mas da sua boca não saia uma palavra sequer. Quando Jeff sussurrou em seus ouvidos e fez ele ter arrepios da cabeça aos pés:
–Shhhh... Volte a dormir.
16 de Abril de 2000, 8hrs30min.
Quando a policia achou seu corpo, viu uma mensagem na parede. E a mesma dizia:
“Senhor Holmes, o jogo começou. Agora, não tem como o senhor me parar.”
O que nem se quer assustou o mais nomeado detetive de Londres. Mas o fez lembrar-se de Moriarty, seu maior “inimigo” até então. Uma morte tão fajuta. Sentindo-se ameaçado, como sempre. O maior detetive de Londres nunca falhava. Talvez alguma hora devesse cair para assim levantar-se de uma maneira espetacular, mas acho que não era o caso de Sherlock Holmes. Sherlock estava destinado ao o que fazia, eu acho. Nada o impedia. Nem policia muito menos bandido.
Watson chegou à casa da vitima e soube da noticia logo de cara. Parou por um instante. E foi falar com Sherlock:
-Sherlock, acha que isso tem a ver com... –Sherlock o interrompeu e apontou para a parede onde a mensagem estava escrita. –Okay, Sherlock. Você esta sendo ameaçado e automaticamente eu também sou ameaçado, é isso?
-Sim. Por que demonstra tanto medo? Já passamos por isso.
-Mas até então eu não era casado!
-Você é casado?
-Sherlock, você foi padrinho do meu casamento!
-Ah sim. Mary esta bem?
-O nome dela é Jess, Sherlock!
-Ah, okay.
-O que vamos fazer?
-Esperar mais alguma pista. Ainda não temos nada.
-O que você disse Sherlock? Vamos esperar esse psicopata matar mais gente?
-O que mais podemos fazer Watson? Hein?
Watson calou-se.
Notas finais
Sinopse do próximo cap:
"Holmes terá que achar logo o suspeito desses assassinatos. Antes que ele envolva outros parceiros nesse caso."
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