Meu nome é Katheryna, tenho vinte anos e sou a assassina mais procurada de toda a Europa, sou conhecida como "A Morte- Mascarada", por causar mais de vinte mortes por mês e sempre estar utilizando mascara.

Para mim a maioria dos assassinos matam porque são loucos, tiram a vida de pessoas inocentes sem motivo, mas, eu sou diferente, tenho os meus porque matar.

Sou assassina desde que tinha dez anos de idade, e mato apenas por vingança.

Eu nasci em San Adres uma cidade no Caribe. Meus parentes e eu ficamos em Londres para a comemoração de aniversario da minha irmã mais velha que estava preste a completar quinze anos.

Três dias após a festa, cinco loucos entraram no hotel aonde aviamos estar hospedados, começando a tirar a vida de todos que lá havia.

Eu fui baleada próxima ao pescoço, minha mãe no peito, meu pai teve a garganta cortada e minha irmã foi baleada na cabeça com dois tiros.

Todos nós fomos para o hospital, mas, infelizmente fui a única que sobreviveu.

Quando despertei no pronto -de -socorro, olhei para os lado e lá tinha visto todos eles já sem vida.

Eu tinha a imagem perfeita de cada um dos assassinos em minha lembrança, querendo me vingar por todos os meus familiares.

Ao sair do hospital fui enviada para um orfanato na Espanha, com alguns dias lá, escondi umas certas facas em minhas roupas, fugi do orfanato atrás dos assassinos.

O primeiro assassino que veio a minha lembrança , era uma mulher, morena, alta, cabelos ruivos, era ela a assassina de minha mãe.

Andando pelas ruas da Espanha ao longe a avistei a mulher- bem eu ao menos achava que era ela- eu a segui até um lugar que não tinha ninguém, pegue uma de minhas facas e a matei por trás, quando percebi que ela já estava morta, há virei para que eu pudesse dar as minhas despedidas a ela, quando a vi melhor não era ela e sim ele. Me senti culpada pelo o que tinha feito, peguei tudo de valioso que lá havia e sai correndo deixando o corpo para trás. O corpo de um homem inocente de minha vingança.

O segundo assassino que me veio a cabeça era os gêmeos que mataram minha irmã. Eles eram baixos, de olhos azuis, cabelos loiros, lisos e compridos.

Quando resolvi parar de correr já estava próxima da Italía, comecei a andar a procura de algum lugar no qual eu poderia comprar comida com o dinheiro que avia pegado da minha primeira vitima.

Entre em uma pequena lanchonete e percebi duas pessoas loiras, ao mesmo tom dos gêmeos, me sentei e fiquei os olhando, esperando o momento em que eles irem embora.

Quando saíram eu os segui, chamei os dois, ficando com os dois a minha frente, e imaginando que era eles, para não me reconheceram, coloquei uma faixa em meus rosto deixando apenas os meus olhos a mostra.

Eu estava com duas facas na mão, me aproximei mais deles e furei seus peitos até atingir seus corações. Após tirar as facas dos peitos, eles caíram já sem vida, tirei os óculos -escuros, no qual eles estava utilizando, e fiquei assustada pois tinha tirado a vida de dois inocentes, pois eram gêmeos sim, bem gêmeas de olhos pretos.

Fiz a mesma coisa com eles, no qual havia causado o meu segundo e terceiro assassinato, mas, desta vez tinha testemunha do crime e chamaram a policia para me prender.

A cela que eu estava, sem duvidas, dividia com o meu quase assassino, lá não tínhamos a permissão para ficar com qualquer coisa que não fosse as roupas da cadeia.

Esperei todos dormirem para atacar minha vitima. Quando percebi silencio total, pegue meu travesseiro, fiquei sobre o assassino e tampei sua respiração até que seu coração estivesse totalmente sem batimentos. Após isso acontecer, fui dormi como se nada tivesse acontecido naquela noite.

Na manhã seguinte, eu acordei com o barulho de sirene de ambulância, que iria levar a minha vitima sem vida para o hospital, apenas para saber como aconteceu a morte.

Na cadeia eu deveria que cumprir pena de cinco mas fique apenas dois dias. Com esses dois dias eu marquei o horário de cada um dos guardas, para ter mais facilidade de fugir. No segundo dia, no momento em que estávamos voltando do refeitório para as nossas celas, escondi uma faca em minhas vestes, na porta tinha uma guarda no corredor esperando todos dormirem. Assim que percebi que lá só avia os passos do guarda vi que ele estava perto de minha cela, quando ele se virou ficando de costa a mim pegue a faca de minha roupa e cortei a seu pescoço, peguei usas chaves, abri minha cela e, deixei o corpo na cela frente a minha pegando sua mascara e fugindo como se aquela noite nunca tivesse acontecido.