La Vida Es Poderosa - La Madrasta
27 Capítulo 27
Notas iniciais
Regy: Meu Deus eu não posso acreditar (começa a chorar) eu... Eu voltei a enxergar (sorri entre as lágrimas, alguém bate na porta) Entre.
Leonel: (entrando e vai até ela) Amor porque está chorando?
Regy: Chorando de felicidade meu amor.
Leonel: Felicidade (sem entender)?
Regy: Eu estou enxergando meu amor, estou enxergando (o abraça).
Leonel: (corresponde o abraço) Fico muito feliz por isso meu amor (se afasta um pouco e a beija).
Regy: (termina o beijo com selinhos) Obrigada por estar aqui comigo (olha nos olhos dele e sorri).
Leonel: Obrigado você por me permitir estar ao seu lado (selinho).
Passa as horas Regy já tinha sido liberada para ir para casa, onde encontra toda a família reunida e conta a todos que com o susto que levou voltou a enxergar. Que foi uma noticia muito bem recebida por todos. Assim passam os meses Cristina tinha ganhado seus filhos Ana Clara e Arthur, nasceram muito saudáveis, Regy, Giovanna, Miguel, Alba e Carmem faziam revezamento para ajudar a Cristina e Frederico a cuidar dos gêmeos, o tempo vai passando e Regy e Maria estavam indo a Prataria, o transito estava parado, um calor horrível. Regy já estava irritada pelo engarrafamento e preocupada pelo estado de sua mãe, que a qualquer momento poderia entrar em trabalho de parto.
Regy: Ai Meu Deus faça com que esse trânsito volte a fluir normalmente, estou com medo (olhando fixamente para frente).
Maria: Está com medo de que filha (olha para a filha)?
Regy: (olhou para sua mãe) Estou com medo da senhora entrar em trabalho de parto, pois esse trânsito não fluir e esta um calor horrível. Não quero que aconteça nada com a senhora e minha... Bem com o bebê (volta olha para frente).
Maria: Não vai acontecer nada. Filha?
Regy: Sim?
Maria: Porque você não aceita de uma vez sua irmãzinha (acariciando seu ventre)?
Regy: (fica calada).
“Pensamento On da Regy
Mamãe se a senhora soubesse que eu já aceitei minha irmãzinha e não vejo a hora de poder pegar ela no colo e dizer o quanto eu a amo e que quero ser sua melhor amiga junto da Estrela.
Pensamento Off da Regy”
Passa mais ou menos uma hora e nada do trânsito fluir Regy só faltava arrancar os cabelos, Maria tinha ido para a parte de trás do carro para pode ficar mais confortável, até que ela da um grito e assusta Regy que estava com os olhos fechados pensando em algum jeito de sair da onde estavam.
Regy: (olha para trás) Porque gritou mamãe?
Maria: Filha aii (expressão de dor) sua irmã está nascendo ai, minha bolsa estourou.
Regy: Ai meu Deus (ficando nervosa) vou ligar para a Estrela pedir para o Dr. Rubens mandar uma ambulância, talvez assim o trânsito fluir (liga para Estrela).
Estrela: (atende) Alô Regy.
Regy: Estrela onde você está?
Estrela: Estou no restaurante que combinamos de almoçar. Eu papai, Heitor e Angelo estão esperando você e a mamãe.
Regy: Esquece o almoço e liga para o Dr. Rubens. Mamãe entrou em trabalho de parto e estamos em um engarrafamento, estava na frente da prefeitura da cidade (nervosa).
Estrela: Ai Meu Deus a Angelina vai nascer que emoção.
Regy: Estrela (se irrita) você entendeu o que eu disse? Nossa mãe está ganhando bebê dentro do meu carro.
Estrela: Desculpa. Vou ligar para o Dr. Rubens ai peço a ele te ligar para te acalmar e eu e nossos irmãos e o pai vamos tentar ir até vocês.
Regy: Obrigada.
Estrela conta para Estevão e para seus irmãos que sua mãe entrou em trabalho de parto e que elas estavam em um engarrafamento. Estrela liga para Dr. Rubens que de imediato manda uma ambulância até Maria e a Regy, logo em seguida ele liga para Regy.
Regy: Calma mamãe (telefone toca) Alô?
XXX: Regy sou eu Dr. Rubens.
Regy: Graças a Deus, pelo amor de Deus manda uma ambulância minha mãe está ganhando minha irmã dentro do meu carro (fala minha irmã sem perceber).
Dr. Rubens: Se acalme Regy. Bem já estou sabendo que vocês estão em um engarrafamento, então a ambulância vai ter dificuldades de chegar até ai.
Regy: E o que o senhor quer que eu faça, pegue minha mãe no colo e a leve andando para o hospital (nervosa)?
Dr. Rubens: Não quero que faça isso. Provavelmente você terá que fazer o parto de sua mãe.
Regy: (olha para Maria assustada) O que? Eu fazer o parto da minha mãe? Está maluco Senhor Rubens?
Maria: Ahhh (grita) sua irmã está nascendo.
Dr. Rubens: Regy coloque o celular no viva voz. Sua mãe está no banco de trás do carro?
Regy: Sim (saindo do carro e ligando o viva voz e abre a porta de trás) estou com ela, o que eu faço?
Dr. Rubens: Tire as peças de roupas da cintura para baixo de sua mãe.
Regy: Ok. (assim ela tira) Mamãe eu... Eu vou ter que te ajudar a trazer a Angelina ao mundo (olha para os olhos de sua mãe emocionada).
Maria: Sua ajuda é muito bem vinda filha. (sorri emocionada).
Regy: E agora Dr. Rubens?
Dr. Rubens: Você tem uma garrafinha de água e um canudo dentro do carro?
Regy: Sim.
Dr. Rubens: Pegue a garrafinha e lave suas mãos e deixe o canudo perto de você, assim que sua irmã nascer eu vou pedir para usar. Ok?
Regy: Ok (pega a garrafinha de água e lava suas mãos e coloca o canudo perto do celular) pronto, o que faço agora?
Enquanto Dr. Rubens ia dando as instruções para Regy, ela já ouvia o barulho da ambulância mais que não conseguia chegar até ela e sua mãe. Algum tempo se passa e Regy avista a cabeça de sua irmã.
Regy: Estou vendo a cabeça dela (agoniada).
Dr. Rubens: Maria agora depende de você, faça o máximo de força que você puder para trazer sua pequena ao mundo.
Maria: (expressão de dor, e algumas pessoas olhavam pelo redor do carro o que estava acontecendo ali) Eu... (respira) eu não vou consegui.
Regy: (pega o lenço de pescoço de sua mãe e deixa perto dela para enrolar sua irmã) Mamãe olha para mim (olhando bem séria para sua mãe que a olhava nos olhos) minha irmãzinha vai nascer aqui e agora, então, por favor, me ajuda faça só mais uma vez o máximo de força que a Senhora puder.
Maria: Tudo bem filha eu vou (suando e sentindo muito dor).
Regy: (segura uma das mãos de sua mãe e a outra e empurra a barriga de sua mãe para baixo) Força mamãe força, mais força (ambas fazendo força e a cabeça do bebê sai e o corpo continua dentro de Maria) a cabeça dela saiu (olha novamente para sua irmã e vê que ela está com o cordão umbilical no pescoço e ficando roxa) Dr. Rubens?
Dr. Rubens: Sim?
Regy: Minha irmã está com o cordão umbilical no pescoço e está ficando roxa, o que eu faço?
Dr. Rubens: Tente tirar a cordão do pescoço dela e quando consegui tente puxar ela para fora.
Regy: Ok.
Regy com cuidado mais com pressa ela tira o cordão do pescoço de sua irmã e com uma de suas mãos empurra a barriga de sua mãe e com a outra ela puxa sua irmã com cuida, assim consegue tirar sua irmã de dentro de sua mãe e a coloca em cima do lenço que ela pegou e estendeu pelo banco.
Regy: Ela nasceu (grita) mais ela não está respirando (desesperada).
Maria: Filha (chorando) Salva ela, por favor, (desmaia).
Regy: Mãe (grita) minha mãe desmaiou (ficando mais nervosa do que já estava).
Dr. Rubens: Tente manter a calma. Pegue o canudo e coloque no nariz da sua irmã e assopre e repita em cada no outro buraco.
Regy fez exatamente o que o Dr. Rubens disse mais nada da Angelina reagir.
Regy: Ela não reage, (pega a irmã nos braço e a abraça) Meu Deus, por favor, me ajuda faça com que minha irmã respire se ajoelha fora do carro e olha para o céu. Angelina respira, por favor, (sua lágrimas caem sobre o pequeno rosto de sua irmã, Regy fecha os olhos com força e ouve um choro baixo, era sua irmã ela abre os olhos) minha pequena que bom que você reagiu que susto você me deu (beijou a testa da irmã). Dr. Ela está respirando e minha mãe está desmaiada.
Dr. Rubens: Meu Deus obrigado por isso. Regy enrole sua irmã em algum pano.
Regy: Já fiz isso. E por ironia o transito começou a fluir e ambulância acabou de chegar, obrigado Dr. Rubens.
Dr. Rubens: Por nada (ambos desligam).
Os paramédicos cortam o cordão umbilical e pegam Maria e colocam na ambulância, assim como a pequena Angelina, Regy liga para seu pai e avisa que está indo para o hospital e que os encontra lá. Regy vai com seu carro seguindo a ambulância.
Regy: (dentro do carro) Meu Deus muito obrigado, muito obrigado (chora de emoção) minha irmã é linda e tenho certeza que terá uma saúde de ferro. Que ela e minha mãe fiquem bem.
Passa alguns minutos e chegam ao hospital, Dr. Rubens já as esperavam. Maria e Angelina são levadas para um quarto para serem examinadas, e depois de um tempo Maria já estava acordada com Estevão, Estrela, Heitor e Ângelo paparicando a pequena Angelina que está muito bem, Alba e Carmem, tinha levado roupas para elas e para a Regy. A família Sán Román estava muito feliz, mal conseguiam descrever essa felicidade, todos da família já tinham conhecido a nossa integrante da família. Regy que foi tomar banho em um dos banheiros do hospital e trocar de roupa vai até o quarto de sua mãe.
Regy: (bate na porta e entra) Com licença.
Estevão: (vai até ela e a abraça) Obrigado por ter cuidado da sua mãe e da sua irmã, obrigado por ter salvado a vida da pequena Angelina.
Regy: (começa a chorar) Papai e Mamãe me perdoem por ter dito tudo o que eu disse, me perdoem por dizer que não aceitaria a minha irmãzinha (chorando forte).
Maria: (começa a chorar) Filha não tem nada que lhe perdoar nós entendemos que você e seus irmãos precisam da gente e que queriam um tempo dedicado a vocês, mais eu engravidei e não me arrependo, estou muito feliz com meus cinco filhos, meus cinco amores, minhas cinco razões de viver.
Regy: (vai até Maria e abraça-a e a irmã) Te amo mamãe e amo muito minha pequena. Tive tanto medo dela não sobreviver, ela não respirava e estava roxa, pedi a Deus de joelhas pela vida dela e ele nos abençôo (sorri entre lágrimas).
Maria: Eu também te amo filha.
Estevão: Amos todos vocês por igual, cada um tem suas qualidades, seus defeitos, suas manias entre outras coisas, mais nunca vão deixar de serem nossos filhos e nunca vamos deixá-los de amá-los. Só pedimos que vocês tenham paciência e que nos ajudem com a Angelina, pois ela é pequena e indefesa vai precisar de muito cuidado e atenção.
Estrela: Pode deixar papai, que depender da gente vamos ajudar vocês e muito.
Heitor: Adeus noites inteiras de sono (todos riem).
Ângelo: É não vai ser fácil mais vai ser uma experiência incrível.
Regy: Com certeza será. Quero minha cama, to mega cansando, amanhã tenho que mandar lavar meu carro por dentro.
Estevão: Seu tio Frederico pediu ao Arnaldo levar para lavar, como vão lavar por dentro vai demorar alguns dias para ficar pronto.
Regy: Que bom Tio Fred leu meus pensamentos. Quem vai ficar com a mamãe e quem vai para casa?
Heitor: Acho melhor o papai ficar com a mamãe e a gente ir para casa. Pois os demais já foram.
Maria: Deus acompanhe vocês meus filhos.
Todos: Fique com ela mamãe.
Assim eles se despendem e vão para casa, onde dormem todos juntos no quarto da Regy.
Uma semana depois...
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