Laços

5 Nos limites da sanidade


Notas iniciais
Yo, minna! Tudo bem com vocês? Não me contive, e aqui estou, disponibilizando capítulo novo. Espero que gostem! Gente, para as cenas de SasuSaku, ouçam Staind! Staind, Staind, Staind! Ouçam a música Right Here. É perfeita para o casal. E vejam a tradução. Por favor, me desculpem por sempre fazer notas enoooorrrmes, elas estão ficando quase do tamanho de um capítulo! Kkkkkkkkkk Um Special Thank's para o Daviid Soluza! Seus comentários divosos me deixam feliz da vida! Tenho perguntas importantes para vocês nas notas finais, então não vou me estender muito por aqui. Boa leitura, e nos vemos por lá!

Estavam envoltos nos trajes de Sasuke que carregavam o símbolo do clã Uchiha. Sakura repousava em seus braços, mas sua expressão era carregada de tensão.

Sasuke olhou a sua volta. Ela havia quebrado duas ou três árvores enquanto faziam amor. Ele havia deixado marcas de suas mãos ao longo do corpo dela, na tentativa de trazê-la para dentro de si. As horas passaram depressa, e Sasuke sentia novamente o desespero instalar-se em sua mente. Apertou seus braços em volta de Sakura, querendo afastar aqueles pensamentos.

Reconhecia que o sentimento que nutria por ela era doentio e possessivo, uma obsessão que o consumia lenta e dolorosamente. Admitia que a dor causada pela distância entre eles era torturadora. Admitia que ter se permitido encontra-la havia sido um erro. Sentia a loucura arranhando as paredes de seu inconsciente, esgueirando-se para fora, cravando as garras em seu peito.

–Você não vai voltar para a vila, não é?

Sasuke surpreendeu-se ao ouvir a voz de Sakura. Sua voz era carregada de medo e preocupação. Mas o que ecoava na mente de Sasuke era a voz urgente de Sakura, dizendo que o amava antes de ser interrompida pela sede desesperada que ele tinha dela.

“Eu amo você...”, ela dissera. Ouvir aquela frase, aquela voz, tão perto de seus ouvidos, as lembranças do cheiro e da pele de Sakura se reavivando em sua mente chegava a ser perigoso. A saudade era uma arma quente. E o amor desesperado que sentia por ela intensificava-se na medida em que ela sussurrava que a distância também a enlouquecia, que seus dias também eram atormentados pela saudade e que ele era um idiota, estúpido, e que mesmo assim, ela o amava...

–Não posso voltar. – respondeu.

Ela se ergueu um pouco para fita-lo nos olhos pela primeira vez desde que se entregaram um ao outro. Por tantas vezes naquele dia o corpo dela havia sido dele, por tantas vezes naquele dia ele pôde deixar sua vontade escapar das amarras que havia imposto a si mesmo...

–Por que não?

Sasuke sentiu seus nervos afiarem-se como agulhas dentro de si. Fechou os olhos e respirou fundo para se controlar. Sakura era para ele como uma droga, dependia dela para manter a sanidade, mas ao mesmo tempo ela deixava suas emoções em frangalhos.

Preparou-se para se levantar, mas ela o empurrou de volta ao chão.

–Por que não? – insistiu.

–Tenho questões a serem resolvidas. A vila não é mais meu lar. Não é mais o lugar para onde tenho que retornar.

–Do que você está falando? A vila é seu lugar! Todos te esperam de volta lá... eu estou te esperando de volta! Eu não aguento mais essa saudade, Sasuke!

–Não, Sakura. – ele disse, calmamente – Você é o lugar para onde eu tenho que voltar. Dentro de você é o meu lugar. Enquanto você estiver pensando em mim, eu vou poder continuar, e se depois de tudo, você ainda... ainda me amar... então eu vou poder esquecer das coisas horríveis que fiz. Vou poder voltar para o meu lugar... para você. Se você ainda quiser.

Sakura o fitava, sentindo os olhos encherem-se com as lágrimas novamente. Encostou a cabeça no peito de Sasuke, prevendo a volta das longas e dolorosas noites que ainda teria que passar sem ele.

Mas ele não deixou que ela se demorasse ali. Levantou-se, e começou a se vestir, fitando uma vez mais o corpo de Sakura, pelo qual ainda ansiava.

Sakura sentou-se, a expressão tomada pela desolação. Sem olhar para ele, amargurava os sentimentos que a invadiam.

Já vestido, ele caminhou na direção de Sakura. Tocou-lhe o rosto com ternura, uma ternura que não sabia ser capaz de demonstrar. Levantando o rosto da rosada para que pudesse fita-la nos olhos, suplicou:

–Vai esperar por mim?

Ela estava encurralada por aqueles olhos negros, tentando convencer a si mesma de que ele um dia voltaria para ela. Engoliu o temor que ecoava em seu peito pela ausência dele.

–Sim. – confirmou. –Serei o lugar para onde você tem que voltar. Mas por favor... por favor, volte logo. Volte logo para mim.

Ele selou seus lábios nos dela uma última vez, demorando-se ali para gravar na memória a satisfação dos riscos que se permitiu correr. As noites agora seriam ainda mais difíceis.

Sasuke olhou uma última vez para a mulher de sua vida antes de desaparecer pela floresta, envolto novamente na escuridão da noite e de seu coração.

***

Um novo dia estendia-se sobre Konoha. O sol brilhava intensamente, e, para Naruto, as cores ao seu redor tinham uma tonalidade diferente. Tudo acabava por lembrar-lhe a cor de certos olhos perolados, ou o negror de longos cabelos nos quais suas mãos, timidamente, se entrelaçaram na noite passada. As nuvens tinham a cor da pele dela...

Naruto corou.

–Que cara de idiota é essa? – perguntou Chouji, aproximando-se de Naruto.

Arrancado de seus devaneios pela graça de Chouji, o loiro gaguejava nervosamente tentando desviar a atenção do amigo:

–Q-quem é que tá com cara de idiota aqui, idiota?!

Chouji soltou uma gargalhada.

Naruto não queria ter que contar aos amigos sobre ele e Hinata. Tudo ainda estava muito confuso em sua cabeça, e a cada passo que avançava com Hinata, mais incertezas instalavam-se em sua mente. Não sabia de onde aqueles sentimentos tinham saído, mas era fato que eles estavam ali. Apesar de não ter certeza sobre nada, queria continuar a passar seus dias ao lado de Hinata. Ela completava sua vida de maneira desconcertante, e as horas em que não estava em sua companhia arrastavam-se dolorosamente.

A poucos metros de onde Chouji e Naruto discutiam como crianças, Shikamaru aproximava-se de Kiba, que estava deitado no gramado, de mãos na nuca, com Akamaru ao seu lado.

–Yo, preguiçoso-san. – cumprimentou Shikamaru.

Kiba voltou seu olhar para a perna imobilizada de Shikamaru, e respondeu ironicamente, de cara amarrada:

–Yo, inútil-san.

O Nara estreitou o olhar para Kiba.

–Para o seu governo, saiba que estou me matando de trabalhar, mesmo desse jeito. Já você, sempre que te encontro está sentado ou deitado em algum lugar. Quem você está vigiando dessa vez? – perguntou, sentando-se ao lado de Kiba.

Kiba se levantou, uma veia saltando de sua testa:

–Mas você anda cheio de conversa mole pro meu lado, hein? Nunca estive vigiando ninguém. Já disse que naquele dia estava observando a Hinata por estar preocupado com ela.

–É isso que você está dizendo pras pessoas, é? Porque se for, me sinto na obrigação de te dizer: ninguém vai cair nessa – disse Shikamaru, com um ar distraído.

Kiba deu um leve chute na muleta de Shikamaru, fazendo-a voar para um pouco distante dalí.

–Vai cuidar da sua vida, inútil-san. – disse, sorrindo com ironia.

Shikamaru revirou os olhos.

–Muito maduro, vigia-san.

Kiba chamou Akamaru e saiu andando a duras pisadas, irritado por Shikamaru não deixa-lo esquecer do que o atormentava. Seu caminho cruzava-se com o de Naruto e Chouji, que conversavam animadamente.

Em seu íntimo, o instinto de Kiba lhe dizia para acertar Naruto com um murro que tirasse de seu rosto o sorriso irritante que ele andava exibindo nos últimos dias. Não lhe passou despercebido que desde que o loiro começara a andar constantemente com Hinata ao seu lado, Naruto tinha mudado um pouco. Até mais calmo ele estava. De vez em quando, Kiba olhava para Naruto e o via sorrindo sozinho. Provavelmente pensando nela...

–Ei, Kiba! – gritou o loiro, ao ver o garoto andando em sua direção. Kiba passou por Naruto como se não o tivesse ouvido, mas não sem antes esbarrar com força no ombro daquele que um dia julgou ser seu amigo. Naruto parou de andar, virando-se para Kiba:

–EEEIIII, TEEMEEE! VOCÊ TÁ CEGO, OU QUER MESMO ME LEVAR JUNTO?! – gritou Naruto, fazendo aquele escândalo, falsamente irritado. Obviamente estava brincando, e logo se preparou para sorrir para o amigo, quando o viu olhar de lado, feroz, como se quisesse ataca-lo. Depois de encarar Naruto por alguns instantes, Kiba seguiu seu caminho.

–Mas o que há com ele? – Naruto perguntou a Chouji.

–Sei lá.

Os dois andaram na direção de Shikamaru, que observava tudo em silêncio. Praguejava mentalmente sobre aquela situação, quando o loiro o tirou de seus pensamentos:

–Ei, você sabe o que o Kiba tem?

Shikamaru empalideceu.

–Não sei de nada. – falou, olhando para os lados, procurando a muleta. Kiba a atirara para um pouco distante de onde estavam. “Saco!”, pensava.

Naruto estranhou aquela reação de Shikamaru. Ele não era de ficar nervoso a toa. Pensando nisso, Naruto começou a achar que talvez aquela atitude de Kiba não estivesse afetando a todo mundo. Talvez o problema fosse com ele.

–É comigo? O problema é comigo? – perguntou Naruto.

–Já disse que não sei de nada – resmungou Shikamaru, tentando se levantar e imaginando uma maneira de pegar sua muleta. Seguindo o olhar do Nara, Naruto andou até onde estava a peça de madeira na qual Shikamaru se apoiava ao andar, e começou a sacudi-la no ar. Exibiu ao amigo um sorriso descarado e disse:

–Tá indo pra onde?

Shikamaru trincou os dentes.

–Me dê minha muleta, Naruto.

–Poooooxa – divagou o loiro, fazendo a cara mais inocente de que era capaz – que entalhe bonito tem na madeira dessa muleta, Shikamaru! Foi sua mãe quem fez, foi?

–Você sabe que foi.

–Huuuummm... – grunhia Naruto, enquanto examinava a peça. – Será que ela vai ficar muito brava com você se por acaso alguém a quebrar? – disse o loiro, apertando levemente o cabo, fazendo soar um estalo mínimo. –Ih, foi mal! – desculpou-se falsamente.

–Você sabe o quanto minha mãe é problemática, não sabe? Ela vai arrancar minha cabeça se souber que quebrei o entalhe que ela demorou horas para fazer. Devolva minha muleta – pediu, sério.

–É, né, vai te matar mesmo. Então diz aí, o problema do Kiba é comigo mesmo?

–Uma ajudinha aqui? –pediu Shikamaru, olhando para Chouji.

–Desculpa, Shikamaru, mas é mais divertido ver você sofrer nas mãos do Naruto do que te ajudar. – respondeu o amigo, rindo abertamente.

–Mas que saco... Não tem problema. Vou me arrastando mesmo. Afinal, o que é mais uma perna ou braço quebrado? – divagou, já pensando que sua mãe atiraria todos os escombros de Konoha sobre sua cabeça.

–Então é comigo mesmo. – concluiu Naruto. – Por que ele tá chateado comigo?

Shikamaru começou a se desesperar. Sabia que não devia ter se envolvido naquela história maluca!

Ouvindo nada mais que o silêncio de Shikamaru, Naruto pressionou novamente o cabo da muleta. Ouviu-se outro estalo, que logo foi abafado pela risada de Chouji quando viu a expressão aterrorizada com que Shikamaru fitava Naruto.

–Naruto – falou ele, calmamente. – Devolva minha muleta ou eu juro por todos os Kages, juro pela memória de meu mestre que quando eu começar a andar direito vou chutar essa sua bunda até você não conseguir se sentar nunca mais.

Naruto estremeceu com a ameaça, entregando a muleta e sentando-se perto de Shikamaru.

–Você sabe que eu só tava brincando! Claro que eu não ia quebrar sua muleta! – disse, rindo. –Mas me diz, o que eu fiz pro Kiba me olhar daquele jeito?

–Sério que você não consegue pensar em nada? – perguntou Shikamaru, com o olhar fixo em um ponto distante de onde estavam. Seguindo o olhar dele, Naruto pôde ver Hinata andando na direção das barracas do Sul.

“Será que o Kiba...”, pensou Naruto, começando a compreender.

–Aaaahhhhh! – grunhiu alto, finalmente assimilando as coisas.

–Descobriu? – perguntou Chouji. – Descobriu o que foi que você fez? Conta aí!

–Agora não dá, Chouji. Vejo vocês depois! – respondeu Naruto, correndo na direção em que Kiba havia desparecido.

***

–Ei, Kiba! – gritava o loiro, correndo para alcançar o amigo. –Kiba, espera!

Kiba acelerou o passo. Não estava com humor para amolações, principalmente se elas viessem de Naruto. Seu instinto selvagem naquele momento se sobrepunha à sua racionalidade, e não sabia o que faria se perdesse o controle.

–Kiba! – chamou, Naruto, alcançando o rapaz – Ei, qual é o seu problema comigo?

–Problema nenhum. Me deixa em paz!

–Não deixo! Não lembro de ter feito nada pra te deixar desse jeito pro meu lado. O que é que você tem?

–Sai daqui, Naruto – avisou, a voz tomada pela ira. –Não tô pra conversa agora.

–É por causa da Hinata?

Kiba foi pego de surpresa. Fitou Naruto por um momento.

–O que o idiota do Shikamaru disse a você? Seja o que for, ele está delirando!

–Ele não disse nada. Eu que estou te perguntando. Quero saber se você tem um problema com a minha proximidade da Hinata.

–Por que eu teria um problema com isso?! – rosnou Kiba. Era evidente em sua voz que a relação dos dois o incomodava. Sua vontade era de estrangular Naruto.

–Não sei. Talvez porque você tenha algum sentimento por ela.

–Como é que é?!

–Diz a verdade, Kiba. Não vou me chatear com isso. Nós somos amigos. Só quero deixar as coisas claras.

Kiba ponderou um pouco sobre aquilo.

–Deixar as coisas claras, não é? Pois que seja. Você não é bom para ela. Irá magoar a Hinata, e ela não merece isso. Ela gosta de você de verdade.

–E isso incomoda você?

–Incomoda! Me incomoda ela gostar de você quando você sequer consegue compreender o quanto ela é maravilhosa, o quanto ela é forte! Me incomoda você brincar com ela dessa maneira, você sequer gosta dela! – gritava.

O loiro aproximou-se de Kiba para encará-lo nos olhos. A expressão séria de Naruto era marcada pela fúria de um ciúme que lhe invadia por completo.

–Então, Kiba, como eu disse, vamos deixar as coisas claras. Eu jamais faria algo que pudesse magoar a Hinata. E não vou deixar você se meter no que eu sinto por ela.

–No que você sente?! E o que é que você sente por ela, idiota?! Até parece que você pode estar com ela dessa maneira! Se você quer enganar a sí mesmo, que seja, mas não vou ficar sentado apenas olhando você pisar nos sentimentos dela!

–Kiba, fica fora disso!

Kiba empurrou os ombros de Naruto, dominado pela raiva.

–Você é que tem que ficar fora disso! Não pense que pode brincar com os sentimentos da Hinata e sair ileso disso!

–Não estou brincando com os sentimentos dela, idiota! Eu a amo! – gritou o loiro.

As palavras de Naruto ecoaram pelo local onde estavam, fazendo Kiba encará-lo, paralisado. Mas ele não era o único surpreso com aquelas palavras.

Naruto tinha os olhos arregalados, surpreso com as palavras que acabara de dizer.

***

Ao chegar ao acampamento, o vazio novamente ecoou dentro de Sasuke. Já não podia mais conter aquilo. Deixaria suas emoções escaparem mais uma vez naquele dia. Precisava deixar escapar de si a dor pelo vazio que a ausência dela provocava.

Arremessou uma mesa para fora da grande tenda que os abrigava. O baque fez com que a barraca se desmantelasse, caindo. Chutou os pratos, as panelas, as armas que guardava. Kunais e shurikens saíram voando por todos os lados. Suigetsu apareceu, seguido por Karin e Juugo.

–SASUKEEEE! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO, PIROU?! – gritou a ruiva, estressada, segurando os óculos.

Ele não parou. Continuou arremessando tudo o que via pela frente. Sabia que quando acabasse, se sentiria bem melhor.

Vendo o descontrole de Sasuke, Juugo agarrou-o por trás, prendendo os braços do Uchiha.

–Sasuke, se controle! O que há com você? Ficou maluco?

Sasuke cambaleou para trás, olhando o rastro de destruição que deixara.

Deixou escapar de seus lábios um riso fraco, tentando voltar a si.

–Talvez... – respondeu vagamente, enquanto encobria-se novamente com seu escudo de frieza. Era hora de voltar à dura realidade que a solidão lhe destinava.

***

Chouji ajudava Shikamaru a se erguer, apoiado na disputada muleta.

–Ainda bem que hoje vou me desfazer desse troço problemático... – dizia, aliviado.

–Vai tirar o gesso? – perguntou o amigo.

–Já estava a caminho da tenda dos ninjas médicos. Shizune-san disse que eu poderia me livrar desse gesso e dessa muleta idiota.

Os dois se dirigiram até a barraca onde os médicos já o esperavam.

–Shikamaru-san! – sorriu-lhe um dos ninjas médicos – pronto para se desfazer desse gesso?

–Não vejo a hora – respondeu, suspirando. Chouji sentou-se, esperando que Shikamaru fosse liberado logo; assim os dois poderiam ir procurar um lugar para comerem, e em comemoração, Shikamaru pagaria seu churrasco. Como se adivinhasse os pensamentos de Chouji, Shikamaru lançou-lhe um olhar que dizia “Nem pense nisso”.

O pai de Shikamaru entrou na barraca.

–Shikamaru... tem uma visita para você.

–Ahn? Visita? De quem?

A ninja entrou na tenda, olhando ferozmente para Shikamaru.

A muleta rompeu-se onde Naruto havia pressionado antes, fazendo Shikamaru cair no chão, a expressão marcada pelo choque.



Notas finais
Oi! Gostaram? Então, todo mundo apostou na Temari-chan! Acho que não consigo fazer muito suspense, no final das contas... rsrsrsrssr Ah, vocês não amam o Shikamaru? Sério, gente, por favor, ele é demais! E fiquem logo sabendo que ele tem que aparecer em toda fanfic que eu for escrever, nem que seja como figurante! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Por favor, não deixem de comentar, dar sua opinião, sugestão... vocês sabem o quanto isso me ajuda e inspira a escrever, e o comentário de vocês é minha maior motivação! Agora vamos às perguntas: Sou completamente noob, então não sei mexer direito nas ferramentas desse site, então queria perguntar uma coisa: Na opção de gerenciar histórias, aparece uma determinada quantidade de pessoas que estão acompanhando a fic Laços. Porém, na página oficial em que a fic está disponivel aqui no Nyah!, essas pessoas não aparecem. Por quê? Alguém pode me responder? Pode ser nos comentários, ou até mesmo por mensagem privada. Vocês recebem alguma notificação informando quando eu respondo aos comentários de vocês? Porque eu sempre respondo, todos! Enfim... acho que por enquanto essas são minhas unicas dúvidas, e agradeço de coração a quem se dispor à ajudar uma analfabyte, rsrrsrsrs Acho que no proximo capítulo tem fortes emoções, hein? Então aguardem! Prometo postar logo, loguinho! Bjks!