Laços

11 Salto no escuro


Notas iniciais
Yo, minna! Tudo bem com vocês? Eu já sabia que o capítulo passado ia ser o momento “revoltz” aqui no Nyah! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Fico muito satisfeita em saber que vocês estão tão envolvidos na estória, que torcem, xingam e se emocionam! Lembro a vocês que Naruto precisa passar por essa experiência, ok? Então não matem o loirinho! Ele é desmiolado, mas está confuso! Naruto nunca sentiu algo assim, nem mesmo pela Sakura! Algumas pessoas me perguntaram sobre a Rota dos Perdidos, alegando não terem visto esse lugar nem no mangá nem no anime. Gente, essa rota é uma invenção minha! Criei esse cenário para que cenas envolvendo SasuSaku acontecessem de forma a não interferir no desenrolar da estória do casal principal, mas de forma que pudesse envolver outros personagens e se entrelaçar ao enredo NaruHina. Então, a Rota dos Perdidos é uma criação da biasensei, ok? xD Peço mil desculpas pela demora, mas gente, a autora-san aqui trabalha E estuda, e ultimamente, estou ocupada durante quatro turnos: manhã, tarde, noite e madrugada. É, minha gente, a vida não tá fácil. Mesmo assim, todos sabem o quanto venho me dedicando para poder disponibilizar os capítulos o mais rápido possivel desde o inicio, porque entendo o quanto é chato ficar esperando. Mas, infelizmente, minha rotina está complicada. Por isso peço que tenham um pouco de paciência, tá? Logo, loguinho tudo irá se acalmar por aqui, e voltarei a postar todos os dias! Mas chega de enrolação! Boa leitura, e nos vemos nas notas finais!

Alguns dias atrás, no acampamento próximo a Rota dos Perdidos

–O que foi que aconteceu com você? – perguntou Juugo, a expressão horrorizada enquanto olhava para Suigetsu. O garoto tinha as roupas esfarrapadas e os cabelos espetados, como se tivesse levado um choque. Se não estivesse tão surpreso, teria rido.

Mas não demorou muito até a risada de Karin soar, alta e escandalosa, por todo o acampamento.

–Você está mais ridículo do que nunca! – falou, sem conseguir respirar direito de tanto que gargalhava.

Suigetsu olhou para ela, a cara emburrada.

–Cala a boca, baranga.

–COMO É QUE ÉÉÉÉÉÉÉ, SEU RIDICULO, DESGRAÇADO! – esbravejou a ruiva.

Sasuke saiu de sua barraca, atraído pelo escândalo de Karin. Ao ver Suigetsu naquele estado, o Uchiha estreitou os olhos. O garoto havia sumido algumas horas atrás, sem dizer aonde ia.

–Por onde você andou? – perguntou, sua voz assumindo o tom autoritário que Suigetsu odiava.

–Por ai – respondeu o outro, cada vez mais desconfiado. Ainda estava com aquela história atravessada em sua garganta. Mas, por via das dúvidas, não comentaria nada. Pelo visto, Sasuke tinha mais segredos do que havia imaginado.

Sasuke não deixou de perceber o olhar de desconfiança que Suigetsu lhe lançava, mas também não se abalou com aquilo. Entrou de novo em sua barraca, sem se preocupar com o que quer que estivesse na cabeça do companheiro. Tinha coisas mais importantes em mente.

Pensava se Sakura já havia chegado a seu destino, se já havia tirado da cabeça o que acontecera entre eles.

Desejou que ela o esquecesse por enquanto. Sasuke sabia que ainda iria demorar a cumprir sua promessa.

Trancafiou seus pensamentos em um lugar escuro de sua mente, concentrando-se no que deveria fazer. Ele também lutaria para esquece-la, até o momento de poder retornar para ela.

***

Sakura estava com suas costas apoiada em uma árvore, enquanto arfava de dor. Concentrava uma pequena quantidade de chakra em suas mãos, e sentia pequenos avanços na cicatrização de seus ferimentos. Há dias estava naquela situação, e seu estado não lhe permitia utilizar suas habilidades curativas direito. Kakashi ainda não havia voltado com as ervas. Mesmo assim, sentia que a ferida começava, lentamente, a se fechar.

Respirou fundo, os olhos se fechando involuntariamente, o cansaço a empurrando rumo a inconsciência.

***



Naruto corria, desesperado, sem querer pensar no olhar magoado de Hinata.

“Estúpido, idiota, imbecil, patético!”, pensava, torturando-se por ter deixado Hinata na vila. Mas não poderia suportar a possibilidade de vê-la novamente ferida bem na sua frente. Apenas o pensamento de que ela pudesse se machucar o deixava louco. Ela havia se tornado mais forte, havia, inclusive, lhe defendido quando ele não podia mais lutar. Sabia de tudo isso, sabia que não deveria subestimá-la, mas simplesmente não podia... a mera lembrança de Hinata caída no chão, completamente ensanguentada, no dia da luta contra Pain o fez parar de correr repentinamente, desnorteado.

–Naruto? – perguntou Shikamaru, parando também. – O que foi?

–Ah... nada. Não foi nada. Vamos! – disse, recomeçando a correr. Não queria pensar demais na dor que novamente voltava a lhe acompanhar. Novamente a dor enlouquecedora de estar distante de Hinata, novamente a incerteza de pensar se ela o aceitaria de volta. Novamente o pensamento de que não merecia alguém como ela.

Shikamaru sabia que iria se arrepender por novamente se intrometer naquela história, mas resolveu arriscar mesmo assim.

–Desembucha, Naruto.

–Desembuchar o que? – perguntou o loiro.

–O que é que está acontecendo entre você e a Hinata? Não faça essa cara de desentendido, isso não funciona comigo.

Naruto suspirou. A culpa o devorava, triturando-o em pedaços com dentes afiados. A tristeza e mágoa de Hinata doíam em Naruto, mas ele não sabia direito como agir. Sempre lutou por seus amigos, não poderia agir diferente com Sakura. Nunca esteve em uma situação como aquela antes. Como saberia o que fazer?

–Eu... eu não sei.

Shikamaru o encarava seriamente, esperando que ele prosseguisse. Naruto suspirou:

–É complicado. Não sei como agir quando estou com ela. Eu deveria ter ficado? Deveria tê-la deixado vir junto comigo?

–Você acha que isso atenuaria a dor que ela sente por você se preocupar tanto com a Sakura?

Naruto parou novamente de correr.

–Não sei. Mas ela sabe que Sakura-chan é minha amiga, que ela é um laço importante. Eu irei protege-la até o fim, não importa o que aconteça.

–E é só isso mesmo? Sakura é sua amiga e pronto?

Naruto encarou o chão.

–Eu... eu não tenho certeza.

Shikamaru respirou pesadamente, e sem querer se envolver mais naquela situação, disse:

–Pois então corra o mais rápido que puder e encontre logo a Sakura. Quem sabe conversando com ela, você não consegue sair dessa situação problemática.

Naruto assentiu, e logo recomeçaram a correr em silêncio.

–Você já se apaixonou, Shikamaru? – perguntou Naruto, quebrando o silêncio. Foi a vez de Shikamaru parar de correr, os olhos arregalados para o loiro.

–Que conversa é essa agora?!

–Só estou perguntando porque... ah, você é inteligente, deve saber como alguém se sente quando ama uma pessoa. Como é que a gente tem certeza de que está apaixonado?

Shikamaru suspirou.

–Naruto, nem com toda a inteligência do mundo eu saberia explicar isso. Admitir estar apaixonado por alguém é como dar um salto no escuro. Para falar a verdade, esse negócio de amor prejudica o raciocínio. Então eu não sou a pessoa mais indicada para dar esse tipo de conselho.

–Por quê? Tem alguém prejudicando teu raciocínio, é? – perguntou Naruto, malicioso.

Shikamaru pigarreou.

–Nã-Não! Só estou dizendo que eu não sei como você pode ter certeza do que sente.

–Você não sabe mentir! – acusou o loiro. – Conta logo quem é! Conta agora!

–Você está parecendo uma comadre fofoqueira, sai pra lá! Já disse que não tem ninguém!

–Você está apaixonado! Eu sabia!

–Não estou!

–Então por que é que você está com a cara toda vermelha?

–Mas que saco! – praguejou Shikamaru – Não estou apaixonado! Se continuar me enchendo com essa história, eu vou te deixar pra trás!

–Tá legal, tá legal! Mas você não me engana, ouviu? Pra você ficar nervoso desse jeito, deve ter algué...

–Cala a boca e corre! Já disse que a Sakura e o Kakashi-sensei podem estar correndo perigo! – berrou o Nara. Ele não queria pensar muito naquilo. Sabia que se apaixonar por Temari era idiotice, e evitava ao máximo pensar que estava se envolvendo cada vez mais com aquela ninja. Embora ambos insistissem que aquilo era algo carnal e casual, estava notando a loira diferente também. Shikamaru franziu o cenho. Estava se apaixonando por Temari. Mas não tinha certeza se aquilo era algo bom ou ruim.

Naruto riu. Será que o amigo sofria do mesmo mal que ele? Será que também estava incerto quanto ao que sentia?

Mas pensar naquilo fez com que se lembrasse da dor que o dilacerava. Lembrava-se dos lábios de Hinata colados nos seus, a sede com a qual ele procurava incessantemente a boca dela, sem querer sequer dar à garota pausa para respirar. A lembrança apunhalou fortemente seu peito, e fez sua cabeça arder. Parou de correr novamente, apoiando-se em uma árvore, o corpo curvado, ofegando com a dor que lhe atingia.

–Tem certeza de que você está bem? – perguntou Shikamaru.

–Não... não fico bem longe dela. – admitiu, tentando recuperar o fôlego. A dor emocional instalava-se em sua mente de forma tão intensa que começava a afetar o físico.

–Não se preocupe com ela agora, está bem? Ela não vai ficar desamparada. Pedi ao Kiba que cuidasse dela.

Naruto ergueu seu rosto, a dor cedendo lugar para a fúria em sua voz:

–VOCÊ O QUÊ?!

Shikamaru surpreendeu-se com aquela reação.

–Eu... bem... achei que ela fosse ficar muito abalada com a sua partida, então... pedi ao Kiba para... por que está me olhando desse jeito? – perguntou.

–SEU IDIOTA! POR QUE VOCÊ TINHA QUE CHAMAR LOGO O KIBA?!

–Quer se acalmar? O que tem de errado nisso? Eles são amigos, e Kiba vai cuidar dela. Não vai me dizer que está com ciúme?

Naruto apenas encarava o amigo, completamente fora de si. A fúria tingia sua visão com um tom vermelho-alaranjado.

–Tenha santa paciência, Naruto! Você não pode ser egoísta dessa maneira! Kiba é amigo dela acima de qualquer coisa, e você não tem o direito de se intrometer nisso. Você fez sua escolha ao vir atrás da Sakura e sabia que isso teria consequências.

–Eu... eu sei! Mas... ah, droga! – falou, socando uma árvore. Algumas folhas caíram com o impacto.

–Acredite um pouco na força dela. Confie no senso de Kiba. Ele não faria nada que pudesse magoá-la ou ferir você. E... tenha um pouco de fé nos sentimentos dela.

Naruto respirou profundamente tentando recuperar o controle de si.

–Ele vai é me matar, isso sim... vai mandar o Akamaru fazer picadinho de mim... depois que souber que a magoei de novo.

–Ah, quanto a isso, não há nada que possamos fazer. Mas já que está aqui, foque seus pensamentos em encontrar seus companheiros. Concentre-se na missão.

–Tudo bem. Mas desse jeito, não vamos encontra-los nunca. Vou procura-los do meu jeito! – falou, correndo para longe de Shikamaru.

–Ei, Naruto! Não podemos nos separar, idiota!

–Desculpe, Shikamaru, mas esse seu método de busca é muito devagar! Arranje um jeito de me avisar se encontrar alguma coisa! – falou, afastando-se dalí.

–Mas que saco, esse cara problemático... – praguejou Shikamaru.

Só lhe restava continuar a procurar sozinho e esperar que Naruto tivesse sorte.

***



–Yosh! Vamos lá! – falou Naruto, sozinho sob as árvores. –Tajuu Kage Bushin no Jutsu!


***

–HINATA! – gritou Kiba. –Hinata, não faça nada idiota! Olhe para mim! Hinata!

A garota olhou para ele, sem entender o motivo daquele escândalo. Desceu de onde estava, para pedir que ele parasse de gritar seu nome daquela forma, ou iria atrair a atenção de todos da vila para ela.

–Kiba-kun! O que foi?

–O que estava fazendo lá em cima?! Você não ia pular, ia?! Você pirou?! Não acredito que você ia fazer isso! Eu vou arrancar a cabeça do Naruto e dar de ração para os cães do clã Inuzuka!

–Do que você está falando? Claro que eu não ia pular.

O garoto piscou, confuso.

–Então o que fazia lá em cima?

Hinata olhou para o lado, um leve rubor tingindo seu rosto:

–Estava procurando uma coisa com meu byakugan...

–Ah... – grunhiu o outro, compreendendo. –Desculpe pelo... escândalo, então.

–Tu-tudo bem, Kiba-kun...

–Mas o que você está procurando? Quer ajuda?

–Nã-Não! – falou a garota, nervosa. –Não precisa, não, Kiba-kun!

–É melhor me deixar te ajudar, porque não vou sair do seu pé até aquele idiota voltar.

–O... o que?

–Não posso fazer nada. Ordens do chefe Shikamaru. – bufou.

O leve rubor agora se transformava na vermelhidão completa do rosto da Hyuuga. Se Shikamaru havia mandado Kiba para tomar conta dela, é porque ele sabia de todo o drama que ela estava enfrentando.

–Sei que não deve ser legal me ter como babá, mas não tem jeito, você vai ter que me aturar, então é melhor me deixar te ajudar.

–Na... Não precisa... Kiba-kun...

–Tudo bem. Então vamos arranjar outra coisa para fazermos juntos.

Hinata suspirou. Conhecia bem a personalidade de Kiba e sabia que ele não a deixaria sozinha.

–Você pode... subir comigo amanhã, então.

–Não pode me contar o que está procurando?

Ela sorriu.

–Não. Desculpe.

–Tudo bem. – falou. –O que quer fazer agora?

Hinata suspirou. Um dia Shikamaru pagaria por aquilo.

E se estivesse certa sobre o sentimento que achava ter percebido no olhar de Temari, esse dia não tardaria em chegar. Hinata sabia que aqueles dois tinham uma história complicada, mas pôde perceber algo a mais na expressão da ninja loira. Algo parecido com amor.

–Quero andar um pouco... ficar... sozinha.

Kiba estreitou o olhar.

–Sabe que não vou sair da sua cola, não sabe? Então vamos andar juntos.

A Hyuuga olhou para ele, ponderando sobre aquilo. Percebendo que o amigo falava sério, ela não discutiu.

Os dois começaram a caminhar, lado a lado, em silêncio. Ter Kiba por perto não era de todo ruim. Ele iria distraí-la da dor que martelava seus sentidos.

–Quer conversar sobre isso? – perguntou ele.

–Isso o quê?

–Isso. Essa tristeza que eu vejo em você. Pode falar tudo para mim, Hinata. Não vou te julgar, nem contar para ninguém.

–Ki...Kiba-kun...

–Eu sei que você está apaixonada por ele. –falou. Hinata arregalou os olhos. –Não sei o que você viu nele, mas isso não interessa. Mas eu não aguento te ver triste desse jeito por culpa daquele idiota. Sei que você deve estar sofrendo. E não gosto disso.

Os dois sentaram-se em um banco. Kiba não queria pressioná-la, mas tinha certeza de que falar sobre aquilo faria com que Hinata se sentisse melhor. Ela não podia guardar toda aquela dor só para si.

–Kiba-kun... –começou a Hyuuga. –Você é um ótimo amigo. Mas... não quero que se preocupe comigo. Estou bem.

–Claro que me preocupo, Hinata. Justamente por ser seu amigo é que fico aflito vendo você desse jeito.

Ela sorriu para ele.

–Será que... ele... Será que Sakura-san está bem? – falou, tentando mudar o foco daquela conversa.

Kiba fitou a amiga.

–Tenho certeza de que Naruto vai acha-la logo.

–Sim... – ela concordou, a tristeza ainda mais evidente em sua voz.

–Porcaria... não acredito que vou ter que ficar defendendo aquele retardado.

–O... o que foi, Kiba-kun? – perguntou Hinata, surpresa por aquela reação repentina.

–Não me entenda mal, Hinata, ainda acho que ele seja um imbecil, mas não quero que você fique se torturando desse jeito, entendeu? Você precisa lembrar que Naruto fica maluco quando algum dos amigos dele está em perigo. Não vê a obsessão que ele tem em trazer o Sasuke de volta a vila, sendo que aquele Uchiha nem dá bola pra ele? Aquele time é um laço importante para o Naruto. Ele não poderia ficar aqui de braços cruzados, apenas esperando por noticias da Sakura ou do Kakasi-sensei. Se fosse eu, no lugar dele, teria feito o mesmo.

–Eu sei! Kiba-kun, eu sei, e estou rezando para que eles estejam bem! Eu não sou um monstro, eu entendo isso, e estou preocupada com eles...

–Mas você está confusa. Eu não te acho um monstro por isso. Muito pelo contrário, não sei como você ainda não pirou no meio de toda essa confusão. Mas você entende que ele precisava ir atrás dela, não é? Entende que ele não fez por mal, não entende?

–Kiba-kun... eu...

–Hinata... olhe para mim. Ele precisa passar por isso. Ele precisa entender o que sente de verdade. Sei que isso deve ser difícil para ele também. Se você vai esperar por ele ou não, a decisão é sua. Só... não sofra desse jeito. Ver você assim me deixa infeliz.

Ela assentiu, tentando aceitar aquelas palavras do fundo de seu coração.

Mas as palavras de Naruto ainda ecoavam em sua mente, contradizendo o que Kiba dissera.

“Me desculpe, Hinata...”

***



Naruto corria aguardando algum sinal de seus clones. Olhava para os lados, alerta a qualquer sinal de Sakura. Precisou desviar de armadilhas e esmurrar alguns criminosos enquanto procurava.

“Droga de rota perigosa...”

Mas logo a frente, viu algo que o fez estancar. Um rastro de sangue.

Chegou mais perto, tocando a mancha vermelha que tingia boa parte da grama. Estava seca. Devia ser um rastro de dias atrás. Examinou o local com mais cuidado, seus olhos azuis arregalando-se ao deparar-se com a garota que dormia e arfava de dor, enquanto segurava a ferida na cintura.

–Sa-Sakura-chan!



Notas finais
Oi! Gostaram? Não se esqueçam de comentar, dar suas opiniões e sugestões e de indicar a leitura da fic aos amigos! A autora-san agradece. Agradeço a todos que estão favoritando, comentando e acompanhando a estória de forma tão fiel! Vocês são o meu maior estímulo! Sim, e sobre o Narutim, gente... não judiem dele! Ele precisa sofrer, precisa ficar longe da Hinata, precisa ir atrás da Sakura, porque se não, ele nunca vai saber direito o que sente. É dificil despertar de uma coisa que você acha que sente (gostar da Sakura), pra uma coisa que você realmente sente (gostar da Hinata). Pra se dar conta disso, tem trancos e barrancos pela frente, muito sofrimento e sim... muitos erros a serem cometidos. Apenas dessa forma os casal NaruHina poderá amadurecer e aprender a lidar com o que eles sentem. Comecei a rir quando vocês comentaram desejando ao Naruto uma morte lenta e dolorosa, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk primeiro vocês ficam de coração apertado pelo sofrimento dele, me chamam de malvada... mas pelo visto, minha malvadeza está sendo uma péssima influência, porque depois vocês pediram que ele sofresse mais! Kkkkkkkkkkkkkkkkk Se quiserem e puderem, deem uma olhada na minha nova fic: http://fanfiction.com.br/historia/503383/Paraiso_Sombrio/ Adoraria ter a opinião de vocês por lá também. Prometo que o próximo capitulo sai logo, loguinho, então aguardem! Bjks!