La Vida Es Poderosa - La Madrasta

36 Capítulo 36 - Penúltimo Capítulo


Notas iniciais
Oiee Preciosas Desculpa-me pela demora, aqui está o penúltimo capítulo de La Vida Es Poderosa, espero que vcs gostem. BjO

Leonel: Que (arregala os olhos)?

Venturina: Seu pai é um homem muito cruel Leonel, acredito que tenha sido ele o assassino da Patrícia, e ele testemunhou contra a Maria para ela ser presa no lugar dele, pois ele sabia que ela não seria dele, nunca ia corresponder ele. Ligue agora para a Família Sán Román, pois eles tem que ficar preparados se acaso ele apareça para eles.

Leonel: Eu vou ligar (tira o celular do bolso e liga para sua noiva).

Regy: (atende o celular) Oi meu amor (se levanta do sofá).

Leonel: Oi amor, preciso que você me escute com muita atenção.

Regy: Seu jeito de falar está me assustando. O que aconteceu?

Leonel: Meu pai voltou e ele estava aqui no meu apartamento e seu eu não chegasse a tempo ele teria matado minha mãe estrangulada.

Regy: Meu Deus (coloca a mão na boca).

Leonel: Preciso que você fale com todos da sua família, pois minha mãe me contou que ele falou que voltou para se vingar de sua mãe, tomem cuidados, não a deixa sozinha.

Regy: Pode deixar meu amor, eu vou conversar com eles sobre isso.

Leonel: Amor?

Regy: Sim?

Leonel: Minha mãe acredita que ele foi (pausa) o assassino da Patrícia.

Regy: Eu... Eu sempre desconfiei dele Leonel, mais agora com o que sua mãe lhe falou agora eu tenho toda a certeza do mundo que foi ele.

Leonel: Eu não sei nem o que dizer, eu estou envergonhado, decepcionado por ser filho dele.

Regy: Não se sinta assim, você não tem culpa. Agora vou desligar e contar para os demais. Obrigada por avisar. Amo-te, boa noite.

Leonel: Por nada. Amo-te, boa noite (ambos desligam).

Regy conta para sua família o que Leonel disse a ela na ligação, de imediatamente Estevão ligou para Frederico ficar em alerta, o mesmo liga para seu futuro genro e conta todos os detalhes, Geraldo Salgado diz que podem contar com ele e a equipe dele para qualquer emergência. Maria estava com muito medo que acontece algo com ela e sua família fique sem ela.

Mansão de Estevão e Maria

Todos já tinham se recolhido. Quarto do Casal.

Maria: Estevão eu estou com muito medo.

Estevão: (a abraça) Maria se acalme.

Maria: (corresponde o abraço) Não quero deixar você sozinho com nossos filhos, Angelina é tão pequena (começa a chorar).

Estevão: (segura o rosto dela com as mãos e a olha nos olhos) Não vai acontecer nada com você. Tire isso da sua cabeça. Só temos que conseguir provas que Evandro matou a Patrícia, assim ele será preso. Mais agora vamos dormi (indo até a cama e se deita junto de sua amada, e ela se deita sobre o peito dele, Estevão faz cafuné em Maria e logo em seguida ela dorme e minutos depois ele também dorme).

Mansão Frederico e Cristina

Sala de Estar

Giovanna: Mamãe se acalme (a abraçando).

Miguel: Mamãe a senhora não pode ficar nervosa, pense na Ana Clara e no Arthur.

Cristina: (chorando) Estou tentando, mais só de imaginar que Evandro pode estar em qualquer lugar e pode fazer algum mal a minha irmã ou alguém da nossa família me deixa muito preocupada.

Frederico: Cristina ele vai ser preso antes que faça algum mal a nossa família. Melhor irmos deita.

Miguel: Verdade. Vamos mamãe?

Cristina: Vamos.

Todos se levantam e seguem para seus devidos quartos, Cristina troca os bebês e os amamenta e depois vai se deitar, ela se aconchega nos braços de seu amado e em poucos minutos ambos estão dormindo.

Uma semana depois, Mansão Estevão e Maria.

Já era de noite e todos estavam em seus devidos quartos, menos Regy que tinha saindo para jantar com seu noivo e Maria que estava inquieta, ela estava no escritório andando de um lado para outro, ela estava sentindo medo, sabia que a qualquer momento poderia estar frente a frente com Evandro. Mal sabia ela que ele está ai tão perto a observando.

Maria: Meu Deus tira esse medo do meu coração, pressinto que vai acontecer alguma coisa (se vira para olhar a janela) Você aqui?

XXX: Sim minha doce e desejável Maria (se aproxima dela).

Maria: Não se aproxime Evandro, não se aproxime (dando alguns passos para trás até que fica encostada na mesa).

Evandro: (fica bem perto dela) Hoje você vai ser minha Maria, minha.

Maria: Não se atreva encostar suas mãos imundas em mim, eu vou gritar.

Evandro: Grita assim quem aparecer aqui eu vou matar assim como matei a vagabunda da Patrícia (mostrando uma aram que carregava na cintura).

Maria: Foi você (começa a bater no peito dele com as mãos fechadas). Você destruiu minha vida, destruiu a infância e juventude da minha filha. Seu maldito, covarde, infeliz.

Evandro: (segura os braços de Maria) Cala a boca. E faça tudo que eu mandar (a puxa e a joga no sofá e se deita por cima dela), se colaborar vai ser mais prazeroso meu amor (beijando o pescoço dela e ombro).

Maria: (chorava forte) Me solta, sai de cima de mim (tentando empurrá-lo).

Lado de fora do escritório Regy, Leonel e Cristina tinha acabado de entrar na mansão. Cristina tinha sonhado com sua irmã e com o Evandro e enquanto não visse sua irmã não conseguiria dormir novamente.

Regy: Tia se acalme, minha mãe deve ta dormindo.

Cristina: Já disse que sou vou embora quando eu vejo e tiver certeza que está tudo bem com ela.

Leonel: Amor vai lá chamar sua mãe, eu fico aqui com sua tia e assim que ela ver minha madrinha eu a levo para casa.

Regy: Está bem (começa a subir a escada, quando ouve um barulho vindo do escritório) que barulho é esse (vai até o escritório junto de sua tia e de Leonel).

Cristina: (tenta escutar atrás da porta) Parece um choro.

Dentro do escritório.

Maria: Socorro (grita bem alto).

Evandro: Cala boca sua maldita (rasgando a camisola dele).

Fora do escritório.

Regy: Meu Deus é minha mãe (tenta abrir a porta), não consigo abrir.

Cristina: Vai chamar seu pai, Leonel por Deus tente abrir essa porta.

Regy vai chamar seu pai e seus irmãos e tias, enquanto Leonel tenta abrir a porta. Depois de algumas tentativas ele consegue abrir a porta e Cristina entra que nem um furacão e vai até Evandro e o empurra, fazendo com que ele caísse no chão, no momento que Maria ia se levantar Evandro tira a arma de sua cintura e atira.

No andar de cima todos escutam o barulho do tiro, assim descem todos correndo entrando no escritório as pressas, encontrando Maria abraça com Cristina que tinha entrado na frente dela e levando um tiro na barriga. Maria chorava e gritava em desespero.

Maria: Cristina, Cristina minha irmã. Cristinaaaaaa (grita).

Leonel estava lutando com seu pai para tirar a arma das mãos dele, Estevão, Ângelo e Heitor foram até eles para tentar separá-los, mais antes que conseguissem segurá-los eles ouvem mais um disparo.

Regy: Nãooooooooo (grita em desespero) Leonel, meu amor (vai até onde ele estava) você o matou, você matou seu próprio filho (abraça Leonel que estava desacordado).

Evandro fica caído no chão sem reação ao ver o filho sangrando e desmaiado. Estevão estava perto de Maria e Cristina enquanto ligava para policia e ambulância. Heitor e Ângelo estavam pertos de Evandro para que ele não saísse de onde estava Heitor com todo cuidado tinha tirado a arma das mãos do Evandro.

Evandro: Filho, filho acorde (chama pelo filho). Eu não queria fazer isso com você filho.

Maria deixa de abraçar sua irmã e se levanta, fazendo com que Estevão e os demais vissem sua camisola toda rasgada e suja pelo sangue de sua irmã que também estava desacordada. Maria vai até Evandro e se abaixa e começa a bater nele.

Maria: Seu maldito, você matou minha irmã, você a matou assim como matou a Patrícia. Odeio-te, odeio (grita).

Enquanto Maria batia e gritava com Evandro, Alba e Carmem entraram com a polícia e os paramédicos no escritório, os paramédicos de imediatos atenderam Cristina e Leonel e os levaram para o hospital, já a polícia prende Evandro e leva ele para delegacia, Maria foi levada para o hospital também para fazerem corpo delito, para servi como prova contra Evandro. Nesse tempo Estevão tinha avisado Frederico e os filhos do ocorrido na mansão.

Todos se encontravam no hospital, Frederico e Venturina que tinha sido avisada do ocorrido, estavam andando de um lado para outro.

Frederico: (chorava forte) Meu Deus... Quanta demora em nos dar noticia da minha Cristina e de Leonel.

Estevão: Calma meu irmão, eles vão ficar bem.

Quarto de Maria no hospital.

Regy: Mamãe como a senhora está?

Maria: Estou com medo, com nojo de mim (começa a chorar).

Regy: Não sinta nojo de ti mamãe, aquele monstro não conseguiu o que queria.

Estrela: (entra no quarto) Mamãe aqui está sua roupa limpa, e não se preocupe a Angelina está bem, Tia Alba e Tia Carmem estão cuidando dela (entregando a sacola com as roupas para Maria).

Maria: Obrigada filha (pegando a sacola) eu vou tomar um banho tirar o cheiro daquele miserável do meu corpo (se levanta da cama e entra no banheiro e começa a tomar banho).

Regy: Estrela?

Estrela: Sim?

Regy: Mamãe está com nojo dela mesma, sinto que o papai vai ter dificuldades de se aproximar dela, ela vai demorar o deixa tocar ela, vai demorar o deixa amar ela (com algumas lágrimas nos olhos).

Estrela: (abraça sua irmã) Vamos ajudar ela maninha, vamos ser a força que ela precisa (desfaz do abraço e olha nos olhos da irmã) e vamos ajudar o papai a se aproximar dela aos poucos para que ela não sinta medo. Estamos juntas nessas?

Regy: Sim estamos juntas, te amo Estrela (abraça a irmã com força) estou com medo de perder nossa tia e o Leonel.

Estrela: Eles vão sair dessa, tenha fé.

Maria: (sai do banheiro, já com o banho tomado e com roupas limpas, vê as filhas abraçadas e vai até elas e as abraça) Eu amo vocês minhas vidas.

R e E: Nós também te amamos mamãe.

Elas se desfazem do abraço, e saem do quarto e seguem juntas para a sala de espera. Assim que elas chegam Estevão vai até Maria e tenta abraçá-la.

Maria: Não Estevão, por favor, (se afasta dele).

Estevão: O que houve Maria (preocupado, mesmo sabendo que Evandro não conseguiu o que queria com sua Maria, Estevão sabia que ela não estava bem)?

Estrela: Papai vamos até a lanchonete do hospital buscar alguma coisa para bebermos e comer (Estrela praticamente puxa seu pai para lanchonete).

Giovanna: (abraça Maria) Tia eu sei que a senhora não está bem com o que quase aconteceu contigo, mais não rejeita o Tio Estevão ele vai sofrer muito.

Maria: Não consigo evitar minha linda, tenho medo do Estevão me odiar pelo que quase aconteceu (chorando).

Frederico: Jamais meu irmão vai te odiar pelo que quase aconteceu contigo Maria, Estevão te amo, te venera. Ele está sofrendo assim como você.

Maria: Obrigada por suas palavras Frederico.

Frederico: Por nada.

Heitor: (se aproxima de sua mãe junto do seu Irmão Ângelo) Mamãe a gente quer te abraçar mais estamos com medo que a senhora nos rejeite assim como fez com o papai, pois sabemos que a senhora está abalada com que aquele monstro quase lhe fez.

Maria: (vai até seus filhos e os abraça) Jamais rejeitaria vocês meus amores, jamais.

Ângelo: Amamos-te muito mamãe (ele e Heitor correspondem o abraço).

Passam algumas horas todos estavam aflitos, pois ainda não tinha recebido nenhuma noticia de Cristina e Leonel.

Regy: Ai que vontade de ir lá à sala de cirurgia e entrar lá e ver o que está acontecendo (se levantando do sofá) não agüento mais essa angustia, essa espera.

Venturina: Mantenha a calma, por favor.

Frederico: Rubens (se levanta) Rubens como esta minha esposa?

Venturina: Como está meu filho?

Rubens: Por favor, mantenham a calma.

Regy: Manter a calma? Por favor, Dr Rubens. Estamos aqui a horas e ninguém vem nos dizer nada e o senhor vem nos dizer para manter a calma? Está de brincadeira (nervosa).

Dr. Rubens: Eu entendo sua angustia Regy, mais não tinha como avisá-los. Cristina foi operada e já está no quarto repousando, o tiro que ela levou não atingiu nenhum órgão da barriga dela, facilitando a cirurgia, mais ela perdeu muito sangue, mais Graças a Deus temos o sangue dela no banco de sangue.

Regy: E o Leonel?

Dr. Rubens: O tiro que Leonel levou quase acertou o coração, a bala ficou alojado bem próximo, ele também perdeu muito sangue, só que o tipo sanguíneo dele é muito raro é O- e estamos em falta no banco de sangue, mais já entramos em contato com outras unidades para verificar se tem o sangue dele.

Venturina: Meu tipo sanguíneo é O- eu posso doar sangue para ele (esperançosa)?

Dr. Rubens: Sim, mais antes tem que fazer alguns exames para ver se a senhora não tem nenhum problema de saúde.

Venturina: Então vamos logo, que salvar meu filho.

Dr. Rubens: Enfermeira Laís leve a senhora Venturina para fazer os exames, assim que ficar prontos, por favor, me entregue.

Laís: Pode deixar doutor, vamos senhora?

Venturina: Vamos (elas vão para o local dos exames).

Miguel: Podemos ver minha mãe?

Dr. Rubens: Sim, quarto 7, pode entra você Frederico e vocês Miguel e Giovanna, depois os demais. Mais, por favor, sem alvoroço.

Frederico: Obrigado (ele e os filhos vão para o quarto de Cristina e entram).

Cristina: (estava acordada, mais um pouco sonolenta) Frederico, filhos.

Frederico: (selinho nela) Cristina minha vida.

Giovanna: Mamãe tivemos tanto medo de perder a senhora (chorando).

Cristina: Não chore minha filha, mamãe está aqui com vocês.

Miguel: Nunca mais no de um susto desses, por favor.

Cristina: Não pude evitar, quando vi por mim já estava empurrando Evandro e ele atirou. Depois não me lembro de mais nada. Maria está bem?

Frederico: Sim está.

Giovanna: Mais ou menos, ela ta rejeitando o tio Estevão.

Cristina: Vou conversar com ela assim que ela vier aqui me ver.

Assim eles continuam a conversar por mais algum tempo e logo todos da família tinham ido visitar Cristina e a última foi Maria, as irmãs conversaram choraram, e ficaram abraçados por um bom tempo juntas, fazendo com que dormissem juntas na pequena cama de hospital. Já na UTI Leonel recebia o sangue de sua mãe.

Os dias foram passando e Cristina recebe alta e ela e Maria não se desgrudavam por quase nada. Leonel estava se recuperando rapidamente, ele estava recebendo muitos cuidados, mimos de sua noiva e de sua mãe.

Nesse tempo Evandro tinha sido transferido para Aruba, ele foi julgado e condenado a prisão perpetua, ele estava no pátio da prisão de Aruba sentado em um banco, quando três homens se aproximaram e dois sentaram um de cada lado do banco e outro ficou na frente dele.

Preso 1: Olá caro Evandro.

Evandro: (o olha) Você não, não pode ser você Justus. Era para você está morto, morto a muitos anos (nervoso).

Justus: Não eu não morri quando você tentou me matar naquele acidente de carro quando você matou a Patrícia. Que por sinal eu que ajudei lhe dando aquela arma. Mais sabe esses meus dois colegas (Evandro olha para eles) eles ficaram sabendo que você violentou a uma mulher e ele engravidou de ti, e também ficaram sabendo que você tentou violentar varias vezes a pobre da Maria, um anjo em pessoa, ela sempre me tratou muito bem. Eles me contaram que ela pagou pelo crime que você cometeu mais hoje meu caro Evandro (tirando uma pequena faca afiada da barra da calça) hoje você vai pagar por todas as suas maldades, hoje você vai morrer.

Os dois colegas do Justus seguram Evandro e Justus da a duas facadas na intimidade de Evandro, uma pega em um dos testículos dele e a outra no pênis, depois de tanta se mexer Evandro consegue se soltar e tenta sair correndo mais não consegue ir muito longe, ele vai de joelhos ao chão, assim Justus vai atrás dele e fica na frente dele e crava a faca no peito de Evandro, os outros dois presos colegas de Justus jogaram um líquido sobre o corpo do Evandro.

Justus: (via Evandro respirar com dificuldade) Caro Evandro (acende um fósforo), a gente se vê no inferno.

Justus joga o fósforo no corpo de Evandro, que pega jogo de imediato, Evandro se contorcia e gritava de dor, mais aos poucos o fogo foi o calando perdendo sua miserável vida, esse foi o fim de um homem que não merecia amor, piedade. Passam as horas e família Sán Román e Leonel receberam a noticia do falecimento de Evandro, Leonel ainda estava no hospital, então Venturina foi para Aruba cuidar do sepultamento do homem que desgraçou sua vida, mais pelo menos lhe deu seu bem maior, seu filho Leonel.

Depois do enterro do Evandro, passou algumas semanas Leonel já estava em seu apartamento. Geraldo tinha pedido Giovanna em casamento e a mesma aceitou, Cristina e Maria estavam ajudando na organização do casamento dos filhos que seria um casamento coletivo, todas as noivas estavam ansiosas para o grande dia. Estevão sempre tentava se aproximar de Maria mais a mesma sempre se afastava dele, mais nenhum momento eu disse que desistiria de sua amada, todos os dias ele mandava flores a ela e um cartão dizendo coisas lindas e arrancavam suspiros e sorrisos apaixonados de Maria.

Cristina estava vivendo como se cada segundo fosse o último, estava curtindo tudo e a todos, menos Frederico, ela sem querer deixou ele de lado.

Quarto dos gêmeos.

Giovanna: Mamãe a senhora não acha que ta deixando o muito o papai de lado (segurando Arthur)?

Cristina: Sim filha mais hoje mesmo vai mudar isso, estou com saudades dos beijos, caricias e de fazer amor com seu pai (sorri apaixonada), só que para eu resolver minha situação com seu pai preciso que você e seu irmão cuidem dos seus irmãos, será possível?

Giovanna: Claro que sim mamãe.

As horas se passam e Giovanna e Miguel levam os gêmeos para dormirem com eles na mansão Sán Román. Cristina estava em seu quarto terminando de se arrumar para seu amado, ela vestia uma camisola curso na cor vermelho sangue, cabelos soltos e um pouco enrolados, uma maquiagem que destacava bem seus olhos verdes e na sua boca um batom vermelho a deixando extremamente sexy. Depois de pronta ela desce e vai para o escritório onde seu marido se encontrava, ela entra e vai até ele que estava de costas para porta e com os olhos fechados, e passa uma de suas mãos no couro cabeludo dele que se arrepia e logo fica na frente dele.

Cristina: Boa noite meu amor (morde o lábio inferior).

Frederico: (abre os olhos e a olha de cima a baixo) Cristina.

Cristina: (senta no colo dele, de frente pra ele) Acho que nós dois temos muito que fazer essa noite não é meu gostosão (morde o lábio inferior dele)?

Frederico: Si... Sim (segura a cintura dela). Você vai me pagar com juros por todas essas semanas sem fazer amor com você Senhora Cristina.

Cristina: Pagarei de todas as formas que você quiser meu amor, ohhh...

Ela geme ao sentir ele...