La Reina.

2 Choque temporal.


Notas iniciais
How you love me now-Hey Mondey. Vai ter umas falas em francês, mas a tradução está na frente. Não é plágio todas as falas saíram da minha mente criativa eu apenas passei pro francês e traduzi de volta.

P.O.V. Elijah.

Essa duplicata é um mistério. Ninguém sabe absolutamente nada sobre seu passado, ninguém sabe de onde ela veio, data de nascimento, quem são seus pais. Nada.

Ela saiu do nada.

Agora estamos na corte francesa e logo ela chega chocando os presentes com sua vestimenta. Podia se ver os seus seios.

—Meu Deus! Quem é ela?

—Renesmee.

Todos os presentes abriram caminho para que ela passasse e ela veio direto até nós.

—Rebekah Mikaelson. Que enorme prazer vê-la novamente.

A ironia e a raiva eram palpáveis em sua voz.

—Esse colar. Ele era...

—Da sua mãe? Era sim. Só que como o Klaus meteu os dentes nela, ela não precisa mais.

—O que?

—Ops, esqueci que vocês não sabiam. Mas, não se preocupem quando eu acabar vocês verão tudo com outros olhos, todas as mentiras do seu pai, da sua mãe e até aquelas que vocês mesmos contaram.

—Eu não acredito em você.

—Então, terei de ser mais convincente.

A garota tocou o rosto de Rebekah e seus olhos se perderam no vazio. Assim que a duplicata quebrou o contato físico notei que minha irmã chorava.

—O que houve Rebekah?

—Agora você sabe.

—É verdade. O que ela disse. É verdade Elijah, o Nik matou a mamãe.

—Como você pode saber?

—Eu sei de tudo. Sou uma fonte inesgotável de poder e informação.

—Como consegue me fazer ver essas coisas?

—Isso nasceu comigo, mas a maioria das minhas habilidades são clonadas.

—Clonadas?

—Eu faço uma cópia do dom que me interessa e absorvo o que eu copiei.

Ela pegou algo do bolso do casaco enfiou nos ouvidos e saiu cantando em direção a mesa de quitutes.

—O que é isso?

—Música. Música de verdade e não essa maldita música de velório que vocês ouvem aqui.

O Rei desceu de seu trono e veio em nossa direção.

—Senhorita?

—Sim?

—Gostaria de dançar?

—Tu é casado?

—Sim, mas...

—Então não. Obrigado.

—Desculpe o que?

—Eu disse não. N a o til, não.

—Quem sois vós?

—Alguém que não está interessada. Vaza, cai fora, sai.

Ela começou a comer uvas, pera e as frutas decorativas.

—Você não devia comer isso.

—Devia sim. Faz eu ir ao banheiro e dá nutrientes para as minhas células.

—O que?

—É gostoso.

—Ah!

—Você sabe quem eu sou?

—Um babaca com uma coroa na cabeça. O típico Rei do período absolutista francês.

—O seu Rei lhe ordena que se identifique Milady.

—E eu lhe ordeno que grite bem bem alto. Sou um cretino babaca.

E todos ouvimos o Rei da França gritar diante de todos que era um cretino babaca. Cretino eu sabia o que queria dizer, mas babaca não.

—O que?

—Onde você mora?

Ela pensou, pensou e respondeu:

—Rua Maple 2104, Mystic Falls Virgínea.

—Viu você me quer como todas as outras.

—Boa sorte tentando encontrar o lugar onde eu moro. Heaven? Ai Meu Deus é a Heaven!

A duplicata deu as costas para o Rei Francis e caminhou até uma das jovens Ladies.

—Heaven?

—Non, je suis Lady Charlotte Marie de Lancret.(Não, eu sou Lady Charlotte Marie de Lancret.)

—Il n'est pas possible vous êtes toujours humaine.(Não é possível, você ainda é humana.)

—Ce qui? (O que?)

—Il n'importe pas. Tu ne dois pas comprendre, mais je sais que vos et je vous protégerai.(Não importa. Você não tem que entender, mas eu conheço você e vou protegê-la.)

Ela sabe falar francês?

—Sim eu sei.

—Tem poderes de vampiro.

—Sim. Eu tenho.

Ela olhava pra mim como se me estudasse, me analisasse.

—O que?

—Cabelo comprido não combina com você.

—Não?

—Nem de longe. E aquele cabelo de tigela que você tinha era ainda pior.

—O que fez com a minha irmã?

—Mostrei a ela a minha lembrança. A minha lembrança do seu passado.