Labios Compartidos
7 … sempre se atraem
Notas iniciais
Mas pelo menos ela saiu...
Enjoy it ♥
Afrodite POV
Acordei com um sorriso na face, espreguicei-me e senti meu corpo mole, cheio de preguiça, mas era tão gostosooo. Me sentia como uma deusa, linda, maravilhosa e brilhante, nada como uma boa noite de sexo para melhorar a pele. Ri, abri os olhos e coloquei cada mão ao lado de meu corpo, sentindo um espeto.
- Mas que merda é esta logo de – levei o dedo aos lábios, passei os olhos pelo bilhete, peguei a rosa, cheirei, ri insanamente como ele era ridículo, tão carinhosamente e idiotamente ridículo! Amachuquei o papel fazendo pontaria no cesto do lixo perto da cama – Boa cinco pontos para mim – peguei na rosa retirando suas pétalas deixando o que sobrava jogado, me levantei rodei sobre mim e gritei enquanto lançava as pétalas para o ar rindo, só rindo – LIKE A VIRGIN, WO TOUCHED FOR THE VERY FIRST TIME! – e as pétalas caíram acariciando meu corpo, levava a mãos aos cabelos os levantando, me senti uma diva, homicida de corações hetéros se alguém era foda, esse alguém era simplesmente eu! Tá, tá eu depois dou autógrafos e quem sabe deixo você beijar o meu pé. Me virei e Ângelo me olhava fulminantemente eu gritei com todo o ar que possuía meus pulmões!
Ângelo POV
Eu não podia acreditar, mesmo que eu suspeitasse que fosse verdade, minha mente relutante se recusava a isso, não era possível que Afrodite fosse tão baixo e indiferente, mas eu bem avisei Cinderela.
Mas mesmo eu já sabendo disso, seus movimentos e acções não deixavam de me corroeu, simplesmente não conseguia ficar sentado a ver aquilo. Um fogo, uma revolta interior me consumir e me aproximei do outro, segurei seu braço com força o puxando para mim, ele grita histericamente. Não sei se foi pela força que eu exerci sem saber em seu corpo, mas eu sabia que ia ficar roxo ou se pelo meu olhar que eu possuía no momento.
Aproximei-o mais de meu rosto e com a voz grave, apenas rosnei. É rosnei, estava totalmente fora de mim e o mandei para o banheiro com um comentário nada agradável, acho que até ele estava surpreso com o mesmo, sendo que ele estava habituado à minha maneira, vamos dizer “pouco educada” de o tratar.
Voltei a ir tomar o café, que sinceramente era a única coisa agradável daquela manhã, fechei os olhos, deveria haver mais. O aroma era tão típico a café fresco, mas levemente adocicado, meus olhos fechados apenas me fizeram viajar para os acontecimentos da noite anterior e meu corpo estremeceu a pensar que poderia tudo terminar em apenas uma noite.
Pouco tempo depois Afrodite apareceu com aquele rosto deslavado de sempre, como se nada tivesse acontecido e eu não estivesse bravo, baixou-se e me deu um beijo na bochecha olhou o café e me olhou indignado.
- Não fui eu que fiz, por isso pode beber
- É realmente está com um cheiro muito mais agradável que o seu, aquele idiota…
- Ele está apaixonado e você…
- "O apaixonado nunca é feliz; a felicidade é o preço da audácia." Lope de Veja. Eu não presto e o preço que ele terá de pagar é esse, ser apenas mais um da minha lista, assim como você é para mim e eu para você, Ângelo. Apenas preciso de pessoas…
- Para alimentar seu ego e saciar seu desejo na cama, eu sei Dite… mas não o vai procurar novamente?
- Porque o interesse, será que o grande Mascara da Morte que sempre desprezou emoções ficou sensibilizado com o “amor” ou com o “fogo” do espanhol?
- Não seja idiota Afrodite, apenas acho que seria digno da sua parte, só isso.
Sua resposta veio como um sorriso de canto e pela primeira vez eu não sabia o que aquilo queria dizer. Estava irritado? Sim, mas não podia fazer nada, não agora. Mas a resposta dele me fez pensar, eu sensibilizado? É, poderia ter sido isso ou apenas uma paixão por seu fogo, mas não o veria mais e isso sinceramente me deixava incomodado. Eu iria velo, custasse o preço que fosse, nem que para isso eu teria de ser tão baixo quanto Dite, mas os fins sempre justificam os meios.
Uma semana se passou, eu já não estava em mim. Me atolei de trabalho, acho que nunca trabalhei tanto na minha vida, em pouco tempo enchi minha conta bancária como nunca tinha feito. Porém não era o suficiente, todos os minutos e todos os segundo de descanso, até mesmo quando tirava fotos ou estava trabalhando a imagem dele me vinha na mente. Seu toque, suas carícias, seu corpo e seus olhos nos meus… eu só poderia estar louco.
Não, reflictam comigo vai, eu sou um galinha filho-da-puta certo? Eu não preciso de me prender a ninguém para ter sexo, então porque é que ele não me saí da cabeça?? A raiva sobre Afrodite também ainda não foi embora e eu não entendo o porque. Eu estou tão habituado a não ser assim, a ter sempre o que eu quero na hora que eu quero. Deve ser isso mesmo. Por ele não me querer ou por não ter vindo e sido carinhoso apenas comigo. Certamente que foi isso, como fui rejeitado eu estou com vontade de correr atrás “fruto proibido é o mais apetecido” não é isso que dizem?
Mas eu sabia que isso não era verdade, ele tinha-se entregado a mim. Mesmo que fosse no inicio meio forçado e a bebida me tivesse ajudado nesse fim. Eu sabia que meus pensamentos estavam a tentar convencer do motivo pelo qual eu não o conseguia esquecer. Mentir a nós mesmo é tão ridículo, mas era exactamente isso que eu estava fazendo. Dizem os estudados da mente humana que e mais fácil aceitar algo quando dizemos isso a nós mesmo, e é exactamente isso que eu estou a fazer.
O celular tocou, mais uma mensagem de Afrodite. Mais uma que eu não iria responder, andava assim há cerca de uma semana e parecia que não ia terminar tão fácil. Não é que eu estivesse bravo, não é isso mas sempre que pensava nele, me lembrava do espanhol e da forma absolutamente carinhosa e idiota que ele era.
Sai para dar um giro pela cidade, peguei minha mota. Hoje não estava com vontade de fotografar corpos ou seres humanos, precisava de expandir um pouco minha mente e isso me levou para um dos maiores parques no centro de Nova York.
O dia estava nublado, o sol pouco dava o ar de sua graça, certamente que ia chover, coloquei minha máquina fotográfica na frente dos olhos procurando os pormenores que escavam à vista das pessoas apressadas que passavam por mim contando o tempo pelo relógio de pulso ou celular. O tempo foi passando apenas notei o anoitecer e o frio que passava agora por minha roupa, respirei fundo agora com as energias revigoras e me dirigi a um café mais nos recantos da cidade.
Entrei, o local estava quente. Gosto disso. Pedi um chão de limão e hortelã, não olhem com essas caras de “Onde está a cerveja” eu estava com frio ok? Me sentei esperando minha bebida e liguei a máquina para ver quais as fotos que eu iria usar para a minha próxima exposição e até mesmo para meu estúdio precisava de dar uma renovada, normalmente mulheres vão às compras, homens vão beber e dão uns pegas. Ok também faço isso, mas preciso de algo mais e meu trabalho sempre foi meu maior prazer.
Meu chá chegou em um bule, coloquei na chávena e o cheirei, cheiro agradável, dei o primeiro gole e continuei seleccionando as fotos, entre goles e biscoitos que mais tarde pedi me encostei na cadeira aproveitando a música. Foi nesse exacto momento que meu fantasma apareceu na minha frente, eu fiquei branco como o cal da parede, minhas mãos gelaram e minhas pernas ficaram bambas.
Peguei minha carteira abrindo tirando uma nota… merda não dava tempo eles. Espera como assim eles. Coloquei minha maquina fotográfica em meus olhos taquei o zoom rapidamente e tirei varias fotos, antes mesmo, deles entrarem no carro.
Assim que perdi a visão de ambos me sentei novamente no meu acento peguei a chávena e a levei aos meus lábios fazendo careta, odiava o chá morno, coloquei mais um pouco com a mão direita enquanto a esquerda mesmo que de uma maneira desajeitada fosse passando as fotos até à primeira da minha bela visão daquele momento.
O olhei sim era ele, mas quem era aquela loira que o acompanhava? Namorada? Porque estava bem diferente para ser irmã, quando para meu espanto quando o identifiquei. Milo, não era difícil o identificar afinal ele aparecia em todo o lado, nem os banheiros públicos escapavam a posters deles. Eles se conheciam. E para minha sorte, Milo, era meu próximo modelo dentro de três dias. Meu sorriso malicioso deu sinal de vida no final de tanto tempo, não um de depravado, afinal, existiam rumores que existia um demónio vermelho em torno daquele homem. Zeus para capeta já chego eu, mas meu sorriso era um de vitorioso… ele seria muito mais do que um simples modelo. Seria meu bilhete até ele.
--- Labios Compartidos ---
Quatro dias se passaram a correr, a ansiedade crescia a cada minuto e lá estava eu no meu estúdio sentado em uma cadeira batendo o pé, olhava o relógio com diferença de poucos segundos de diferença.
A campainha toca e eu grito um finalmente, não que ele estivesse atrasado, ele até chegou mais cedo do que eu esperava. Estava habituado àquelas vedetas que tem a mania de superioridade e que todos têm de estar pronto apenas quando eles querem, um ponto a favor do loiro.
O fiz entrar e o olhei de alto a baixo, bem ele realmente era bonito, tinha um ar fresco, jovem e um sorriso infantil cativante. Ciúme? E eu era lá pessoa de sentir ciúme, tenho total confiança no meu taco… tá bom, só um pouco. Mas se fosse para sentir isso, Milo nunca negou que tinha tendências homossexuais, mas também nunca confirmou, então se Shura quisesse investir poderia ter uma porta aberta e não precisaria de ter vindo atrás de um puto como Afrodite, não é? Então o parceiro de Milo era outro.
- Vamos começar, tudo bem para você? – Acordei de meu pensamento, é, ele deveria estar a notar que eu estava quieto demais, mergulhado em pensamentos, totalmente profissionais.
- Claro que sim, desculpe. Poderia então retirar a parte de cima da camisa?
- Na realidade não – Ele me disse com um tom casual, um pouco envergonhado. Ele só poderia estar a brincar comigo ou então não me tinha escutado.
- Scusa, mas ouviu o que eu disse?
- Sim, mas realmente não posso.
Mesmo antes de eu começar a inflamar de irritação, ele levou os dedos finos até aos botões de sua camisa. Arregalei meus olhos ao constatar, sim realmente era bem constrangedor, seu corpo estava todo marcado com pequenos e grandes chupões e a pele mais alva com vergões vermelhos, não apenas no peito como também em suas costas. Eu gargalhei.
- Hey porque está rindo? – Ele pegou a camisa e escondeu o corpo, ele estava… gargalhei de novo. Corado. – Eu… eu…
- Milo, eu não estou interessado nas suas brigas de cama, mas que briga hein. Isso era para ele ter a certeza que você já tem dono?
Ele nada disse apenas me olhou perguntando com o olhar se era mesmo para tirar a camisa ou não. Afirmei com a cabeça, um aceno positivo. Ele a jogou para o lado.
- Onde está a zona de maquiagem para tentar esconder isto?
- Tsic tsic – abanei negativamente meu dedo enquanto estava de costas pegando minha maquina, para assim começarmos a secção – vou dar estas fotos, com você todo marcado a seu dono.
- EU NÂO TENHO…
- Milo não seja ingénuo, acha mesmo que você veio todo marcado para aqui porque?
- Porque Camus é louco – Ele mordeu o próprio lábio, sabia que tinha falado demais. Mas era exactamente isso que eu queria ouvir. Sabia que um tipo espontâneo como ele acabaria por revelar o nome do seu parceiro quando ardido. Para minha felicidade não era Shura e isso estava estampado em meu sorriso quase iluminado.
— Sabia, Shura era incapaz de ter feito isso…
- Você conhece aquele espanhol enrustido que trabalha comigo? Não me fala, ah não creio – ele gargalhou – você é o seme-narcisista-filho-da-mãe-que-o-comeu?
- É acho que me pode chamar assim – Retirei o flash e comecei a tirar umas fotos casuais, Milo era fotogénico e quando mais descontraído, mais beleza natural conseguia retirar dele e aquelas marcas o deixavam ainda mais tentador – mas o que mais sabe de mim? Que ele me odeia?
- Acho que não poderia definir melhor o sentimento dele – meu sorriso sumiu, um aperto, que mesmo que eu me tenha preparado para ouvir tais palavras, meu coração evidenciou o contrário. Eu não estava pronto.
- Ele me odeia assim tanto? – As palavras saiam arrastadas de minha boca e ele riu, estava a ficar irritado com aquele playboy com sorriso de moleque.
- Ele te odeia, por não te conseguir tirar da cabeça… acho que isso fará ele te odiar muito, cada vez mais, acho que o mau humor dele é a prova disso, principalmente com o aluno italiano dele. O menino está reprovado e ainda nem sabe disso, tadinho, tudo porque disse que era da mesma nacionalidade que você – ele acaba gargalhando e eu também.
Me senti aliviado, ele não me odiava realmente. Era tudo uma máscara para se proteger do sentimento que poderia estar a sentir por mim, meu sorriso se alargou e um brilho de esperança em meus olhos.
- Se eu fosse a você, não se animava tanto…
- Mas você mesmo disse…
- Eu sei, porém ele está ainda muito séptico, se você o for encarar de frente ele vai recusar e se fechar naquele mundinho dele que ele tenta que você não tenha acesso ou faça parte. – Parei e coloquei meu corpo recto, minhas mãos se cruzaram em meu peito o olhando séptico.
- O que você sugere então óh senhor sabichão?
Ele se aconchegou melhor no sofá se encostando no mesmo, colocando os braços em cima das costas, me encarando com os olhos semi abertos. Um sorriso malicioso se formou em seus lábios. Milo era uma tentação com certeza que se eu não tivesse sido pescado por Shura eu teria tentado a sorte. Se bem que tenho a certeza que levaria um grande pé na bunda.
- E o que eu ganho com isso?
- O que você quer ganhar, Scorpiu?
- Sei que você é especialista em fotos sensuais e apelativas, eu quero um booking assim para oferecer de presente de quatro anos de namoro ao Camus. Juntamente com os negativos e queria as fotos a preto e branco
- Mas alguma coisa? Um lanchinho, uma vodka? – Meu olhar de arrogância não poderia ser maior, mas será que aquele fedelho não pensava em mais nada que não fosse o namoradinho? Bem acho que estava um pouco na mesma situação e antes de ele dissesse algo me virei e fui trocar de máquina. – Eu faço, mas esqueça o lanchinho – me voltei já preparado colocando a lente certa o olhando – vamos começar.
Passamos a tarde naquilo, primeiro o trabalho, para depois receber minha recompensa. Não foi complicado extrair a sensualidade daquele crápula, ele se soltou muito mais do que eu esperava, do que eu tinha visto em outras fotografias. Seu olhar tinha brilho, seu corpo entregue como se aguardasse e sentisse o toque de outra pessoa o olhar de alguém que sabia que o desejava como ele a ele, sabia que ele não olhava para mim, ele se focava na imagem de outro alguém e como era maravilhoso o olhar assim.
Minha inveja veio ao de cima, queria um olhar para mim assim, cúmplice e entregue. Um olhar cheio de paixão. Milo passava a mão pelas marcas roxas, mas não com um rosto de preocupação. Não, tudo menos isso. Seu sorriso infantil e orgulhoso por casa uma a acariciando como se fosse seu bem mais precioso. Aquilo era o que eu queria para mim, sim eu tinha achado depois de tanto tempo procurando uma razão, eu descobri o meu vazio e escolhi a pessoa para o preencher.
Terminamos rápido, ele me contou o que tinha pensado e eu realmente achei óptima a ideia e coloquei meu plano em acção. Me encontrei com Afrodite no estúdio, ainda não eram seis da tarde, estava revelando algumas fotos da tarde quando a campainha soou, limpei as mãos e fui atender. As palavras de Milo não me saiam da cabeça: “Não se esqueça que bater de frente será o pior que poderá fazer, se ele neste momento quer se refugiar na outra bixinha, use-a como isco e pegue a presa. Mesmo que a isca não saiba ou nem apareça para ser caçada na realidade.”
Ele tinha razão, beijei os lábios de Dite, sabia o que tinha de fazer, precisava do número de Shura, mas pegar o celular do Dite era o mesmo que arrancar-lhe um dente. Teria de domar a isca para isso e o único jeito era dar à criatura o que ela mais gosta, isso mesmo, uma boa e extenuante rapidinha.
Dizem que a paciência é o maior trunfo de um caçador, isso era evidente, um estratega nunca coloca a carroça na frente dos bois. E ele adormeceu em meu peito pouco tempo depois da terceira rodada. Me levantei com cuidado, peguei seu celular, retirei o número do seu celular, assim que notei que eles apenas se falaram por e-mail, perfeito. Shura não iria achar estranho o novo número. Escrevi-lhe uma mensagem, apaguei dezenas de vezes e voltei a escrever, andava rápido de um lado para o outro tentando pensar em qual seria a melhor maneira para o chamar a sua atenção, vi Dite se remexendo para se levantar, meus dedos digitaram o mais rápido que eu conseguiria imaginar e enviei a primeira coisa que me saiu da mente.
Ele acordou, resmunguei que estava com dores de cabeça, ele tomou banho e saiu pouco tempo depois. Suspirei, fui tomar um banho faltavam apenas duas horas e meia, comi algo, escovei os dentes abri meu armário da roupa e constatei o seguinte. O QUE RAIO eu iria vestir, a partir deste momento entendi perfeitamente o que é desespero. Eu queria estar perfeito, eu precisa de estar irresistível e a vestimenta é uma peça chave. A questão é… desde de quando em me preocupei com isso? ... Se eu não amasse aquele… espera, é ok eu admito, eu o amo e se não fosse assim eu o mataria.
--- Labios Compartidos ---
The Stonewall Inn, Nova York – 22:04
Estava atrasado, o transito estava um saco naquela noite, não sabia porque é que Nova York tinha sempre tanta gente não importava que dia da semana ou hora que era, sempre tudo estava cheio, mas hoje para me stressar um pouco aquilo teria de parecer mais.
Virei a esquina e o vi, deslumbrante. Uma pontada de ciúme me tinha preenchido, ele tinha feito aquela produção toda elegante e totalmente comestível para Dite, caminhei em sua direcção e sua expressão foi a melhor coisa que me aconteceu nestes últimos anos. Era espanto, felicidade, perplexidade. Ele entrou em pânico, olhando para os lados. Certamente procurando Dite e para minha surpresa ele sorriu, ele realmente sorriu ao constatar que ele não estava ali. Aproximei-me dele, colocando um braço ao lado de seu rosto me inclinando um pouco para entrar murmurar em seu ouvido:
- Vem sempre aqui todas as noites?
- Apenas quando me enganam com mensagem assinadas por outras pessoas…
- Viria se tivesse sido eu a chamar-te directamente?
- Com certeza que não…
- Sabes, tem dias que eu quase odeio sua sinceridade… — eu comentei rindo, meu sorriso não saia de meu rosto, que idiotice.
- E eu sua arrogância e prepotência – ele me olhava meio sério, mas tinha um pequeno sorriso no canto de seus lábios, o que fez o meu também se formar.
- Óptimo, estamos bem um para o outro e eu fico a ganhar com um ponto a mais – sorri e o puxei pela mão ele me puxou para trás – vamos quero falar contigo, temos algumas coisas a resolver. – Ele fitou-me sério e afastou a mão da minha e respondeu com um tom sério.
- Eu acho que não ...
Continua...
Notas finais
Era apenas para avisa que este será o penúltimo capitulo da fic. Isso mesmo no próximo capitulo a fic já termina...e eu já estou com um pouco de saudades dela.
Mas então este capitulo demorou um pouco mais porque eu e o Ângelo temos uma visão bem diferente das coisas, ai eu joguei o Milo de para-quedas para a fic e ele que resolvesse o assunto 8D~ consegui?
Agradecimento a todas as pessoas que estão lendo a fic e que eu recebo review e quem não consegue deixar sempre que me vê no msn comentam um pouco. Agradecimento também aos leitores fantasma 8D~ Que deve haver um ou outro né?
-| Persefone,Chii, Leen, Iasmin, Aya-chan, Nathy-chan, Naathy,Agathachan, Una, Heydan, ddd, Haru-chan, Hisa-chan, Alele, Caio, Kaue e Mick |-
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