Notas iniciais
Oiee Preciosas Mais um cap de LVEP para vcs, espero que gostem. Reta final. BjO

Dia seguinte...

Estevão e Maria tinham acordado, tomaram banho, tomaram café da manhã e arrumaram todo o apartamento e foram para casa, enquanto eles estavam a caminho da mansão Regy saiu para comprar pão fresco na padaria e Estrela, Alba e Carmem ficaram cuidando da pequena Angelina, passa meia hora e Estevão e Maria chegam e Estrela já tava angustiada.

Maria: (entra na mansão com Estevão) Bom dia.

Estevão: Bom dia.

Todas: Bom dia.

Maria: (pega Angelina no colo) Parece preocupada Estrela?

Estrela: Estou com uma sensação ruim, faz mais de meia hora que Regy saiu para comprar pão e até agora não voltou.

Heitor: (descendo a escada) Essa sua sensação ruim é por medo de ficar sem comer banho.

Vivian: (desceu junto com Heitor) Pare de brincadeira Heitor, eu também estou com a mesma sensação que a Estrela está, alguma coisa aconteceu com a minha amiga.

Maria: Por favor, não me deixem preocupada.

Estevão: Já ligaram pra ela?

Alba: Sim Estevão ligamos varias vezes mais dá telefone fora de área ou desligado.

Carmem: Meu Deus que nada tenha acontecido com ela (campanhinha toca) Eu espero que seja ela (vai abrir a porta) Cristina e Frederico?

Cristina: (entra com seu marido e ambos seguravam seus gêmeos) a Giovanna está aqui?

Maria: Não, a Regy saiu para comprar pão e até agora não voltou.

Frederico: Regy passou lá em casa para a Giovanna ir com ela, pois Dona Socorro pediu para Gio comprar uma geléia.

Estevão: Vamos esperar mais um pouco, talvez elas encontraram alguma amiga e ficaram conversando.

Alba: Esperamos que seja isso Estevão.

Passa mais ou menos 3 horas e nada da Regy e Giovanna aparecer. Todos já estavam agoniados, Estevão já tinha ligado para policia que foi de imediato para a mansão, assim como os amigos da família Fabíola, Bruno e Demétrio, Dona Socorro, Leonardo, Lupita e Greco também estavam junto da família, Leonel estava procurando as duas na rua, mais nada de encontrá-las, ele decide ir para a mansão saber se tinha alguma novidade.

Leonel: (entra na mansão) Alguma novidade?

Frederico: Nada ainda Leonel.

Delegado: Os celulares delas continuam fora de área ou desligados, esperamos que não seja nenhuma brincadeira das duas moças.

Frederico: Senhor delegado, minha filha e minha sobrinha seriam incapazes de fazer tal brincadeira conosco, por favor, respeite as duas.

Cristina: Como é seu nome senhor delegado?

Delegado: Geraldo Salgado.

Cristina: Então senhor Salgado, o que pensa em fazer para achar minha filha e minha sobrinha?

Geraldo: Já tenho uma equipe nas ruas fazendo buscas por todos os lados e nos lugares que ambas costumam freqüentar.

Fabíola: Desculpa minha intrometer, mais será que elas não foram seqüestradas?

Bruno: Fabíola querida, não diga isso nem de brincadeira.

Geraldo: Pode ser possível. É uma explicação para o desaparecimento delas.

Miguel: Mamãe será que não foi a Daniela?

Cristina: (começa a ficar mais nervosa) Não, não pode ser, será que ela seria capaz de fazer algum mal minha filha e a Regy?

Demétrio: Daniela estava muito inquieta ontem de noite, e quando vocês me ligaram me contando o que tinha acontecido ela não estava em casa.

Leonel: Meu pai também não estava em casa quando liguei essa amanhã para saber como ele estava, será que os dois estão juntos nessa?

Maria: Do seu pai eu não duvido nada Leonel (começa a chorar ao lembrar-se do mal que Evandro fez a ela, por ter mentido em júri).

Em algum lugar na cidade do México Regy e Giovanna acordam.

Regy: (sonolenta) Ai que dor de cabeça, onde estamos Gio?

Gio: Minha cabeça também dói, ai. Não conheço esse lugar. Espera (se levanta e olha pela janela) parece ser a cabana da Patrícia, eu vim aqui uma vez com a tia Alba deixar algumas coisas que faziam lembrar-se dela.

Regy: (se levanta) O que aconteceu com a gente para estarmos aqui?

Gio: Só lembro que a gente tava quase chegando a padaria e der repente ficou tudo escuro.

Regy: Como somos burras né Gio? Fomos seqüestradas, o Glória de Jesus, já cai do cavalo e perdi a memória, já fui atropelada, e fiquei cega e com o braço quebrado e agora isso, eu só me ferro, às vezes penso que eu deveria ir embora, porque depois que eu vim morar para cá junto da minha mãe e da Vivian só aconteceu mais coisas ruins do que boas comigo.

Gio: Não viaja Regy, agora para de pensar besteira e vamos pensar em como sair daqui.

XXX: Ai que vocês vão sair daqui vivas (entrando no quarto).

G e R: Você (espantadas)?

XXX: Sim (gargalhada), eu ia me livrar só de você Giovanna, mais já que sua prima estava junto vou me livrar das duas.

Giovanna: Você é louca Daniela.

Daniela: Cala a boca sua idiota (da um tapa na cara de Giovanna) Está vendo esses dois homens, eles vão ficar de olho em vocês duas para não fugirem. Então não tentem porque eles estão autorizados a matar as duas (Daniela sai junto com os dois homens e eles trancam a porta).

Gio: E agora o que vamos fazer?

Regy: Deixa eu pensar, porque estou com fome e o tico e o teço não conseguem pensar direito, tenta dormi ai, enquanto eu penso.

Gio: Está bem (ela deita na cama e tenta dormi) quero minha mãe.

Regy: (revira os olhos) Cala a boca Gio, me deixa pensar pessoa.

Gio: Desculpa (começa a chorar em silêncio).

Passam alguns dias, as duas não recebiam água e nem comida, estavam fracas e com muitas dores pelo corpo, pelas surras que Daniela dava nelas, surras de cinta, varinhas finas de marmelo e relho de bater em cavalo, e que os dois homens as seguravam para esse feito. Por um descuido de um dos homens que deixa seu celular cair ao segurar uma delas, Regy consegue esconder com o corpo dela o aparelho, assim eles saem e ela se levanta com dificuldades e pega o telefone.

Regy: Já sei como (fala com fraqueza) vamos sair daqui.

Gio: Como (a olha)?

Regy: (respira com dificuldade) Consegui esconder o celular que caiu de um dos homens (mostra o celular para a prima).

Gio: Liga logo Regy (também respira com dificuldade).

Regy: Já vou ligar.

Regy liga para a mansão, onde estavam todos aflitos pelo desaparecimento dela e de sua prima Giovanna, e também preocupados com o sumiço de Evandro e Daniela, telefone toca e Estevão atende.

Estevão: Alo?

Regy: Pa... Papai sou eu Regy (começa a chorar).

Estevão: Filha onde você está?

Regy: Es... Estou na (fala com dificuldade) cabana da Patrícia (ela desmaia).

Estevão: (ouve um barulho) Filha, filha fala comigo (fica desesperado)?

Frederico: (pega o telefone da mão do irmão) Regy, Regy, por favor, me diz como está a minha filha Giovanna?

Gio: (pega o telefone) Alo, alo (chorando)?

Frederico: Filha, minha filha.

Gio: Papai, a Regy desmaiou ela está muito mal, por favor, nos tire daqui.

Frederico: Já estamos indo para ir minha filha, esconda esse celular, sim?

Gio: Sim (ambos desligam, Gio coloca o celular no silencioso e esconde).

Mansão Sán Román

Geraldo: Elas disseram onde estavam?

Estevão: Na cabana da Patrícia.

Frederico: Temos que ir logo para lá e levar uma ou duas ambulâncias, Gio disse que Regy desmaiou e ela estava muito mal, e pela voz da minha filha ela também não está nada bem.

Geraldo: Vou reunir minha equipe e ir até lá, por favor, me passe o endereço.

Frederico: Vamos levar vocês lá e não pense em negar isso, me vou, meu irmão, meu filho Miguel, Heitor, Ângelo e Leonel. Bruno e Demétrio vocês ficam aqui com elas, por favor.

Demétrio: Eu prefiro ir junto com voces, conheço Daniela e aquela cabana como ninguém.

Ângelo: Eu fico para o Demétrio ir.

Demétrio: Obrigado Ângelo.

Ângelo: Por nada.

Geraldo: Então vamos (saindo).

Maria: (vai até Estevão e o abraça) Trás nossa filha de volta, por favor.

Estevão: Eu vou trazer, lhe prometo (da um selinho nela e sai).

Frederico: (vai até Cristina e a abraça) Já trago nossa princesa para casa (selinho).

Cristina: Se cuida meu amor, se cuida também filho.

Miguel: Vamos nos cuidar.

Assim todos saem para salvarem a Giovanna e a Regy, das maldades de Daniela.

Passa mais ou menos uma hora e eles chegam a cabana, Estevão e Frederico saem de seus carros correndo e entram na cabana que são surpreendidos pelos dois homens fortemente armados e Daniela os observando.

Daniela: Olha só que lindo eles vieram salvar as filhas, como vocês descobriram que elas estavam aqui? Se eu ainda nem tinha ligado pedindo resgate?

Frederico: Não interessa como descobrimos, o importante é que estamos aqui para salvar nossas filhas e mandar você para cadeia.

Daniela (ri descontroladamente) Eu presa? Isso nunca meu amor, que tal eu e você fugirmos daqui para viver nosso amor e ter nossos próprios filhos em? O que acha?

Frederico: Que você está louca.

Geraldo: (entra na cabana com alguns policias, e os outros estavam ao redor da cabana para não ter fuga) Vocês larguem as armas e coloque as mãos para cima e você também Daniela.

Daniela: Isso nunca (sai correndo para o quarto das meninas).

Geraldo e sua equipe consegue deter os dois homens que não pensaram em tentar fugir por estarem em minoria, enquanto Estevão, Frederico, Leonel, Demétrio, Miguel e Heitor saem atrás de Daniela.

Ela já estava dentro do quarto com uma arma apontada para a cabeça de Giovanna que estava deitada no chão abraçada na sua prima que ainda estava desmaiada. Já fora do quarto eles arrombam a porta do quarto que Daniela, Gio e Regy estavam.

Frederico: Por favor, Daniela solte essa arma, os deixa tirarem elas daqui, por favor.

Daniela: (transtornada) Não, não isso não, me deixa matar elas, assim elas não nos atrapalha mais meu amor.

Demétrio vai para cima de Daniela e a empurra ambos caem no chão e lutam segurando a arma.

Demétrio: Tiram elas daqui agora.

Miguel: Vem Gio (a pega no colo).

Leonel: Regy meu amor (da um beijo na testa dela e a pega no colo e sai junto com Miguel levando as duas para as ambulâncias que estavam fora da cabana esperando).

Quando Estevão, Frederico e Heitor iam tentar ajudar Demétrio eles ouvem o primeiro disparo, e vêem Daniela saindo de cima de Demétrio.

Daniela: (dava gargalhada) Como você é um idiota, imprestável, infeliz, até na hora de tirar uma arma das minhas mãos não consegue, eu atirei em você e espero que você morra, morra (grita e da gargalhada).

Demétrio: Vou morrer de qualquer jeito, com a minha doença ou você me matando, mais se eu vou morrer você vai morrer junto comigo (saca uma arma que está na sua cintura na parte das costas e dá três tiros em Daniela, dois acertam o peito bem no coração e o outro na cabeça, fazendo com que Daniela morresse na hora e seu corpo caísse bem na sua frente) Agora voces podem viver tranqüilos sem a Daniela por perto (respiração fraca) mais tomem muito cuidado com o Evandro, ele ainda pode surpreender todos (da o último suspiro e morre).

Estevão: (vai até ele e passa mãos nos olhos dele para fechar) Que Deus tenha piedade da sua alma Demétrio, obrigado por salvar minha filha e sobrinha.

Assim o Delegado Geraldo que tinha entrado no quarto e visto tudo que aconteceu pede para Estevão, Frederico e Heitor saírem do quarto e irem para o hospital, que ele cuidaria de tudo na cabana, horas mais tarde estavam todos no hospital, menos Alba e Carmem que ficaram cuidando de Angelina, Ana Clara e Arthur.

Giovanna já tinha sido atendida e estava sendo reidratada, ela se encontrava com seus pais e seu irmão Miguel no quarto ao lado de sua prima.

Gio: Será que a Regy já acordou?

Cristina: Ainda não filha, os médicos estão preocupados por ela não ter acordado ainda do desmaio.

Gio: Daniela bateu tanto na gente, que acho que acabou afetando o psicológico da Regy, talvez fazendo lembrar-se dos maus momentos que ela teve no orfanato.

Frederico: Talvez seja esse o motivo dela não ter acordado ainda, mais agora termine de comer e depois descansa um pouco, que quando soubermos de alguma coisa te contamos.

Gio: Pode deixar papai, farei o que o senhor me disse. Obrigada por nos salvarem.

Miguel: Não precisa agradecer maninha, sei que faria o mesmo por mim.

Gio: (o abraça) Com certeza.

Cristina: (abraça os dois) Amo vocês, minhas vidas.

G e M: Também te amamos mamãe.

No quarto ao lado.

Maria: Porque ela não acorda Rubens?

Dr. Rubens: Regy passou por muito estresse, fome e apanhou muito, e talvez tudo isso tenha afetado de tal forma que fez ela reviver algumas coisas do passado dela, algum trauma.

Vivian: Ela apanhou muito dos nossos monitores, Regy era como uma heroína, ajudava e salvava todo mundo as encrencas e ela que recebia os castigos, as surras entre outras coisas que eu não gosto nem de lembrar (começa a chorar forte).

Maria: Um dia vocês duas vão ter que me contar tudo o que houve nesse orfanato, tudo me ouviu Vivian?

Vivian: Sim Senhora Maria (secando as lágrimas).

Regy: (respira funda) Voce não (pausa) vai abrir essa boca (ou pausa) Vivian.

Estevão: Filha que bom que acordou (chora de felicidade).

Regy: Não deveria ter acordado, deveria ter partido dessa para melhor.

Maria: Porque diz isso filha (chora)?

Regy: Porque em poucos dias revivi o que eu passei em 15 anos morando naquele orfanato maldito. Não agüento mais sofrer, não agüento mais (começa a chorar forte).

Estevão: (segura o rosto de sua filha com as mãos e olha nos olhos dela) Eu não vou permitir que sofra mais meu amor, nem que eu tenha que dar minha própria vida para que você não tenha que sofrer, eu quero que você seja feliz, muito feliz. Amo-te minha princesa.

Regy: Amo-te papai.

Passa alguns dias Regy e Giovanna já estavam em suas casas e recuperadas, elas tinham dado depoimentos para contar tudo que aconteceu com elas, Delegado Geraldo Salgado ficou encantado com a beleza e simpatia de Giovanna, tanto que a convidou para jantar, claro ela aceitou mais Frederico ciumento do jeito que é não gostou muito, mais sua belíssima esposa o acalmou do jeito que só ela sabe como acalmá-lo, sim em quatro paredes, com um amor gostoso. Passa alguns meses e ninguém sabia do paradeiro de Evandro, que sumiu e não deu noticias para ninguém.

Apartamento de Leonel

Leonel: Onde será que está meu pai? Meu Deus, por favor, me ajude a encontrá-lo (campanhinha toca e ele abre a porta) Venturina?

Venturina: Sim, precisamos conversar (ele faz sinal para ela entra e assim ela faz e ele fecha a porta).

Leonel: Sobre o que você quer conversar?

Venturina: Sobre sua verdadeira mãe.

Leonel: Que?