Labios Compartidos
9 Capitulo Extra - Camus e Milo
Notas iniciais
E foi com todo o gosto que eu venho aqui o postar
Enjoy it
♥
Camus POV
Olhei para o relógio, já passava das dez da manhã, suspirei. Nem café da manhã, eu tinha conseguido tomar com Milo, isso me deixava irritado, mas todo mundo sabe como é final de ano em empresas grandes, ainda mais agregado ao ensino. Sim porque eu não me contento apenas com empresas, tenho de me atolar em trabalhos com coisas extras. Única satisfação no meio disso tudo, eu conheci Milo. Ele trabalha para mim e seus treinos também são nas minhas instalações. Tudo bem que ele é super famoso e isso dá um óptimo Marketing para mim. Isso é tudo lucro, porém não é isso que me anima, é saber que eu posso o ver quando eu quiser e/ou ele poder.
Minha agenda, abri e todas as horas eu tinha reuniões, longas e chatas. Uma brecha de quinze ou com sorte trinta minutos para ingerir algo e preparar os documentos para a próxima, parece que hoje será um dia, enjoativo, sem Milo tudo era assim enjoado. Mas tinha umas contas a ajustar com ele, à uma semana que ele foi fazer aquele trabalhado de fotos com aquele tarado do Mascara da Morte e pouco tinha falado delas, sinceramente estava com a pulga atrás da orelha. Meu estômago sempre reclamava quando Milo ficava exposto assim, ainda mais com um leão esfomeado, como esse tal fotógrafo de quinta era chamado.
Me levantei em um suspiro, endireitei meus óculos de leitura, peguei as pastas com os documentos necessários, me levantei. Segui para a sala de reuniões, pedindo à minha secretária para não ser incomodado.
A manhã decorreu como esperado, maçante, tediosa e cansativa. Entrei em minha sala com o semblante fechado, como eles eram chatos, uma nova digressão para o Milo, com três meses? Ele não ficava longe de mim dois dias, agora três meses? Eu tinha de arranjar outra maneira, Ahh mais um problema, mas três meses sem o meu homem, isso eu não ia permitir ou admitir, nem que tivesse que ir com …
- Sempre com essa expressão séria, vai ficar com rugas rápido assim Kyu.
Meu sorriso se abriu, lá estava ele, sentado no sofá com a perna cruzada, suas calças negras justas com uma rasgos e umas letras pretas, uma camiseta vermelha e os cachos loiros apanhados em um rabo-de-cavalo deixando dois cachos desalinhados por seu rosto. Magnifico como sempre.
- O que você faz aqui Milo? – Me aproximei de minha secretária e vi uma sacola a peguei e senti sua mão para que me afastasse me virei e seus lábios tomaram os meus, eu sorri.
Ele prensou seu corpo no meu, sua mão passou por meu pescoço até minha nuca e a outro se apoio na mesa, eu tratei de o aproximar e ainda com os lábios próximos, se roçando aos meus eles murmurou: vim te almoçar; meu sorriso apenas se alargou assim que mordisquei seu lábio inferior sua língua passou pelos meus e nossas línguas se entrelaçaram em um beijo cálido e calmo.
Pouco depois nos afastamos sabíamos que tínhamos pouco tempo e mesmo que Milo fosse um poço insaciável de sexo, ele sempre se preocupava mais com minha saúde do que com ele mesmo. Sabia que ele sempre fazia de tudo para estar comigo e tudo era motivo para isso. Nem nas férias ele ia viajar ou ia-se divertir, como ele dizia “meu passatempo preferido é te observar”. Eu gostava disso, de sua dedicação, sua ternura e seu amor por mim, tão sublime.
- Vamos comer o quê, então? Mas tem de ser rápido porque…
- Nem pense nisso, você está com olheiras… e eu não quero meu homem assim. Com esse ar esgotado, isso porque ontem você aterrou na cama, em cima de mim enquanto estávamos no inicio de algo… — ele me bateu na cabeça como se eu fosse uma criança a ser repreendida pela mãe – isso por me ter deixado na mão, literalmente!
Ri, segurando a mão direita dele a levando aos lábios beijando-a, para depois o puxar para mim e tomar seus lábios devagar. Sim era minha forma de pedir desculpas e remediar aquele bico adorável em seus lábios.
Fomos em um restaurante perto do escritório com comida tradicional, nada muito arrojado, Milo não apenas para sua segurança, mas para evitar escândalos acabávamos sempre por ir naqueles restaurantes mais familiares e ocupávamos sempre os locais mais afastados.
Milo sempre andava com roupas recatadas, como se fosse uma pessoa normal e não um rock star, usava boné e óculos escuros, sempre foi assim. Não que ele não gostasse das fãs ou as desrespeitasse, nada disso, ele as adorava e o club de fãs dele sempre se encontravam com ele antes de depois de um espectáculo. Ele as considerava muito. Mas eu concorda que nossos momentos eram isso mesmo, nossos, nem que fosse como agora estava a ser um simples almoço rápido.
Foi exactamente isso que se tornou, rápido, porém como todos os momentos com Milo eram intenso, românticos e inesquecíveis. Ele não deixava sombra de duvida do quanto me amava e eu mesmo sendo um ser frio e calculista, ia na sua onda sempre embriagante.
Me despedi dele com um beijo na bochecha e segui para o escritório com forçar revigoradas. Milo seguiu para uma entrevista na rádio, depois tinha um monte de coisas programas, na realidade pensando bem, ele nem deveria estar nesta área da cidade… como é que… sua peste, quero só ver o que você prometeu à minha secretária de presente. Hunf! Irritantemente fofo, foi o único adjectivo que me surgiu entrei no meu escritório e olhei a sacola que estava lá me aproximei dela pegando o que estava lá, fiquei apreensivo.
Nele havia uma foto a preto e branco com pouco iluminação apenas a visão de uma pele lipida, clara e brilhante; Milo estava de costas sobre o sofá como se sentado sobre as coxas, olhava para trás, seus cabelos parcialmente caídos sobre suas costas indo em, engoli seco, ao percorrer as mesma e chegando à base meu nome perto de seu coxis escrito como uma tatuagem ao lado dos vários chupões que lhe fizera naquela noite por plena vingança, e finalmente aquele tecido deixando uma parte de suas grossas coxas visíveis assim como o inicio daquela divindade que era sua bunda.
Apertei meu próprio membro com força para me acalmar e peguei no cartão que estava sobre a mesa, meu lábio estava a ser mordido e eu já não sabia se engolia saliva ou um pouco de sangue… meu Milo, que filho-da… hunf delicioso!
“ Te espero em minha casa, 20:30. Não jante e muito menos se atrase ou terei de te castigar.
Com amor,
Seu Milo.”
Ri alto e pensei seriamente que talvez valeria muito a pena realmente me atrasar nem que fosse pelo menos um minutos, Milo odiava minha pontualidade, mas foi ai que eu li.
“P.S.: Castigo: Greve de sexo por três meses!”
Porra, me fodi! Como é que eu ia conseguir programar a minha agenda para, ai Milo tu és muito sem noção, seu traste mimado! Peguei o que necessitava, já estava separado mesmo e foi com esse sorriso bobo que nunca deixava meu rosto, bastava Milo entrar um pouco no meu dia, para seguir para mais uma tarde de reuniões.
Milo POV
Entrei em casa com um número infinito de sacolas nas duas mãos, debaixo do braço e na boca, sim eu tinha de conseguir fazer o que queria e iria conseguir, com certeza. Se é um dia especial para eu estar a carregar isto tudo? Claro que é! Não Camus não faz anos, não também não é dia de namoro, nem aniversário AHH parem de perguntas. É especial porque eu queria que fosse especial e para mim isso já basta para ser especial, ahh, fiz nó na cabeça.
Coloquei as sacolas sobre a cozinha, suspirei e abri o livro de comida típica francesa. Sim o meu homem é francês, se não acreditam tentei-lhe dar um beijo e tirem a dúvida. Esqueçam, vocês não precisam de tirar dúvida nenhuma, por alguma razão ele é o MEU homem, sabem o que isso quer dizer? Determinante possessivo… e eu sou proprietário de tudo, lábios, olhos, cabelos, pele, costas, hummm coxas, huuuummm bunda…e parou!! Suas mentes pervertidas! Não comecem já a ter ideias, ai ai.
Como eu estava a pensar, NOSSO JANTAR. Pois é, eu rolei outro dia para me decidir, tinha de ser típico e isso dá um trabalho desgraçado, porque Camus é um esquisito nesse tipo de assunto. E no vinho… pior que shopaholic em época de saldos! Tem as safras, os terrenos combinados à é o caraio a quatro e ainda não pode ser o mesmo vinho para carne e peixe, não depende da acidez da comida, do tempero. Sabem, acho que a escolha mais fácil da vida dele foi mesmo eu, afinal eu sou uma delícia, como ele iria recusar. Gargalhei com meu próprio pensamento. Acho que o melhor é me colocar em cima da mesa e falar “meu corpo está pronto, vire canibal e me coma” e no final ainda tem leitinho para ajudar na digestão.
Milo se concentre! Achei finalmente, abri na página da receita que queria, Fricassê de frango, uma receita tipicamente francesa e fácil, porque diga-se de passagem eu sou uma nódoa na cozinha. E para pelo menos acertar no vinho, fiz um charme básico para o carinha de lá que para minha sorte ele é quase tão esquisito quanto Camus.
Pronto o frango agora precisa de arrefecer. Eu vou adornar a casa, comprei um monte de incensos de cheiros suaves, velas, afinal os quadros que eu tinha feito com as fotos de Ângelo já estava prontos e pendurados estrategicamente pela casa e a que mandei no meu quarto. Cocei atrás das costas, a tatuagem estava me irritando a camada de tinta extra estava saindo. Será que ele ia gostar? Bem eu sou uma estrela de rock então minhas fãs e meus fãs adoram-me tocar, mas meu corpo e tudo de mim pertence a ele. AHH como eu odeio ter estas pancas de pessoa estupidamente apaixonada, mas mesmo que seja lamentável esse é um facto.
Vocês devem estar a pensar que é algo ridículo e irracional fazer isso, principalmente com um namorado, uma pessoa que pode sair de minha vida. Pois é, mas ele nunca sairá de meu coração. Ele marcou a minha existência, minha vida e ver ela virar de ponta cabeça.
Prontinho está tudo como eu quero, os candeeiros ligados em luz baixa, as velas, o incenso. Está tudo tão meloso, fiz uma careta e fui desfiar o frango para terminar o prato e tudo estava pronto, faltavam dez minutos para a hora prevista. Ele já, já estaria ai, minha barriga dói, minhas pernas não param de mexer e o meu coração de palpitar. Mesmo estando com ele todos os dias eu sempre fico assim, ansioso de antecipação.
Camus – POV
Entrei em casa de Milo, felizmente eu tinha as chaves para qualquer emergência, sim somos praticamente casados. Ele deveria estar uma fera comigo, quando liguei o meu celular tinha vinte e uma chamadas de Milo no celular, sete ligações na secretária da empresa. Eu estava tão ferrado. Abri a porta, estranhei estar tudo parcialmente apagado, caminhei até à sala quando me deparei com a cena, Milo estava dormindo de braços cruzados na mesa o telefone em sua mão e uma lista de hospitais ao seu lado. Suspirei e olhei a mesa, lírios brancos, sorri de canto, minhas flores favoritas, olhando em volta sentindo o cheiro de incenso, as velas estavas apagadas já derretidas. Suspirei, é acho que aparecer quatro horas e meia depois do combinado foi demais, passei a mão pelos cabelos dele beijando sua face, senti o rosto húmido ele continuava a chorar ainda?
- KYUUU – me assustei, dando um passo para trás e se levantou rápido, deixando a cadeira cair se lançando contra mim ele chorava compulsivamente batendo sobre meu peito, não conseguia dizer nada além de chorar. Apenas consegui ter uma reacção o abraçar pela cintura o puxando para mim e falando com a voz mais doce que eu consegui:
- Pardon, mon ange, pardon. Je vais bien, tout va bien
- EU TE ODEIO! MUITO, MUito, muito… — Segurei seu rosto, seus olhos cristalinos choroso, seu rosto vermelho, me inclinei e tomei seus lábios com os meus. Ele era tão perfeito, tão fácil sem mim. Eu queria protege-lo, conforta-lo.
Nossos lábios se acariciavam lentamente por vários segundo enquanto suas lágrimas cessavam aos poucos, seus braços foram até minha nuca segurando um pouco meus cabelos, minha língua pediu passagem e prontamente fora dada passagem. Explorei cada recanto de sua boca, mesmo que eu já a tivesse decorado, sempre tinha um sabor que era viciante, tudo em Milo era um vício, minha droga e meu antídoto.
Fechei os olhos e suspirei, meu corpo tremia. Se havia algo que eu não conseguia lidar na minha ida, era com as lágrimas de Milo, inútil, era pouco para o sentimento de podridão que eu sentia. Mas quando eu estava perdido, como sempre ele me salvava.
Comecei a caminhar, ainda com o corpo dele encostado ao meu, ele murmurou algo como “a comida”. Como ele poderia pensar em comer em uma hora destas, sempre preocupado comigo, idiota.
Nosso beijo começou a aumentar assim que eu respondi: “começarei pela sobremesa hoje” e ele sorriu entre a dança que nossas línguas faziam, um ponto para mim naquela noite e meus lábios foram o espelho dos seus. Levei minha mão até sua camisa a puxando para baixo, sentindo os primeiros botões da mesma ceder e quase a contra gosto me apartei de seus lábios, beijei sua bochecha, ergui seu queixo e fui fazendo o trilho até seu ombro desnudo com a ponta de meu nariz intercalando com meus lábios em beijos de adoração.
Sua pele era quente, assim como ele, minhas mãos puxavam o tecido para baixo, na tentativa frustrada que o rasgar, subi as mãos pela cintura dele o apertando para mim. Senti minhas costas sendo acariciadas pelo colchão e Milo sobre mim, segurei sua cintura e o virei, me levantei e ele ficou indignado me olhando e fui na cozinha. Gelo, era o único que conseguia pensar.
Pouco depois voltei com um copo fundo cheio de cubos de gelo. Coloquei um na boca e Milo já se arrepiou por inteiro, ambos sabíamos de sua fobia por gelo. E ele já na ponta da cama, ele fugiu e eu ri olhava para mim, seu rosto tinha uma expressão maliciosa, assim como a minha.
- Onde você vai com isso?
Eu apenas sorri e puxei seu pé retirando seu sapato, minha língua passava furiosamente por aquele objecto, eu já salivava e ele já retirava a camisa por completo, passando a mão em seu próprio corpo se arranhando e gemendo baixo. Meu Milo voltou!
O virei de costas, ele reclamou como sempre. Milo tinha sensibilidade extrema naquele local. Empinei sua bunda, enquanto minhas mãos começavam a retirar o seu cinto com perícia e minha boca ainda com a água em estado sólido começando a deslizar por sua nuca. Meu quadril roçava no seu, larguei o gelo que escorregou elegantemente por sua pele cada vez mais quente, ri como esperado Milo inclinou-se mais para trás, abri suas nádegas e um gemido louco foi ouvido, peguei o cubo, antes dele cair e ri mais uma vez.
Passei o resto de gelo por sua entrada, colocando o resto em seu interior, mordi a sua nuca depois de uma pequena estocada. Peguei em outro cubo de gelo, lambi novamente e minha língua foi passando por suas costas colocando agora o cubo de gelo inteiro, mais um grito. Já vos tinha dito que os gemidos de Milo eram como uma melodia divina? E os gritos de tesão faziam eu ter vários orgasmos auditivos?
O empurrei para a cabeceira da cama e afastei mais um pouco suas nádegas, coloquei outro cubo de gelo na boca e passei por suas bolas enquanto meu dedos rebolava em suas entrada que pulsava por mim.
Puxei o seu membro para trás, o gelo, seu membro quente, seu quadril a rebolar, suas súplicas. Milo sabia como chamar por mim… minha boca abocanhou por completo seu membro e mais cubos de gelo foram introduzidos nele. Ele me puxou e eu o afastei. Ele me puxou de novo. Retirei meu cinto das calças me inclinei para ele, segurei suas mãos e o prendi na cama com protestos e xingamentos. Eu apenas conseguia rir de seu corpo a rebolar para se tentar soltar, eu acho que esta criatura não tem a noção de como é uma tentação divina.
Deslizei minha língua por sua coluna abri um pouco suas nádegas e a agua do gelo estava a começar a querer sair, ele gemia e minha língua começou a beber de seu gosto interno. Minha língua passava perto de sua entrada onde o liquido escorria, ele subia e descia o quadril para eu ir onde ele mais queria, eu recusava, ainda não.
Insano, quente, explosivo são apenas pequenas palavras que eu conseguia definir meu homem naquela altura, ele me xingava e implorava ao mesmo tempo e quando minha língua atendeu seu pedido, minha mão teve de ir a seu falo apertando com força sua glande, o impedindo de atingir seu auge.
- PUTA QUE PARIU CAMUS! QUER ME VER LOUCO?!
- Insano, sim… Milo?
- Hunf?!
- Posso-te comer? – Eu sussurrei em seu ouvido e sua resposta veio rápida e directa “Só se for agora”.
Abri suas nádegas novamente deixei a saliva escorrer e dei um tapa na sua entrada, meus dedos firmes batendo nela fazendo ricochete e ele salivou em antecipação, sua língua para fora como um cachorro tentando lamber algo na sua frente que não existia, dei outro e sua entrada pulsava, chamava por mim me coloquei um pouco para trás peguei seu cabelo e o estuquei, firme, seco e de uma única vez.
Parei um pouco, mas o corpo dele não, ele entrava e saía rapidamente de meu membro com uma velocidade bastante alta, eu gemia alto, lhe dando um tapa na bunda, sentimento de vitória e balbuciando um “Seu masoquista insano”.
- SE VOCE OUSAR PARAR EU TE MATO! VAI LOGO E ME FODE MAIS RAPIDO!
Outro tapa foi ouvido e minha marca ficou, não apenas a da mão, mas também a do chupão que lhe dei no pescoço e respondi “ Seu desejo é uma ordem, mestre”. Seu corpo tremeu intensamente e meus movimentos se tornaram cada vez mais rápidos, velozes e insanos.
Minhas unhas arranhavam sua pele levemente mais morena que a minha, meus lábios tentavam em vão segurar os gemidos que estavam presos em minha garganta, enquanto os chupões eram distribuídos por seu corpo. O virei, eu necessitava de sua boca, necessitava de ver seus olhos repletos de tesão calmando meu nome em pedidos mudos já que sua boca estava preocupada em gemer frases desconexas.
Desamarrei seus pulso da cama, coloquei suas pernas sobre meus ombros o penetrando mais fundo, minha mão foi na dele entrelaçando meus dedos nos dele, levando até meu coração para ele o sentir pulsante, se não fosse sempre assim o estado de meu coração quando estava com Milo eu iria para o hospital porque certamente taquicardia eu tinha. Beijei sua mão, depois seus lábios, segurei seu corpo e em segundo depois gozamos.
Ambos respirávamos sôfregos, cai sobre o peito de Milo o beijando sobre o seu coração. O olhei e me estiquei para beijar seu queixo.
- Je t’aime mon ange, pardon pour aujourd'hui. – Sai de dentro dele, ouvindo o reclamar com um sorriso vitorioso de satisfação em seu rosto.
- Tudo bem Camus, eu também, mas …
- Mas ? – o puxei para meu corpo brincando com seus cabelos ouvindo ambos os estômagos a roncar.
- Três meses de abstinência a partir de amanhã
- MAS… — olhei o relógio e sorri.
- Porque está sorrindo? – Puxou minha bochecha, não gostando de meu ar.
- Ainda tenho 22 horas para te deixar tão arrombado que não vai conseguir andar por três meses mesmo.
Eu ri da expressão de medo dele, ele se levantava para fugir de mim, segurei sua mão o fazendo cair sobre mim, meus olhos vibravam de desejo e possessividade, sim uma pequena vingança pessoal que sabia que Milo não iria resistir mais que dois dias e com ele perto de mim, me inclinei com um tom frio, sádico e autoritário apenas murmurei.
- Que o jogo comece.
= OWARI =
Notas finais
Então gostaram dos meus meninos *-*
Que dozinha do Milo Ç.Ç, mas eu vou confessar eu quando escrevi o capitulo me deu vontade de nao parar por aqui, porém era apenas um capitulo, não UMA FIC
OBRIGADO A TODOS QUE FIZERAM ISTO POSSÍVEL.
Até à próxima!
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